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noc noc

Há eventos que merecem ter todo o sucesso possível. O Guimarães noc noc que decorre no próximo fim de semana é um deles.

Para quem ainda não ouviu falar do noc noc, a ideia tem tanto de simples quanto de genial: dar a oportunidade aos artistas de mostrarem os seus trabalhos, nas suas casas, ou então na dos vários espaços que se associaram ao evento. Assim, concentrados numa área de algumas centenas de metros, podem ser vistas obras das mais diversas expressões artísticas (arquitetura, artes plásticas, artes digitais, dança, design, fotografia, música teatro, instalação, performance, etc...). Durante o fim de semana, os espaços abertos estarão sinalizados e serão distribuídos mapas com a informação do muito que se poderá ver.

E se os artistas ainda vão ter a oportunidade de mostrar o que valem, a organização do noc noc já provou que sabe como trabalhar um evento destes. Dos postais e spots noc noc, espalhados pelas redes sociais (que tiveram um efeito quase viral, a mostrar como se pode fazer bom marketing e comunicação sem consumir milhares de euros por mês); da capacidade de descobrirem dezenas de espaços de exibição para os artistas, da forma como têm trabalhado a imagem e a seriedade do evento junto da imprensa local e das várias instituições (o que já lhes valeu a integração, mais do que justa, na programação da Capital Europeia da Cultura), o Guimarães noc noc já criou o seu espaço na oferta cultural da cidade. Só por isso, já merecem o meu reconhecimento. Agora a bola está do lado dos artistas.

Bom fim de semana noc noc a todos.
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Xícara na FNAC de Guimarães



Os "Xícara", de que cheguei a falar há tempos aqui, já lançaram o seu EP. Este grupo do Minho, de Guimarães e Famalicão, têm sido alvo da atenção dos media internacionais e já foram destaque do programa "Mundofonias" da Rádio nacional espanhola RTVE. Também a Radio Télévision Belge Francophone (RTBF) mostrou o projecto Xícara através do programa "Le Coin Ibérique" (o recanto ibérico).

“Se me deixares eu digo” (de António Botto), “Eterno Feminino” (poema da autoria de João Penha de Oliveira Fortuna), “Cantiga” (poema da autoria do João Cabral Nascimento) e “Cantiga bailada” (tradicional da Beira Baixa) são os temas que compõem este primeiro EP dos Xícara. 

Carla Carvalho (voz), David Viegas (baixo e voz), Hélder Costa (braguesa, bandolim, cavaquinho), Pedro Oliveira (percussão), Rui Ferreira (piano, acordeão) e o amigo Nuno Cachada (guitarra clássica), são o corpo deste projecto, que tem como artista convidado o flautista e gaiteiro David Leão.

A não perder, já no próximo dia 5 de Março, Sábado, às 17h00 na FNAC de Guimarães, um dos pontos de passagem da sua tour pelas FNACs do norte do país.
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O que se escreverá em 2022?

Jorge Marmelo assina um excelente trabalho no Cidades desta semana. O PÚBLICO foi atrás dos protagonistas do Porto e de 2001 e encontrou um cenário algo triste: da grande festa que foi a CEC portuense, quase só a Casa da Música é herança unanimemente reconhecida.
O que se escreverá em 2022, uma década depois da Guimarães 2012? A pergunta faz mais sentido se levarmos em conta os preocupantes sinais que têm vindo a público nos últimos tempos envolvendo a CEC vimaranense. Esperemos ir a tempo de evitar que seja feita uma análise desiludida quando chegar a altura dos balanços.
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No centro das atenções do mundo


Guimarães foi distinguida esta semana, como uma das 41 cidades a visitar no ano de 2011, pelo jornal New York Times, uma das mais reconhecidas publicações a nível mundial. 
Tecendo algumas considerações sobre a importância história da cidade para o país e sobre a juventude da sua população, o principal foco de interesse sobre Guimarães são as suas duas mais recentes distinções: Capital Europeia da Cultura em 2012, e Património Cultural da Humidade para a Unesco. 
Guimarães é ainda considerado um "hot spot" de cultura da Península Ibérica, dando-se destaque ao centro nevrálgico da cena cultural: O Centro Cultural de Vila Flor. 
Aconselha-se aos visitantes a escolha do mês de Março, para vir à cidade, altura em decorrerá o Festival Internacional de Dança Contemporânea.
Esta notícia é antes de mais um motivo de orgulho para os Vimaranenses em particular, mas também para todos os Portugueses. Um pouco o espírito que se espera transversal no ano de 2012, e que se sentiu na altura da distinção da Unesco. Ao mesmo tempo, traz a responsabilidade de saber receber bem, e de proporcionar a actividade cultural que espera quem lê esta sugestão do periódico norte-americano. 
Mas esta distinção é mais do que sentimentos de orgulho. É o reconhecimento do trabalho feito na recuperação urbana e requalificação do centro histórico, pela Câmara Muncipal de Guimarães. Da aposta nas infra-estruturas culturais e na programação daqueles espaços, pela Oficina. Mas também a todo o movimento cultural transversal à cidade e ao concelho, que cria uma imagem de dinâmica capaz de trespassar para uma publicação desta dimensão. 

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Notoriedade vezes 6

"A notoriedade da Capital Europeia da Cultura, que vai realizar-se em 2012, em Guimarães, aumentou seis vezes durante o Verão. Uma sondagem encomendada pela Fundação Cidade de Guimarães (FCG), para avaliar os resultados da campanha de lançamento da marca, mostra que 18 por cento dos portugueses reconhecem o evento. "

Quem o noticia é a edição de hoje do jornal Público. Durante o último trimestre a notoriedade da marca CEC2012 aumentou de 3 para 18%, ratificando uma política de comunicação que tem sido alvo de diversas críticas. Provavelmente fruto também de algumas destas polémicas, à mistura com o trabalho desenvolvido no lançamento da imagem, e da primeira campanha publicitária. O caminho a percorrer é ainda longo, mas 18% dos portugueses a ano e meio do evento é já significativo. Boas notícias no meio das nuvens que pairam no ar.
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Vimaranenses (II)



Regressamos a esta rúbrica para mostrar o que de bom se vai fazendo em Guimarães. Para ouvir: Xícara.
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Milhões

Insistindo no tema cultural: Foi ontem apresentado o festival Milhões de Festa, em Barcelos. Com um cartaz prometedor e muita ambição, o evento - que até tem um vimaranense na organização - conseguiu captar a atenção da Câmara de Barcelos, que vai investir 150 mil euros na sua organização.

O investimento em Cultura promovido pela autarquia de Guimarães, ao longo dos últimos anos, é incomparavelmente superior ao de Barcelos. Com os resultados que conhecemos. Além disso, percebe-se que o novo executivo barcelense queira começar a marcar pontos no campo cultural. Como tal, quero comparar, em concreto, os apoios dados por uma e outra Câmara aos festivais MdF e BRF.

Mas a questão central é esta: Com 10 por cento do valor que Barcelos vai dar ao seu festival, Guimarães permitiria ao Barco Rock Fest tornar-se um evento de referência. Barcelos teve essa visão. Em Guimarães não a têm.
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Culturas

Enquanto a FCG apresenta projectos arrojados, que dificilmente Guimarães poderá suportar após 2012, a Câmara mantém-se alheada daquilo que de bom se vai fazendo na cultural vimaranense.


É difícil perceber que uma instituição onde a Câmara teoricamente manda queira criar uma orquestra, mas que, ao mesmo tempo, a autarquia alegue não ter dinheiro para honrar um compromisso como o que estabeleceu com o artista plástico Fúlvio Mendes para a sua obra no CCVF.


É difícil perceber que um festival com o potencial do Barco Rock Fest continue a receber um ridículo apoio de 5 mil euros. A Câmara não percebe que tem ali um diamante, que podia explorar, para alargar a oferta cultural do concelho e criar um marco da sua suposta aposta na Cultura junto do segundo pólo urbano do concelho.


Estes são apenas dois exemplos de uma aparente esquizofrenia. Por um lado aposta-se alto. Por outro não se sai da mediania. Uma cidade que ser quer afirmar pela cultura tem que ter capacidade de fazer as apostas certas e valorizar os seus valores. Guimarães não o faz.

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A Semana O




Segundo a comunicação social, na próxima semana iremos conhecer a base do programa para a CEC 2012.

Será a Semana O, de Orquestra, a ser criada no âmbito da Capital Europeia da Cultura, e que vai ser, aparentemente, uma das suas grandes apostas.

Guimarães foi um dos municípios fundadores da Orquestra do Norte, sedeada actualmente em Amarante. Todos os anos a Orquestra do Norte actua em Guimarães, seja no Verão, principalmente no Paço dos Duques de Bragança, seja noutras alturas, na belíssima Igreja de S. Francisco. O PSD Guimarães defendeu até que se poderia aproveitar a CEC para trazer a Orquestra do Norte para a cidade berço.

A concepção de uma nova orquestra sinfónica poderá significar a saída do Município de Guimarães de sócio da Orquestra do Norte, a não ser que o dinheiro chegue para tudo, o que, no meio desta crise e dos cortes orçamentais cegos que se têm realizado, será muito improvável.

Acima de tudo, parece-me que convinha esclarecer de que forma é que esta nova orquestra, a ser concebida no âmbitro da CEC2012, terá vida para além do evento. E, se sim, qual a posição que a CMG terá para com a Orquestra do Norte, da qual foi, repito, fundadora.

É importante perceber que, para além dos discursos bonitos, as decisões tomadas devem ser contextualizadas e explicadas. Dizer que o sucesso/insucesso da CEC só poderá ser medido em 2020, fruto do que possa ter sido entretanto transformado na cidade, só tem fundamento se acompanhado com ideias claras sobre as apostas feitas em 2012 e os seus efeitos para o futuro. Sob pena de podermos achar que, afinal, os horizontes não eram tão largos assim e que Guimarães 2020 será mais obra do acaso do que dum planeamento estruturado a longo prazo.

E convém também perceber qual a política cultural para «a outra música». Financiar uma ou duas orquestras sinfónicas só poderá fazer sentido se outras músicas, por exemplo, a música pop/rock onde sobressaem o Manta e o Barco Rock Fest, que têm imenso potencial para se tornarem pontos de paragem no Verão para a juventude portuguesa, puderem ter a mesma atenção por parte dos nossos governantes locais. O que, até agora, manifestamente não aconteceu, principalmente no caso do Festival de S. Cláudio de Barco.
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Tom Zé

O homem é brilhante. Uma figura incontornável da cultura Lusófona. Como músico, encanta-me a versatilidade, mas também a persona pública que revela, um misto de intelectual amaldiçoado e provinciano provocador. O concerto de ontem, no CCVF, foi por isso fabuloso. Um êxtase de humor e inteligência que dificilmente vou esquecer. Uma vénia, seu Tom.


Ele disse mesmo isto.
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Faltam dois anos

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Cara nova

O CCVF está de cara lavada e eu gosto.
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Vimaranenses



Queremos começar o ano a mostrar vimaranenses que valem a pena. Nuno Cachada é um deles. Como se pode ver neste video, gravado ao vivo na Casa das Artes de Famalicão, e que anda pelo youtube.
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Música para encher o CCVF

Se há crítica que faço à programação do CCVF do ano que agora termina é a da pouca música programada. Quanto ao mais, foi um ano positivo na afirmação da sala de espectáculos em termos nacionais, nomeadamente na área do teatro (estrearam por cá algumas das melhores peças que passaram pelos palcos nacionais este ano, por exemplo) e da dança contemporânea.

A avaliar pela programação de Janeiro e por aquilo que se conhece para os meses seguintes, em 2010 vai inverter-se a tendência no que à música diz respeito. Seis concertos seis no espaço de um mês. E todos muito bons. Pelo Café Concerto vão passar quatro dos melhores projectos da música nacional. Sean Riley, The Weatherman, Old Jerusalem e Paparcutz. Para o Grande Audtitório está programada a reposição do concerto de Buika (adiado em Outubro) e Tom Zé.

Recebo com especial alegria o concerto do músico brasileiro. Um artista genial e subversivo, o concerto de Tom Zé tem tudo para ser marcante. É certamente um daqueles espectáculos a que será impossível faltar. Fica em baixo um vídeo que mostra o outro lado de um homem que vale sobretudo por aquilo que continua a ser capaz de criar.

Novidades já conhecidas para os próximos meses são também Beach House (que tinha sugerido aqui, há dez meses) e Tindersticks.

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Hoje, às 21h30, no Museu Alberto Sampaio, é inaugurada a exposição Vimaranenses: As Mãos e as Máquinas. Na mesma ocasião é lançado o segundo volume dos Cadernos da Imagem, uma edição da secção de fotografia do Cineclube de Guimarães
Depois do sucesso da primeira edição há motivos para não perder o novo volume. Já o espreitei e asseguro que tem trabalhos e textos absolutamente brilhantes.
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A Cultura Extraordinária

Atrasado como sempre na leitura da blogosfera mais próxima, deparei-me com um excelente texto do Paulo Dumas no seu blogue. É a leitura de alguém que participou no Forum Guimarães, há pouco mais de uma semana, mas dá-nos pistas que vão muito para além disso. Para ler aqui.
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Conselho Geral da CEC reúne pela primeira vez

O CG da Fundação Cidade de Guimarães reuniu ontem pela primeira vez. No órgão presidido por Jorge Sampaio têm assento Nuno Azevedo, da Casa da Música, Gomes Pinho, da Fundação de Serralves, Eduardo Lourenço, Adriano Moreira e José Manuel dos Santos. A quota vimaranense está entregue à câmara, Universidade do Minho, Fundação Martins Sarmento, Museu Alberto Sampaio e Paço dos Duques.


A primeira reunião tratou das deliberações necessárias à instalação do órgão e foi feita uma apresentação geral do projecto aos conselheiros. Para Dezembro está marcada nova reunião daquele órgão onde será aprovado o plano de acção para os três anos de implementação do projecto da CEC e os respectivos orçamentos.


À margem da mesma, Jorge Sampaio defendeu que a CEC não deve envolver apenas Guimarães, mas toda a região Norte. “Espero que a CEC possa emergir como um projecto que não se confine às fronteiras do concelho e que haja uma apropriação pela cidade, mas também pela região”, afirmou.


Para o ex-Presidente da República, a CEC 2012 é uma oportunidade para gerar emprego numa região que precisa dele através de ideias modernas e criativas, antecipando que o evento pode contribuir para a mudança de paradigma económico da região. Sampaio pede união de esforços à volta do evento e assegura que a dimensão internacional vai assegurar a perdurabilidade dos efeitos da CEC. “Deve ser assegurado uma nova oferta cultural e formar e criar novas públicos e novos criadores”, defendeu, apelando a um trabalho “contínuo” que tenha apenas um pico em 2012.

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Os programas para a Cultura

Amaro das Neves faz, no Araduca, uma análise muito completa e pertinente aos programas eleitorais dos seis partidos que se apresentam às eleições do próximo Domingo, com especial enfoque para a área da cultura.

Conheças aqui as propostas de PS, PSD, CDU, CDS, BE e MRPP.
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Propostas para a CEC

A referência chega um pouco atrasada, mais ou menos ao ritmo que tenho tido para ler a blogosfera local. À pertinência habitual das intervenções de Amaro das Neves no Araduca, desta feita juntam-se propostas consistentes para a CEC 2012. Das poucas que, para já, tenho lido e ouvido por aí.


Vale a pena por isso lê-las (aqui e aqui), tal como o enquadramento que é feito no mesmo blogue [1, 2, 3].


Já passaram mais de dois meses desde que a CEC foi apresentada. Desde então, nada mudou. Percebo o dilema: Se alguma coisa fosse divulgada por estes dias, choveriam acusações de eleitoralismo. Mas este desafio é demasiado grande para ficar dependente dos calendários dos sufrágios.

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Os públicos do Vila Flor e a CEC


O estudo de públicos do CCVF analisou uma perspectiva que me pareceu interessante, particularmente do ponto de vista da imagem externa de Guimarães. Os investigadores pediram aos espectadores que destacassem as três ideias que associaram a Guimarães.


A primeira ideia tem muito a ver com o Património. Cidade-Berço, Castelo, História e D. Afonso Henriques foram as ideias mais referidas, mas logo seguidas de Cultura. Na segunda e terceira ideias associadas a Guimarães, o maior número de respostas dadas foi precisamente Cultura. Tratando-se de questões de resposta aberta os dados têm ainda mais valor. De facto, Guimarães é hoje uma cidade associada nacionalmente à cultura, como o estudo demonstra.


O trabalho dos sociólogos da UP tentou também entender a percepção dos públicos acerca da CEC 2012. A maioria das pessoas entende o evento como uma oportunidade de promoção da história e do património da cidade, mas também para a sua renovação urbana, para a melhoria do espaço público e para um reposicionamento internacional de Guimarães. No entanto, os espectadores do CCVF temem que o evento possa tornar-se elitista e que não tenha continuidade no tempo para além de 2012 e apontam como fraquezas do projecto as fracas perspectivas de continuidade e a possibilidade de o evento ser apenas muito mediatizado, mas pouco concretizado.