

Autárquica: Guimarães na Rádio Universitária do Minho
Blogconf com António José Seguro
Começa dentro de cerca de 20 minutos a "blogconf" de António José Seguro com os bloggers do Minho. A partir do café Astoria, em Braga, o candidato socialistas às eleições de domingo conversa com os autores de vários blogues regionais.Nos quatro anos do CCVF
O Centro Cultural de Vila Flor assinala hoje quatro anos com um (dispensável) concerto dos Amália Hoje. Esta tarde também são dados a conhecer as conclusões do estudo de públicos realizado ao longo dos últimos meses pela Universidade do Porto.
Ainda que esses resultados nos possam permitir, mais logo, fazer uma análise fundamentada ao que vale hoje o CCVF, a experiência como espectador permita-me fazer um balanço positivo do que foram estes quatro anos.
Desde logo, porque finalmente Guimarães teve uma casa de cultura como a actividade cultural da cidade exigia. Tal como foi reconhecido em devido tempo, a escolha de Guimarães como CEC 2012 tem muito que ver com a existência de uma estrutura com esta qualidade.
Nestes quatro anos, há apostas muito positivas, desde logo no teatro. Ao aumentar a frequência e qualidade da programação teatral, o CCVF abriu portar ao crescimento do Teatro Oficina, que se tem afirmado a nível nacional como companhia de qualidade.
A assinatura de teatro e o cartão CCVF são também boas ideias, que ajudaram a fidelizar públicos. A continuação das apostas tradicionais nos eventos marcantes (Gil Vicente, Jazz, Encontros de Música), teve continuidade, juntando-se um novo evento, a Manta (que apesar do percalço deste ano, é uma excelente aposta).
No entanto, há também espaço para críticas. A maior de todas é que o CCVF, sendo uma muito boa casa de espectáculos, teima em não justificar o nome de centro cultural. Incentivos à produção local não encontro Só se for no teatro e no excelente trabalho do serviço educativo. E isso é curto.
Além do mais, a diminuição do número de espectáculos durante o último ano é motivo de preocupação (especialmente na área da música, que praticamente desapareceu nos primeiros trimestres), enquanto que há géneros artísticos que poucas ou nenhumas vezes passam por Guimarães, o que custa a compreender numa casa de espectáculos que quer ser eclética. E o palácio tem potencialidades que poucas vezes são exploradas.
Johanson em Guimarães

Sensibilidade e bom senso

Começa hoje o Barco Rock Fest. O festival feito gratuitamente por uma dúzia de amigos das Taipas, que se reúnem no Movimento Artístico Taipense (MAT).
Desde 2006 que este festival cresce a olhos vistos, quase sem apoios. Há dois anos o festival já prometia. No ano passado cumpriu. Passaram por lá, por exemplo, os autores de um dos melhores discos do ano 2008, os peixe:avião, num cartaz de boa qualidade.
Em
Na sexta-feira haverá Cratera, If Lucy Fell, a energia contagiante de d3ö e Born a Lion, com Sean Riley (que em Paredes de Coura voltaram a mostrar que estão cada vez melhor) a fechar. O festival prolonga-se, no entanto, por cinco dias, entre hoje e domingo, com bandas locais, dj’s e cinema, em parceria com o Cineclube.
Mais: O MAT tem por objectivo integrar a programação da Capital Europeia da Cultura de 2012. Pelo que têm feito sem dinheiro, parece-me que o merecem. E dizem que, se os deixarem, farão um dos cinco maiores festivais da Europa desse ano na praia fluvial de Barco.
Só que tanta ambição e qualidade são traídas por uma estranha insensibilidade da Câmara de Guimarães. O único apoio que a autarquia dá ao Barco Rock Fest são 5000 euros (mil dos velhos contos) e até os TUG estavam indisponíveis para ostentar publicidade.
É estranho. Tanto mais que o Barco Rock Fest teve, no ano passado, 3700 pessoas. São quase cinco vezes o CCVF com casa cheia no Grande Auditório. Em cinco dias… E a Manta desse ano teve pouco mais do que isso.
O cinema ao povo

A Feira volta a casa
O bom exemplo

Há Manta (2)

Há Manta

O festival de Manta começa hoje. Apesar de a edição deste ano parecer amaldiçoada (para que acredita nisso), com a anulação de Jose Gonazalez e a chuva de hoje. Nos magníficos jardins do Centro Cultural de Vila Flor há para ver, hoje e amanhã, duas propostas muito boas. Hoje são estes rapazes e raparigas de Nova Iorque, Bishop Allen, que têm um disco recomendável, com as viciantes Tha Ancient Commonsense of Things e Clik Clik Clik que já me conquistaram. Às 22h00, com entrada livre.
Da discussão necessária
O PCP de Guimarães organiza, esta noite, um debate sobre a CEC. Ainda que o projecto já esteja em marcha, é ainda particularmente pertinente debater o que pode significar 2012 e o que pode cada organização e cada cidadão dar ao projecto. Ru Sá, vereador da Câmara do Porto, Ruben de Carvalho, autarca em Lisboa, e João Salgado, deputado municipal vimaranense, tentam lançar as pistas, a partir das 21h30, na sede da ACIG.Ca burro!
De regresso

Manta grátis
Tal como tínhamos antecipado o concerto de José Gonzalez foi cancelado pelo cantor. A duas semanas do Manta era difícil à organização encontrar uma alternativa para o cartaz no dia 18.Patifarias
Bilhetes a 10€, com direito a uma bebida se com convite.
Gonzalez em risco
José Gonzalez, um dos nomes confirmados para o festival Manta, no CCVF, cancelou ontem a tour pelo Canadá e EUA. O músico evoca uma doença na família como justificação. Os quatro concertos na Europa, em Julho, podem assim estar em risco, entre eles o de Guimarães.O futebol arte morreu em Barcelona
Este magnífico jogo de futebol entre um super-Brasil e a Itália no auge do seu cinismo é o mote para uma conversa à volta do futebol, esta noite no Convívio. Foi uma partida de futebol mítica, disputada no desaparecido estádio de Sarrià em Barcelona, que marcou a morte do futebol arte.
A partir das 22h00, sentam-se à mesa, Luís Freitas Lobo, o filósofo do futebol da RTP, e Álvaro Costa, radialista e alma do Liga dos Últimos.