Da (deprimente) passagem de ano

Ao contrário do que tem vindo a ser hábtio, este ano festejei (?) a passagem de ano em Guimarães. Com os amigos, como gosto. Depois de um jantar feito a meias com o meu irmão, a passagem obrigatório pelos bares do Centro Histórico.
Mas o panorama foi aterrador . A passagem de Ano na cidae de Guimarães é ainda mais deprimente do que no resto do mundo. Não há música, contagem decrescente, rais lazer, fogo de artifício. Nem contagem decrescente. É, no fundo, uma noite como todas as outras do ano na Oliveira e S. Tiago, mas com mais gente e pior música no interior dos bares.
Câmara? ACIG? CMJ? Não há ninguém com capacidade de dar a Guimarães uma passagem de ano com os mínimos exigiveis?

3 reacções:

luis cirilo | 15:48

Caro Samuel:
Em Guimarães quase tudo está a ficar deprimente.
A excepção será o Vitória e algumas iniciativas de carácter privado como o "novo" S. Mamede.
Você,depois de meses em Barcelona,deve ter sofrido um grande choque ao voltar ao dia a dia de uma cidade onde não se passa quase nada.
Sinceramente acho que a nossa Terra está a precisdar de uma verdadeira revolução.
Politica,cultural,de mentalidades,algo que nos faça voiltar a andar em frente.
O problema é que não vejo quem faça essa revolução.
Nem no poder nem na oposição.
Enfim...

Samuel Silva | 15:57

Agora é que me pôs deprimido, meu caro... De facto, a "ressaca" de Barcelona acentua a visão da pobreza do que se faz (por norma)em Guimarães.

Há outras boas excepções, que tenho apontado aqui, como o Convívio ou o MAT, embora ainda minoritários e com pouco exposição.

Revolução é a palavra. Mas eu acho que há gente com capacidade de a fazer cá em Guimarães. Só não estão é nos sítios certos.

Pedro Ribeiro | 10:57

Caríssimos,
eu não posso dizer nada porque emigrei. Tal como vários outros amigos de Guimarães ou de cidades igualmente deprimentes onde os que podem, querem e mandam.
Mas estive aí mais uma vez na semana de Natal e sem dúvida que custou ver as coisas como estão.
É triste mas tal como diz o Luís Cirilo, não se vislumbram mentes brilhantes nos circulos próximos do poder. E ele deve saber isso melhor do que nós...

Abraços desta chuvosa Bruxelas.
Pedro