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Novo Conselho de Administração da FCG

Na tarde passada foi divulgada a composição do novo Conselho de Administração da Fundação Cidade de Guimarães. Após a demissão de Cristina Azevedo e a escolha do seu anterior número 2, João Serra, para presidir a esta instituição, eis os novos nomes do Conselho de Administração:

Presidente: João Serra
Administrador executivo da Fundação Cidade de Guimarães desde a sua constituição.

Vogal executivo: Paulo Cruz
Formado em Engenharia Civil. Presidente da Escola de Arquitectura da Universidade do Minho (pólo de Azurém) (Público). Curriculum Vitae.

Vogal executivo: Rosa Amora
Natural de Torres Novas. Vice-Presidente do extinto IPPAR (2003-2005), desde 2008 gestora do Centro Hospitalar do Médio Tejo (Público). Antiga adjunta do pelouro da cultura da Câmara Municipal de Lisboa (JN). Perfil no LinkedIn.

Vogal não executivo: Fortunato Frederico
Vimaranense, empresário, líder do grupo de calçado Kyaia (entre outras, marcas Fly London e Foreva). Presidente da Associação Portuguesa dos Industriais do Calçado, eleito em Julho de 2010 (Expresso).  Recentemente, participou no Fórum Novas Fronteiras.

Vogal não executivo: Francisca Abreu
Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Guimarães. Administradora da FCG por inerência decorrente das funções autárquicas que desempenha.

Fotografias obtidas através do grupo do Facebook Conferência Permanente de Cidadãos - CEC Guimarães 2012.
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À deriva

Um clube que irá provavelmente fazer os jogos mais mediáticos da época nas próximas duas semanas e ainda não tem patrocinador oficial;

Um clube que impede a utilização pelo treinador do único ponta-de-lança numa final, com a desculpa de uma transferência certa, mas que continua a treinar com os colegas 3 dias depois;

Um clube que vende/empresta os dois jogadores jovens mais cotados e que poderiam fazer a sua época de afirmação;

Um clube que não inscreve um jogador na Liga e, dois dias depois, inscreve-o nas competições europeias;

Um clube que aparece constantemente nos jornais, com anúncios de saídas, entradas, negociações falhadas, entraves a contratações de jogadores e todo o tipo de boatos...

É um clube à deriva. O Vitória merece mais do que isto.
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Património da Humanidade aqui ao lado

Ontem, terça-feira, no Correio da Manhã, publicava-se uma notícia sobre a ideia da candidatura do Bom Jesus do Monte, em Braga, a Património da Humanidade da UNESCO. É, sem dúvida, um local de grande beleza e com um muito interessante conjunto arquitectónico mas... será suficiente?

Entretanto, não se fala mais da candidatura das Nicolinas a Património Imaterial da Humanidade. E da ideia da candidatura dos castros da região também não temos notícia. Demasiado património de valor para a nossa capacidade técnica e política de o afirmar? Ou tendemos a sobrevalorizar do que temos?