Do riso e do esquecimento: Reflexões sobre o jornalismo

6 reacções:

Anónimo | 16:40

Subscrevo inteiramente...

A precariedade jornalística funciona como uma limitação à liberdade de imprensa.
E deveria envergonhar empresas, jornalistas e governantes.

Joaquim Forte
Um precário

João | 20:36

Caro Samuel,
Li hoje no site da CP que foram adicionados mais sete serviços na linha Porto-Guimarães. E reparei que, finalmente, já não há aquele intervalo de duas horas ao final do dia.
Parabéns à chamada de atenção que aqui fez no blogue.

Um leitor

Anónimo | 11:14

A sua peça sobre o episódio ocorrido na escola do Sagueiral, com a inclusão de uma foto absurda e despropositada, é, jornalisticamente falando, pouco feliz. Viva o sensacionlismo parolo!

ribeiro de guimarães | 14:36

o anónimo das 11H14 por acaso já pensou em olhar-se no espelho que lhe banha a cara de quem se vendeu do maoismo ao socialismo bacoco que tanto defende agora?

Anónimo | 11:06

Que grande confusão vagueia na sua cabeça, sr. ribeiro de guimarães...
Maoismo e socialismo bacoco. Deixe-me rir. O seu espelho deve estar estalado e o seu bruxedo não acerta uma.

Silva de Vizela

Anónimo | 21:54

Pois, Joaquim Forte, não te subscrevo inteiramente. Estou no jornalismo faz 20 anos, no próximo ano. Estou em regime de recibos verdes há mais de 4 anos, como nunca estive, e apenas recebo à peça - não tenho avença mensal... isso sim é precariedade. Agora, mesmo assim, nunca me esquartejaram a liberdade de imprensa. Esta só acontece quando no nosso intimo deixamos.
Samuel vai em frente que vais no bom caminho. Um forte abraço.

Dalila Monteiro