Conforme se pode perceber pela
caixa de comentários do post anterior e por
notícias e
opiniões que vieram hoje a público, os sinais que a Fundação Cidade de Guimarães deu enquanto resposta à moção aprovada pelo Conselho Geral não foram os melhores. Pelo contrário.
A demissão do Director do Projecto, Carlos Martins, a cerca de meio ano do início da CEC, em aparente rota de colisão com o núcleo duro da Administração, não é a melhor forma de responder ao apelo do Conselho Geral de criar “condições para relançar a confiança e entusiasmo em torno do projecto”.
Já parecia difícil, nos poucos meses que faltam para o arranque, reverter todo um caminho feito de silêncios e uma aparente má gestão das críticas, construtivas ou infundadas, que a pouco e pouco se foram acumulando em torno da FCG.
Agora, com estes sinais, torna-se quase impossível reler os primeiros documentos do Grupo de Missão, que preparou a candidatura, e de Cristina Azevedo, cheios de entusiasmo e ambição, de envolvimento e partilha, sem ficarmos com o travo amargo do que Guimarães 2012 poderia ter sido e, muito provavelmente, já não irá ser.