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A CEC e a Comunicação (ou a falta dela)

Um texto absolutamente obrigatório de António Amaro das Neves.
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Quando o diálogo é a melhor solução

Os prazos de execução das principais obras para a Guimarães 2012 estão “no fio da navalha” (a expressão é do vice-presidente da Câmara). Mas a forma como a autarquia tem gerido o impacto da principal intervenção (no largo do Toural) junto dos comerciantes tem sido um bom exemplo de como se devem tratar dossiers como este.

Desde logo, o calendário de obra prevê que a intervenção se vá concentrar até Julho do próximo na parte de baixo da Alameda e Toural, áreas onde o comércio tem menos expressão. Desde modo, o Natal deste ano fica “a salvo” das obras para a esmagadora maioria das lojas destas artérias e também da rua de Santo António. Por muito que os condicionamentos de trânsito e de estacionamento possam vir a ter algum impacto nos resultados destas pequenas empresas, não será tão grave como chegou a ser temido pela maioria dos seus responsáveis.

A decisão de retirar no centro da cidade o estaleiro de obra (ficará instalado junto ao Parque das Hortas) garante também a manutenção de alguma normalidade na vida urbana nos próximos 14 meses. Bem sabemos que era impossível fazer uma obra desta magnitude, que mexe directamente com o coração da cidade, sem criar transtornos, mas as soluções encontradas parecem capazes de minorar alguns dos impactos mais graves.

Estas decisões não são alheias à postura de diálogo e cordialidade com que ACIG e Câmara colaboraram ao longo do processo. As duas instituições realizaram três reuniões públicas sobre o tema e discutiram abertamente as soluções e propostas. Um tipo de diálogo e abertura raro e que merece destaque. A garantia, dada ontem pela autarquia, de que haverá uma via de comunicação directa entre comerciantes e os técnicos municipais que acompanham a obra é mais um ingrediente desta boa prática. O diálogo é, no mais das vezes, o melhor caminho. Se esta máxima fosse levada a sério noutros dossiers municipais, havia menos espaço a problemas.

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Dúvida genuína

Com a excepção dos deputados da Assembleia Municipal, mais alguém vai ao site Guimarães 2012?

Se a resposta for não, não se preocupem. Não têm perdido nada. Nos destaques continuam o cartaz do GuimarãesJazz de 2009, e a referência a um Fórum de Outubro do ano passado mas que qualquer um de nós, apanhado desprevenido, ainda pensa que foi realizado há dias visto não ter ano. Para além disso, apenas umas muito breves referências ao trabalho da Área da Comunidade.

Relacionando isto com uma boa notícia publicada pelo Paulo há uns dias atrás sobre o aumento de visibilidade da Capital Europeia da Cultura, principalmente junto da população jovem urbana, pergunto-me qual terá sido das primeiras coisas que estes jovens consultaram, provavelmente para ficarem com uma ideia do que se está a preparar ou do que poderá acontecer em 2012.
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A importância relativa das coisas


Consta na cidade que uma reunião de programadores da CEC 2012 foi cancelada por coincidir com as gravações de um popular concurso televisivo.

É caso para, a ser verdade (e isto das coisas que constam, podendo não ser verdade, traduzem o estado a que se chegou), nos alertar para a importância relativa da nossa CEC. Não vale a pena continuar com ilusões... Guimarães 2012 interessa realmente e apenas aos que cá pernoitam, como idealizou, e muito bem, a Presidente da Fundação Cidade de Guimarães, apostando na figura do artista/programador residente. E os que cá pernoitam todos sabemos quem são.
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Mil

São mil posts a discutir a Guimarães.
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Registar o Passado



As obras que vão mudar a face de Guimarães começam, espera-se, na última semana do mês, com o arranque no Toural. Segue-se a Alameda e o Campo da Feira, enquanto o CampUrbis se vai instalando na zona de Couros.

É a altura para usar de todos os truques para registar a Guimarães de hoje. Peguem nas máquinas fotográficas e nas câmaras de filmar, escrevam livros com todos os detalhes, porque o futuro está aí à porta.
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Sobre a última Assembleia Municipal

O PSD repetiu três vezes a expressão “fim de ciclo” na última Assembleia Municipal. O único ciclo que vimos terminar nessa sessão foi o da sanidade. Com exemplos democráticos como os da última noite, o regime não pode ter orgulho em celebrar-se na próxima terça-feira.

O presidente de Câmara disse isto, chamou “fininho” ao líder da bancada parlamentar do maior partido da oposição e pôs em causa a saúde mental de um homem com quem colaborou durante 20 anos. Só precisou de 20 minutos de intervenção para ter todas estas tiradas absolutamente inqualificáveis.

Com exemplos como este, não fica fácil criticar a boçalidade de alguns comentários ouvidos nas bancadas, especialmente nas suas últimas filas. Mas não deixam de ser mais um ingrediente numa noite negra, onde só houve uma proposta concreta para o maior drama que o concelho vive e aquele que mais interessa combate, o desemprego.

Aliás, neste ponto concreto, o PS local parece cada vez cada vez mais o nacional. Sócrates vende a ideia de um país moderno e negou, até quarta-feira, que estivéssemos a afundar-nos do ponto de vista financeiro. Os socialistas vimaranenses acenam com a CEC, o AvePark, a reconversão da economia regional, direccionando-a para o conhecimento e a cultura. Quem não conhecer a realidade, pensará que este é um concelho onde se vive acima da média nacional.

É óbvio que isso será importante a médio prazo, o PS tem razão e o mérito de nos ter posto nesse caminho. Mas o problema do desemprego é no presente e é gravíssimo. De resto, este é um dos concelhos do país onde a questão é mais dramática. É hoje que se passa fome de novo no nosso concelho e em que apenas intervenções caritativas e alguns “pensos rápidos” impedem que estejamos perto de uma revolta social. “Há uma estabilidade social”, disse o presidente da Câmara. Com 15 por cento da população activa desempregada, a única coisa estável é mesmo a falta de recursos para uma vida melhor que afecta para cima de 80 mil pessoas.

Disse também Magalhães que o desemprego é estrutural. Uma explicação de Direita dirá Krugman. Culpa também dos políticos, acrescento. Porque a crise do vale do Ave é uma crise de inacção e de incapacidade de antecipação de problemas.

Mas também o PSD desiludiu. Andou duas semanas a agitar a tal incapacidade da Câmara de fazer alguma coisa pelo emprego. Pensava-se que uma assembleia municipal seria o momento ideal para apresentar propostas concretas acerca do papel da autarquia no combate ao desemprego. César Teixeira, o novo líder, repescou as polémicas dos últimos meses, irritou Magalhães e Bragança, mas fez pouco mais do que isso.

Sobre desemprego, nem uma propostas e apenas considerações já conhecidas. A única proposta sobre o tema foi apresentada por Tiago Laranjeiro, membro deste blog, que propôs a criação de um Gabinete de Apoio ao Empreendedor. Sem discutir os méritos da proposta, é curto para um partido que tem feito deste tema uma bandeira da sua intervenção.

Post scriptum – O presidente da Câmara classificou como “panegírico habitual” a intervenção do deputado socialistas Miguel Oliveira acerca da actividade da Câmara. Com amigos destes…

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Do discurso político local



Proponho um exercício. Assista-se ao primeiro vídeo e substitua-se aexpressão "9/11" usada por Louis Griffin pelo número "2012". Faça-se o mesmo com o segundo, alerando a marca do produto pela expressão "CEC 2012". Feito isto, é escusado assistir a qualquer reunião de Câmara ou Assembleia Municipal até Dezembro de 2012.

A Guimarães 2012 torno-se um quase-fetiche para os políticos locais.

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De mãos dadas com a Área da Comunidade



Se existe área na Capital Europeia da Cultura que se tem mexido e desbravado caminhos, essa é, sem dúvida, a Área da Comunidade. Talvez porque o seu trabalho seja mais visível a quem esteja atento aos movimentos associativos ou às escolas, talvez porque a equipa da Área da Comunidade (a Suzana Ralha, a Florbela e, até há bem pouco tempo, a Maria) não consigam estar quietas no Palácio Vila Flor a delinear actividades, talvez porque seja isso mesmo a Área da Comunidade, preferem aventurar-se por Pevidém, S. Torcato ou Fermentões e bater à porta das pessoas.

E o trabalho começa a aparecer. Depois de várias reuniões, formações e até de algumas incompreensões, o projecto começa a ganhar forma, as actividades sucedem-se e as instituições que colaboram multiplicam-se e relacionam-se. Poderá ser a parte menos espectacular da CEC2012, mas acredito cada vez mais que será uma das mais importantes para a mudança de mentalidades que todos desejamos.

Este sábado, no Estádio Afonso Henriques é inaugurada a exposição "Mãos Dadas". Fica o convite!
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Mais perguntas

Depois da "crise que veio de fora" chegou a altura dos cortes a sério na despesa do Estado e de mais um aumento de impostos. Os funcionários públicos serão os grandes afectados pelas medidas ontem anunciadas, sendo que estes mesmos funcionários públicos representam uma enorme grande percentagem da classe média portuguesa. Com a diminuição brutal no rendimento disponível destas famílias que se aproxima, a despesa que têm com actividades e produtos culturais sofrerá certamente um significativo corte. A cultura será relegada muito lá para trás na lista das prioridades das famílias. A Capital Europeia da Cultura dificilmente poderia vir em pior altura.
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The Peacemaker

Se houvesse sondagens periódicas para uma Câmara municipal como há para o governo, o PSD teria recuperado uma dúzia de pontos nas intenções de voto para o município nos últimos meses. Desde que André Coelho Lima assumiu a liderança.

O líder social-democrata assumiu um projecto novo para a cidade, plasmado num conjunto de entrevistas sólidas aos jornais locais. E mudou a estratégia do PSD na Câmara, optando por marcar a agenda, especialmente no caso da opção gestionária, ao ponto de ter irritado Magalhães, num dia negro da democracia local.

Se a isto juntarmos a sequência de tiros no pé que os socialistas têm dado recentemente - a "validação" da lista de Emílio Macedo é só o mais recente - percebe-se o meu argumento inicial. Hoje, Coelho Lima marcou novamente pontos. E o PS caiu na esparrela de uma forma incompreensível.

O "veto político" aos projectos do Vitória ainda não foi explicado convenientemente. Mas as duas maiores instituições do concelho perderam-se numa série de comunicados infelizes e intervenções desajeitadas que extremaram posições a tal ponto que, na opinião pública, poucos percebem de que lado está a razão. O PSD fez de mediador numa contenda em que, à partida, não era tido nem achado.

Coelho Lima foi o pacificador nesta guerra e fê-lo bem. Porque passou uma imagem de moderação, que cai bem ao eleitorado. E assumiu a liderança de um processo que interessa a grande parte dos vimaranenses. Espantoso é que o PS, especialmente o presidente da Câmara, não tenham percebido isso. E assim abriram alas a esta posição do PSD, porque se comportou como contendedor, quando uma Câmara deve ser, acima de tudo, árbitro.

Sexta-feira realiza-se a primeira Assembleia Municipal com a nova liderança social-democrata instalada no poder. Vamos ver que implicações terá esta mudança no combate político naquele órgão autárquicos. Uma coisa é certa: o PS tem que agir, mais do que reagir, antes de 2013. Porque, quando o fizer, pode ser tarde e já não bastarem os quase 30 pontos de vantagem das últimas autárquicas.
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Notoriedade vezes 6

"A notoriedade da Capital Europeia da Cultura, que vai realizar-se em 2012, em Guimarães, aumentou seis vezes durante o Verão. Uma sondagem encomendada pela Fundação Cidade de Guimarães (FCG), para avaliar os resultados da campanha de lançamento da marca, mostra que 18 por cento dos portugueses reconhecem o evento. "

Quem o noticia é a edição de hoje do jornal Público. Durante o último trimestre a notoriedade da marca CEC2012 aumentou de 3 para 18%, ratificando uma política de comunicação que tem sido alvo de diversas críticas. Provavelmente fruto também de algumas destas polémicas, à mistura com o trabalho desenvolvido no lançamento da imagem, e da primeira campanha publicitária. O caminho a percorrer é ainda longo, mas 18% dos portugueses a ano e meio do evento é já significativo. Boas notícias no meio das nuvens que pairam no ar.
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Perguntas

Ao fim de mais um ano sobre o anúncio, por parte de José Sócrates, de que Guimarães seria a candidata portuguesa à Capital Europeia da Cultura 2012, cresce o descontentamento com o caminho que o projecto está a seguir. De todas as obras planeadas, obras de grande envergadura, ainda nenhuma começou. Continua-se a prometer investimento sem se perceber como todas as instituições e infra-estruturas a criar poderão ser sustentáveis para além de 31 de Dezembro de 2012.

Da propagandeada aposta nas indústrias criativas, que nos foi prometido vir mudar por completo a face da economia vimaranense, ainda nada de concreto existe. Apenas, mais uma vez, projectos e promessas. É mais do que altura de, como bem alerta André Coelho Lima, deixarmos de rezar pela chegada destes investimentos privados e começar a perceber o modo como a Câmara pretende atraí-lo. Se é que pretende ir além das palavras...

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Vimaranenses (II)



Regressamos a esta rúbrica para mostrar o que de bom se vai fazendo em Guimarães. Para ouvir: Xícara.
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Respeitinho


Dizia a minha avó que o respeitinho é muito bonito. E pelos vistos o ensinamento dela faz escola entre algumas personagens vimaranenses. Este caso é lamentável a todos os títulos. E o Vitória é uma instituição demasiado importante para brincadeiras como estas, como bem aponta Francisco Teixeira.

Como o tempo é de fim de ciclo, percebe-se que haja quem tenha perdido a vergonha na cara. E se ainda houvesse um pinguinho de vergonha, havia gente a pôr o lugar à disposição por estes dias.
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Sons da Cidade #2

Depois das férias, regressamos aos Sons da Cidade de uma forma mais constante.

São 3 horas da tarde e continuamos no centro da cidade. Deixo-o aqui durante 24 horas, altura em que irei incluir uma fotografia com uma breve legenda.

De onde é este som?



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Uma boa questão

O jornal Público avança hoje a notícia de que um estudo encomendado pela Câmara Municipal de Lisboa "propoõe a extinção de 24 freguesias" no concelho. Trata-se de um concelho de 53 freguesias, e o estudo propõe que se reduzam para 29 o total. Sabendo que em termos de população Lisboa tem um número bastante superior ao de Guimarães, e que o mesmo se passa em termos de área concelhia, fará sentido repensar as 69 freguesias do nosso concelho também?
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Reentré

Ao mesmo tempo que não há meio de 2012 avançar, parece que 2013 já começou. O novo ano político está aí.
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Da mesma matéria de que os sonhos são feitos

fotografia vitoriasc.pt
Às vezes existem histórias que nos fazem sonhar. Tiago Correira nasceu do futebol de rua, onde representou a selecção nacional da modalidade, e foi ontem, para surpresa de todos, capa da Marca: meia europa seguia a joia do Vitória de Guimarães. 24 horas depois volta às capas de toda a Europa, mas já com 5 anos de contrato com o Manchester United que, para bem das contas do Vitória diz-se ter batido a nova claúsula do jogador, repetindo-se a história meia-dúzia de anos depois: Cristiano Ronaldo saiu para Inglaterra depois de um jogo de pré-temporada, não chegando a começar o campeonato nacional. 

Tiago Manuel Dias Correia, Bebé, apareceu em Guimarães como um dos nomes menos sonantes das contratações do clube do berço. Acabado de completar 20 anos e sem grandes anúncios, treinou e fez o primeiro jogo no Afonso Henriques debaixo de alguma desconfiança. Os primeiros comentários não foram até simpáticos: era verde, aventurava-se a fazer o que não sabia, e prometia ser, pelo menos, a "diversão das bancadas" diziam alguns. 

Cedo fez mudar muitas opiniões. O internacional sub-19 Português, "pegou de estaca" no "onze" do Prof. Manuel Machado, e a '10' ou pelas 'alas' destacava-se jogo após jogo como sendo a grande figura da pré-época do Vitória. 

Há cerca de 2 semanas renovou: triplicou o ordenado e fixou em 9 milhões a sua clausula de rescisão. Sabemos agora que havia começado o assédio a este jogador que fez o seu primeiro ano de sénior no Estrela da Amadora, na última época, depois de um ano de júniores na Reboleira, e uma passagem de 2 anos pelo Loures.

Quando CR7 partiu para Inglaterra, Bebé vivia na casa do Gaiato e jogava futebol na rua. Hoje, protagonizam a maior venda de sempre para cada um dos clubes que os viu sair, ingressaram os dois , à saída de Portugal, no Manchester United e podem mesmo já defrontar-se na edição deste ano da Liga dos Campeões. Esperemos que o resto da história de um, siga o sucesso da história do outro. 
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Ainda a marca


O logótipo de Guimarães - Capital Europeia da Cultura 2012 foi apresentado no passado dia 28 de Julho. Na blogosfera, as reacções foram negativas. Na rua, a sensação que me dá não é a mesma. Depois de uma operação de marketing para o lançamento do logótipo, começamos a ser inundados pelos corações da CEC: vemo-lo à porta de estabelecimentos comerciais, na imprensa, entra-nos em casa num envelope com um panfleto com uma pequena "memória descritiva".

Passada pouco mais de uma semana desde a sua apresentação, proponho-me a fazer um pequeno balanço do "fenómeno" (até porque estamos em Agosto e falar de coisas mais sérias, como o murro na mesa de Magalhães, torna-se aborrecido). Há um aspecto positivo de que dificilmente se poderá discordar: o logótipo, pensado para ser mutável, cada um pode adaptá-lo, ou melhor, personalizá-lo à sua vontade, criando novos corações. "Por isso a nossa marca não tem só uma versão. Terá todas as que a imaginação de cada um criar", diz o referido panfleto. Este aspecto, aliado ao facto de ser facilmente identificável e de apelar à emoção, em particular ao amor pela sua terra, poderá levar os vimaranenses a aderirem a este projecto como ainda não se conseguiu que aderissem.

No entanto, há um outro aspecto que me parece mais controverso. O facto, precisamente, de se tratar de um coração. Este apelo explícito à emoção acaba por parecer fácil demais. E soa a "déjá-vu". O que não falta por aí são precisamente logótipos com corações. O exemplo mais conhecido é o da marca "I love NY", criada na década de 1970 para promover Nova Iorque.


Até existe uma conhecida (e também controversa) versão vimaranense deste conceito, o "I love Gmr".

Fotografia daqui.

Mas também há exemplos nacionais de marcas criadas com o mesmo conceito por trás. Lembram-se do logótipo do Euro 2004?


Só o tempo dirá se esta foi ou não uma aposta bem sucedida. A capacidade de regeneração do logótipo será certamente uma mais-valia. Mas certo é que não se trata de uma grande inovação.