Música para encher o CCVF
A avaliar pela programação de Janeiro e por aquilo que se conhece para os meses seguintes, em 2010 vai inverter-se a tendência no que à música diz respeito. Seis concertos seis no espaço de um mês. E todos muito bons. Pelo Café Concerto vão passar quatro dos melhores projectos da música nacional. Sean Riley, The Weatherman, Old Jerusalem e Paparcutz. Para o Grande Audtitório está programada a reposição do concerto de Buika (adiado em Outubro) e Tom Zé.
Recebo com especial alegria o concerto do músico brasileiro. Um artista genial e subversivo, o concerto de Tom Zé tem tudo para ser marcante. É certamente um daqueles espectáculos a que será impossível faltar. Fica em baixo um vídeo que mostra o outro lado de um homem que vale sobretudo por aquilo que continua a ser capaz de criar.
Novidades já conhecidas para os próximos meses são também Beach House (que tinha sugerido aqui, há dez meses) e Tindersticks.
O receio do desastre em 2012
A CEC2012 não pode correr o risco – nem dar-se ao luxo – de ser uma espécie de “Rock in Rio” em Lisboa. Os vimaranenses não querem ser só o público da CEC2012 e não querem que o evento seja apenas um ano de espectáculos, com Guimarães como palco.
Da Assembleia Municipal de Guimarães
O problema das tarefeiras
Para os devidos efeitos se torna público que por despacho do Vereador de Pessoal, datado de 1 de Junho de 2009, no uso de competências (...), foi determinado a aplicação de um único método de selecção — Prova Escrita de Conhecimentos a todos os candidatos ao procedimento concursal para 48 postos de trabalho para a carreira de Assistente Operacional (Auxiliar de Acção Educativa), aberto por aviso publicado na 2.ª série do DR, de 4 de Maio de 2009, devido ao elevado número de candidatos ao procedimento concursal e os postos de trabalhado terem de estar preenchidos aquando do início do ano lectivo 2009/2010.
Novidades vimaranenses
Novo (Re-)Começo
Fado ameaça Nicolinas
Hoje, às 21h30, no Museu Alberto Sampaio, é inaugurada a exposição Vimaranenses: As Mãos e as Máquinas. Na mesma ocasião é lançado o segundo volume dos Cadernos da Imagem, uma edição da secção de fotografia do Cineclube de GuimarãesVoltar a arrancar

Dias das bruxas

A Cultura Extraordinária
A nova câmara
De novo o fogo

Seriedade
Ao assumir que não tomará posse esta manhã como vereador na câmara de Guimarães, Vítor Ferreira toma uma posição séria. De resto, em linha de conta com o que tem sido a sua participação pública. Às vezes até em excesso.
Ferreira falhou. Falhou rotundamente, aliás, já que o PSD teve um resultado muito aquém das suas expectativas e até da história recente do partido em Guimarães. E assumiu isso. Mas não fui o único a falhar. E por isso estranho que o tenha assumido sozinho. Foi ele a carne para canhão num momento difícil para o partido, em que a vitória de Magalhães era já quase assumida.
Aliás, as declarações de Vítor Ferreira, deixam, quanto a mim, perceber alguma mal-estar do agora ex-vereador junto de alguns sectores do partido.
O facto de ser independente e conotado ideologicamente com a Esquerda foi uma fragilidade do candidato junto do eleitorado e junto do partido que o apoia. Ao anunciar que sai da câmara para dar mais espaço ao partido, Ferreira parece confirmar a minha leitura.
Frases para pensar (II)
Ainda o Preço dos Bilhetes
Para um espaço municipal dirigido por uma entidade controlada pela Câmara Municipal de Guimarães e tendo a vocação que o CCVF tem, esta conta dá-me que pensar...
Ideias Avulsas para a Cultura em Guimarães (1)
Esta ideia permitiria aumentar o número de assistentes nos espectáculos, permitindo também o acesso a pessoas com menores rendimentos.
Claro que esta prática pode ter efeitos perversos. Como muitos espectáculos têm pouca afluência, esses poucos poderiam adiar ao máximo a compra dos bilhetes, sabendo de antemão que não iria esgotar.
Esta medida é praticada já por alguns espaços culturais em Portugal, como por exemplo o Teatro Nacional S. Carlos.
As Autárquicas em Guimarães
Para a Assembleia Municipal o cenário foi mais ou menos o mesmo, sendo apenas de registar a diferença, ainda que não muito grande, de votos no PS. Para as freguesias, no geral, a mesma coisa.
Os vimaranenses foram claros: deram a António Magalhães mais uma vitória, mais quatro anos para dirigir a nossa Autarquia.
Para o meu partido, o PSD, foi um péssimo resultado. Desceu-se em votação, perdemos um vereador e perdemos dois deputados municipais. Nas freguesias conquistámos vitórias importantes, mas também tivemos algumas derrotas pesadas. Há uma discussão sobre o rumo do partido em Guimarães que tem agora de ser feita, antes de mais internamente.




