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Incêndio destrói casa no centro da cidade em poucos minutos

11 desalojados, 5 famílias sem casa e um restaurante destruído pela água utilizada no combate às chamas. Podia ter sido pior, mas fica o aviso para os perigos desta zona.
Mais informação aqui.
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A experiência do acompanhamento da II Convenção de Jornalistas abriu-me o apetite. A partir de hoje estou no twitter em http://twitter.com/samuelpsilva. Vou assumir o desafio de comunicar em 140 caracteres.
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Balanço da Convenção de Jornalistas

Durante dois dias (sexta-feira e sábado) passaram pela II Convenção de Jornalistas cerca de 125 pessoas. 110 inscritos, mais um conjunto de convidados de uma valia inquestionável. Pessoalmente foi uma jornada de grande aprendizagem pessoal e profissional e julgo que terá tido o mesmo valor para os restantes colegas.

O balanço só pode ser positivo e foi com grande alegria que recebi as palavras do presidente da Associação Portuguesa de Imprensa que, na sessão de encerramento, considerou a Convenção “um dos melhores eventos sobre jornalismo que aconteceu em Portugal nos últimos dez anos”.

Entretanto, as actas da II Convenção de Jornalistas serão editadas pelo Gabinete de Imprensa até ao final do ano. A edição vai incluir uma análise comparativa entre a primeira e a segunda edição da convenção realizadas em Guimarães.

As conclusões apresentadas no encerramento do evento vão estar em discussão no blogue da associação, de modo a receber os comentários e críticas de todos quantos participaram directamente no evento, bem como os contributos de quem esteve a par da convenção no twitter.

 

 

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A partir de hoje: II Conveção de Jornalistas

Começa esta manhã a II Convenção de Jornalistas, que tem lugar no Centro Cultural Vila Flor. A organização é do Gabinete de Imprensa de Guimarães e vai juntar cerca de 100 pessoas, entre profissionais, colaboradores e estudantes de comunicação social.

O programa junta alguns dos principais jornalistas nacionais e coloca a discussão temas tão diversos como as condições laborais, a grande reportagem, a relação dos jornalistas com as fontes e o jornalism desportivo, bem como a realidade local e regional e as novas tecnologias no jornalismo e enquanto ferramenta de auto-edição.

As inscrições ainda podem ser feitas amanhã, mas as sessões podem ser acompanhadas na blogosfera, no twitter e no canal de vídeos do GI.
    
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Coisas que queria ver em Guimarães (III) - Mas vou ter que ir a Braga, o que nem custa nada


Ele é grande. E vai estar em Braga, em Maio. Obrigado aos senhores do Theatro Circo.
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Vimaranenses: o que somos?

A Palavra A

aborda o estado da vida na cidade no início do século XXI: reivindicativa e irrequieta, a cidade de Guimarães, pequena em tamanho, enorme em ambição, levanta a questão a quem lá vive: cosmopolita e urbana na medida certa? A caminho? Ou provinciana com alguns golpes de sorte?


A voz a quem a tem crítica: António Amaro das Neves, Presidente da Direcção da Sociedade Martins Sarmento, Maria Manuel Oliveira, Professora na Escola de Arquitectura da Universidade do Minho e Rodrigo Areias, realizador de cinema.


Hoje, na sede do Convívio, no Largo da Misericórdia, a partir das 21h30.


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Há caldo verde no CCVF

Começa a Primavera e o CC Vila Flor abre-se aos vimaranenses. Hoje e amanhã, há festa no centro cultural, com um programa de entrada livre. É uma excelente ideia que poderá aproximar a popualação da espaço.

Dos jardins do palácio aos auditórios, o CCVF recebe música, cinema e teatro. No terreiro do centro cultural haverá um mercado de frutos frescos e produtos tradicionais e uma tasca móvel onde serão oferecidos broa e caldo verde ao jantar. Esta noite, na relva, estarão os dj's Bailarico Sofisticado. Amanhã, além do programa cultural, haverá um piquenique comunitário, no jardim, será servido sobre um toalha gigante produzida pelos participantes na iniciativa durante a tarde.

O programa completo está aqui.

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Dia da poesia celebrado na Centésima - Guimarães

A Livraria Centésima Página em Guimarães, festeja o Dia Mundial da poesia, este sábado, dia 21 de Março. Para assinalar esta data, todos os livros de poesia estarão à venda com 5 por cento de desconto.
O espaço, no Centro de Artes e Espectáculos São Mamede, estará aberto ao público a partir das 14h30, encerrando às 02h00.
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Porta fechada

Uma das maiores mentiras que este governo promoveu chama-se porta 65. O apoio ao arrendamento jovem tem regras arbitrárias, que quase empurram os jovens para o crédito à habitação.

Factos: em Guimarães, decidiu alguém em Lisboa, a rende só será apoiada se tiver um valor até 268 euros, para um t1. O valor sobre até 320 euros para um t2. Como mostrei, esses preços não existem. O que resta?

Pedir um “jeitinho” ao senhorio e não declarar um terço da renda? Ou fazer um crédito e começar a vida com a corda ao pescoço?

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Mãos no vazio

Há pouca gente a viver na cidade. Há uma oferta reduzia e cara. Há dezenas de casas vazias e degradadas na cidade. E agora? 

É aqui que devem agir os poderes públicos. O PSD local defendia, há uns tempos, a constituição de uma sociedade de reabilitação urbana. A solução faz sentido. Como também pode fazer a criação de uma empresa municipal (ou público-privada) que assuma a prioridade da recuperação das casas devolutas e a revitalização do centro histórico.

A ideia será que esta empresa assumisse a propriedade desses imóveis, fizesse o seu restauro e promovesse o seu arrendamento a preços equilibrados, sobretudo aos jovens. É o que faz, por exemplo, o município de Valência. E há autarquias em Portugal com programas semelhantes.

As consequências seriam positivas. Desde logo porque, com rendas mais baixas, o marcado adaptar-se-á. E haverá mais gente a viver no centro. E os efeitos sentir-se-iam ao nível do comércio tradicional e do dinamismo económico do centro da cidade. E a imagem turística da cidade também ganharia, porque aposto que preferem um cidade com gente do que um museu bonito, mas sem vida.

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Sempre vieste?

A dupla de avançados do Vitória é angolana. Ou não.
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Fafe quer o comboio...agora

Há 25 anos, o senhor devia andar a dormir. A ideia é bonita, mas não vai passar disso mesmo. Foi gente desta que matou quilómetros e qulómetros de via férrea em Portugal e agora descobriram o erro (tal como Viseu). Agora é tarde e perdemos todos.
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Um luxo

Um dos maiores encenadores vivos e o maior dramaturgo do século passado eram amigos. E são duas referências incontornáves do teatro. Dir-se-ia demasiado longe de um cidade periférica. Mas não. Brook e Becket estão em Guimarães. E isso é um luxo.

Numa altura em que falta música, o CCVF assume-se como um dos principais palcos nacionais de teatro. E isso é óptimo.

PS - Queria linkar para o evento, mas o novo site do Vila Flor não deixa. Inútil.
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Preencher o vazio

As pinturas que apareceram há umas semanas nas portas e paredes de algumas casas devolutas em Guimarães não mostram sequer a metade do problema. Para lá das praças recuperadas e dos cafés e bares animados, o centro da cidade está vazio de gente.

Quantas pessoas vivem no Toural? Ou na Feira do Pão? E no Largo da Oliveira? Não sabendo os números reais, arrisco que não chegarão as 50, ao todo. Caminha-se uns minutos pela cidade e há dezenas de prédios com placa de venda. Outros tantos estão a cair de podres (o caso mais triste é o Pensão Imperial).

Mas, apesar de todas estas dificuldades, há quem queria viver no centro da cidade. Eu sou uma dessas pessoas. Mas a missão, não sendo impossível, é bastante complicada. Especialmente se procurarmos arrendamento.

Primeiro, a oferta é escassa. As casas disponíveis no centro histórico e área tampão serão duas ou três dezenas. Pouco. Muito pouco.

Segundo, os preços são exorbitantes. Um t0 na Alameda? 400 euros! Um t1 na rua da Liberdade? 415! São apenas dois exemplos. São preços escandalosamente altos e que se aproximam dos valores de cidade como Madrid ou Barcelona (onde um t0 anda na casa dos 500 ou 600 euros/mês).

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Bloco ganha deputado em Braga

O acerto de contas dos números de elitores em cada distrito deram uma "prenda" ao distrito de Braga. Fruto de um aumento de mais de 70 mil eleitores, a região terá, nas próximas legislativas, direito a eleger mais um parlamentar.
Pela lógia, será do Bloco de Esquerda. Há quatro anos, "meia-dúzia" de votos separaram Pedro Soares da eleição. Agora está garantido, faltando apenas saber quem é o nome em que o partido vai apostar.
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II Convenção de Jornalistas - Guimarães 09

O Gabinete de Imprensa de Guimarães – Associação de Profissionais e Colaboradores da Comunicação organiza, nos dias 27 e 28 de Março de 2009, a II Convenção de Jornalistas – Guimarães 09. O evento realiza-se dez anos depois da I Convenção do GI e retoma grande parte dos temas então abordados.

A II Convenção de Jornalistas terá lugar no Centro Cultural de Vila Flor, em Guimarães e pretende ser um fórum de discussão dos problemas que actualmente afectam a classe jornalística e dos novos caminhos que se perspectivam para a profissão. 

Incrições aqui.

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[Vazio]

Há umas semanas, várias casas devolutas do centro de Guimarães, foram pintadas com esta palavra. Não sei a quem pertende a intervenção, mas é muito feliz.
A quantidade de casas vazias no centro da cidade é um problema grave, que anda arredado das preocupações da população e da discussão política. Quanto a mim, deve ser um dos temas mais fortes da campanha para as autárquicas.
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A menos de um mês

27 e 28 de Março, Centro Cultural de Vila Flor
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Do derbie

Diz um lugar-comum do futebol que estes jogos não são para jogar, são para vencer. Mas hoje duvido das capacidades da nossa equipa. Cinco lesionados, um plantel débil, uma sequência de maus resultados com claro impacto psicológico, são ingredientes mais do que suficientes para temer pela derrota no jogo de hoje. E uma derrota no derbie é sempre inadmissível.
O futebol é pródigo em supresas. Espero (pouco convenvido) por uma esta noite.
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Da rivalidade

No debate sobre a rivalidade Guimaraes-Braga que o CAB organizou na quinta-feira, o vereador da câmara de Braga Ricardo Rio usou uma imagem interessante para definir a relação entre as duas cidades: são como irmãos-gémeos. Eduardo Brito explorou a ideia: tal como os irmãos, tendem às deavenças. Acrescento eu: como irmãos, devem ser capazes de unir esforços na altura certa.

Esta é a altura certa. As duas cidades são microscópicas em termos europeus. A cidade de Braga tem 90 mil habitantes, Guimarães tem 70 mil. As terceiras ou quartas cidades de outros países europeus têm populações de várias centenas de milhar. Casos de Valência (800 mil), Toulouse (435 mil) ou Utrecht (300 mil). Apenas cidades "insignificantes" como Sabadell, Limoges ou Zwolle têm populações de 150 ou 200 mil habitantes.

Daí que faça sentido que as duas cidades se assumam como um único pólo urbano no contexto europeu. Só assim ganhariam escala para competirem a nível europeu. Assumindo-se como um espaço urbano de 160 mil habitantes (323 mil se contabilizarmos os concelhos).

Além disso, há área urbanas mais extensas do que a estrada que liga as duas cidades. Do porto à catedral de Valência distam 12 quilómetros, do Aeroporto ao centro de Limoges são 12 quilómetros. Do canal Norte ao centro de Utrecht vão 12 quilómetros. Ou seja, há condições objectivas para que pensem e actuem em conjunto.

Há condições objectivas para que as duas cidades partilhem funções (Braga é capital de distrito, mas o Tribunal da Relação está em Guimarães, por exemplo) ou sejam complementares (em termos de oferta cultural, TC e CCVF são-no).

Se afastarmos a rivalidade da equação e a deixarmos cristalizar no mundo do desporto (onde sou defensor de uma rivalidade saudável, mas real, entre os representantes de Braga e Guimarães), existem possbilidades de esta área do Baixo Minho passe a ser um espaço reconhecido na Europa.