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Guimarães vs Braga?

O Centro Académico de Braga promove hoje, a partir das 21h20, no Café Vianna, em Braga, um debate sobre a relação entre as duas maiores cidades do Minho. "Braga vs Guimarães - Rivalidade ou Cooperação?" é o mote para a dicussão da qual tomarei parte. Ricardo Rio (candidato à Câmara de Braga), Miguel Bandeira (professor da UM), Eduardo de Brito (amigo multifacetado e também director da Sociedade Martins Sarmento) e António Duarte (antigo dirigente do SC Braga e da Liga de Clubes) serão os ilustres companheiros de mesa.

Quem acompanha este blogue sabe bem que a rivalidade me diz pouco. Aliás defendo que Braga e Guimarães se devam assumir, unidas, como o terceiro pólo urbano do país. Foram demasiados anos de costas voltadas que prejudicaram fortemente as duas cidades e a região.

O debate tem entrada livre. Lanço daqui o desafio aos vimaranenses que atravessem curta N101 para tomarem um café do outro lado do Minho.
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Sondagem

Alguém tem dúvidas? Basta!
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Basta!

Basta! Três derrotas consecutivas terminaram com a época do Vitória. Salvo um imporvável milagre, vamos cumprir calendário até ao final do ano, ganhando de vez em quando e continando a derrapar em casa. Pior: se hoje a oito corremos o risco de sair humilhados da Pedreira, o que seria intolerável para a família vitoriana.

Basta! Chega de nos atirarem areia para os olhos. O passado foi óptimo? E daí?! O presente é penoso e verdadeiramente vergonhoso para um clube que, mesmo em crise, tem metade do estádio ocupado.

Como já afirmei, a crise do Vitória tem um rosto. Como já afirmei, não é apenas a gestão do futebol que mostra o desnorte da direcção. Basta! Estamos fartos de Emílio Macedo da Silva e do Vitória entregue aos mercenários. É tempo de começar a encontrar uma solução, que não pode passar por Manuel Almeida. Porque ele foi conivente enquanto quis com esta direcção. E porque mantém a postura imbecil de deixar sair a conta-gotas as ditas "verdades" sobre a gestão vitoriana. Nem que seja em véspera de jogo vital, como aconteceu ontem.

Basta! O Vitória é maior do que esta gente.
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Cartunes

O artista dos cartunes vitorianos chegou à blogosfera.
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Quem?










O dia estava a correr mal, mas agora estou mais bem disposto. Esta entrevista é um delírio. Esta cidade está cada vez mais fascinante.
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Excelência vimaranense

A melhor actriz de um musical em Inglaterra no último ano é vimaranense. Este são os triunfos que nos distinguem. Parabéns à Sofia Escobar.

Para quem não a conhece, pode vê-la aqui e aproveitar para enviar as felicitações neste endereço.
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Amanhã: Think Pong ao vivo

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Basterds


Já faltou mais para vermos a guerra pelos olhos de um génio/louco. Tenho expectativa do que pode dali sair. Mas mesmo para um indefectível apaixonado de Tarantino, há receio de que exagere. A ver vamos. Para já: isto. E a mesma inqueitação. Há traços de genialidade e loucura nestes curtos minutos.
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Coisas que quero ver em Guimarães (II)


É um dos albuns de 2008, mas só estou a dar-lhe a devida atenção agora. Beach House assinam o muito recomendável Devotion, de onde destaco esta música. Dedicada a um ex-jogador do Vitória.
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Por falar em música...

...Famalicão tem propostas excelentes para os próximos meses. Destaco o mestre das bandas sonoras Yann Tiersen, os excelentes Devochka (grande concerto em Paredes de Coura) e Fujiya & Miyagi. Boas apostas.
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Música para o rei

Há dias falava da necessidade dos poderes públicos colocarem a produção cultural local nas suas prioridades. Por acaso, a resposta da câmara de Guimarães, não tardou muito. As comemorações do nono Centenário do nascimento de D. Afonso Henriques incluem um festival de música chamado FundaSound. Será uma mostra de música moderna feita em Guimarães, que vai seleccionar nove projectos para actuarem no CCVF e gravarem um disco colectivo (inspirado no aniversário do primeiro rei).

O júri é luxuoso: Zé Pedro (Xutos&Pontapés), Miguel Pedro (Mão Morta), Nuno Calado (Antena 3), Álvaro Costa (Antena 3) e João Carvalho (Festival Paredes de Coura). E é um sinal interessante da autarquia.

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Super

A guerra das cervejas vai ter uma batalha no estádio do Vitória.
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[Cinema]








Exceptuando os projectos de início de carreira, este é o único dos filmes do maior realizador da história do cinema que ainda não vi. The Killing passa hoje no Centro Cultural de Vila Flor, com a mão do Cineclube. É um privilégio.
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Think Pong - Escola de Oportunidades

É já no próximo sábado - dia 14 de Fevereiro às 15 horas - o segundo Think Pong no São Mamede. A iniciativa desta vez tem por tema "Educação - Escola de Oportunidades". Os convidados serão Vítor Leite, presidente do Conselho Executiva da Escola Secundária Martins Sarmento e José Augusto Araújo, presidente do Conselho Executivo da Escola Secundária das Caldas das Taipas. A entrada é livre a aberta a todos os interessados. 

Está também aberto a todos o blogue Think Pong no São Mamede ainda em fase de construção, mas onde serão publicados artigos sobre todas as iniciativas a decorrer, bem como as actividades futuras desta parceria entre o Colina Sagrada, o Abertamente Falando e o CAE São Mamede e Livraria 100ª Página.

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Cultura e investimentos

Há uns anos que tenho uma dúvida recorrente: Como é que Guimarães, cidade que tão bem sabe vender a sua "importância cultural", não tem criadores locais para apresentar? Exceptuando as artes plásticas, a cidade e o concelho têm poucos criadores - ainda que haja muito bons intérpretes. Porquê?, pergunto-me há muito.
Especialmente no domínio da música - que é a arte que mais acompanho - a cidade tem muito poucas bandas com alguma qualidade e nenhuma capaz de se afirmar no mercado nacional. Olho para a vitalidade de Coimbra e, mais recentemente, de Braga, e percebo que o tamanho da cidade conta pouco. Não se faz apenas boa música em grandes metrópoles.
No caso de Braga encontrei há tempos a resposta: a autarquia investiu 200 mil euros e transformou o fundo da bancada do velho estádio 1º de Maio num complexo de salas de ensaio para bandas. Nove salas, 80 músico e alguns projectos fantásticos: Mão Morta, Mundo Cão, Peixe:Avião ou Smix Smox Smux. Pode ser que sirva de exemplo.
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Ainda o Parque da Cidade

Fomos supreendidos, em Setembro, com uma machadada na qualidade de vida na cidade. A câmara decidiu lotear um terreno seu, incluída desde a génese, no Parque da Cidade. O tema morreu em termos políticos, até porque apenas a CDU pareceu preocupada com esta atrocidade. Não percebo bem porquê. Também não sei se a Câmara chegou a mostrar aos Verdes a classificação do terreno em PDM.
De qualquer modo, já passaram quatro meses e as obras ainda se prolongam, no terreno que há-de ser mais um prédio caro. A autarquia já lá gastou mais dinheiro do que o que tinha previsto, o que é sintomático de como a decisão (não) foi estudada.
A tristeza que sinto ao entrar hoje no Parque da Cidade estava já mitigada. Até a esta semana. O muro de suporte do terreno que um dia fez parte do parque e do percurso pedonal está cada vez mais alto. Tem neste momento cerca de cinco metro, o que tem um brutal impacto visual para quem está ali para respirar melhor. Um erro em cima de outro erro.
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Defender os caminhos-de-ferro

A tomada de posição da Secretária de Estado dos Transportes acerca da linha do Tua é surpreendente. Especialmente porque vem de um governante do país da Europa que pior tem tratado o valioso património e a mais-valia extraordinária que é a ferrovia.
Mas Ana Paula Vitorino está certa: para o Tua e para toda a região a norte do Douro, o comboio, mesmo em péssimas condições, é ainda a melhor solução de mobilidade. Afogar a linha será um tremendo disparate.

De algum modo, a forma como os políticos olham para o caminho-de-ferro, está a mudar. Como contava há dias, a proposito de São João da Madeira. Ou como ontem mostrou o PSD de Guimarães ao assumir como ponto de partida a inépcia da CP e da Refer, exigindo que seja a autarquia a estudar alternativas para tornar a ligação ao Porto mais competitiva.

Um pouco fora de horas, a proposta do PSD tem o mérito de finalmente trazer o assunto para o debate político local. Há anos que isto não acontecia. Nem quando a linha foi reformulada, o que acabou por resultar num espantosos desperdício de dinheiro público, uma vez que a melhoria do serviço foi escassa. Demorou quase cinco anos, mas finalmente parece haver vontade de discutir como é possível fazer melhor.

Mas de uma coisa estou convencido: A solução para os transportes na região passa pelas autarquias.


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Prova de maturidade

Carce de 900 pessoas lotaram a plateia do São Mamede na noite de quarta-feira. Com tudo para dar errado, o concerto dos Nouvelle Vague deu certo. Bem certo. Foi, no essencial, uma prova de maturidade. Da sala, da cidade enquanto palco cultural e do público vimaranense.

O São Mamede combate a postura aburguesada dos vimaranenses. Habituamo-nos à cultura ao fim-de-semana, mas temos dificuldade em aceitar um concerto a meio da semana (mea culpa). A sala arriscou e ganhou, na senda do que vem acontecendo nos últimos meses: espectáculos com público sólido, a pedir casa cheia.

O concerto de quarta-feira foi também uma prova de vitalidade do público local, pela forma como correspondeu à chamada e encheu a sala (mesmo à hora do futebol). Mas não havia só vimaranenses no São Mamede. Havia muita gente de fora, o que mostra  a vitalidade da cidade enquanto palco de cultura. Não há mais nenhuma cidade de média dimensão que tenha dois centros culturais a funcionar com esta vitalidade.

Quanto ao espectáculo, as comparações com o concerto de há um ano, na mesma sala, são inevitáveis. Ganha o primeiro. O alinhamento, os "números" na interacção com o público e a apresentação das canções peca pela semelhança. Valeram, ao menos, músicas novas, do próximo album da banda. Blister in the Sun tem uma muito boa versão.

O São Mamede vai continuar a apostar na música. A única banda de culto que este país tem estará lá em Março. Ver Mão Morta em Guimarães é uma espécie de sonho pessoal que vou poder concretizar.
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Hoje, no São Mamede


Dizem que não devemos voltar ao sítio onde já fomos felizes. O São Mamede parece disposto a contrariar o dito, e volta a apostar nos Nouvelle Vague, a banda que re-inaugurou o espaço há pouco mais de um ano com um concerto foi magnífico.
Há outros obstáculos: chove imenso, concerto a meio da semana e futebol quase em simultâneo. De qualquer das formas, vou arriscar ser feliz novamente naquela sala e com aquela banda. O desafio que deixo é esse mesmo: Vão ver o concerto, mesmo que quase tudo (até o clip que deixo) diga o contrário.
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Playmobil

Morreu o criador do brinquedo da minha infância. Foi há tanto tempo que atirei o polícia abaixo do helicópetero, que pintei de azul o carro de rally que era amarelo de série, que fui para a neve com as motos-trenó com rodas de lagartas e que andei de rastos pela sala com o carro familiar (vermelho) com espaço extra para as malas das férias. A minha infância foram os Playmobil (e a Rua de Sésamo), mais do que Legos ou videojogos. De repente, sinto-me velho.