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Excelência também no Teatro

Se há áreas em que a posição de Guimarães no espaço cultural português está bem cimentada é no Teatro. A par do Jazz, pelo espaço próprio, regular e de qualidade que as instituições da cidade há anos lhe souberam dedicar, os Festivais de Gil Vicente, que começaram na segunda-feira, foram capazes de se assumir.

O Festival marca a arte em Portugal e é hoje uma aposta ganha: bem programado (diversidade, qualidade e congruência) e que coloca Guimarães no patamar cultural do qual se tem reclamado parte.

Depois de, na segunda-feira, terem começado as oficinas de dramaturgia, o primeiro espectáculo do Festival que marca o mês na programação do Centro Cultural de Vila Flor sobe ao palco hoje. Os Artistas Unidos trazem “As últimas palavras do Gorila albino”, sobre o Floquet de Neu, um dos símbolos de Barcelona, mesmo depois de morto. Depois há, entre outros, o Teatro Praga, com “O Avarento” e a performance/peça/jantar “Banquete”, de Patrícia Portela, que promete, quanto mais não seja pela originalidade.
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E agora, Vitória?


A notícia que já todos conhecíamos há dias, mas que só agora confirmada, promete agitar Guimarães: Com o Porto fora da Champions por corrupção, o Vitória entra directo na maior competição de futebol de clubes.

Não é grande o mérito, mas ainda assim, é uma notícia feliz. Caso o recurso do Porto, não faça tudo regressar à estaca zero.


Mas se a UEFA confirmar o Vitória na Liga dos Campeões, os níveis de exigência para a próxima tremporada serão ainda mais altos. O clube tem pela frente seis jogos e importa fazer boa figura. E a verdade é que as notícias dos últimos dias no que toca a entradas e - especialmente - saídas do plantel, não auguram nada de bom.


Mas estamos ainda no domínio do hipotético. A ver vamos o que o futuro nos reserva.
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Guimarães laranja por um fim-de-semana

Manuel Ferreira Leite foi este fim-de-semana eleita presidente do PSD. Mas a nova líder da oposição vai apenas tomar posse no congresso do partido, nos próximos dias 20 a 22 de Junho. O conclave social-democrata realiza-se no Multiusos de Guimarães.

Em 2005 José Sócrates entronizado como líder do PS no mesmo local, abrindo o caminho para a maioria absoluta com que hoje governa o país. A escolha do local do congresso social-democrata tem, por isso, um valor simbólico. O novo líder do partido é escolhido precisamente no mesmo local em que o grande adversário político assumiu o poder. E fá-lo em Guimarães, com todo o simbolismo que o facto de estar na cidade Berço da nacionalidade sempre acarreta.

Mas, mais do que estas razões subjectivas – que, queiramos ou não, contam em política – a escolha do PSD sublinha, uma vez mais, a capacidade organizativa de Guimarães e das suas estruturas e um espaço de excelência como é o caso do Multiusos.


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"Câmara de Guimarães admite "profunda remodelação" do projecto do Largo do Toural"

"O presidente da Câmara de Guimarães, António Magalhães, admitiu que o projecto para a remodelação do Largo do Toural deverá ser "profundamente alterado" antes da sua aprovação.
De acordo com o autarca, o parque de estacionamento subterrâneo projectado para aquele espaço não deve fazer parte da proposta final. Magalhães entende que o facto de "80 por cento das pessoas se terem pronunciado contra o parque de estacionamento subterrâneo" justifica alterações profundas no projecto.
Deste modo, a câmara vai recuar na sua intenção de construir um parque de subterrâneo para 300 automóveis na praça central da cidade. Segundo o autarca, neste momento estão já a ser estudadas propostas alternativas para a localização do estacionamento".
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À esquerda

Politicamente foi um fim-de-semana à esquerda em termos locais. O PCP escolheu Guimarães para uma jornada em que centrou o discurso nos temas habituais: questões sociais e de trabalho.

Jerónimo de Sousa encheu o Jardim da Alameda. Falou sobre a crise, o código de trabalho e marcou posição junto daquele que é o seu campo político. Não inovou, mas marcou posição, cimentando o lugar de terceiro partido regional que é o do PCP. Antes passou pelo Bairro da Embuladoura, em Gondar, e pela capital comunista local, Pevidém.

Também a Convenção Autárquica do PS local escolheu precisamente o tema da Solidariedade Social como mote para a discussão que teve lugar no último sábado. Os responsáveis locais conseguiram fazer aquilo que falta aos responsáveis nacionais: pensar à esquerda e reflectir sobre os princípios fundamentais do partido.

Mas se dúvidas houvessem sobre a estranheza que estes temas causam ao PS bastava ouvir o discurso de Vieira da Silva, Ministro do Trabalho, que encerrou os trabalhos. O governante falou de crescimento económico, exportações, balança tecnológica e aumento de emprego (?!). Cartilha socrática e jargão tecnocrata e zero Socialistmo. Salvou-se uma discussão que vale pelo menos como sinal de que o PS em Guimarães ainda sabe de onde lhe vem o “esse”. E não é de Sócrates
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Amargo e doce

O fim-de-semana desportivo vimaranense teve amargos e doces. Ao triunfo do Taipas, ao qual já dei devido destaque, junta-se o tri-campeonato nacional de futebol sub-12 conquistado esta semana pela escola de futebol Fair Play, que há ano os ex-futebolistas Neno e Tatá gerem com sucesso.

Na fase final, um dos craques da equipa vimaranense destacou-se e assinou pelo Porto. Não é a primeira vez que um miúdo local se destaca numa pequena equipa, ou numa equipa periférica, e da o salto para um clube de nomeada. Anda o Vitória a dormir?

No maior emblema concelhio, o fim-de-semana também foi de contrastes. Enquanto que o Pólo Aquático venceu o primeiro jogo de acesso à 1º Divisão, dando um passo significativo para que o clube tenha mais uma modalidade num escalão máximo, na próxima época.
Má foi a prestação da equipa de basquetebol. Iludida com a brilhante conquista da Taça de Portugal, a formação vitoriana facilitou sucessivamente no play off e, na final, pagou a factura, contra uma boa equipa que é uma justa vencedora. Mesmo assim, o segundo lugar na Proliga é meritório e marca o ponto final numa época brilhante para o basquetebol. Para o ano, o desafio é ainda maior: o Vitória vai ser uma das equipas do novo campeonato maior da modalidade.


Foto "sacada" aqui.
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Parabéns ao Taipas


Limpinho. Quem ganha por 4-0 uma final, ganha com todo o mérito. É indiscutível e por isso merece os parabéns o triunfo do Taipas, um dos mais importantes emblemas do futebol do concelho de Guimarães, na final da Taça AF Braga.

Frente ao Esposende, os taipenses foram fortíssimos e venceram com todo o mérito, embora este seja um triunfo um tanto amargo para um clube que é maior do que a competição regional que disputa.


Numa atitude inteligente, a Associação de Futebol de Braga decidiu descentralizar a final da competição, depois de muitos anos no histórico 1º de Maio. No ano passado, a final realizou-se no Estádio de Barcelos, este ano a organização coube ao D. Afonso Henriques. Decisão acertada da AFB, que trouxe assim a beleza da festa do futebol regional.


foto Reflexo.
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24 de Junho e as medalhas

A Câmara de Guimarães decidiu, por unanimidade, entregar a Medalha de Ouro da cidade a Fernando Alberto Ribeiro da Silva. A máxima distinção vimaranense não era entregue desde 2003, ano em que Fernando Távora foi agraciado. O antigo governador civil recebe-a no próximo 24 de Junho.

Uma câmara de maioria socialista pôs de lado as rivalidade políticas e decidiu distinguir um dos históricos do PSD local e regional. Coisa que o PSD não foi capaz de fazer há três anos, aquando da proposta de atribuição da medalha de ouro da cidade a Jorge Sampaio. É um exemplo democrático, com o qual, no entanto, não concordo.

Por muitos méritos que Ribeiro da Silva possa ter tido (e teve vários) como associativista e político, nomeadamente nos 12 anos no governo civil do distrito de Braga, a esquerda local devia ter tido memória. Desde logo, o PS, que não devia ter esquecido o que se passou em 2005. E também me custa a entender que até os comunistas digam que o prémio está "bem entregue".

Quanto às outras medalhas: uma empresa têxtil recebe a medalha de mérito industrial e Associação Familiar precisou de chegar aos 100 anos para ver reconhecido o seu mérito social, em que se substitui ao Estado.

Realço, porém, as medalhas de mérito artístico, em prata, para Pedro Morais de Andrade, um violinista de 26 anos que, desde 2007, integra, como músico convidado, a Orquestra Sinfónica da Alemanha, e Sofia Escobar, intérprete vimaranense que vive em Londres, onde participou em musicais como "O Fantasma da Ópera" e "West Side Story".

É muito inteligente e plena de simbolismo esta dupla distinção. Uma cidade que se quer afina jovem e centro de cultura tem que valorizar desta forma os seus mais promissores artistas. Tanto mais que dão, deste modo, o cunho internacional que tem faltado, no mais das vezes, aos representantes da cultura local.

post scriptum: num dos primeiros posts do Colina Sagra, em 2005, dizia que tinha perdido as esperanças de ver o 24 de Junho na televisão (não que daí lhe venha o reconhecimento, está claro...). Hoje tenho ainda mais certezas. Nem precisava de um directo como as inefáveis marchas de Santo António. Bastava um apontamento num qualquer noticiário em que, pelo menos, se desse relevância à data. Não vale a pena: só os vimaranenses comemoram o dia de Portugal. O resto do país entretém-se com um feriado fascista que assinala a hipotética morte de Camões.
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Paga a província!

Aquilo que o Pedro Morgado critica e que a crise petrolífera que se começa a instalar veio sublinhar, é apenas o reflexo da injusta, errada e suicida política de transportes nacional. A forma como o resto do país ajuda a pagar a factura dos transportes das duas metrópoles é escandalosa, como este e outros blogs minhotos vêm afirmando há bastante tempo.

Engraçado é como os portuenses, sempre lestos a criticarem as injustiças lisboetas, assobiam para o lado nesta questão. Quanto a nós, Minho, temos que continuar a pagar as nossas portagens e os nosso transportes públicos, muitas das vezes para termos um serviço escandalosamente fraco como o que a CP presta na linha de Guimarães.

Mais sorte terão os bracarenses, a quem a autarquia vai pagar os aumentos dos custos nos TUB. É a vantagem (e a visão) de não ter alienado um sector estratégico como o dos transportes a um operador privado.

Noutro âmbito, mas ainda relacionado com esta matéria, achei divertida uma reportagem da SIC ontem em que se provava como é mais barato ir de comboio para o centro da capital do que utilizar o carro. "Por causa do aumento dos combustíveis", diziam os senhores. O que eles se esqueceram é que, mesmo que os combustíveis não tivessem aumentado, economicamente é quase sempre mais vantajoso viajar de transportes públicos.

Mas foi preciso chegar a uma situação insustentável como a que vivemos hoje para que a Comunicação Social, e por consequência o país, tomassem conhecimento disto.

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Sobre a cultura

Ontem1 estive no Theatro Circo e conheci finalmente a programação para o mês de Junho. Ao habitual acerto e capacidade de antecipação da casa bracarense parece estar a dar lugar um cinzentismo e a uma falta de arrojo preocupante.

Em Junho vejo pouco ou nada que me leve ao Circo. E vejo muito que já passou por aqui perto há poucos meses: Monthy Phyton, Rita Redshoes e... Mafalda Veiga2. Mais: os preços, que foram em tempos bastante apelativos, estão a atingir níveis absurdos. Crise orçamental oblige?

Por Guimarães, a boa nova chega do São Mamede: Camané actua naquela sala a 21 de Junho. E bem que precisa de um sucesso o Centro de Artes e Espectáculos de Guimarães, depois dos fracasso de Loto e Phoebee Kilder. A Capital da Cultura não tem dimensão para duas casas concorrentes? Ou os fracassos recentes do São Mamede são fruto de algo mais?

1 Fui ao Circo para ver o concero de Coco Rosie. Apareceram em palco os Bunfunk MC's ou lá o que era aquilo. Vim desiludido. Muito desiludido.

2 As críticas são as mesmas. Os insultos hooliganistas esperam que sejam menos.
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Existem televisões nacionais?

O Alfredo Oliveira pergunta: existem televisões nacionais? Eu temo bem que a resposta seja não!
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Beautiful girls



Isto é parte do que podemos ouvir logo à noite no Theatro Circo (que agora já tem site oficial). Infelizmente a companhia não é a mesma desta música, mas as Coco Rosie prometem um excelente espectáculo esta noite na sala minhota. Começas às 22h00 e está esgotadíssimo.
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Mais do que um clube


Está de Parabens o Francisco de Holanda pelo apuramento para a fase final do Nacional de inicados em andebol. Nada de estranho num clube que se afirmou como uma potência do andebol nacional no que à formação diz respeito.


De há uns anos a esta parte o "Xico" conquistou todos os títulos nacionais dos escalões de formação, assumindo-se como "a" escola nacional da modalidade. Este sucesso vai permitindo a um clube com gravíssimos problemas financeiros - fruto da má gestão do passado e, arrisco dizer, a uma excessiva monopolização de apoios que o concelho dá ao Vitória - consiga fazer boas épocas desportivas no Nacional maior. Houvesse dinheiro para segurar os "craques" e o clube era um caso sério nas competições séniores.


À boa prestação desportiva, associa-se uma fantástica capacidade organizativa, já sublinhada, aliás, pela Federação Portuguesa de Andebol. A final four da Taça de Portugal, o último jogo de qualificação da Selecção principal, a fase de qualificação da equipa nacional de sub-19 e algumas fases finais dos nacionais jovens, tornando Guimarães na Capital do Andebol.
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A Gata profissional

O Enterro da Gata deste ano, foi, em teoria, o meu último enquanto aluno da Universidade do Minho. Na prática, foi bem diferente: não me senti nunca no Enterro durante a última semana. O espaço é-me estranho, demasiado sofisticado e profissionalizado. Aquilo não foi uma festa Académica: foi um pequeno festival de música.

Em termos organizativos, o Enterro 2008 foi positivo: solução airosa para os transportes (embora com problemas nas “horas de ponta”); cartaz fortíssimo (resistindo à chuva); boa participação nos eventos extra-recinto. É o mínimo que se exige a quem passa todo o ano a preparar este momento, negligenciando o seu real papel.

Mas, no Gatódromo, desde o espaço à presença obscena de publicidade, tudo pareceu pouco Académico. As barraquinhas foram votadas a uma posição subalterna em termos de organização do espaço. Deste modo, marcou-se, logo de entrada, a distinção entre o espaço dos estudantes e o da festa comercial. Perdemos nós. Lucrou, e muito, a AAUM.

Mas, no meio do profissionalismo que marcou o Festival da Pedreira, alguém se esqueceu, por exemplo, de que “meia-dúzia” de casas de banho não chegam para uma festa que junta milhares de pessoas, provocando filas.

Uma fila também, era o que esperava quem ia ao Enterro trabalhar. Nas duas primeiras noites, o tempo médio de espera era de uma hora e meia, porque a AAUM, juntou, de forma irresponsável, convidados, borlistas vários e jornalistas, num mesmo espaço de credenciação.
O grosso da fila, justificaram-me, eram colaboradores da direcção. Afinal, aquelas inúmeras páginas de mini-fotos que aparecem no final das brochuras de apresentação das listas de candidatos à direcção da AAUM, são mais do que figuras de corpo presente. Pelos vistos “colaboram” com a associação: ao menos no dia das eleições e no Enterro.

Com tantos colaboradores e perante o alheamento dos estudantes da actividade académica e a fraca participação nos actos democráticos da instituição, arriscamo-nos, num futuro não muito distante, a ter mais eleitos do que eleitores.
Publicado no ComUM nº9
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Meio século de Cineclube



Chega com uns dias de atraso ao blog a minha homenagem à primeira associação de Guimarães de que me fiz sócio. Já lá vão cinco anos e o Cineclube continua a ser um exemplo do associativismo vimaranense.

É o maior do género em Portugal, com uma actividade que, por um lado, explica o sucesso, e, por outro, prova a vitalidade cinéfila de Guimarães.

Mais do que os Parabéns por meio século de ininterrupta actividade, agradeço ao Cineclube por, mês após mês, trazer o melhor cinema a Guimarães.
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Do riso e do esquecimento: Bem-vindos à Capital Nacional do Desporto

in ComUM
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A euforia de um sonho estrelado

O sonho estrelado está completo. Ainda que, como afirma e bem Emílio Macedo da Silva, saiba a pouco. Mas é justíssima a classificação do Vitória, atendendo a uma temporada fabulosa, em que não fossem as más prestações frente aos grandes e uma ou outra escorregadela fora de portas, podíamos estar a falar da melhor classificação de sempre. De qualquer das formas, o “bronze” sabe a ouro, porque nos permite chegar à antecâmara da mais importante competição futebolística de clubes do planeta.

Perante 27.700 pessoas, o Vitória fez um jogo seguro, capaz de disfarçar a falta de forças de alguns elementos que tinha ficado patente nos últimos jogos. Flávio abriu o activo, num canto em tudo idêntico ao que deu o empate em Belém, há uma semana. É o prémio justo para o capitão do clube, símbolo da raça de que se faz um vitoriano.

Antes ainda, já se tinha gritado golo. Em Alvalade o Boavista vencia e o sonho do 2º lugar chegou, por breves minutos, a parecer possível. Não o foi, mas nada nos tirou no pódio. A confirmação chegou na segunda parte, com contornos de goleada: primeiro por Alan. Uma época em branco do homem que mexe o ataque vitoriano – mas que chega a fazer desesperar o comum adepto - terminou com um golo feliz e atípico. Mas um prémio justo para uma belíssima temporada do extremo brasileiro.

O terceiro golo chegou quando a festa já se tinha instalado no D. Afonso Henriques. Andrezinho marcou um golaço improvável, depois de uma exibição em que demonstrou a falta de pulmão. Normal para quem passou uma época em campo, face à ausência de alternativas para aquele lugar.

A goleada ficou completa a dois minutos do fim, através de Desmarets. Se Flávio é o símbolo da raça vitoriana, Yves personifica o “Vitorian Dream”: motorista de autocarros há dois anos, assinou o primeiro contrato profissional quando veio para o Vitória e hoje tem meia Europa atrás dele. Tem um magnífico pé esquerdo, cultura e qualidade (O Bruno Prata do Público diz que é o único vitoriano com lugar num grande…). É por isso que mandei estampar o nome dele na camisola branca que ontem estreei!

Depois do apito final, voltei a chorar no Afonso Henriques. Outra vez frente ao Estrela, mas desta feita não por antecipar o pesadelo da II Liga. O hino da Champions (que entretanto ouvi duas dezenas de vezes no computador) soou nas colunas do estádio. E é uma sensação indescritível. Arrepiante. Foi o mote para uma festa que durou até às tantas da noite, acompanhando o percurso da equipa, desde o Estádio ao preenchidíssimo Toural, e depois até ao Hotel.

Obrigado, rapazes!

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O que alguns tentaram...

...o Vitória conseguiu! Para ouvir ao vivo, no próximo ano.

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Payback time!


Este senhor deve imenso ao Vitória. Deve-lhe ter sido descoberto num clube menor e projectado como treinador de escalão principal (mesmo que já todos soubessemos que tinha sido um grande jogadro). Deve-lhe meia dúzia de insultos nos tempos em que se passou para um dos rivais. E deve-lhe também ter acreditado em Vítor Magalhães e, deste modo, ter-se tornado um dos responsáveis por aquilo que nos aconteceu há dois anos.

Está na altura de pagar o que deves, Jaiminho. Já no Domingo, em Alvalade.
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Começa hoje


O meu último Enterro da Gata enquanto aluno começa hoje. Num espaço novo, o que levanta muitas questões, como de resto já referi. Resta ver como corre, esperando que corra bem.
A vida já não me permite ir a todas as noite de Enterro, mas vou lá passar dois ou três dias, para rever amigos, reviver o ambiente e dizer adeus à vida Académica.
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Há coisas fantásticas, não há?

A acreditar no Reitor da Universidade do Minho, a Europa aprova as salganhadas.
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Aconteça o que acontecer...

Está feita história. Há um ano, por esta altura, ainda fazíamos contas à subida do Vitória. Este ano, com uma equipa barata, estamos a um passo de entrar, pelo menos, na pré-eliminatória da Champions. Aconteça o que acontecer na última jornada, esta é uma das melhores épocas da história do clube vimaranense, que será (a menos que algo anormal aconteça) o primeiro emblema fora das duas cidades que dominam a vida nacional, a marcar presença na prova maior do futebol mundial.

Falta um triunfo, no Domingo, frente ao Amadora, para que o Vitória iguale a sua melhor classificação de sempre (à qual já chegou três vezes). E, mesmo que pela frente venha um gigante do futebol mundial (Arsenal e Barcelona estão, por estes dias, nessa posição), nada vai tirar a Guimarães a festa de um jogo de Champions. Desde que Domingo não aconteça nada de anormal.

Lá para o final do campeonato vou debruçar-se com mais profundidade sobre esta temporada extraordinária da vida de um dos maiores clubes nacionais. Quanto ao jogo de ontem, foi, como disse Flávio, o jogo possível. Pareceu-me, tal como nas últimas deslocações., que Cajuda não quis mais. Não arriscou tanto como, por exemplo, na Maia, com o Leixões. Por isso, o 2º lugar fugiu, irremediavelmente. Fica-nos, no entanto, o gosto do terceiro posto. O qual depende apenas da nossa competência para ser assegurado.

Post scriptum – A azia dos adversários do Vitória levou-os a dizer que o clube de Guimarães foi levado ao colo durante a Liga. Foi o que se viu nas últimas três jornadas: um penalti em Coimbra, dois golos irregulares do Porto (que não apagam a vergonhosa prestação da equipa) e ontem uma expulsão perdoada a Alvim aos 10 minutos (pôs Carlitos no Hospital, obrigado a levar quatro pontos), um golo anulado e um penalti escandaloso, a dois minutos do fim. Dúvidas? Espreitem aqui e aqui.

Como diria o outro (e que saudades vou ter de o ver nas conferências de imprensa!): “Estão a puxar-nos para baixo”.

Foto: João Filipe Santos/VSC

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A meio caminho

Está no sítio certo: a meio caminho entre duas das cidades com melhor oferta (e procura) cultural no país.
Na Nacional-de-todas-as-dores-de-cabeça, para quem por lá passa durante o dia, o N 101 é um bar feito em Guimarães, mas a pensar numa região.
aqui tinha falado dele, mas só agroa tive oportunidade de experimentá-lo ao vivo. E logo com um bom concerto, dos Dead Combo, um daqueles projectos nacionais muito bons, que só espanta não terem maior projecção. Os Lusitância Playboys apresentaram o seu novo album e deram um salto a coisas antigas como Rumbero ou Pacheco.

Já o Bar é excelente. Tem espaço. E tem tudo para ter uma mística prórpria (a casa antiga, as vigas de mandeira, o tecto, a decoração...) E a música. Da melhor selecção que tenho ouvido pelas noites do Norte. A gravada e a que passa por lá ao vivo. Dispostos a assumiem-se "um local de referência a nível do circuito alternativo de bares concertos da zona norte", tiveram Tiago Bettencourt no mês passado e este mês, depois de Dead Combo, ainda passam por lá Sandy Killpatrick e Bunnyranch. E fica só a meia dúzia de quilómetros de casa.
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Uma Acacdemia entre duas cidades

Quiseram os decisores políticos, em 1973, adoptar para a Universidade do Minho um modelo inédito até então em Portugal – e ainda hoje pouco utilizado. A UM ficou dividida entre duas cidades que tinham ainda mais diferenças entre si do que motivos para se aproximarem.

Braga e Guimarães viveram demasiado tempo de costas voltadas e a partilha de uma instituição com o peso de uma Universidade era um desafio. O conceito de uma Universidade para uma região era ainda difuso, mas, 34 anos volvidos, parece ter resultado plenamente. Todavia, a forma como as duas cidades acolheram a UM é bem distinta.

A vida em Braga não seria a mesma sem a Universidade do Minho. A coincidência temporal entre o crescimento da cidade e a presença da UM não é apenas acaso. A cidade sente a presença dos estudantes, o comércio, o imobiliário e mesmo a cultura em Braga cresceram em torno da Universidade e dos seus estudantes.

No entanto, não vejo os responsáveis políticos bracarenses a olharem para a UM como peça central de um modelo de cidade. Em cinco anos na UM, não me lembro de ter visto pelo campus o presidente da Câmara. E isto é sintomático de um voltar de costas problemático.

Guimarães, pelo contrário, nunca acolheu a Universidade de forma calorosa. A cidade é feita de um mitologia própria, de um bairrismo arreigado e de uma forte componente tradicional. Desse modo, a UM foi vista, durante muito tempo, como um corpo estranho na cidade, uma espécie de estância invasora, que desse modo se quis afastada da vida da cidade.

Só há relativamente pouco tempo começaram a surgir, ao redor do campus de Azurém, lojas de comércio vocacionados para os estudantes e uma oferta de habitação compatível com a condição de estudante. E ainda assim, muito está por fazer quanto à real integração dos estudantes da UM no quotidiano vimaranense.

Pelo contrário, a nível político, há muito Guimarães percebeu a potencialidade que tem dentro de portas. A prova mais evidente desta realidade é a aposta no projecto CampUrbis em que autarquia e Universidade se associam para renovar o quarteirão industrial da cidade, transformando-o num centro de ciência e cultura – com a Capital Europeia de 2012 como cenário.

Diferenças à parte, importa salientar que, mais de três décadas volvidas, a UM foi, acima de tudo, um motivo de aproximação entre as duas maiores cidades do extremo Norte do país. Falar no Quadrilátero Urbano sem UM não faria sentido. E projectos vitais para o desenvolvimento da região como uma ligação ferroviária entre Braga e Guimarães são mais pertinentes quando se pensa em ligar dois centros de inovação e conhecimento como os campi de Gualtar e Azurém.


Artigo publicado na coluna "Do Riso e do Esquecimento" na versão imprensa do ComUM que hoje está em circulação.
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Um tiro na cultura

A Feira do Artesanato de Guimarães devia começar hoje. Mas já não começa. Isto porque "a falta de inscrições e a qualidade dos participantes" levou A Oficina a anular o evento, dando uma machadada numa realização com quase 20 anos de história e que era já um marco incontornável do cartaz cultural e turístico da cidade.

A justificação tem algum sentido, mas é apenas o nível mais superficial da questão. Importa perceber porque que é que os artesãos não se inscreveram no evento, porque é que uma Feira com reputação acaba, de repente, por falta de interesse de um ramo que, sabemos bem, precisa de tantas quantas as feiras possíveis, para rentabilizar o seu trabalho.

E isso ainda ninguém explicou. O preço das inscrições e o calendário do certame podem ajudar a perceber um pouco o desfecho inesperado da Feira do Artesanato. Outra questão tem a ver com um certo alheamento dos vimaranenses face ao evento. Particularmente desde que este deixou de se realizar no centro da cidade e foi transferido para o Multiusos.

Os artesãos queixavam-se nos últimos anos que passava menos gente pelo Feira e que quem lá ia comprava menos artigos. Isto porque, não só o espaço era "fora de mão" como a entrada era paga (ao contrário por exemplo da excelente Feira de Artesanato de Vila do Conde).

Depois da Feira do Comer, a autarquia mata mais um evento que tinha potencial turístico e promocional. Isto depois de, há anos, ter feito o mesmo com a Feira do Livro. Para um concelho que faz da cultura e do turismo duas das suas principais bandeiras, é desastroso.
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O número e o projecto

111
milhões de euros.


É o orçamento com que a CEC 2012 vai contar. O projecto da Capital da Cultura em Guimarães foi apresentado na semana passada em Bruxelas. Agora sim, já se conhecem os contornos da ideia de Guimarães para o seu momento de afirmação europeia.
A revitalização urbana e a construção de novos equipamentos culturais são as principais apostas. Ou seja, antes de mais a CEC vai dar-nos uma nova Guimarães. Quanto à programação, continuamos quase a zeros. E o programador da CEC ainda não está sequer definido, o que mereceu críticas dos responsáveis europeus. As cinco linhas temáticas - Identidade/Memórias, Diálogo/Paisagem, Artes/Diversidade, Criatividade/Conhecimento, Culturas do Quotidiano/Cidadania - são demasiado vagas e, para já, o que sobressai como aposta forte e, a meu ver, inteligente, é o reforço da programação tradicional da cultura vimaranense (particularmente o GuimarãesJazz) e o alargamento da CEC a um âmbito regional.
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[pausa]


Durante os próximos dias, regresso à cidade onde cresci. Para descansar, rever lugares, visitar amigos. E festejar, já amanhã, o Sant Jordi na companhia certa.
Até já!
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CAMPEÕES!


Este é já um ano histórico. Depois da Taça de Portugal em basquetebol, o Vitória sagrou-se Campeão Nacional de voleibol, depois de ter vencido o decisivo jogo da final disputado em Espinho. Contra todas as expectativas, a equipa que esteve "morta" sucessivamente contra o Castêlo, o Benfica e o Espinho, recuperou sempre, de forma estóica, e atingiu pela primeira vez o lugar mais alto do Nacional A1.

Precipitei-me a decretar a "morte" deste projecto. Especialmente porque o Vitória do jogo de hoje foi praticamente perfeito. E só não ganhou por 3-0, porque os árbitros nacionais têm medo de marcar faltas a Miguel Maia.

É um momento de grande alegria, especialmente numa modalidade que acompanho há anos, desde os tempos em que andava pelos escalões secundários. E é, pessoalmente, um "vingança". Há dois anos saí de Espinho doente. Hoje, doente, não fui a Espinho. Mas o que interessa é que somos Campeões. E essa é uma alegria que já não nos tiram.

Há uma semana, no pavilhão do Vitória, os adeptos do Espinho já gritavam "Tri-Campeões". De forma extemporânea, como se provou. Pelo menos ficaram com patrocinador para a próxima época.
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Fórum novas plataformas tecnológicas: Meios de comunicação social e internet

O Gabinete de Imprensa de Guimarães – Associação de Profissionais e Colaboradores da Comunicação e o Projecto Região Vale do Ave Digital associaram-se na organização do Fórum sobre as “Novas Plataformas Tecnológicas: Meios de Comunicação Social e Internet”.

O Fórum visa preparar a Comunicação Social para o amadurecimento da Internet como principal concorrente, produtor e difusor de notícias e estimular na comunidade o surgimento das TV’s Online e as TV’s Regionais. A iniciativa decorre nos próximos dias 22 e 23 (terça e quarta-feira), no Auditório do AvePark, em Caldas das Taipas, e tem um painel de luxo.

O programa desenvolvido para a realização deste fórum tende a debater diversos temas como o aparecimento e implementação das televisões on-line, novas Plataformas e Ciberespaço; Comunicação e Informação na Internet; A influência dos blogs na forma e nos conteúdos produzidos pelos Meios de Comunicação. O Fórum tem entrada livre e está aberto à participação de todos os interessados. O Programa completo da iniciativa pode ser encontrado aqui.
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Demoacracia de faca e alguidar

Como podem os portugueses confiar um partido cujo conceito de Democracia é o de uma eleição de seis em seis meses?
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Irresponsabilidade paga

Primeiro, uma Assmbleia Municipal muda de data para os senhores deputados irem ver a bola.
Agora, chega-nos a fantástica ideia do presidente daquele órgão que entende que a melhor maneira de homenagear a Revolução que nos restituiu a Liberdade é… não a festejar.

As justificações são duas: o alheamento da população e…dos eleitos. A Sessão Solene, no órgão maior da Democracia vimaranense deve, antes de mais, ser um acto político. E desse modo, dos políticos. Se eles são os primeiros a alhear-se do momento em que deviam homenagear as conquistas que lhes permitem hoje ocupar os lugares que ocupam.

E a verdade é que a Sessão Solene do 25 de Abril é, de há uns anos a esta parte, um fracasso, pelo facto de os senhores deputados, eleitos para nos representarem, pagos pelos contribuintes (o subsídio é miserável, mas é dinheiro que sai dos cofres...), não porem os pés na cerimónia. Um mau exemplo Democrático.

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O Vitória é quem mais ordena.
Por maior que seja o clube, esta subalternização da política aos ditames do mundo da bola é perniciosa. O problema maior é abrir o precedente.
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A Manta está ainda maior

Depois do sucesso do ano passado, o Centro Cultural de Vila Flor volta a surpreender ao fazer a Manta - os concertos de Verão, na relva do Palácio - crescer outra vez. E o primeiro nome confirmado é uma grande banda. Exactamente com a sonoridade que, há muito, defendo que deve passar pelo CCVF.

Os The National actuam em Guimarães no dia 18 de Julho, no segundo de três dias de Festival. É a primeira aventura indie do CCVF e é uma aposta de grande qualidade. E nem sequer é arrojada, porque os nova-iorquinhos têm esgotado muitos dos sítios por onde passam.

A aposta no novo modelo da Manta e o primeiro nome anunciado são bons indicadores do que o CCVF quer fazer. E vem reforçar os elogios que ontem fazia a propósito de Anja Garabarek.

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Anja boa!


É já no próximo sábado o concerto de Anja Garbarek. Como sou prevenido, já comprei o bilhete, porque não quero perder a magnífica voz desta Norueguesa, filha de peixe e uma preciosidade ao nível daquelas paragens - que boa música se faz por lá!

O vídeo é do "hit" da menina. Uma daquelas música que podia passar nas rádios pop nacionais. Mas Anja é mais do que isto. Por isso é que esta é mais uma boa aposta do CCVF. E o Vila Flor, depois de Bregovic e Garbarek - e com aquilo que já conheço da programação de Maio -, parece ter entrado pelo caminho que há muito defendo (também) deve ser o seu: música para a minha geração, sem esquecer a qualidade.

E Anja é também a resposta a outra das críticas que faço ao CCVF: falta capacidade de arriscar. E trazer um tesouro como esta menina, mesmo arriscando uma má casa, num concerto único no Cartaz nacional é precisamente isso. Risco. Um belíssimo risco.

Mais em www.anjagarbarek.com; www.myspace.com/anjagarbarek e aqui.
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Do riso e do esquecimento: É desta que matam a Gata!

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Um vimaranense entre os melhores

O tenista vimarnanense João Sousa garantiu hoje a presença no quadro principal do Estoril Open, depois de uma excelente prestasção do qualifying. Sousa vai assim participar na prova mais importante do Ténis português, que este ano conta com a presença da super-estrela Roger Federer.

foto do Record, pescada na guimaraesdigital
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Debate sobre a precarização dos vínculos laborais dos jornalistas na próxima quinta-feira

No âmbito do I Ciclo de Conferências Gabinete de Imprensa de Guimarães/São Mamede – Centro de Artes e Espectáculos, o GI vai debater o tema da “Precarização dos vínculos laborais dos jornalistas”.O debate tem lugar no próximo dia 17 de Abril, pelas 22h00, no São Mamede – Centro de Artes e Espectáculos. João Pacheco, jornalista da Visão e líder do movimento Precários Inflexíveis é um dos convidados para este debate. O GI convidou também um administrador de um grupo de media nacional, aguardando ainda resposta a esse convite.

O GI entende que este se possa afigura como um momento óptimo para discutir um tema particularmente relevante no actual panorama da Comunicação Social em Portugal, reforçando assim o seu papel se dinamizador das discussões que interessam à classe. O Ciclo de Conferências Gabinete de Imprensa de Guimarães/São Mamede – Centro de Artes e Espectáculos corresponde a esse objectivo do GI de se afirmar como um fórum privilegiado dos temas do Jornalismo e da Comunicação em território nacional.
Saiba mais sobre o Gabinete de Imprensa de Guimarães aqui e aqui.
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Os sábados deviam ser todos assim


Ontem à tarde recebi uma mensagem que dizia: "Não me canso de olhar para a classificação". É sentimento generalizado numa cidade que está louca com a campanha da equipa de futebol do Vitória na Liga.

O golo de Miljan, aos 33 minutos do jogo frente ao Boavista, apenas serviu para concretizar um ambiente de euforia que se vivia no Estádio e na cidade, atiçado pela derrota do Benfica, na véspera. O Vitória, frente aos seus adeptos (20 mil, todos pagantes), não falhou. E agora é segundo no Campeonato, com um ponto e meio de vantagem sobre o Sporting.

O sonho estrelado está mais próximo do que nunca. Faltam quatro finais para o Vitória assinar com letras douradas a sua participação numa temporada que tem tudo para ser histórica para o desporto vimaranense.

Um dia perfeito em termos desportivos teve ainda um triunfo do Basquetebol, que aproveitou a derrota do Benfica para se isolar no 1º lugar da Proliga. E o voleibol, espécie de equipa sado-masoquista, que depois de ter praticamente perdido o jogo frente ao Espinho, recuperou de forma brilhante e venceu o quarto jogo da final. Agora há finalíssima, em Espinho. E pode ser que venha dali outro milagre.
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A velha Jerusalém na nova Meca

Old Jerusalem é um dos mais fascinantes projectos da nova música portuguesa. Com uma carga melancólica que chega a arrepiar, a banda de Francisco Silva passa hoje por Guimarães. Os autores do excelente Twice The Humbling Sun e do mais recente The Temple Bell, actuam esta noite pelo Convívio.

Aconselho vivamente uma passagem pela sede da associação, no Largo João Franco. Além de um concerto de grande qualidade, é uma oportunidade boa para sentir o novo pulsar de que se faz o Convívio. Quem tem acompanhado a programação da associação nos últimos meses tem visto uma associação viva, que tem dado a Guimarães um lado mais alternativo da cultura que se faz em Portugal e na Europa.

Logo, às 23h59, provem-no ao vivo.
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Boa iniciativa


ORIENTA-TE : FEIRA DE OFERTAS EDUCATIVAS E FORMATIVAS
Até Domingo no Multiusos.
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Homenagem merecida

A Direcção do Vitória vai homenagear, no intervalo do jogo de amanhã com o Boavista para a Liga de futebol, a equipa de Basquetebol que venceu a Taça de Portugal. Um reconhecimento merecido, como já o havia sido a recepção pela Câmara na segunda-feira.

Mas a homenagem que os heróis vitorianos merecem é uma casa cheia, amanhã à noite, no final do futebol, no jogo da Proliga. Às 21h300, no pavilhão do Vitória, frente ao Seixal. Essa seria mesmo a homenagem que estes jogadores e técnicos merecem.

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Um árbitro para o Sr. Vieira

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Voaram!

Esgotado!
Em menos de duas horas, os 800 lugares do Centro Cultural de Vila Flor ficaram repletos para o concerto da próxima sexta-feira, que junta uma das mais excitantes bandas pop nacionais, The Gift, à Orquetra Metropolitana de Lisboa.

Enquanto o concerto não chega, vale a pena espreitar aqui o "novo" single. Um aperitivo, embora a noite se adivinhe menos electrónica.
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A Revolução que o Vitória acelerou

"FC Porto ameaça extinguir equipa se acabar a Liga profissional.
Ovarense anunciou o abandono do campeonato profissional em 2008/09. Clubes ponderam nova prova amadora, gerida pela federação." (Público)
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Grandeza real

Escrevia ontem Luís Cirilo, no Depois Falamos: "Longe do futebol,e dos parolos que são adeptos de quem ganha mais vezes,é que se vê a grandeza real dos clubes."

Comprovem-no neste "directo" da gmrtv, onde é mostrada a chegada a Guimarães da equipa de Basquetebol. Eram duas da manhã e no Toural estavam mais de 400 pessoas. Melhor do que as imagens, apenas a lembrança de ter lá estado.
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Fantástico!

Parabens, Campeões!
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Histórico

E agora na final da Taça de Portugal de Basquetebol. Isto é de Grande Clube.
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Do riso e do esquecimento: Reflexões sobre o jornalismo

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Entre a Liberdade e o medo perdeu-se a Razão

"No início deste mês, na Escola de Economia e Gestão, reuniram-se vários bloggers no Segundo Encontro de bloggers de Instituições do Ensino Superior, com o objectivo de discutir o Ensino Superior a partir da blogosfera.

Não estive presente no encontro, mas a notícia do ComUM sobre o debate, publicada na última edição do jornal, preocupou-me de sobremaneira. Não apenas enquanto aluno da Universidade do Minho, mas também como cidadão e democrata.

Joaquim Sá, professor do Instituto de Estudos da Criança, lançou o alerta: “Quem diverge da hierarquia leva na tromba”. Rui Vieira de Castro seguiu o seu raciocínio e admitiu a possível existência de “casos espontâneos de censura na Universidade”. E José Cadima Ribeiro explicou que criou o seu blog Universidade Alternativa “para acabar com um instrumento de censura que havia na Universidade do Minho” no serviço UMNet, onde as mensagens mais críticas eram sistematicamente apagadas.

A estas declarações junta-se, por exemplo, o “caso Daniel Luís”, o professor que terá sido levado a encerrar o blog Dissidências por pressão do Instituto de Educação e Psicologia (IEP) no qual é professor.

Estes são, infelizmente, apenas os exemplos recentes. Porque vem de longe esta “tradição” censória na Universidade do Minho. Em 2006, o UMJornal, um periódico de mérito reconhecido (em poucos anos recebeu diversos prémios) e inquestionável qualidade (ter alguém como Joaquim Fidalgo a dirigir um jornal universitário é um luxo a que poucos se podem dar). Sem quaisquer explicações, a Reitoria da Universidade decidiu deixar de financiar o jornal. Estava no seu direito, mas ficou sempre no ar a ideia de que por detrás da decisão estava o desconforto que a postura independente e isenta do UMJornal provocava no Largo do Paço.

Em Novembro de 2005, o jornal Académico também foi silenciado. O jornal atreveu-se a pôr a nu a fragilidade da organização de um evento da AAUM (a Latada) e pagou por isso: duas semanas depois a direcção do jornal foi demitida e o jornal suspenso, até dar origem ao deprimente sucessor que hoje encontramos nos campi.

São exemplos suficientes para lançarem o alerta para o clima que se vive na Universidade do Minho. Tenho para mim que uma Universidade é, por definição, um espaço de Razão. Nos múltiplos sentidos que o termo encerra. Um campus não é apenas um espaço de conhecimento e sabedoria. É um espaço de diálogo entre múltiplos pontos de vista. E para que esse diálogo exista é necessário que haja tolerância, respeito pela diferença e a opinião.

Aquilo que se relata é um atentado a valores fundamentais da Democracia. Ainda por cima perpetrados num espaço que deve ser de promoção e defesa desses valores. E quando são os próprios responsáveis de uma instituição com a preponderância de uma Universidade a colocar em causa a Liberdade, algo está errado. Deste modo a universidade é uma instituição às avessas com o seu fundamento.

Os exemplos que apontei mostram que a Universidade do Minho é hoje, em muitas dimensões, a completa negação dos seus princípios fundamentais. Há uma certa cadeia de perversão na Academia que começa nas instituições estudantis e se prolonga pela escadaria do poder até aos corredores do Paço. Nega-se o direito à opinião, o direito à diferença e a um pensamento à margem. E, nega-se, a possibilidade de romper com o status quo que sempre foi apanágio das Universidades e motivo de evolução das Sociedades."

Publicado na versão impressa do ComUM, nº 6, que a partir de hoje está em circulação
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Os Cinco Projectos, uma vez mais

Já estamos em Abril e, à parte da fabulosa época do Vitória, o tema que domina as conversas em Gumarães é ainda o dos Cinco Porjectos para o concelho apresentados em Setembro. A discussão continuou também no espaço público, nas últimas semanas.

Durante a minha ausência das lides "bloguísticas", a Sociedade Martins Sarmento, num exemplo de compromisso de cidadania para com a cidade que vale a pena sublinhar, tomou uma das posições mais lúcidas sobre o tema. O comunicado da SMS pode ser lido
aqui.

Também o PSD tomou (finalmente) uma posição pública sobre os "Cinco Projectos para Guimarães". Da leitura dos jornais, fiquei a saber o que pensam os social-democratas, que defendem a existência de concursos públicos.

O PSD insiste que a mudança do Mercado foi um erro e defende a instalação de uma Escola de Artes (em parceria com a Escola Francisco de Holanda) no espaço do antigo Mercado e um Espaço de Arte Moderna dedicado a José de Guimarães, ao mesmo tempo que critica o investimento na Casa da Memória (ficaria melhor no Castelo, diz o PSD). Ficam ainda elogios ao CampUrbis, "um projecto sem defeitos a apontar"

Tropecei, entretanto, no blog de um grande amigo em mais uma opinião sobre o Toural. O texto, em seis partes, vale a pena.
Guimarães: O Projecto do Toural I; Guimarães: O Projecto do Toural II; Guimarães: O Projecto do Toural III; Guimarães: O Projecto do Toural IV; Guimarães: O Projecto do Toural V; Guimarães: O Porjecto do Toural VI.

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O fim-de-semana do Vitória em três palavras

Sonho, Desilusão e Força.
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CP altera horários na linha de Guimarães

A linha de caminho-de-ferro de Guimarães começou hoje a ter um novo horário.

"A alteração
traduz-se numa maior frequência de ligações entre Guimarães e o Porto. A CP vai introduzir nesta linha sete novos comboios diários, nos dias úteis.

A mudança de horário permite criar três novas ligações diárias entre Guimarães e o Porto. Assim, vai passar a ser possível viajar de Guimarães para o Porto às 12h42 e às 15h09 e, no sentido inverso, às 11h15. O novo horário da CP que entra em funcionamento na próxima semana cria também quatro novas ligações entre Guimarães e Lousado (duas em cada sentido), ambas durante a tarde.

No entanto, a proposta da CP prevê também o fim de duas ligações diárias entre as cidades do Porto e de Guimarães. A viagem que tinha início no Porto às 19h45 dos dias de semana vai desaparecer, assim como o horário das 21h05, no sentido contrário". (in Público)

Entretanto, na linha de Braga a CP efectuou esta autêntica revolução.
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XI Jornadas de Ciências da Comunicação

“Verdade ou consequência?” é o tema das jornadas deste ano do curso de Ciências da Comunicação. Como já vendo sendo habitual, as Jornadas são dois dias dedicados ao debate de assuntos relacionados com as várias áreas da Comunicação, tendo em conta as várias vertentes do curso: Audiovisuais, Jornalismo, Multimédia, Publicidade e Relações Públicas.

Organizadas pelo GACSUM, as jornadas de CC têm lugar nos próximos dias 1 e de Abril, no auditório B1 do CP2 do campus de Gualtar da Universidade do Minho.

Destaco o painel, O Jornalismo é manipulação?, no dia 1, às 10h30 e que vai ter como convidados Carlos Rodrigues Lima, jornalista do Expresso, José Pedro Marques Pereira, jornalista da RTP, Manuel Carvalho, director-adjunto do Público e Paulo Baldaia, director da TSF.

O programa completo pode ser encontrado aqui.
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Portugaldiario “vai dar” o «melhor dos blogues portugueses»

"O jornal online Portugaldiario deverá aparecer renovado até ao final do mês. O anúncio foi feito esta semana e promete novas secções (de Tecnologia e Ambiente), o desenvolvimento de secções já existentes, uma maior produção de video online, maior espaço para a imagem e, curioso, “o melhor dos blogues portugueses”. Sinal da valorização crescente dos blogues do ponto de vista informativo!"

Via Jornalismo e Comunicação
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Presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação fez balanço de dois anos de mandato no aniversário do Gabinete de Imprensa

O presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação (ERC), Azeredo Lopes, esteve presente, na quarta-feira, dia 26 de Março, no debate que marca o 32º aniversário do Gabinete de Imprensa de Guimarães. A iniciativa, que teve lugar no São Mamede – Centro de Artes e Espectáculos, juntou quase meia centena de jornalistas e colaboradores da comunicação, num debate que durou duas horas.

Ler mais
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Conversas Improváveis: Poder e Jornalismo



Os blogs minhotos voltam a descer à cidade para uma Conversa Improvável entre Jornalismo e Poder. O deputado vimaranense Miguel Laranjeiro, eleito pelo Partido Socialista no círculo de Braga, e a jornalista Luísa Teresa Ribeiro, do Diário do Minho, protagonizam a terceira Conversa Improvável do Café Blogue.
A iniciativa terá lugar na próxima Segunda-Feira, dia 31 de Março, pelas 21h30m, no Estaleiro Cultural Velha a Branca.
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Definições

Respondendo ao desafio do Sic Gloria, cá vão as minhas definições.

1.VIDA: Acordar num dia de Primavera e ver uns olhos castanhos a dizer "Bom dia!"
2.AMOR: A motivação de fundo para a vida.
3.CASAMENTO: Um absurdo. Não compete ao Estado nem a qualquer instituição religiosa, legimitar uma relação que é apenas pessoal.
4.FAMÍLIA: A minha é grande. Ao Pai e à Mãe a quem muito devo, junto o irmão-companheiro-melhor amigo e os outros amigos com quem me fiz o que sou.
5.DINHEIRO: Pouco. Mas gasto com prazer.
6.HOMEM: Às vezes gostava mesmo de o conseguir perceber.
7.MULHER: “Há um fio de comunicação que creio ter com as mulheres ao longo da minha vida me permitiu sentir-me mais à vontade e seguro entre elas do que entre os homens. Também pode vir daí a minha convicção de que são elas que suportam o mundo enquanto nós, homens, o desordenamos com a nossa heróica brutalidade”. Faço minhas as palavras do Garcia Marquez.
8.DESEJO: Um Carocha verde, uma casa em frente à estação e os dedos perdidos nos teus.
9.SUCESSO: Recuar dez anos e descobri que estou no caminho que na altura tracei.
10.PROFISSÃO: Uma paixão antiga, com o luxo de ser pago por isso.
11.SAÚDE: Nem sempre lhe dedico a devida atenção...
12.INTERNET: Ferramenta de trabalho, escape, vício...
13.PRESENTE:Um momento muito feliz da vida.
14.PASSADO: A base da felicidade de hoje.
15.FUTURO: É onde moram os sonhos.
16.POLITICA: Um motor da sociedade, quando encarada com seriedade. Gosto do "jogo", mas prefiro estar na "bancada".
17.BRASIL: Estas coisas são sempre feiras por brasileiros, não são?
18.SEXO: A dois.
19.ARTE: Música, Cinema, Teatro, Pintura, Literatura, Fotografia. É difícil resistir-lhe e é por isso que invisto nela quase todo o meu orçamento.
20.OPINIÃO SOBRE O DESAFIO EM QUESTÃO: Não consigo dizer que não a um amigo...
21.PESSOAS A QUEM PASSO O DESAFIO:
Pedro Morgado
Vítor Pimenta
Luísa Teresa Ribeiro
NFC
Filipa Vieira
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No bom caminho

Assim se faz um clube grande.
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A excelência aqui ao lado

A feira do livro começa no sábado.
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Presidentes da ERC e Sindicato de Jornalistas no aniversário do GIG

O Presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, Azeredo Lopes e o Presidente do Sindicato de Jornalistas, Alfredo Maia, são alguns dos intervenientes na primeira Sessão do Ciclo de Conferências que a associação Gabinete de Imprensa de Guimarães (GI) leva a efeito durante o seu 32.º aniversário.

“Dois Anos de Entidade Reguladora para a Comunicação: que balanço?” é o mote que o GI lança no debate, contando com a presença de profissionais credenciados no jornalismo a nível nacional.

O debate vai ter lugar no Centro de Artes e Espectáculos de São Mamede, Guimarães, às 16 horas, no dia 26 de Março (4.ª feira). O GI pretende, ainda, envolver a comunidade da imprensa regional e local neste debate, esperando contar com o contributo de todos, nomeadamente nas questões que podem ser colocadas ao responsável máximo da Entidade Reguladora para a Comunicação Social.
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Enorme Vitória

Depois de ressuscitar, a equipa de voleibol do Vitória parece imparável no nacional A1. Grande triunfo em Espinho no sábado a conseguir anular a vantagem-casa dos "tigres".
Domingo é preciso encher o pavilhão do Vitória para dar sequência a este grande momento.
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Norte Sentido: um novo blog

Um novo blog para acompanhar, feito desde Guimarães. Chama-se Norte Sentido e está aqui.
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Do riso e do esquecimento: Bolonha a duas velocidades

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Do avesso

Ontem lia no Sine Die um post bastante pertinente sobre as diferenças ideológicas entre os principais partidos de Portugal e de Espanha. E acrescendo mais: os comentadores de serviço até acham tudo muito normal, criticando, pelo contrário, os espanhois por não se entenderem. Esquecem-se é de uma coisa: a diferença entre a esquerda e a direita está exacatamente aí, nas diferentes concepções sobre a vida pública. De facto, não podia concordar mais: Isto está tudo do avesso.
Em Portugal a direita apoia as tácticas sindicalistas e a esquerda privatiza serviços públicos. Como se isso não bastasse, o PS veio armar-se em defensor da moral e bons costumes, propondo a proibição de piercings, ainda que sob a capa da saúde pública. Vá lá alguém perceber isto...
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Diferenças

Enquanto, em boa parte do país, as escolas estão fechadas, em greve contra a necessária reforma na Educação, na EB 2,3 de Urgezes, em Guimarães, o Departamento de Línguas e Literatura organizou uma série de eventos, que incluíram uma feira do livro, sessões de leitura e debates (participei num desses, sobre jornalismo).

São diferentes formas de encarar a profissão: Uns são sérios e fazem o seu trabalho, outros aproveitam o último dia de aulas do período para anteciparem as férias.

Mas como a reforma é cega, levam todos por tabela. Mesmo os que, sendo minoria, ensinam a forma certa de encarar um profissão de serviço público.

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Um clube enorme

O Sporting de Braga tem vindo a promover uma iniciativa a todos os títulos louvável na promoção do clube e do futebol. Dois jogadores da equipa arsenalista vão a algumas escolas do concelho numa acção de charme onde são também distribuídos bilhetes para os jogos do clube.
Ontem, na EB 2,3 de Maximinos, a coisa correu mal para as cores bracarenses. Nessas iniciativas é habitual que o melhor aluno da escola receba uma camisola autografada pelos jogadores do Braga. Só que ontem o aluno premiado era um adepto....do Vitória. E fez questão de o dizer ali mesmo.

Alguém duvida que o Vitória é mesmo um clube enorme?
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Quase 70 por cento dos comerciantes apoia construção de parque de estacionamento do Toural

A grande maioria dos comerciantes (68%) considera que a construção de um parque de estacionamento subterrâneo no Toural “constitui um apoio fundamental para a sua sobrevivência comercial”, mas 77% mostram-se muitos preocupados quanto ao prazo de execução, que deve ser, no entender da ACIG, o mais curto possível.

(Rádio Fundação)

Os comerciantes de Guimarães são a favor da construção de estacionamento subterrâneo no Largo do Toural, mas têm dúvidas em relação ao projecto apresentado há seis meses pela câmara municipal. Os prazos para execução da obra e as condições de acesso às lojas durante esse período são preocupações de topo dos lojistas, que defendem que a autarquia deveria "ponderar a suspensão das taxas municipais" durante esse período.

(Público)

Ler mais:
Comerciantes e ACIG concordam com parque subterrâneo no Toural (guimaraesdigital)
Obras no Toural são vistas como plástica numa velha (JN)
As opoiniões dos comerciantes (JN)
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E à terceira é de vez?

A equipa de voleibol do Vitória renasceu das cinzas para dar uma sapatada de luve branca a todos quantos decretaram a eliminação da equipa depois da derrota do primeiro jogo da meia-final (onde me incluo: mea culpa).
Depois da extraordinária recuperação na Luz, o Vitória fez ontem um bom jogo, perante um pavilhão a abarrotar. A Família vitoriana respondeu em peso e até o plantel sénior de futebol esteve no pavihão do clube a dar uma ajuda ao apuramento.
Pelo terceir ano consecutivo, o Vitória está na final do Nacional A1 de voleibol, tendo mais uma vez pela frente o Sporting de Espinho. Depois de duas derrotas às mãos dos "tigres" está na hora de vencer!

Antes disso, no próximo Domingo, o Espinho é também o último obstáculo a separar o Vitória da Taça de Portugal. A final disputa-se na Régua e os vimaranenses têm para já o handicap do jogo a meio da semana. Mas a motivação conseguida pelo triunfo de ontem e pelo incansável apoio vitoriano podem ajudar a chegar à conquista.

Ainda em relação ao jogo de ontem, permitam-me que destaque Fernando Ribeiro. Aos 21 anos, o líbero do Vitória está um senhor jogador (ontem fez defesas portentosas e foi um dos pilares da equipa). Nascido, criado e formado em Guimarães, Fernando Ribeiro é o primeiro produto da formação vitoriana a impôr-se na equipa principal e é mais um dos muitos e bons resultados que a excelente estratégia da direcção da secção pôs em marcha há uns anos e que tornaram o Vitória um dos grandes do voleibol nacional.

E, dúvidas houvesse, esta é mais uma prova de que este é um dos maiores clubes nacionais. Não apenas no futebol, mas também nas ditas modalidades amadoras, particularmente nos campeões nacionais de basquetebol e nesta equipa de voleibol. Por muito que queiram, outros clubes não chegarão a este patamar de ecletismo e qualidade que fazem do Vitória, indiscutivelmente, um grande.
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Faz sentido dar as mãos...

...ou Como a necessidade aguça o engenho.

"Governo Civis da Região Norte vão concorrer em conjunto a verbas comunutárias"

Protecção civil, prevenção rodoviária e segurança interna. É por estas três áreas que os cinco distritos vão começar a trabalhar em conjunto. O levantamento das necesidades já está em marcha, segundo o governador civil de Braga, Fernando Moniz, e o passo seguinte será a definição das prioridades, que passam, por exemplo, por quartéis e equipamentos para bombeiros e medidas de combate à sinistralidade rodoviária.

(Público)
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Gonçalo M. Tavares na Centésima

Um dos mais conceituados novos autores da litetarutra portuguesa passa por Guimarães no próximo mês. Gonçalo M. Tavares é convidado da livraria Centésima Página, no São Mamede - Centro de Artes e Espectáculos, no próximo dia 5 de Abril, às 18h00.
A presença do autor de Jerusalém será a oporunidade para um debate sobre a obra de Gonçalo M. Tavares que conta também com a participação da arquitecta Rachel Caiano.

Obrigado ao Bruno Malheiro pela dica.