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[pausa]


Durante os próximos dias, regresso à cidade onde cresci. Para descansar, rever lugares, visitar amigos. E festejar, já amanhã, o Sant Jordi na companhia certa.
Até já!
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CAMPEÕES!


Este é já um ano histórico. Depois da Taça de Portugal em basquetebol, o Vitória sagrou-se Campeão Nacional de voleibol, depois de ter vencido o decisivo jogo da final disputado em Espinho. Contra todas as expectativas, a equipa que esteve "morta" sucessivamente contra o Castêlo, o Benfica e o Espinho, recuperou sempre, de forma estóica, e atingiu pela primeira vez o lugar mais alto do Nacional A1.

Precipitei-me a decretar a "morte" deste projecto. Especialmente porque o Vitória do jogo de hoje foi praticamente perfeito. E só não ganhou por 3-0, porque os árbitros nacionais têm medo de marcar faltas a Miguel Maia.

É um momento de grande alegria, especialmente numa modalidade que acompanho há anos, desde os tempos em que andava pelos escalões secundários. E é, pessoalmente, um "vingança". Há dois anos saí de Espinho doente. Hoje, doente, não fui a Espinho. Mas o que interessa é que somos Campeões. E essa é uma alegria que já não nos tiram.

Há uma semana, no pavilhão do Vitória, os adeptos do Espinho já gritavam "Tri-Campeões". De forma extemporânea, como se provou. Pelo menos ficaram com patrocinador para a próxima época.
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Fórum novas plataformas tecnológicas: Meios de comunicação social e internet

O Gabinete de Imprensa de Guimarães – Associação de Profissionais e Colaboradores da Comunicação e o Projecto Região Vale do Ave Digital associaram-se na organização do Fórum sobre as “Novas Plataformas Tecnológicas: Meios de Comunicação Social e Internet”.

O Fórum visa preparar a Comunicação Social para o amadurecimento da Internet como principal concorrente, produtor e difusor de notícias e estimular na comunidade o surgimento das TV’s Online e as TV’s Regionais. A iniciativa decorre nos próximos dias 22 e 23 (terça e quarta-feira), no Auditório do AvePark, em Caldas das Taipas, e tem um painel de luxo.

O programa desenvolvido para a realização deste fórum tende a debater diversos temas como o aparecimento e implementação das televisões on-line, novas Plataformas e Ciberespaço; Comunicação e Informação na Internet; A influência dos blogs na forma e nos conteúdos produzidos pelos Meios de Comunicação. O Fórum tem entrada livre e está aberto à participação de todos os interessados. O Programa completo da iniciativa pode ser encontrado aqui.
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Demoacracia de faca e alguidar

Como podem os portugueses confiar um partido cujo conceito de Democracia é o de uma eleição de seis em seis meses?
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Irresponsabilidade paga

Primeiro, uma Assmbleia Municipal muda de data para os senhores deputados irem ver a bola.
Agora, chega-nos a fantástica ideia do presidente daquele órgão que entende que a melhor maneira de homenagear a Revolução que nos restituiu a Liberdade é… não a festejar.

As justificações são duas: o alheamento da população e…dos eleitos. A Sessão Solene, no órgão maior da Democracia vimaranense deve, antes de mais, ser um acto político. E desse modo, dos políticos. Se eles são os primeiros a alhear-se do momento em que deviam homenagear as conquistas que lhes permitem hoje ocupar os lugares que ocupam.

E a verdade é que a Sessão Solene do 25 de Abril é, de há uns anos a esta parte, um fracasso, pelo facto de os senhores deputados, eleitos para nos representarem, pagos pelos contribuintes (o subsídio é miserável, mas é dinheiro que sai dos cofres...), não porem os pés na cerimónia. Um mau exemplo Democrático.

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O Vitória é quem mais ordena.
Por maior que seja o clube, esta subalternização da política aos ditames do mundo da bola é perniciosa. O problema maior é abrir o precedente.
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A Manta está ainda maior

Depois do sucesso do ano passado, o Centro Cultural de Vila Flor volta a surpreender ao fazer a Manta - os concertos de Verão, na relva do Palácio - crescer outra vez. E o primeiro nome confirmado é uma grande banda. Exactamente com a sonoridade que, há muito, defendo que deve passar pelo CCVF.

Os The National actuam em Guimarães no dia 18 de Julho, no segundo de três dias de Festival. É a primeira aventura indie do CCVF e é uma aposta de grande qualidade. E nem sequer é arrojada, porque os nova-iorquinhos têm esgotado muitos dos sítios por onde passam.

A aposta no novo modelo da Manta e o primeiro nome anunciado são bons indicadores do que o CCVF quer fazer. E vem reforçar os elogios que ontem fazia a propósito de Anja Garabarek.

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Anja boa!


É já no próximo sábado o concerto de Anja Garbarek. Como sou prevenido, já comprei o bilhete, porque não quero perder a magnífica voz desta Norueguesa, filha de peixe e uma preciosidade ao nível daquelas paragens - que boa música se faz por lá!

O vídeo é do "hit" da menina. Uma daquelas música que podia passar nas rádios pop nacionais. Mas Anja é mais do que isto. Por isso é que esta é mais uma boa aposta do CCVF. E o Vila Flor, depois de Bregovic e Garbarek - e com aquilo que já conheço da programação de Maio -, parece ter entrado pelo caminho que há muito defendo (também) deve ser o seu: música para a minha geração, sem esquecer a qualidade.

E Anja é também a resposta a outra das críticas que faço ao CCVF: falta capacidade de arriscar. E trazer um tesouro como esta menina, mesmo arriscando uma má casa, num concerto único no Cartaz nacional é precisamente isso. Risco. Um belíssimo risco.

Mais em www.anjagarbarek.com; www.myspace.com/anjagarbarek e aqui.
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Do riso e do esquecimento: É desta que matam a Gata!

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Um vimaranense entre os melhores

O tenista vimarnanense João Sousa garantiu hoje a presença no quadro principal do Estoril Open, depois de uma excelente prestasção do qualifying. Sousa vai assim participar na prova mais importante do Ténis português, que este ano conta com a presença da super-estrela Roger Federer.

foto do Record, pescada na guimaraesdigital
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Debate sobre a precarização dos vínculos laborais dos jornalistas na próxima quinta-feira

No âmbito do I Ciclo de Conferências Gabinete de Imprensa de Guimarães/São Mamede – Centro de Artes e Espectáculos, o GI vai debater o tema da “Precarização dos vínculos laborais dos jornalistas”.O debate tem lugar no próximo dia 17 de Abril, pelas 22h00, no São Mamede – Centro de Artes e Espectáculos. João Pacheco, jornalista da Visão e líder do movimento Precários Inflexíveis é um dos convidados para este debate. O GI convidou também um administrador de um grupo de media nacional, aguardando ainda resposta a esse convite.

O GI entende que este se possa afigura como um momento óptimo para discutir um tema particularmente relevante no actual panorama da Comunicação Social em Portugal, reforçando assim o seu papel se dinamizador das discussões que interessam à classe. O Ciclo de Conferências Gabinete de Imprensa de Guimarães/São Mamede – Centro de Artes e Espectáculos corresponde a esse objectivo do GI de se afirmar como um fórum privilegiado dos temas do Jornalismo e da Comunicação em território nacional.
Saiba mais sobre o Gabinete de Imprensa de Guimarães aqui e aqui.
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Os sábados deviam ser todos assim


Ontem à tarde recebi uma mensagem que dizia: "Não me canso de olhar para a classificação". É sentimento generalizado numa cidade que está louca com a campanha da equipa de futebol do Vitória na Liga.

O golo de Miljan, aos 33 minutos do jogo frente ao Boavista, apenas serviu para concretizar um ambiente de euforia que se vivia no Estádio e na cidade, atiçado pela derrota do Benfica, na véspera. O Vitória, frente aos seus adeptos (20 mil, todos pagantes), não falhou. E agora é segundo no Campeonato, com um ponto e meio de vantagem sobre o Sporting.

O sonho estrelado está mais próximo do que nunca. Faltam quatro finais para o Vitória assinar com letras douradas a sua participação numa temporada que tem tudo para ser histórica para o desporto vimaranense.

Um dia perfeito em termos desportivos teve ainda um triunfo do Basquetebol, que aproveitou a derrota do Benfica para se isolar no 1º lugar da Proliga. E o voleibol, espécie de equipa sado-masoquista, que depois de ter praticamente perdido o jogo frente ao Espinho, recuperou de forma brilhante e venceu o quarto jogo da final. Agora há finalíssima, em Espinho. E pode ser que venha dali outro milagre.
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A velha Jerusalém na nova Meca

Old Jerusalem é um dos mais fascinantes projectos da nova música portuguesa. Com uma carga melancólica que chega a arrepiar, a banda de Francisco Silva passa hoje por Guimarães. Os autores do excelente Twice The Humbling Sun e do mais recente The Temple Bell, actuam esta noite pelo Convívio.

Aconselho vivamente uma passagem pela sede da associação, no Largo João Franco. Além de um concerto de grande qualidade, é uma oportunidade boa para sentir o novo pulsar de que se faz o Convívio. Quem tem acompanhado a programação da associação nos últimos meses tem visto uma associação viva, que tem dado a Guimarães um lado mais alternativo da cultura que se faz em Portugal e na Europa.

Logo, às 23h59, provem-no ao vivo.
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Boa iniciativa


ORIENTA-TE : FEIRA DE OFERTAS EDUCATIVAS E FORMATIVAS
Até Domingo no Multiusos.
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Homenagem merecida

A Direcção do Vitória vai homenagear, no intervalo do jogo de amanhã com o Boavista para a Liga de futebol, a equipa de Basquetebol que venceu a Taça de Portugal. Um reconhecimento merecido, como já o havia sido a recepção pela Câmara na segunda-feira.

Mas a homenagem que os heróis vitorianos merecem é uma casa cheia, amanhã à noite, no final do futebol, no jogo da Proliga. Às 21h300, no pavilhão do Vitória, frente ao Seixal. Essa seria mesmo a homenagem que estes jogadores e técnicos merecem.

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Um árbitro para o Sr. Vieira

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Voaram!

Esgotado!
Em menos de duas horas, os 800 lugares do Centro Cultural de Vila Flor ficaram repletos para o concerto da próxima sexta-feira, que junta uma das mais excitantes bandas pop nacionais, The Gift, à Orquetra Metropolitana de Lisboa.

Enquanto o concerto não chega, vale a pena espreitar aqui o "novo" single. Um aperitivo, embora a noite se adivinhe menos electrónica.
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A Revolução que o Vitória acelerou

"FC Porto ameaça extinguir equipa se acabar a Liga profissional.
Ovarense anunciou o abandono do campeonato profissional em 2008/09. Clubes ponderam nova prova amadora, gerida pela federação." (Público)
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Grandeza real

Escrevia ontem Luís Cirilo, no Depois Falamos: "Longe do futebol,e dos parolos que são adeptos de quem ganha mais vezes,é que se vê a grandeza real dos clubes."

Comprovem-no neste "directo" da gmrtv, onde é mostrada a chegada a Guimarães da equipa de Basquetebol. Eram duas da manhã e no Toural estavam mais de 400 pessoas. Melhor do que as imagens, apenas a lembrança de ter lá estado.
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Fantástico!

Parabens, Campeões!
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Histórico

E agora na final da Taça de Portugal de Basquetebol. Isto é de Grande Clube.
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Do riso e do esquecimento: Reflexões sobre o jornalismo

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Entre a Liberdade e o medo perdeu-se a Razão

"No início deste mês, na Escola de Economia e Gestão, reuniram-se vários bloggers no Segundo Encontro de bloggers de Instituições do Ensino Superior, com o objectivo de discutir o Ensino Superior a partir da blogosfera.

Não estive presente no encontro, mas a notícia do ComUM sobre o debate, publicada na última edição do jornal, preocupou-me de sobremaneira. Não apenas enquanto aluno da Universidade do Minho, mas também como cidadão e democrata.

Joaquim Sá, professor do Instituto de Estudos da Criança, lançou o alerta: “Quem diverge da hierarquia leva na tromba”. Rui Vieira de Castro seguiu o seu raciocínio e admitiu a possível existência de “casos espontâneos de censura na Universidade”. E José Cadima Ribeiro explicou que criou o seu blog Universidade Alternativa “para acabar com um instrumento de censura que havia na Universidade do Minho” no serviço UMNet, onde as mensagens mais críticas eram sistematicamente apagadas.

A estas declarações junta-se, por exemplo, o “caso Daniel Luís”, o professor que terá sido levado a encerrar o blog Dissidências por pressão do Instituto de Educação e Psicologia (IEP) no qual é professor.

Estes são, infelizmente, apenas os exemplos recentes. Porque vem de longe esta “tradição” censória na Universidade do Minho. Em 2006, o UMJornal, um periódico de mérito reconhecido (em poucos anos recebeu diversos prémios) e inquestionável qualidade (ter alguém como Joaquim Fidalgo a dirigir um jornal universitário é um luxo a que poucos se podem dar). Sem quaisquer explicações, a Reitoria da Universidade decidiu deixar de financiar o jornal. Estava no seu direito, mas ficou sempre no ar a ideia de que por detrás da decisão estava o desconforto que a postura independente e isenta do UMJornal provocava no Largo do Paço.

Em Novembro de 2005, o jornal Académico também foi silenciado. O jornal atreveu-se a pôr a nu a fragilidade da organização de um evento da AAUM (a Latada) e pagou por isso: duas semanas depois a direcção do jornal foi demitida e o jornal suspenso, até dar origem ao deprimente sucessor que hoje encontramos nos campi.

São exemplos suficientes para lançarem o alerta para o clima que se vive na Universidade do Minho. Tenho para mim que uma Universidade é, por definição, um espaço de Razão. Nos múltiplos sentidos que o termo encerra. Um campus não é apenas um espaço de conhecimento e sabedoria. É um espaço de diálogo entre múltiplos pontos de vista. E para que esse diálogo exista é necessário que haja tolerância, respeito pela diferença e a opinião.

Aquilo que se relata é um atentado a valores fundamentais da Democracia. Ainda por cima perpetrados num espaço que deve ser de promoção e defesa desses valores. E quando são os próprios responsáveis de uma instituição com a preponderância de uma Universidade a colocar em causa a Liberdade, algo está errado. Deste modo a universidade é uma instituição às avessas com o seu fundamento.

Os exemplos que apontei mostram que a Universidade do Minho é hoje, em muitas dimensões, a completa negação dos seus princípios fundamentais. Há uma certa cadeia de perversão na Academia que começa nas instituições estudantis e se prolonga pela escadaria do poder até aos corredores do Paço. Nega-se o direito à opinião, o direito à diferença e a um pensamento à margem. E, nega-se, a possibilidade de romper com o status quo que sempre foi apanágio das Universidades e motivo de evolução das Sociedades."

Publicado na versão impressa do ComUM, nº 6, que a partir de hoje está em circulação
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Os Cinco Projectos, uma vez mais

Já estamos em Abril e, à parte da fabulosa época do Vitória, o tema que domina as conversas em Gumarães é ainda o dos Cinco Porjectos para o concelho apresentados em Setembro. A discussão continuou também no espaço público, nas últimas semanas.

Durante a minha ausência das lides "bloguísticas", a Sociedade Martins Sarmento, num exemplo de compromisso de cidadania para com a cidade que vale a pena sublinhar, tomou uma das posições mais lúcidas sobre o tema. O comunicado da SMS pode ser lido
aqui.

Também o PSD tomou (finalmente) uma posição pública sobre os "Cinco Projectos para Guimarães". Da leitura dos jornais, fiquei a saber o que pensam os social-democratas, que defendem a existência de concursos públicos.

O PSD insiste que a mudança do Mercado foi um erro e defende a instalação de uma Escola de Artes (em parceria com a Escola Francisco de Holanda) no espaço do antigo Mercado e um Espaço de Arte Moderna dedicado a José de Guimarães, ao mesmo tempo que critica o investimento na Casa da Memória (ficaria melhor no Castelo, diz o PSD). Ficam ainda elogios ao CampUrbis, "um projecto sem defeitos a apontar"

Tropecei, entretanto, no blog de um grande amigo em mais uma opinião sobre o Toural. O texto, em seis partes, vale a pena.
Guimarães: O Projecto do Toural I; Guimarães: O Projecto do Toural II; Guimarães: O Projecto do Toural III; Guimarães: O Projecto do Toural IV; Guimarães: O Projecto do Toural V; Guimarães: O Porjecto do Toural VI.

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O fim-de-semana do Vitória em três palavras

Sonho, Desilusão e Força.
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CP altera horários na linha de Guimarães

A linha de caminho-de-ferro de Guimarães começou hoje a ter um novo horário.

"A alteração
traduz-se numa maior frequência de ligações entre Guimarães e o Porto. A CP vai introduzir nesta linha sete novos comboios diários, nos dias úteis.

A mudança de horário permite criar três novas ligações diárias entre Guimarães e o Porto. Assim, vai passar a ser possível viajar de Guimarães para o Porto às 12h42 e às 15h09 e, no sentido inverso, às 11h15. O novo horário da CP que entra em funcionamento na próxima semana cria também quatro novas ligações entre Guimarães e Lousado (duas em cada sentido), ambas durante a tarde.

No entanto, a proposta da CP prevê também o fim de duas ligações diárias entre as cidades do Porto e de Guimarães. A viagem que tinha início no Porto às 19h45 dos dias de semana vai desaparecer, assim como o horário das 21h05, no sentido contrário". (in Público)

Entretanto, na linha de Braga a CP efectuou esta autêntica revolução.
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XI Jornadas de Ciências da Comunicação

“Verdade ou consequência?” é o tema das jornadas deste ano do curso de Ciências da Comunicação. Como já vendo sendo habitual, as Jornadas são dois dias dedicados ao debate de assuntos relacionados com as várias áreas da Comunicação, tendo em conta as várias vertentes do curso: Audiovisuais, Jornalismo, Multimédia, Publicidade e Relações Públicas.

Organizadas pelo GACSUM, as jornadas de CC têm lugar nos próximos dias 1 e de Abril, no auditório B1 do CP2 do campus de Gualtar da Universidade do Minho.

Destaco o painel, O Jornalismo é manipulação?, no dia 1, às 10h30 e que vai ter como convidados Carlos Rodrigues Lima, jornalista do Expresso, José Pedro Marques Pereira, jornalista da RTP, Manuel Carvalho, director-adjunto do Público e Paulo Baldaia, director da TSF.

O programa completo pode ser encontrado aqui.
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Portugaldiario “vai dar” o «melhor dos blogues portugueses»

"O jornal online Portugaldiario deverá aparecer renovado até ao final do mês. O anúncio foi feito esta semana e promete novas secções (de Tecnologia e Ambiente), o desenvolvimento de secções já existentes, uma maior produção de video online, maior espaço para a imagem e, curioso, “o melhor dos blogues portugueses”. Sinal da valorização crescente dos blogues do ponto de vista informativo!"

Via Jornalismo e Comunicação
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Presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação fez balanço de dois anos de mandato no aniversário do Gabinete de Imprensa

O presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação (ERC), Azeredo Lopes, esteve presente, na quarta-feira, dia 26 de Março, no debate que marca o 32º aniversário do Gabinete de Imprensa de Guimarães. A iniciativa, que teve lugar no São Mamede – Centro de Artes e Espectáculos, juntou quase meia centena de jornalistas e colaboradores da comunicação, num debate que durou duas horas.

Ler mais
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Conversas Improváveis: Poder e Jornalismo



Os blogs minhotos voltam a descer à cidade para uma Conversa Improvável entre Jornalismo e Poder. O deputado vimaranense Miguel Laranjeiro, eleito pelo Partido Socialista no círculo de Braga, e a jornalista Luísa Teresa Ribeiro, do Diário do Minho, protagonizam a terceira Conversa Improvável do Café Blogue.
A iniciativa terá lugar na próxima Segunda-Feira, dia 31 de Março, pelas 21h30m, no Estaleiro Cultural Velha a Branca.
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Definições

Respondendo ao desafio do Sic Gloria, cá vão as minhas definições.

1.VIDA: Acordar num dia de Primavera e ver uns olhos castanhos a dizer "Bom dia!"
2.AMOR: A motivação de fundo para a vida.
3.CASAMENTO: Um absurdo. Não compete ao Estado nem a qualquer instituição religiosa, legimitar uma relação que é apenas pessoal.
4.FAMÍLIA: A minha é grande. Ao Pai e à Mãe a quem muito devo, junto o irmão-companheiro-melhor amigo e os outros amigos com quem me fiz o que sou.
5.DINHEIRO: Pouco. Mas gasto com prazer.
6.HOMEM: Às vezes gostava mesmo de o conseguir perceber.
7.MULHER: “Há um fio de comunicação que creio ter com as mulheres ao longo da minha vida me permitiu sentir-me mais à vontade e seguro entre elas do que entre os homens. Também pode vir daí a minha convicção de que são elas que suportam o mundo enquanto nós, homens, o desordenamos com a nossa heróica brutalidade”. Faço minhas as palavras do Garcia Marquez.
8.DESEJO: Um Carocha verde, uma casa em frente à estação e os dedos perdidos nos teus.
9.SUCESSO: Recuar dez anos e descobri que estou no caminho que na altura tracei.
10.PROFISSÃO: Uma paixão antiga, com o luxo de ser pago por isso.
11.SAÚDE: Nem sempre lhe dedico a devida atenção...
12.INTERNET: Ferramenta de trabalho, escape, vício...
13.PRESENTE:Um momento muito feliz da vida.
14.PASSADO: A base da felicidade de hoje.
15.FUTURO: É onde moram os sonhos.
16.POLITICA: Um motor da sociedade, quando encarada com seriedade. Gosto do "jogo", mas prefiro estar na "bancada".
17.BRASIL: Estas coisas são sempre feiras por brasileiros, não são?
18.SEXO: A dois.
19.ARTE: Música, Cinema, Teatro, Pintura, Literatura, Fotografia. É difícil resistir-lhe e é por isso que invisto nela quase todo o meu orçamento.
20.OPINIÃO SOBRE O DESAFIO EM QUESTÃO: Não consigo dizer que não a um amigo...
21.PESSOAS A QUEM PASSO O DESAFIO:
Pedro Morgado
Vítor Pimenta
Luísa Teresa Ribeiro
NFC
Filipa Vieira
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No bom caminho

Assim se faz um clube grande.
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A excelência aqui ao lado

A feira do livro começa no sábado.
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Presidentes da ERC e Sindicato de Jornalistas no aniversário do GIG

O Presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, Azeredo Lopes e o Presidente do Sindicato de Jornalistas, Alfredo Maia, são alguns dos intervenientes na primeira Sessão do Ciclo de Conferências que a associação Gabinete de Imprensa de Guimarães (GI) leva a efeito durante o seu 32.º aniversário.

“Dois Anos de Entidade Reguladora para a Comunicação: que balanço?” é o mote que o GI lança no debate, contando com a presença de profissionais credenciados no jornalismo a nível nacional.

O debate vai ter lugar no Centro de Artes e Espectáculos de São Mamede, Guimarães, às 16 horas, no dia 26 de Março (4.ª feira). O GI pretende, ainda, envolver a comunidade da imprensa regional e local neste debate, esperando contar com o contributo de todos, nomeadamente nas questões que podem ser colocadas ao responsável máximo da Entidade Reguladora para a Comunicação Social.
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Enorme Vitória

Depois de ressuscitar, a equipa de voleibol do Vitória parece imparável no nacional A1. Grande triunfo em Espinho no sábado a conseguir anular a vantagem-casa dos "tigres".
Domingo é preciso encher o pavilhão do Vitória para dar sequência a este grande momento.
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Norte Sentido: um novo blog

Um novo blog para acompanhar, feito desde Guimarães. Chama-se Norte Sentido e está aqui.
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Do riso e do esquecimento: Bolonha a duas velocidades

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Do avesso

Ontem lia no Sine Die um post bastante pertinente sobre as diferenças ideológicas entre os principais partidos de Portugal e de Espanha. E acrescendo mais: os comentadores de serviço até acham tudo muito normal, criticando, pelo contrário, os espanhois por não se entenderem. Esquecem-se é de uma coisa: a diferença entre a esquerda e a direita está exacatamente aí, nas diferentes concepções sobre a vida pública. De facto, não podia concordar mais: Isto está tudo do avesso.
Em Portugal a direita apoia as tácticas sindicalistas e a esquerda privatiza serviços públicos. Como se isso não bastasse, o PS veio armar-se em defensor da moral e bons costumes, propondo a proibição de piercings, ainda que sob a capa da saúde pública. Vá lá alguém perceber isto...
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Diferenças

Enquanto, em boa parte do país, as escolas estão fechadas, em greve contra a necessária reforma na Educação, na EB 2,3 de Urgezes, em Guimarães, o Departamento de Línguas e Literatura organizou uma série de eventos, que incluíram uma feira do livro, sessões de leitura e debates (participei num desses, sobre jornalismo).

São diferentes formas de encarar a profissão: Uns são sérios e fazem o seu trabalho, outros aproveitam o último dia de aulas do período para anteciparem as férias.

Mas como a reforma é cega, levam todos por tabela. Mesmo os que, sendo minoria, ensinam a forma certa de encarar um profissão de serviço público.

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Um clube enorme

O Sporting de Braga tem vindo a promover uma iniciativa a todos os títulos louvável na promoção do clube e do futebol. Dois jogadores da equipa arsenalista vão a algumas escolas do concelho numa acção de charme onde são também distribuídos bilhetes para os jogos do clube.
Ontem, na EB 2,3 de Maximinos, a coisa correu mal para as cores bracarenses. Nessas iniciativas é habitual que o melhor aluno da escola receba uma camisola autografada pelos jogadores do Braga. Só que ontem o aluno premiado era um adepto....do Vitória. E fez questão de o dizer ali mesmo.

Alguém duvida que o Vitória é mesmo um clube enorme?
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Quase 70 por cento dos comerciantes apoia construção de parque de estacionamento do Toural

A grande maioria dos comerciantes (68%) considera que a construção de um parque de estacionamento subterrâneo no Toural “constitui um apoio fundamental para a sua sobrevivência comercial”, mas 77% mostram-se muitos preocupados quanto ao prazo de execução, que deve ser, no entender da ACIG, o mais curto possível.

(Rádio Fundação)

Os comerciantes de Guimarães são a favor da construção de estacionamento subterrâneo no Largo do Toural, mas têm dúvidas em relação ao projecto apresentado há seis meses pela câmara municipal. Os prazos para execução da obra e as condições de acesso às lojas durante esse período são preocupações de topo dos lojistas, que defendem que a autarquia deveria "ponderar a suspensão das taxas municipais" durante esse período.

(Público)

Ler mais:
Comerciantes e ACIG concordam com parque subterrâneo no Toural (guimaraesdigital)
Obras no Toural são vistas como plástica numa velha (JN)
As opoiniões dos comerciantes (JN)
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E à terceira é de vez?

A equipa de voleibol do Vitória renasceu das cinzas para dar uma sapatada de luve branca a todos quantos decretaram a eliminação da equipa depois da derrota do primeiro jogo da meia-final (onde me incluo: mea culpa).
Depois da extraordinária recuperação na Luz, o Vitória fez ontem um bom jogo, perante um pavilhão a abarrotar. A Família vitoriana respondeu em peso e até o plantel sénior de futebol esteve no pavihão do clube a dar uma ajuda ao apuramento.
Pelo terceir ano consecutivo, o Vitória está na final do Nacional A1 de voleibol, tendo mais uma vez pela frente o Sporting de Espinho. Depois de duas derrotas às mãos dos "tigres" está na hora de vencer!

Antes disso, no próximo Domingo, o Espinho é também o último obstáculo a separar o Vitória da Taça de Portugal. A final disputa-se na Régua e os vimaranenses têm para já o handicap do jogo a meio da semana. Mas a motivação conseguida pelo triunfo de ontem e pelo incansável apoio vitoriano podem ajudar a chegar à conquista.

Ainda em relação ao jogo de ontem, permitam-me que destaque Fernando Ribeiro. Aos 21 anos, o líbero do Vitória está um senhor jogador (ontem fez defesas portentosas e foi um dos pilares da equipa). Nascido, criado e formado em Guimarães, Fernando Ribeiro é o primeiro produto da formação vitoriana a impôr-se na equipa principal e é mais um dos muitos e bons resultados que a excelente estratégia da direcção da secção pôs em marcha há uns anos e que tornaram o Vitória um dos grandes do voleibol nacional.

E, dúvidas houvesse, esta é mais uma prova de que este é um dos maiores clubes nacionais. Não apenas no futebol, mas também nas ditas modalidades amadoras, particularmente nos campeões nacionais de basquetebol e nesta equipa de voleibol. Por muito que queiram, outros clubes não chegarão a este patamar de ecletismo e qualidade que fazem do Vitória, indiscutivelmente, um grande.
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Faz sentido dar as mãos...

...ou Como a necessidade aguça o engenho.

"Governo Civis da Região Norte vão concorrer em conjunto a verbas comunutárias"

Protecção civil, prevenção rodoviária e segurança interna. É por estas três áreas que os cinco distritos vão começar a trabalhar em conjunto. O levantamento das necesidades já está em marcha, segundo o governador civil de Braga, Fernando Moniz, e o passo seguinte será a definição das prioridades, que passam, por exemplo, por quartéis e equipamentos para bombeiros e medidas de combate à sinistralidade rodoviária.

(Público)
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Gonçalo M. Tavares na Centésima

Um dos mais conceituados novos autores da litetarutra portuguesa passa por Guimarães no próximo mês. Gonçalo M. Tavares é convidado da livraria Centésima Página, no São Mamede - Centro de Artes e Espectáculos, no próximo dia 5 de Abril, às 18h00.
A presença do autor de Jerusalém será a oporunidade para um debate sobre a obra de Gonçalo M. Tavares que conta também com a participação da arquitecta Rachel Caiano.

Obrigado ao Bruno Malheiro pela dica.
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"You know I need you there"

"A Caixa Geral de Depósitos acaba de desafiar uma das mais importantes formações orquestrais de Portugal, a Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML) e uma das mais reconhecidas bandas nacionais, os The Gift, para partilharem o palco realizando três concertos inéditos e com entrada gratuita.

O primeiro concerto decorrerá a 10 de Abril no Coliseu dos Recreios em Lisboa. No dia 11 de Abril, o espectáculo terá lugar no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães. O terceiro concerto decorrerá no dia 13 de Abril na Arena de Évora. Estes espectáculos são de entrada gratuita."



Fonte: thegift.pt
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Ecos do debate

Obras no Toural após 2009 (Jornal de Notícias)

Do Toural o último debate (Araduca)

Diferenças e Frases do debate (Um certo olhar)
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Esperança



Amanhã, às 21h00, no Pavilhão do Vitória, a equipa de voleibol tenta dar sequência ao milagre operado em Lisboa no Domingo. E depois de uma recuperação daquelas, até quem já tinha atirado a toalha ao chão (como eu) está motivado para colocar o Vitória na sua terceira final consecutiva do Nacional A1.


E, no domingo, na Régua, joga-se a final da Taça de Portugal. Não vou poder ir, mas o desafio fica feito: Vamoooooooos!


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O debate final

A discussão em torno do projecto de intervenção no Toural teve ontem o seu último capítulo. O projecto foi apresentado a 27 de Setembro do ano passado, e desde aí já se passaram mais de cinco meses de intensa discussão, que convocou algumas das vozes clássicas de Guimarães e alimentou também o debate nos novos meios de cidadania, no qual a blogosfera ganhou particular relevo.

Antes de mais, parece-me importante destacar o debate em si. Antes de mais, a decisão da autarquia de colocar os projectos (e o do Toural em particular) em discussão pública é uma prova de democracia e de abertura muito pouco comum. Além disso, os vimaranenses responderam à chamada e envolveram-se como há muito não se via num assunto de extrema importância para o futuro da sua cidade.

A decisão só deverá ser definitiva no final do ano. Há muitos dados novos que o debate trouxe que vai ser preciso ponderar antes de um decisão. Para já, sabemos que o facto de a decisão só ser tomada no final de 2008, atira o início da obra para 2010, já depois das próximas autárquicas.

Quanto ao debate de ontem, estiveram mais de 100 pessoas no Auditório do CCVF. Os argumentos foram, no essencial, os mesmos que já tinham sido ouvidos noutras ocasiões, pelo que destaco aquilo que ouvi de novo.

Estiveram presentes vários comerciantes e a ideia geral é a de que, para estes, o parque de estacionamento é uma necessidade. Aliás, ao contrário de discussões anteriores em que participei, a maioria das opiniões foram favoráveis à intenção autárquica.

Uma opinião que me pareceu particularmente relevante foi a defesa de uma intervenção mais arrojada no Toural, capaz de se tornar uma referencia arquitectónica, ideia que eu já tinha defendido no início da discussão.

Há dúvidas que mantenho sobre o projecto e que nenhum dos debates me conseguiu dissipar. Há discordâncias de monta relativamente às soluções propostas. E não sou o único. Pelo que pude perceber ontem, o próprio presidente da Câmara não tem certezas, neste momento, das vantagens da intervenção, nomeadamente a nível político. Agora: cabe-lhe a decisão.
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Hoje: o debate final

Quase seis meses depois, a discussão pública que mais apaixonou os vimaranenses nos últimos anos chega hoje ao último capítulo. A partir das 21h30, no Centro Cultural de Vila Flor, os vimaranenses, os autores do projecto de requalificação do Toural e Alameda e a Câmara encontram-se para discutir as opções para a intervenção ao coração da cidade.
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Política e Juventude

A Assembleia Municipal de Guimarães ratificou ontem a adesão do município ao cartão jovem municipal. Apesar de curto em vantagens (ficam-se apenas pelas cooperativas e empresas municipais), é uma iniciativa que, se for bem aproveitada, se pode afigurar como uma aposta inteligente.

Importa, no entanto, referir, que, neste caso, a Câmara andou atrás da agenda da JSD. Foram os social-democratas quem levantou o tema pela primeira vez há uns quatro ou cinco anos. Mas a verdade é que Guimarães só adere agora ao cartão da Movijovem (que existe há pelo menos dois anos).

Isto depois de, em Outubro, o líder do Jota “laranja” ter voltado a levar o tema à Assembleia Municipal, acabando por ser ele o catalizador da iniciativa agora tornada pública pela autarquia.

Durante todo este processo não se ouviu um única palavra, uma única consideração, uma única ideia, da boca dos responsáveis da JS. E na assembleia municipal de ontem percebeu-se o porquê: Para dizerem o que disseram ontem, os jovens socialistas ficam melhor calados.

O líder da JS é confrangedor. Passou mais tempo e enumerar as vantagens do cartão e a fazer o elogio da Movijovem (vá lá saber-se porquê…) do que a apontar caminhos para o futuro do Cartão Jovem local ou, pelo menos, destacar o papel que a JS teve no processo. Se calhar porque o não teve.

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"Lázaro: levanta-te e anda"

Lázaro levantou-se e andou.
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Serviço público e laicidade

A RTP faz 51 anos e manda celebrar uma missa. E até a passa em directo. Que República é esta, afinal?

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“Entre por essa porta agora”

A grande Adriana regressa a Guimarães. No Multiusos.

Afinal, há espaço à qualidade na maior sala de espectáculos da região. Ainda bem.

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Oportunismo político e as palas do marxismo

Não bastava a incompetência de um médico e a irresponsabilidade de um jornal, e ainda tinha que haver políticos a usar o tema como arma de arremesso. A postura do PCP na reunião de Câmara e na Assembleia Municipal é deplorável. Ligar a “notícia”, os números do aumento dos suicídios e a crise social é demagógico e ainda para mais erróneo.

É que os excessos do marxismo não permitem aos responsáveis locais do PCP ver além do discurso habitual das injustiças sociais (inegáveis). Considerar que o suicídio é culpa de uma crise social é não perceber o alcance do tema. Quais são os países da Europa com maior taxa de suicídio? Os nórdicos. Que são também quem melhor ganha, quem tem um regime de assistência do Estado que é hoje um modelo ao resto do continente e onde o bem-estar económico e o social atinge os níveis altos.

Além disso, fazer política com o tema é de uma irresponsabilidade e falta de bom senso a toda a prova. E essa até nem tem sido a postura dos comunistas locais.

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Da responsabilidade

Não bastava meter a prostituição e a homossexualidade no mesmo saco, o Comércio de Guimarães continua a revelar-se um case study em matéria de irresponsabilidade. A notícia desta semana sobre um alegado aumento do número de suicídios na região volta a levantar a questão da Responsabilidade Social e da falta dela. (Diana Andringa dá uma ajuda).

O CG passa por cima de todas as regras éticas no que toca ao tratamento noticioso do suicídio. Além disso, a notícia é por si só falaciosa e nem sequer descrimina os números de suicídios e homicídios não são sequer separados. O que enviesa logo os dados.

O próprio director de Psiquiatria do Hospital de Guimarães “afirma que apesar de não dispor de dados exactos”. Mas procurá-los dava trabalho…

Ademais, utilizar a palavra “disparar” num artigo sobre suicídio é apenas mau gosto. Ilustrá-la com uma pistola é não ter dois dedos de testa…

À irresponsabilidade do jornal, junta-se a incompetência do clínico, capaz de catalogar o fenómeno como “pandemia social”. O termo só por si é uma invenção. E falar em pandemia é incorrecto, porque este não é um fenómeno que atinja uma larga franja da população. Neste caso nem sequer em epidemia era possível falar, porque o suicídio por si não é uma doença, muito menos passível de contágio.

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Empresa de Guimarães entre as melhores para se trabalhar em Portugal

A lista hoje publicada das 30 melhores empresas para se trabalhar em Portugal tem um representante de Guimarães. Entre várias multinacionais, a José Júlio Jordão aparece no 28º lugar da lista.
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A marca Guimarães

O programa das Sic Notícias Imagens de Marca da semana que agora termina foi dedicado a Guimarães. O programa pode ser um bom instrumento de promoção da cidade, e acaba por tocar quase todos os pontos-fortes da oferta turística e vitalidade do Berço: O centro histórico, as festas Gualterianas e Nicolinas, o Museu Alberto Sampaio, as Pousadas, a cultura e obviamente a candidatura a capital europeia e tradições como o ferro, os bordados e o barro.

O programa aponta ainda o lado inovador de Guimarães: a aposta no I&D e na Internet, a presença importante da Universidade do Minho e do Ave Park e as empresas que partiram dos sectores tradicionais para se afirmarem nos novos mercados.

No fundo, o Imagens de Marca, glosa as potencialidades de Guimarães que os vimaranenses mais atentos são capazes de destacar, acabando por não trazer novidades para dentro. Mas leva-as para fora. E essa é uma das críticas que mais vezes tenho feito à promoção turística e cultural da cidade: Esta tem de ser feita fora de Guimarães, para atrair novos públicos, porque de nada nos vale o auto-elogio e a auto-promoção.

É isso mesmo que diz também Cristina Amaro: “Guimarães é uma cidade ainda com um longo trabalho de promoção a fazer”. Tal como nos elogios, também as críticas não são novas.

O programa pode ser visto aqui. Vale a pena ler também a opinião da coordenadora do Imagens de Marca sobre Guimarães.

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Os equívocos de Carlos Coelho

São um grande admirador de Carlos Coelho. E desde que tive o privilégio de ter tido uma aula com ele, na Universidade do Minho, em Outubro, que fiquei rendido ao poder do director da Ivity como comunicador.

Por isso, nem estranhava que no meio do embrulho bonito em que o merketeer fala de Guimarães no Imagens de Marca, tenha escapado o atentado histórico que comete ao falar da Citânia de Briteiros. Mas não passou a muito boa gente. Falar de Lusitanos e de Viriato, não bate certo com a história do sítio. E, se a História vale como marca, seria partir de um pressuposto enviesado tratá-la sem a devida correcção.

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Ai, se a ideia pega!
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O método histórico como ferramenta jornalística?

Pacheco Pereira é o director da edição do Público de hoje. É uma forma interessante de assinalar a aniversário do jornal. Mas, em vez de se limitar a assinalar a efeméride, Pacheco Pereira acabou por deixar a sua marca no jornal, não apenas nos comentários que assina, como nos temas e nas abordagens que escolheu.

Destaco, particularmente, o tratamento dado ao caso Casino de Lisboa. Pacheco Pereira convoca a sua formação de historiador para propor uma abordagem distinta daquela a que estamos habituados no jornalismo. O Público faz, por isso, uma cronologia de todos os factos relativos ao tema (com a ajuda de uma boa infografia) e acaba por descobrir as notícias por detrás desses factos: há “brancas” na história, dados que não batem certo e mais questões que se levantam.

Poderá o método histórico ajudar o jornalismo a reinventar-se? Isto é o jornalismo interpretativo a que o Público reclama pertencer no seu livro de estilo. E, quanto a mim, parece-me que este se pode afirmar como um excelente caminho para o jornalismo ultrapassar as dificuldades levantadas pela Internet.

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Parabéns ao meu jornal

Eu tinha quatro anos, mas lembro-me da excitação com que o meu pai chegou a casa com o jornal novo. Mal eu sabia que nascia ali uma relação que hoje completa 18 anos.

O Público é, desde essa data, o meu jornal, estivesse eu apenas a ver as fotografias (como em 1990), ou a treinar as primeira palavras lidas. Foi também dessa relação que nasceu a paixão pelo jornalismo e o desejo de fazer desta a minha profissão.

É por isso que o Público me diz tanto. Mas, emoções à parte, este é, por mérito próprio, o mais importante jornal nacional do nosso tempo. Todas as críticas que lhe possam ser feitas (e às quais junto por vezes a voz), não fazem apagar o excelente jornalismo que por lá se faz. E merece, portanto, os Parabéns.

Agora que aquelas páginas são o meu trabalho (e ainda sinto a casa demasiado grande), o Público é mesmo o meu jornal. Citando Rui Tavares na (excelente) crónica da última página de hoje: "Sim, é pessoal!".
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Os comerciantes e o projecto do Toural

"Comerciantes de Guimarães temem demoras na execução do projecto do Toural"

"A Associação Comercial e Industrial de Guimarães (ACIG) defende que "o comércio não vive sem oferta de estacionamento", mas alerta que o projecto de construção de um parque subterrâneo no Largo do Toural "tem de ser mais bem pensado". O aviso foi lançado pelo presidente da assembleia geral da ACIG, Gomes Alves, durante um debate, anteontem à noite, sobre a proposta para o arranjo urbanístico do Toural.
A duração e o impacto da intervenção foram as duas grandes preocupações demonstradas pela plateia. "Uma intervenção muito demorada seria a ruína dos lojistas", comentou um dos comerciantes presentes, mas, em relação a prazos, a única garantia dada é que a autarquia é a primeira interessada em controlar a execução da obra."

(Público)

"Comerciantes temem duração das obras"


"Os comerciantes do centro da cidade manifestaram reservas ao tempo que poderá demorar a intervenção no Largo do Toural, em pleno centro de Guimarães. Num debate promovido pela Associação Comercial e Industrial de Guimarães (ACIG), anteontem à noite, os comerciantes aplaudiram o projecto apresentado pela Câmara Municipal - que prevê, além da renovação daquele largo, um parque de estacionamento subterrâneo - mas não esconderam a apreensão face ao tempo que a obra poderá demorar e aos efeitos que a intervenção pode ter nos negócios."

(Jornal de Notícias)


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Do riso e do esquecimento: Minho, região de cultura

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“À carga!”

Bum! Bum! Bum! Ao fim de três minutos de concerto, já o grande auditório do Centro Cultural de Vila Flor tinha pegado fogo. A banda para casamentos e funerais por detrás de Goran Bregovic tinha dado o mote para uma noite memorável no CCVF.

As luzes não se tinham apagado e ninguém percebeu bem porquê. De repente soa um trompete por detrás das cabeças. Ninguém indiferente e a banda a entrar pelos fundos, a descer a escadaria e a começar de forma desconcertante o concerto. Aos metais junta-se a precursão, Goran entra no palco e a música explode. E saltam das cadeiras as primeiras pessoas, que se juntaram ao pé do palco e por lá ficaram, cada vez em maior número, até ao final do concerto.

Dez músicos em palco. Bons, muito bons executantes. E um excelente compositor capaz de ir de uma melodia doce à loucura de um grito militar em breves instantes. A tensão que se foi acumulando durante o concerto (quem consegue ficar indiferente aos ritmos dos Balcãs?) estoirou no fim. Já depois de duas horas de excelente música. Já ninguém estava sentado, o CCVF estava transformado em pista de dança, mas faltava o clímax da noite.


1, 2, 3, 4. À carga!: Kalajnikov. O maior sucesso de Bregovic à conta da banda sonora do excelente Underground do ex-comparça Kusturica. E um auditório em euforia, como nunca vi naquela sala.

Concerto único. Em Portugal e na vibração que perpassou a sala: Cheia. Por tudo isto está de parabéns o CCVF. Grande aposta!

Além disso, o sucesso que foi o concerto do último sábado pode ter o condão de mostrar à casa de cultura municipal de Guimarães um caminho novo. É que Bregovic não é apenas um nome da World Music capaz de trazer o Grande Auditório o seu público habitual. É também um ícone de uma geração que não ouve só o que chega empacotado nos EUA e do Reino Unido.

A
programação de Abril dá sinais contraditórios. A excelente Anja Garbarek, a aposta sólida em Tord Gustavsen e o teatro com a qualidade habitual na ACERT (e texto de Agualusa e Mia Couto) estão a sintonia com a boa programação de Março. Mas depois há isto. Uma voz fraquinha e quatro acordes numa guitarra chegam para chegar a esta palco? Espero que seja só um acidente de percurso…


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Triste sina

Triste sina esta a de no início de cada época desportiva alimentar a esperança de ver o Vitória campeão nacional de voleibol. Na "hora H" a equipa tem falhado e já não consigo contar pelos dedos de uma só mãos as tardes de desilusão vividas à custa da segunda modalidade do clube.


Sábado foi mais uma dessas e a derrota, em casa, frente ao Benfica, no primeiro jogo da meia-final do Nacinal A1 deixa pouca margem ao apuramento para a final da prova. E deixa-me ainda menos vontade de assistir à final da Taça de Portugal como já tinha programado.


Não ponho em causa os méritos da direcção de secção que, em meia dúzia de anos, criou do zero um dos projectos mais temidos e invejados do desporto amador em Porugal. Mas, quase no final de mais um época de desilusão, parece claro que a aposta em Marco Queiroga está esgotada. E a exigência é uma das principais características da massa associativa vitoriana.
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O derby frouxo

Paixão, emoção e falta de qualidade. As três palavras-chave para resumir o derby de sexta-feira entre Vitória e Braga.
Bancadas cheias, uma árbitro medíocre e duas equipas sem argumentos para recalamaerem o triunfo. Pela positiva, o Vitória mantém o Braga à distância, não perdeu terreno para os "grandes" e quebrou o ciclo "iô-iô".
Numa jornada em que apenas o Setúbal ganhou, o empate não foi um mal resultado. Mas os sadinos são agora um ameaça extra ao bom campeonato do Vitória. Domingo há novo teste frente ao Sporting.
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Goran Bregovic & Wedding and Funeral Band, 22h00, Centro Cultural Vila Flor.
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Ainda o estacionamento

Mais uma nota para esta discussão. A Câmara de Guimarães instalou recentemente nas entradas da cidade placas de sinalização que indicam o número de lugares de estacionamento em parque públicos municipais no centro da cidade.

Guimarães tem, portanto, 732 lugares de estacionamento em parques municipais. São 164 na Mumadona, 269 no Estádio D. Afonso Henriques, 144 no Centro Cultural de Vila Flor e 155 no novo Mercado Municipal.

A estes juntam-se outros parques, gratuitos, como os das Hortas, Teleférico e Quinta. E parques privados pagos na rua de Vila Flor, Caldeiroa, rua de Santo António, Centro Comercial Triângulo, Centro Comercial São Francisco e Alameda Alfredo Pimenta.

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O derby é esta noite

O “fabuloso derby do Minho” (as palavras são de Manuel Cajuda) joga-se esta noite no Sambódromo. Independentemente das posições que cada equipa ocupa na tabela, o jogo é sempre emocionante, quando mais não seja pela rivalidade existente entre os dois emblemas.

E quando essa rivalidade é saudável dá gosto ir ao estádio ver um jogo deste calibre, e o derby do Minho é daqueles jogos a que faço questão de assistir na bancada. Só que o facto de o jogo desta jornada se disputar à sexta-feira fez com que tivesse recuado na intenção de ir a Braga assistir à partida. Confesso que me irrita esta ditadura da SportTV, mas vou acompanhar o jogo pela televisão.

O Braga está desesperado por fazer boa figura frente ao Vitória. Não só a nível desportivo. Porque precisa de um triunfo como de pão para a boca, para sair da crise desportiva recente e ainda acalentar esperanças em atingir os objectivos mínimos para a temporada. Mas também nas bancadas, daí terem sido entregues milhares de convites nas escolas do concelho vizinho. A ver se o Municipal enche.

De qualquer das formas, o mais provável é que o Braga ganhe mesmo: nos clássicos ganha normalmente a pior equipa. Além disso, o ciclo mais recente do Vitória tem oscilado entre triunfos e derrotas como um iô-iô (chamaram-lhe esta semana no Público) e o último jogo foi ganho. O único motivo para ter alguma esperança num bom resultado em Braga é que Manuel Machado raramente ganha às suas ex-equipas.

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Vagabond Opera, Theatro Circo, 21h30.
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"Jesus é fiel e justo"

A surpresa chegou no início da semana: Jorge Jesus tinha sido distinguido como treinador de futebol do ano na Europa. A comunicação social em peso deu eco da novidade, o que levou muito boa gente a acreditar que o homem que passou pelo Vitória e Moreirense em situações de aflição tinha atingido o topo.

Nada mais falso. O desmentido chegou ontem, revelando que Jesus tinha, afinal, sido apenas convidado a estar presente na cerimónia de atribuição do galardão pela Soccerex.

Descontando o ridículo da situação, esta levanta mais uma vez a questão da credibilidade (e da credibilização) das fontes pelos jornalistas. A confirmar-se que Jesus foi a fonte em causa própria a situação é ainda mais grave.

O que leva um jornalista a reproduzir acriticamente uma informação? E a aceitar como fonte parte interessada do assunto?

Parece que situações como esta não fizeram ninguém aprender. A mim fazem-me corar de vergonha da classe.

post scriptum - aproveito para informar que o Colina Sagrada foi eleito o blog do ano nos países de Língua Oficial Portuguesa.
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Reportagem do ComUM na imprensa nacional*

A entrevista que o ComUM fez ao professor e blogger Daniel Luís, vítima de censura na Universidade do Minho, chegou à imprensa nacional. Ao primeiro número, o ComUM marca a agenda.
A notícia foi hoje publicada no JN.
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Agora em papel

Disse uma vez um gande amigo, a propósito do projecto jornalístico que fazíamos juntos na UM: "É como um filho que não fiz, mas que tenho todo o gosto de criar". É mais ou menos assim que olho para o ComUM. Quem o pariu foram estes dois ilustres camaradas de ofício, mas tive o prazer de o criar durante um ano juntamente com uma equipa fantástica.

Hoje é um dia grande para a "criança". O ComUM cresceu para um jornal em papel. O primeiro número pode ser lido aqui. Destaque para o fabuloso cartoon de César Évora para a irreverência e qualidade da secção InComUM (uma espécie de Inimigo Público) e para a qualidade jornalística de alguns aprendizes de ofício capazes de fazer corar ditos profissionais. A prová-lo a reportagem sobre a prostituição de alunas da UM e a entrevista ao censurado Daniel Luís.
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10 de Março: o debate final

A Câmara de Guimarães agendou para 10 de Março o debate final acerca do projecto de requalificação do Toural. A novidade é hoje avançada pelo JN.

O debate vai ter lugar no Centro Cultural de Vila Flor e deve ser a última oportunidade para os vimaranenses críticos das opções para o centro da cidade demoverem a autarquia de avançar com o desenho apresentado em Setembro.

A 4 de Março realiza-se um outro debate sobre os Cinco projectos para Guimarães. Acontece em Pevidém, a pedido da junta de freguesia, e versará exclusivamente sobre o projecto para Creixomil e Silvares.
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Uma questão de estacionamento

O debate em torno dos cinco projectos para Guimarães está marcado por uma questão essencial: o estacionamento. As críticas ao esboço para o Toural, o mais debatido e mediatizado, parecem, à medida que o tempo passa, mais centradas nesse ponto específico do projecto.

A autarquia percebeu isso. E vai tentar provar a sua razão. É dessa forma que interpreto o anúncio da reabertura, a título experimental, do parque de estacionamento do estádio. Se a coisa correr bem, pode ser mais um fôlego para o Toural. Caso contrário será uma estocada que o projecto dificilmente suportará, a juntar a outras objecções que o debate tem trazido a lume.

Por exemplo,
no debate da passada quinta-feira, o autor do projecto para a Feira semanal defendeu a proximidade de parques de estacionamento num perímetro até 500 metros como factor essencial para decidir a localização do novo equipamento. Curiosamente, 500 metros parece ser distância excessiva para quem projectou o Toural.

Outra dúvida tirada pelo debate organizado pela Muralha foi a utilização do espaço da feira semanal fora dos dias de feira. A resposta é óbvia: será um parque de estacionamento. Mais um. E a cerca de 300 metros do Toural.

Também nesse debate, António Gradim, autor do projecto de requalificação do espaço do antigo mercado, assumiu a possibilidade de aumentar nesse projecto o espaço para estacionamento, caso o parque do Toural seja abandonado.

Ao que parece, estas considerações já se tornaram também claras
para o presidente da Câmara, pelo que o parque do Toural pode estar mesmo para cair. E, nessa altura, pode ser que o projecto para o centro da cidade seja redesenhado, pensando-se numa praça a sério, em vez de uma tampa de um parque. A ver vamos…
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CP atende reivindicações bracarenses

O JN anunciava ontem que a CP “equaciona alterar ainda este ano o serviço de comboios urbanos da Linha de Braga, cujas principais mudanças passam pela redução do tempo de viagem entre as cidades do Porto e Braga, perspectivando-se que os chamados comboios "urbanos" possam fazer, numa primeira fase, aquele percurso em apenas 35 minutos”.

É uma boa notícia para Braga e para o Minho, em resposta a uma reivindicação justa, como sublinhei
aqui. Todavia, a confirmar-se a novidade, e no caso de esta não ser acompanhada por uma reformulação na linha de Guimarães, a CP comete mais um atentado sobre a região.

As
críticas que fiz aqui no blog ao péssimo serviço que a empresa ferroviária nacional presta à população servida pela linha de Guimarães continuam válidas, porque a CP nada fez desde que levantei o problema. Os ofícios que enviei à empresa mereceram, de resto, pouco mais do que respostas de circunstância.

Por exemplo, numa altura em que Braga pede comboios directos para o Porto, lembro que Guimarães não tem sequer uma ligação rápida, que pare apenas nas estações. É, de resto, a única linha suburbana da CP Porto nestas condições.

Isto é, a menos que a prometida alteração do serviço para a linha de Braga seja acompanhada de uma intervenção profunda e necessária, porque justa, na linha de Guimarães, estaremos na presença de uma profunda injustiça e de um lamentável erro estratégico, com necessário significado (e consequências) políticas.

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