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Definições

Respondendo ao desafio do Sic Gloria, cá vão as minhas definições.

1.VIDA: Acordar num dia de Primavera e ver uns olhos castanhos a dizer "Bom dia!"
2.AMOR: A motivação de fundo para a vida.
3.CASAMENTO: Um absurdo. Não compete ao Estado nem a qualquer instituição religiosa, legimitar uma relação que é apenas pessoal.
4.FAMÍLIA: A minha é grande. Ao Pai e à Mãe a quem muito devo, junto o irmão-companheiro-melhor amigo e os outros amigos com quem me fiz o que sou.
5.DINHEIRO: Pouco. Mas gasto com prazer.
6.HOMEM: Às vezes gostava mesmo de o conseguir perceber.
7.MULHER: “Há um fio de comunicação que creio ter com as mulheres ao longo da minha vida me permitiu sentir-me mais à vontade e seguro entre elas do que entre os homens. Também pode vir daí a minha convicção de que são elas que suportam o mundo enquanto nós, homens, o desordenamos com a nossa heróica brutalidade”. Faço minhas as palavras do Garcia Marquez.
8.DESEJO: Um Carocha verde, uma casa em frente à estação e os dedos perdidos nos teus.
9.SUCESSO: Recuar dez anos e descobri que estou no caminho que na altura tracei.
10.PROFISSÃO: Uma paixão antiga, com o luxo de ser pago por isso.
11.SAÚDE: Nem sempre lhe dedico a devida atenção...
12.INTERNET: Ferramenta de trabalho, escape, vício...
13.PRESENTE:Um momento muito feliz da vida.
14.PASSADO: A base da felicidade de hoje.
15.FUTURO: É onde moram os sonhos.
16.POLITICA: Um motor da sociedade, quando encarada com seriedade. Gosto do "jogo", mas prefiro estar na "bancada".
17.BRASIL: Estas coisas são sempre feiras por brasileiros, não são?
18.SEXO: A dois.
19.ARTE: Música, Cinema, Teatro, Pintura, Literatura, Fotografia. É difícil resistir-lhe e é por isso que invisto nela quase todo o meu orçamento.
20.OPINIÃO SOBRE O DESAFIO EM QUESTÃO: Não consigo dizer que não a um amigo...
21.PESSOAS A QUEM PASSO O DESAFIO:
Pedro Morgado
Vítor Pimenta
Luísa Teresa Ribeiro
NFC
Filipa Vieira
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No bom caminho

Assim se faz um clube grande.
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A excelência aqui ao lado

A feira do livro começa no sábado.
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Presidentes da ERC e Sindicato de Jornalistas no aniversário do GIG

O Presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, Azeredo Lopes e o Presidente do Sindicato de Jornalistas, Alfredo Maia, são alguns dos intervenientes na primeira Sessão do Ciclo de Conferências que a associação Gabinete de Imprensa de Guimarães (GI) leva a efeito durante o seu 32.º aniversário.

“Dois Anos de Entidade Reguladora para a Comunicação: que balanço?” é o mote que o GI lança no debate, contando com a presença de profissionais credenciados no jornalismo a nível nacional.

O debate vai ter lugar no Centro de Artes e Espectáculos de São Mamede, Guimarães, às 16 horas, no dia 26 de Março (4.ª feira). O GI pretende, ainda, envolver a comunidade da imprensa regional e local neste debate, esperando contar com o contributo de todos, nomeadamente nas questões que podem ser colocadas ao responsável máximo da Entidade Reguladora para a Comunicação Social.
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Enorme Vitória

Depois de ressuscitar, a equipa de voleibol do Vitória parece imparável no nacional A1. Grande triunfo em Espinho no sábado a conseguir anular a vantagem-casa dos "tigres".
Domingo é preciso encher o pavilhão do Vitória para dar sequência a este grande momento.
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Norte Sentido: um novo blog

Um novo blog para acompanhar, feito desde Guimarães. Chama-se Norte Sentido e está aqui.
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Do riso e do esquecimento: Bolonha a duas velocidades

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Do avesso

Ontem lia no Sine Die um post bastante pertinente sobre as diferenças ideológicas entre os principais partidos de Portugal e de Espanha. E acrescendo mais: os comentadores de serviço até acham tudo muito normal, criticando, pelo contrário, os espanhois por não se entenderem. Esquecem-se é de uma coisa: a diferença entre a esquerda e a direita está exacatamente aí, nas diferentes concepções sobre a vida pública. De facto, não podia concordar mais: Isto está tudo do avesso.
Em Portugal a direita apoia as tácticas sindicalistas e a esquerda privatiza serviços públicos. Como se isso não bastasse, o PS veio armar-se em defensor da moral e bons costumes, propondo a proibição de piercings, ainda que sob a capa da saúde pública. Vá lá alguém perceber isto...
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Diferenças

Enquanto, em boa parte do país, as escolas estão fechadas, em greve contra a necessária reforma na Educação, na EB 2,3 de Urgezes, em Guimarães, o Departamento de Línguas e Literatura organizou uma série de eventos, que incluíram uma feira do livro, sessões de leitura e debates (participei num desses, sobre jornalismo).

São diferentes formas de encarar a profissão: Uns são sérios e fazem o seu trabalho, outros aproveitam o último dia de aulas do período para anteciparem as férias.

Mas como a reforma é cega, levam todos por tabela. Mesmo os que, sendo minoria, ensinam a forma certa de encarar um profissão de serviço público.

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Um clube enorme

O Sporting de Braga tem vindo a promover uma iniciativa a todos os títulos louvável na promoção do clube e do futebol. Dois jogadores da equipa arsenalista vão a algumas escolas do concelho numa acção de charme onde são também distribuídos bilhetes para os jogos do clube.
Ontem, na EB 2,3 de Maximinos, a coisa correu mal para as cores bracarenses. Nessas iniciativas é habitual que o melhor aluno da escola receba uma camisola autografada pelos jogadores do Braga. Só que ontem o aluno premiado era um adepto....do Vitória. E fez questão de o dizer ali mesmo.

Alguém duvida que o Vitória é mesmo um clube enorme?
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Quase 70 por cento dos comerciantes apoia construção de parque de estacionamento do Toural

A grande maioria dos comerciantes (68%) considera que a construção de um parque de estacionamento subterrâneo no Toural “constitui um apoio fundamental para a sua sobrevivência comercial”, mas 77% mostram-se muitos preocupados quanto ao prazo de execução, que deve ser, no entender da ACIG, o mais curto possível.

(Rádio Fundação)

Os comerciantes de Guimarães são a favor da construção de estacionamento subterrâneo no Largo do Toural, mas têm dúvidas em relação ao projecto apresentado há seis meses pela câmara municipal. Os prazos para execução da obra e as condições de acesso às lojas durante esse período são preocupações de topo dos lojistas, que defendem que a autarquia deveria "ponderar a suspensão das taxas municipais" durante esse período.

(Público)

Ler mais:
Comerciantes e ACIG concordam com parque subterrâneo no Toural (guimaraesdigital)
Obras no Toural são vistas como plástica numa velha (JN)
As opoiniões dos comerciantes (JN)
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E à terceira é de vez?

A equipa de voleibol do Vitória renasceu das cinzas para dar uma sapatada de luve branca a todos quantos decretaram a eliminação da equipa depois da derrota do primeiro jogo da meia-final (onde me incluo: mea culpa).
Depois da extraordinária recuperação na Luz, o Vitória fez ontem um bom jogo, perante um pavilhão a abarrotar. A Família vitoriana respondeu em peso e até o plantel sénior de futebol esteve no pavihão do clube a dar uma ajuda ao apuramento.
Pelo terceir ano consecutivo, o Vitória está na final do Nacional A1 de voleibol, tendo mais uma vez pela frente o Sporting de Espinho. Depois de duas derrotas às mãos dos "tigres" está na hora de vencer!

Antes disso, no próximo Domingo, o Espinho é também o último obstáculo a separar o Vitória da Taça de Portugal. A final disputa-se na Régua e os vimaranenses têm para já o handicap do jogo a meio da semana. Mas a motivação conseguida pelo triunfo de ontem e pelo incansável apoio vitoriano podem ajudar a chegar à conquista.

Ainda em relação ao jogo de ontem, permitam-me que destaque Fernando Ribeiro. Aos 21 anos, o líbero do Vitória está um senhor jogador (ontem fez defesas portentosas e foi um dos pilares da equipa). Nascido, criado e formado em Guimarães, Fernando Ribeiro é o primeiro produto da formação vitoriana a impôr-se na equipa principal e é mais um dos muitos e bons resultados que a excelente estratégia da direcção da secção pôs em marcha há uns anos e que tornaram o Vitória um dos grandes do voleibol nacional.

E, dúvidas houvesse, esta é mais uma prova de que este é um dos maiores clubes nacionais. Não apenas no futebol, mas também nas ditas modalidades amadoras, particularmente nos campeões nacionais de basquetebol e nesta equipa de voleibol. Por muito que queiram, outros clubes não chegarão a este patamar de ecletismo e qualidade que fazem do Vitória, indiscutivelmente, um grande.
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Faz sentido dar as mãos...

...ou Como a necessidade aguça o engenho.

"Governo Civis da Região Norte vão concorrer em conjunto a verbas comunutárias"

Protecção civil, prevenção rodoviária e segurança interna. É por estas três áreas que os cinco distritos vão começar a trabalhar em conjunto. O levantamento das necesidades já está em marcha, segundo o governador civil de Braga, Fernando Moniz, e o passo seguinte será a definição das prioridades, que passam, por exemplo, por quartéis e equipamentos para bombeiros e medidas de combate à sinistralidade rodoviária.

(Público)
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Gonçalo M. Tavares na Centésima

Um dos mais conceituados novos autores da litetarutra portuguesa passa por Guimarães no próximo mês. Gonçalo M. Tavares é convidado da livraria Centésima Página, no São Mamede - Centro de Artes e Espectáculos, no próximo dia 5 de Abril, às 18h00.
A presença do autor de Jerusalém será a oporunidade para um debate sobre a obra de Gonçalo M. Tavares que conta também com a participação da arquitecta Rachel Caiano.

Obrigado ao Bruno Malheiro pela dica.
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"You know I need you there"

"A Caixa Geral de Depósitos acaba de desafiar uma das mais importantes formações orquestrais de Portugal, a Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML) e uma das mais reconhecidas bandas nacionais, os The Gift, para partilharem o palco realizando três concertos inéditos e com entrada gratuita.

O primeiro concerto decorrerá a 10 de Abril no Coliseu dos Recreios em Lisboa. No dia 11 de Abril, o espectáculo terá lugar no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães. O terceiro concerto decorrerá no dia 13 de Abril na Arena de Évora. Estes espectáculos são de entrada gratuita."



Fonte: thegift.pt
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Ecos do debate

Obras no Toural após 2009 (Jornal de Notícias)

Do Toural o último debate (Araduca)

Diferenças e Frases do debate (Um certo olhar)
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Esperança



Amanhã, às 21h00, no Pavilhão do Vitória, a equipa de voleibol tenta dar sequência ao milagre operado em Lisboa no Domingo. E depois de uma recuperação daquelas, até quem já tinha atirado a toalha ao chão (como eu) está motivado para colocar o Vitória na sua terceira final consecutiva do Nacional A1.


E, no domingo, na Régua, joga-se a final da Taça de Portugal. Não vou poder ir, mas o desafio fica feito: Vamoooooooos!


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O debate final

A discussão em torno do projecto de intervenção no Toural teve ontem o seu último capítulo. O projecto foi apresentado a 27 de Setembro do ano passado, e desde aí já se passaram mais de cinco meses de intensa discussão, que convocou algumas das vozes clássicas de Guimarães e alimentou também o debate nos novos meios de cidadania, no qual a blogosfera ganhou particular relevo.

Antes de mais, parece-me importante destacar o debate em si. Antes de mais, a decisão da autarquia de colocar os projectos (e o do Toural em particular) em discussão pública é uma prova de democracia e de abertura muito pouco comum. Além disso, os vimaranenses responderam à chamada e envolveram-se como há muito não se via num assunto de extrema importância para o futuro da sua cidade.

A decisão só deverá ser definitiva no final do ano. Há muitos dados novos que o debate trouxe que vai ser preciso ponderar antes de um decisão. Para já, sabemos que o facto de a decisão só ser tomada no final de 2008, atira o início da obra para 2010, já depois das próximas autárquicas.

Quanto ao debate de ontem, estiveram mais de 100 pessoas no Auditório do CCVF. Os argumentos foram, no essencial, os mesmos que já tinham sido ouvidos noutras ocasiões, pelo que destaco aquilo que ouvi de novo.

Estiveram presentes vários comerciantes e a ideia geral é a de que, para estes, o parque de estacionamento é uma necessidade. Aliás, ao contrário de discussões anteriores em que participei, a maioria das opiniões foram favoráveis à intenção autárquica.

Uma opinião que me pareceu particularmente relevante foi a defesa de uma intervenção mais arrojada no Toural, capaz de se tornar uma referencia arquitectónica, ideia que eu já tinha defendido no início da discussão.

Há dúvidas que mantenho sobre o projecto e que nenhum dos debates me conseguiu dissipar. Há discordâncias de monta relativamente às soluções propostas. E não sou o único. Pelo que pude perceber ontem, o próprio presidente da Câmara não tem certezas, neste momento, das vantagens da intervenção, nomeadamente a nível político. Agora: cabe-lhe a decisão.
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Hoje: o debate final

Quase seis meses depois, a discussão pública que mais apaixonou os vimaranenses nos últimos anos chega hoje ao último capítulo. A partir das 21h30, no Centro Cultural de Vila Flor, os vimaranenses, os autores do projecto de requalificação do Toural e Alameda e a Câmara encontram-se para discutir as opções para a intervenção ao coração da cidade.
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Política e Juventude

A Assembleia Municipal de Guimarães ratificou ontem a adesão do município ao cartão jovem municipal. Apesar de curto em vantagens (ficam-se apenas pelas cooperativas e empresas municipais), é uma iniciativa que, se for bem aproveitada, se pode afigurar como uma aposta inteligente.

Importa, no entanto, referir, que, neste caso, a Câmara andou atrás da agenda da JSD. Foram os social-democratas quem levantou o tema pela primeira vez há uns quatro ou cinco anos. Mas a verdade é que Guimarães só adere agora ao cartão da Movijovem (que existe há pelo menos dois anos).

Isto depois de, em Outubro, o líder do Jota “laranja” ter voltado a levar o tema à Assembleia Municipal, acabando por ser ele o catalizador da iniciativa agora tornada pública pela autarquia.

Durante todo este processo não se ouviu um única palavra, uma única consideração, uma única ideia, da boca dos responsáveis da JS. E na assembleia municipal de ontem percebeu-se o porquê: Para dizerem o que disseram ontem, os jovens socialistas ficam melhor calados.

O líder da JS é confrangedor. Passou mais tempo e enumerar as vantagens do cartão e a fazer o elogio da Movijovem (vá lá saber-se porquê…) do que a apontar caminhos para o futuro do Cartão Jovem local ou, pelo menos, destacar o papel que a JS teve no processo. Se calhar porque o não teve.

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"Lázaro: levanta-te e anda"

Lázaro levantou-se e andou.
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Serviço público e laicidade

A RTP faz 51 anos e manda celebrar uma missa. E até a passa em directo. Que República é esta, afinal?

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“Entre por essa porta agora”

A grande Adriana regressa a Guimarães. No Multiusos.

Afinal, há espaço à qualidade na maior sala de espectáculos da região. Ainda bem.

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Oportunismo político e as palas do marxismo

Não bastava a incompetência de um médico e a irresponsabilidade de um jornal, e ainda tinha que haver políticos a usar o tema como arma de arremesso. A postura do PCP na reunião de Câmara e na Assembleia Municipal é deplorável. Ligar a “notícia”, os números do aumento dos suicídios e a crise social é demagógico e ainda para mais erróneo.

É que os excessos do marxismo não permitem aos responsáveis locais do PCP ver além do discurso habitual das injustiças sociais (inegáveis). Considerar que o suicídio é culpa de uma crise social é não perceber o alcance do tema. Quais são os países da Europa com maior taxa de suicídio? Os nórdicos. Que são também quem melhor ganha, quem tem um regime de assistência do Estado que é hoje um modelo ao resto do continente e onde o bem-estar económico e o social atinge os níveis altos.

Além disso, fazer política com o tema é de uma irresponsabilidade e falta de bom senso a toda a prova. E essa até nem tem sido a postura dos comunistas locais.

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Da responsabilidade

Não bastava meter a prostituição e a homossexualidade no mesmo saco, o Comércio de Guimarães continua a revelar-se um case study em matéria de irresponsabilidade. A notícia desta semana sobre um alegado aumento do número de suicídios na região volta a levantar a questão da Responsabilidade Social e da falta dela. (Diana Andringa dá uma ajuda).

O CG passa por cima de todas as regras éticas no que toca ao tratamento noticioso do suicídio. Além disso, a notícia é por si só falaciosa e nem sequer descrimina os números de suicídios e homicídios não são sequer separados. O que enviesa logo os dados.

O próprio director de Psiquiatria do Hospital de Guimarães “afirma que apesar de não dispor de dados exactos”. Mas procurá-los dava trabalho…

Ademais, utilizar a palavra “disparar” num artigo sobre suicídio é apenas mau gosto. Ilustrá-la com uma pistola é não ter dois dedos de testa…

À irresponsabilidade do jornal, junta-se a incompetência do clínico, capaz de catalogar o fenómeno como “pandemia social”. O termo só por si é uma invenção. E falar em pandemia é incorrecto, porque este não é um fenómeno que atinja uma larga franja da população. Neste caso nem sequer em epidemia era possível falar, porque o suicídio por si não é uma doença, muito menos passível de contágio.

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Empresa de Guimarães entre as melhores para se trabalhar em Portugal

A lista hoje publicada das 30 melhores empresas para se trabalhar em Portugal tem um representante de Guimarães. Entre várias multinacionais, a José Júlio Jordão aparece no 28º lugar da lista.
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A marca Guimarães

O programa das Sic Notícias Imagens de Marca da semana que agora termina foi dedicado a Guimarães. O programa pode ser um bom instrumento de promoção da cidade, e acaba por tocar quase todos os pontos-fortes da oferta turística e vitalidade do Berço: O centro histórico, as festas Gualterianas e Nicolinas, o Museu Alberto Sampaio, as Pousadas, a cultura e obviamente a candidatura a capital europeia e tradições como o ferro, os bordados e o barro.

O programa aponta ainda o lado inovador de Guimarães: a aposta no I&D e na Internet, a presença importante da Universidade do Minho e do Ave Park e as empresas que partiram dos sectores tradicionais para se afirmarem nos novos mercados.

No fundo, o Imagens de Marca, glosa as potencialidades de Guimarães que os vimaranenses mais atentos são capazes de destacar, acabando por não trazer novidades para dentro. Mas leva-as para fora. E essa é uma das críticas que mais vezes tenho feito à promoção turística e cultural da cidade: Esta tem de ser feita fora de Guimarães, para atrair novos públicos, porque de nada nos vale o auto-elogio e a auto-promoção.

É isso mesmo que diz também Cristina Amaro: “Guimarães é uma cidade ainda com um longo trabalho de promoção a fazer”. Tal como nos elogios, também as críticas não são novas.

O programa pode ser visto aqui. Vale a pena ler também a opinião da coordenadora do Imagens de Marca sobre Guimarães.

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Os equívocos de Carlos Coelho

São um grande admirador de Carlos Coelho. E desde que tive o privilégio de ter tido uma aula com ele, na Universidade do Minho, em Outubro, que fiquei rendido ao poder do director da Ivity como comunicador.

Por isso, nem estranhava que no meio do embrulho bonito em que o merketeer fala de Guimarães no Imagens de Marca, tenha escapado o atentado histórico que comete ao falar da Citânia de Briteiros. Mas não passou a muito boa gente. Falar de Lusitanos e de Viriato, não bate certo com a história do sítio. E, se a História vale como marca, seria partir de um pressuposto enviesado tratá-la sem a devida correcção.

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Ai, se a ideia pega!
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O método histórico como ferramenta jornalística?

Pacheco Pereira é o director da edição do Público de hoje. É uma forma interessante de assinalar a aniversário do jornal. Mas, em vez de se limitar a assinalar a efeméride, Pacheco Pereira acabou por deixar a sua marca no jornal, não apenas nos comentários que assina, como nos temas e nas abordagens que escolheu.

Destaco, particularmente, o tratamento dado ao caso Casino de Lisboa. Pacheco Pereira convoca a sua formação de historiador para propor uma abordagem distinta daquela a que estamos habituados no jornalismo. O Público faz, por isso, uma cronologia de todos os factos relativos ao tema (com a ajuda de uma boa infografia) e acaba por descobrir as notícias por detrás desses factos: há “brancas” na história, dados que não batem certo e mais questões que se levantam.

Poderá o método histórico ajudar o jornalismo a reinventar-se? Isto é o jornalismo interpretativo a que o Público reclama pertencer no seu livro de estilo. E, quanto a mim, parece-me que este se pode afirmar como um excelente caminho para o jornalismo ultrapassar as dificuldades levantadas pela Internet.

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Parabéns ao meu jornal

Eu tinha quatro anos, mas lembro-me da excitação com que o meu pai chegou a casa com o jornal novo. Mal eu sabia que nascia ali uma relação que hoje completa 18 anos.

O Público é, desde essa data, o meu jornal, estivesse eu apenas a ver as fotografias (como em 1990), ou a treinar as primeira palavras lidas. Foi também dessa relação que nasceu a paixão pelo jornalismo e o desejo de fazer desta a minha profissão.

É por isso que o Público me diz tanto. Mas, emoções à parte, este é, por mérito próprio, o mais importante jornal nacional do nosso tempo. Todas as críticas que lhe possam ser feitas (e às quais junto por vezes a voz), não fazem apagar o excelente jornalismo que por lá se faz. E merece, portanto, os Parabéns.

Agora que aquelas páginas são o meu trabalho (e ainda sinto a casa demasiado grande), o Público é mesmo o meu jornal. Citando Rui Tavares na (excelente) crónica da última página de hoje: "Sim, é pessoal!".
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Os comerciantes e o projecto do Toural

"Comerciantes de Guimarães temem demoras na execução do projecto do Toural"

"A Associação Comercial e Industrial de Guimarães (ACIG) defende que "o comércio não vive sem oferta de estacionamento", mas alerta que o projecto de construção de um parque subterrâneo no Largo do Toural "tem de ser mais bem pensado". O aviso foi lançado pelo presidente da assembleia geral da ACIG, Gomes Alves, durante um debate, anteontem à noite, sobre a proposta para o arranjo urbanístico do Toural.
A duração e o impacto da intervenção foram as duas grandes preocupações demonstradas pela plateia. "Uma intervenção muito demorada seria a ruína dos lojistas", comentou um dos comerciantes presentes, mas, em relação a prazos, a única garantia dada é que a autarquia é a primeira interessada em controlar a execução da obra."

(Público)

"Comerciantes temem duração das obras"


"Os comerciantes do centro da cidade manifestaram reservas ao tempo que poderá demorar a intervenção no Largo do Toural, em pleno centro de Guimarães. Num debate promovido pela Associação Comercial e Industrial de Guimarães (ACIG), anteontem à noite, os comerciantes aplaudiram o projecto apresentado pela Câmara Municipal - que prevê, além da renovação daquele largo, um parque de estacionamento subterrâneo - mas não esconderam a apreensão face ao tempo que a obra poderá demorar e aos efeitos que a intervenção pode ter nos negócios."

(Jornal de Notícias)


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Do riso e do esquecimento: Minho, região de cultura

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“À carga!”

Bum! Bum! Bum! Ao fim de três minutos de concerto, já o grande auditório do Centro Cultural de Vila Flor tinha pegado fogo. A banda para casamentos e funerais por detrás de Goran Bregovic tinha dado o mote para uma noite memorável no CCVF.

As luzes não se tinham apagado e ninguém percebeu bem porquê. De repente soa um trompete por detrás das cabeças. Ninguém indiferente e a banda a entrar pelos fundos, a descer a escadaria e a começar de forma desconcertante o concerto. Aos metais junta-se a precursão, Goran entra no palco e a música explode. E saltam das cadeiras as primeiras pessoas, que se juntaram ao pé do palco e por lá ficaram, cada vez em maior número, até ao final do concerto.

Dez músicos em palco. Bons, muito bons executantes. E um excelente compositor capaz de ir de uma melodia doce à loucura de um grito militar em breves instantes. A tensão que se foi acumulando durante o concerto (quem consegue ficar indiferente aos ritmos dos Balcãs?) estoirou no fim. Já depois de duas horas de excelente música. Já ninguém estava sentado, o CCVF estava transformado em pista de dança, mas faltava o clímax da noite.


1, 2, 3, 4. À carga!: Kalajnikov. O maior sucesso de Bregovic à conta da banda sonora do excelente Underground do ex-comparça Kusturica. E um auditório em euforia, como nunca vi naquela sala.

Concerto único. Em Portugal e na vibração que perpassou a sala: Cheia. Por tudo isto está de parabéns o CCVF. Grande aposta!

Além disso, o sucesso que foi o concerto do último sábado pode ter o condão de mostrar à casa de cultura municipal de Guimarães um caminho novo. É que Bregovic não é apenas um nome da World Music capaz de trazer o Grande Auditório o seu público habitual. É também um ícone de uma geração que não ouve só o que chega empacotado nos EUA e do Reino Unido.

A
programação de Abril dá sinais contraditórios. A excelente Anja Garbarek, a aposta sólida em Tord Gustavsen e o teatro com a qualidade habitual na ACERT (e texto de Agualusa e Mia Couto) estão a sintonia com a boa programação de Março. Mas depois há isto. Uma voz fraquinha e quatro acordes numa guitarra chegam para chegar a esta palco? Espero que seja só um acidente de percurso…


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Triste sina

Triste sina esta a de no início de cada época desportiva alimentar a esperança de ver o Vitória campeão nacional de voleibol. Na "hora H" a equipa tem falhado e já não consigo contar pelos dedos de uma só mãos as tardes de desilusão vividas à custa da segunda modalidade do clube.


Sábado foi mais uma dessas e a derrota, em casa, frente ao Benfica, no primeiro jogo da meia-final do Nacinal A1 deixa pouca margem ao apuramento para a final da prova. E deixa-me ainda menos vontade de assistir à final da Taça de Portugal como já tinha programado.


Não ponho em causa os méritos da direcção de secção que, em meia dúzia de anos, criou do zero um dos projectos mais temidos e invejados do desporto amador em Porugal. Mas, quase no final de mais um época de desilusão, parece claro que a aposta em Marco Queiroga está esgotada. E a exigência é uma das principais características da massa associativa vitoriana.
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O derby frouxo

Paixão, emoção e falta de qualidade. As três palavras-chave para resumir o derby de sexta-feira entre Vitória e Braga.
Bancadas cheias, uma árbitro medíocre e duas equipas sem argumentos para recalamaerem o triunfo. Pela positiva, o Vitória mantém o Braga à distância, não perdeu terreno para os "grandes" e quebrou o ciclo "iô-iô".
Numa jornada em que apenas o Setúbal ganhou, o empate não foi um mal resultado. Mas os sadinos são agora um ameaça extra ao bom campeonato do Vitória. Domingo há novo teste frente ao Sporting.
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Goran Bregovic & Wedding and Funeral Band, 22h00, Centro Cultural Vila Flor.
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Ainda o estacionamento

Mais uma nota para esta discussão. A Câmara de Guimarães instalou recentemente nas entradas da cidade placas de sinalização que indicam o número de lugares de estacionamento em parque públicos municipais no centro da cidade.

Guimarães tem, portanto, 732 lugares de estacionamento em parques municipais. São 164 na Mumadona, 269 no Estádio D. Afonso Henriques, 144 no Centro Cultural de Vila Flor e 155 no novo Mercado Municipal.

A estes juntam-se outros parques, gratuitos, como os das Hortas, Teleférico e Quinta. E parques privados pagos na rua de Vila Flor, Caldeiroa, rua de Santo António, Centro Comercial Triângulo, Centro Comercial São Francisco e Alameda Alfredo Pimenta.

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O derby é esta noite

O “fabuloso derby do Minho” (as palavras são de Manuel Cajuda) joga-se esta noite no Sambódromo. Independentemente das posições que cada equipa ocupa na tabela, o jogo é sempre emocionante, quando mais não seja pela rivalidade existente entre os dois emblemas.

E quando essa rivalidade é saudável dá gosto ir ao estádio ver um jogo deste calibre, e o derby do Minho é daqueles jogos a que faço questão de assistir na bancada. Só que o facto de o jogo desta jornada se disputar à sexta-feira fez com que tivesse recuado na intenção de ir a Braga assistir à partida. Confesso que me irrita esta ditadura da SportTV, mas vou acompanhar o jogo pela televisão.

O Braga está desesperado por fazer boa figura frente ao Vitória. Não só a nível desportivo. Porque precisa de um triunfo como de pão para a boca, para sair da crise desportiva recente e ainda acalentar esperanças em atingir os objectivos mínimos para a temporada. Mas também nas bancadas, daí terem sido entregues milhares de convites nas escolas do concelho vizinho. A ver se o Municipal enche.

De qualquer das formas, o mais provável é que o Braga ganhe mesmo: nos clássicos ganha normalmente a pior equipa. Além disso, o ciclo mais recente do Vitória tem oscilado entre triunfos e derrotas como um iô-iô (chamaram-lhe esta semana no Público) e o último jogo foi ganho. O único motivo para ter alguma esperança num bom resultado em Braga é que Manuel Machado raramente ganha às suas ex-equipas.

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Vagabond Opera, Theatro Circo, 21h30.
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"Jesus é fiel e justo"

A surpresa chegou no início da semana: Jorge Jesus tinha sido distinguido como treinador de futebol do ano na Europa. A comunicação social em peso deu eco da novidade, o que levou muito boa gente a acreditar que o homem que passou pelo Vitória e Moreirense em situações de aflição tinha atingido o topo.

Nada mais falso. O desmentido chegou ontem, revelando que Jesus tinha, afinal, sido apenas convidado a estar presente na cerimónia de atribuição do galardão pela Soccerex.

Descontando o ridículo da situação, esta levanta mais uma vez a questão da credibilidade (e da credibilização) das fontes pelos jornalistas. A confirmar-se que Jesus foi a fonte em causa própria a situação é ainda mais grave.

O que leva um jornalista a reproduzir acriticamente uma informação? E a aceitar como fonte parte interessada do assunto?

Parece que situações como esta não fizeram ninguém aprender. A mim fazem-me corar de vergonha da classe.

post scriptum - aproveito para informar que o Colina Sagrada foi eleito o blog do ano nos países de Língua Oficial Portuguesa.
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Reportagem do ComUM na imprensa nacional*

A entrevista que o ComUM fez ao professor e blogger Daniel Luís, vítima de censura na Universidade do Minho, chegou à imprensa nacional. Ao primeiro número, o ComUM marca a agenda.
A notícia foi hoje publicada no JN.
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Agora em papel

Disse uma vez um gande amigo, a propósito do projecto jornalístico que fazíamos juntos na UM: "É como um filho que não fiz, mas que tenho todo o gosto de criar". É mais ou menos assim que olho para o ComUM. Quem o pariu foram estes dois ilustres camaradas de ofício, mas tive o prazer de o criar durante um ano juntamente com uma equipa fantástica.

Hoje é um dia grande para a "criança". O ComUM cresceu para um jornal em papel. O primeiro número pode ser lido aqui. Destaque para o fabuloso cartoon de César Évora para a irreverência e qualidade da secção InComUM (uma espécie de Inimigo Público) e para a qualidade jornalística de alguns aprendizes de ofício capazes de fazer corar ditos profissionais. A prová-lo a reportagem sobre a prostituição de alunas da UM e a entrevista ao censurado Daniel Luís.
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10 de Março: o debate final

A Câmara de Guimarães agendou para 10 de Março o debate final acerca do projecto de requalificação do Toural. A novidade é hoje avançada pelo JN.

O debate vai ter lugar no Centro Cultural de Vila Flor e deve ser a última oportunidade para os vimaranenses críticos das opções para o centro da cidade demoverem a autarquia de avançar com o desenho apresentado em Setembro.

A 4 de Março realiza-se um outro debate sobre os Cinco projectos para Guimarães. Acontece em Pevidém, a pedido da junta de freguesia, e versará exclusivamente sobre o projecto para Creixomil e Silvares.
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Uma questão de estacionamento

O debate em torno dos cinco projectos para Guimarães está marcado por uma questão essencial: o estacionamento. As críticas ao esboço para o Toural, o mais debatido e mediatizado, parecem, à medida que o tempo passa, mais centradas nesse ponto específico do projecto.

A autarquia percebeu isso. E vai tentar provar a sua razão. É dessa forma que interpreto o anúncio da reabertura, a título experimental, do parque de estacionamento do estádio. Se a coisa correr bem, pode ser mais um fôlego para o Toural. Caso contrário será uma estocada que o projecto dificilmente suportará, a juntar a outras objecções que o debate tem trazido a lume.

Por exemplo,
no debate da passada quinta-feira, o autor do projecto para a Feira semanal defendeu a proximidade de parques de estacionamento num perímetro até 500 metros como factor essencial para decidir a localização do novo equipamento. Curiosamente, 500 metros parece ser distância excessiva para quem projectou o Toural.

Outra dúvida tirada pelo debate organizado pela Muralha foi a utilização do espaço da feira semanal fora dos dias de feira. A resposta é óbvia: será um parque de estacionamento. Mais um. E a cerca de 300 metros do Toural.

Também nesse debate, António Gradim, autor do projecto de requalificação do espaço do antigo mercado, assumiu a possibilidade de aumentar nesse projecto o espaço para estacionamento, caso o parque do Toural seja abandonado.

Ao que parece, estas considerações já se tornaram também claras
para o presidente da Câmara, pelo que o parque do Toural pode estar mesmo para cair. E, nessa altura, pode ser que o projecto para o centro da cidade seja redesenhado, pensando-se numa praça a sério, em vez de uma tampa de um parque. A ver vamos…
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CP atende reivindicações bracarenses

O JN anunciava ontem que a CP “equaciona alterar ainda este ano o serviço de comboios urbanos da Linha de Braga, cujas principais mudanças passam pela redução do tempo de viagem entre as cidades do Porto e Braga, perspectivando-se que os chamados comboios "urbanos" possam fazer, numa primeira fase, aquele percurso em apenas 35 minutos”.

É uma boa notícia para Braga e para o Minho, em resposta a uma reivindicação justa, como sublinhei
aqui. Todavia, a confirmar-se a novidade, e no caso de esta não ser acompanhada por uma reformulação na linha de Guimarães, a CP comete mais um atentado sobre a região.

As
críticas que fiz aqui no blog ao péssimo serviço que a empresa ferroviária nacional presta à população servida pela linha de Guimarães continuam válidas, porque a CP nada fez desde que levantei o problema. Os ofícios que enviei à empresa mereceram, de resto, pouco mais do que respostas de circunstância.

Por exemplo, numa altura em que Braga pede comboios directos para o Porto, lembro que Guimarães não tem sequer uma ligação rápida, que pare apenas nas estações. É, de resto, a única linha suburbana da CP Porto nestas condições.

Isto é, a menos que a prometida alteração do serviço para a linha de Braga seja acompanhada de uma intervenção profunda e necessária, porque justa, na linha de Guimarães, estaremos na presença de uma profunda injustiça e de um lamentável erro estratégico, com necessário significado (e consequências) políticas.

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CCVF Porto

Esta menina canta que é uma maravilha e vai estar em Guimarães em Abril. Mas se forem ao site dela vão ver que ela acha que o Centro Cultural de Vila Flor onde vai dar o espectáculo é, afinal, no Porto.

De qualquer das formas, é mais uma boa aposta do Vila Flor.
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Ideias peregrinas

A proposta do presidente da Câmara de Guimarães de colocar muros à volta da pista de cicloturismo faz lembrar o gradeamento que a autarquia de Braga colocou nos túneis pedonais da Avenida da Liberdade para não serem usados.

É uma daquelas ideias peregrinas que de vez em quando sirgem aos nossos eleitos. De tão estapafúrdia, nem sei se valia a pena comentá-la. Alguém imagina os ciclistas a percorrerem uma via amuralhada, como se estivessem dentro de um contínuo túnel?

A pista está degrada por incúria de quem a gere. A solução está mais próxima do que aquilo que Magalhães faz supor: Basta que os responsáveis locais façam o trabalho de casa.

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Debate sobre os 4 projectos: Primeiro capitulo: algumas notas

Casa cheia: Sem ter tanta gente como o debate sobre o projecto para o Toural na Sociedade Martins Sarmento (até porque o espaço não o permitia), o primeiro debate organizado pela Muralha cerca de meia centena de pessoas ao São Mamede, o que me parece bastante razoável. Deste modo os vimaranense deram mais uma prova de vitalidade cívica, que tantas vezes têm deixado patente neste dossiê.

Ausência dos vereadores do PS: No debate da SMS tinham estado presentes o presidente da Câmara e outros dois vereadores do PS. Desta feita nenhum eleito socialista marcou presença. No sentido inverso, o PSD local compareceu em força.

Os arquitectos: António Gradim, autor do projecto de requalificação do antigo mercado municipal, e Paulo Castelo Branco, responsável pelo novo espaço da feira semanal estiveram presentes. O discurso foi excessivamente técnico, quando já se percebeu que os vimaranenses não querem tanto discutir se a estrutura é alta ou baixa ou o pavimento tem ou não impermeabilidade. Os vimaranenses querem é discutir a opção política por detrás de cada um dos projectos. E isso não se faz com os técnicos, por muito esclarecedores que o sejam.

Novidades: em relação à primeira apresentação pública, o projecto do mercado foi apresentado com ligeiras alterações. Gradim prevê construir algumas “lojas duplex” e fazer um reforço visual da Casa da Memória com recurso a um espelho de água.

Discurso de preconceito: Ver gente com responsabilidade a repisar um discurso de preconceito que eu pensava existir apenas em camadas menos esclarecidas da população (que inocente sou) preocupa-me. O problema da feira é porque é feira por “agentes económicos à margem da legalidade” e gente “de fora”. Da mesma forma que o mercado é “usado pelas senhoras”.

Indefinições: O autor do projecto da feira semanal diz que este ainda não passa de um esboceto de um projecto. O arquitecto da Casa da Memória diz que projectou um contentor, mas que o espaço ainda não tem um programa especifico. Afina os projectos ainda não são.

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A frase

"A não ser a presença dos bares quase nada mudou no centro histórico e isto não chega para animar a cidade".


António Gradim

ontem à noite no debate sobre a renovação do antigo Mercado Muncipal e nova feira semanal. Prometo voltar ao debate com mais alguma profundidade mais tarde.
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Extra!

A procura para o Scope, de rui Horta, amanhã no Vila Flor é tanta que a organização já agendou uma sessão-extra. Depois da lotação esgotada de Dúvida, o CCVF parece manter o hype. Parece que o público local (será só?) começa a acordar para a cultura, o que pode ser uma boa notícia para a CEC2012.
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Os outros quatro projectos em debate

Tal como o Colina Sagrada tinha avançado, a Muralha promove hoje o primeiro dos dois debates sobre os outros quatro projectos para Guimarães. A reaqualificação da Alameda e Toural tem sido o projecto a merecer mais atenção dos vimaranenses, mas desta vez serão os restantes projectos a merecer a atenção pública.
Esta noite o debate promovido pela
associação de defesa do Património tem a nova feira semanal e a intervenção prevista para o espaço do antigo Mercado Muncipal como temas. Dentre de uma semana, será a vez dos projectos do CampUrbis e da Veiga de Criexomil.
O debate acontece a partir da 21h30, no São Mamede.
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Café Blog: História e Economia

A segunda Conversa Improvável terá lugar no próximo dia 25 de Fevereiro, segunda-feira, pelas 21h30, no Espaço Pedro Remy. Desta vez o diálogo faz-se entre a História e a Economia.
Os convidados são Fernando Alexandre, Professor do Departamento de Economia da Universidade do Minho, e Francisco Sande Lemos, Professor Jubilado de Arqueologia da Universidade do Minho. Desta vez, serei um dos moderadores.
A primeira conversa teve lugar em Janeiro,no Estaleiro Cultural Velha-a-Branca, com um diálogo entre o Urbanismo e a Saúde Mental, que contou com a participação de Miguel Bandeira e João Bessa.

A entrada no debate é livre. Todas as informações podem ser encontradas aqui.

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Agora queremos ganhá-la.
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A cidade cresce

A apresentação pública do novo centro comercial de Guimarães é uma notícia agradável. Antes de mais porque mostra uma cidade em crescimento, não só ao nível físico (Silvares entra definitivamente na malha urbana nos próximos dois anos), mas também a nível económico.

As chamadas lojas-âncora que o Espaço Guimarães já foi capaz de atrair vão certamente torná-lo num pólo de criação de riqueza importante. Além disso, a lógica do novo centro comercial é de inclusão do comércio tradicional, tendo até desafiado a ACIG para um protocolo. E essa pode ser uma excelente notícia para os comerciantes locais, especialmente aqueles que estiverem em condições de fazer o investimento inicial exigido.

Além disso, o parque de lazer que será criado na envolvente do espaço, mesmo junto ao Rio Ave, é o primeiro contacto da cidade com o “seu” rio. O que, do ponto de vista simbólico, é interessante. Além disso, cria-se mais um espaço verde no concelho, o que é sempre de saudar. Desde que o Rio esteja limpo. Caso contrário, vamos repetir os erros do parque do GuimarãesShopping.

Com alguns dos erros do centro comercial parecem ter aprendido os responsáveis autárquicos. Pelo menos é o que se depreende da prometida reformulação da EN206, duplicada entre o espaço e Creixomil.

Os promotores prometem também criar 5000 postos. O que é arrojado. Mas, acreditando que os promotores não estão a brincar, é uma boa notícia para uma região com as dificuldades ao nível do emprego que todos conhecemos.

Nota final: aquela torre da maqueta será uma referência ao Castelo de Guimarães? Quem é que permitiu um parolismo daqueles? E um dos responsáveis ainda louva a arquitectura… Vamos ter mais um ícone kitsch na cidade.

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O Minho sobre carris enferrujados

De regresso ao ComUM, assino a crónica "Do Riso e do Esquecimento". Desta feita sobre os comboios e o Minho e a necessidade urgente de fazer frente à inoperância da CP no que ao serviço público de transportes da região diz respeito.

"E é por isso que defendo que as linhas do Minho deviam ser geridas por uma empresa própria. O que não é uma solução tão inovadora que possa oferecer dúvidas na altura da decisão.
Só assim o Minho pode escapar à asfixia da CP, uma empresa pública que mata, ano após ano, o serviço público de transportes nos caminhos-de-ferro. No fundo é uma metáfora do próprio país: demasiado centrado nas áreas metropolitanas, limitando-se a cumprir serviços mínimos e a servir de “bazar de serviços” dos favores do Estado."

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O blog da semana no Arrastão

Um dos mais proeminentes bloggers nacionais, Daniel Oliveira, destaca semanalmente um blog nacional no seu Arrastão. Esta semana virou-se para Guimarães e, entre mais de uma dezena de blogs da região, deu relevo a três.

Entre eles está o Colina Sagrada, o que é uma referência grata vinda de um dos bloggers nacionais que acompanho quase diariamente e a quem dou particular crédito. Além do Colina, o Prometeu, do camarada e amigo Victor Ferreira e o ilustre Café Toural merecem destaque. O Café acabou por ser escolhido como o blog da semana. Muito justamente.
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O terrorista da Madeira


Ponto prévio (para não confundirmos as coisas): O Vitória perdeu ontem na Madeira e perdeu bem. O jogo partido ao meio pelo nevoeiro e o tradicional campo difícil que é a Choupana (único estádio onde o Porto perdeu) podem servir como atenuante a uma exibição sem brilho.

De qualquer das formas, o que se passou no final do jogo é inqualificável. Jokanovic já tinha começado com o discurso terrorista no jogo de Guimarães para a Taça de Portugal, ganho pelo Vitória de forma incontestável. Agora passou à acção e só não foi mais longe porque alguém se meteu no meio.

O carácter do homem mede-se bem pela forma como desculpa hoje o sucedido, dizendo que passou pelo mesmo no túnel de Guimarães. Uma atitude própria de cobardes e de mentecaptos como o treinador do Nacional.

Mas os métodos do treinador do Nacional não são novidade para os mais atentos. Ele é um verdadeiro trauliteiro que protesta com os árbitros em quase todas as jornadas da Liga e não consegue perceber como é que um dos maiores orçamentos do campeonato (ainda por cima escandalosamente pago pelo governo regional) está a fazer um campeonato miserável. Eu chamo-lhe incompetência.

Nem os próprios jogadores lhe têm respeito, como se vê pela forma como Patacas (um senhor a avaliar pela atitude digna de ir cumprimentar Cajuda depois do sucedido) fala com o treinador depois da escaramuça.

Esteve bem Emílio Macedo ao actuar de imediato, expondo o caso. Aguarda-se o que fará mais esta tarde.

Duas notas para perceber o lamentável espectáculo:

O Nacional é um produto de uma região que vive alienada da democracia. Na Madeira acha-se que tudo é permitido. O próprio presidente do Nacional é um filho desta lógica. E o treinador do Marítimo este ano já entrou por caminhos idênticos.

O país futebolístico desculpou Scolari por um gesto em tudo idêntico ao do treinador do Nacional. Que moral vai haver agora para castigar exemplarmente (como seria justo) Jokanovic?

Foto: Record

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Olhem quem vem lá...

Afinal, os melhores sketches de Monty Python em português passam por Guimarães. E já em Março, mesmo no fim do mês, no São Mamede.

Pessoalmente considero uma boa notícia. Sou fã dos Monty Python e do seu estilo de humor. Além disso é uma oportunidade de ver ao vivo alguns grandes actores, especialmente Miguel Guilherme que é, provavelmente, o maior de todos em Portugal.

É humor, é certo. Mas é humor de grande qualidade, desde a génese, passando pela adaptação portuguesa (por Nuno Markl) até à sua interpretação.


Também no próximo mês, no dia 15, vem ao São Mamede Tiago Bettencourt, para mim, a maior desilusão de 2007 na música nacional. Mas não é mau, não senhor. O São Mamede não manteve o hype inicial (Nouvelle Vague é capaz de ter sido atirar demasiado alto), mas continua a trazer boa cultura a Guimarães.
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Teatro: Dúvida

CCVF, 22h00, amanhã.
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Está decidido

Ainda que a pena seja suspensa, o tribunal provou os crimes de Pimenta Machado contra o Vitória, o que confirma a má gestão do presidente com maior longevidade do cargo. O clube será ainda indemizado, o que era o mínimo exigível face aos crimes julgados.
Só uma nota: Será desta que o fantasma de Pimenta é enterrado? É que quatro anos depois, o antigo presidente continua ainda servir de argumento em quase tudo o que é discussão em torno do maior clube do Minho.
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De regresso

O ComUM está de volta. E com uma novidade: na próxima semana começa a sair em papel.
Bom trabalho, camaradas.
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Do Toural: Mais uma posição

No Comércio de Guimarães, Monteiro de Castro junta a sua voz à discussão em torno do projecto de requalificação do Toural, defendendo a solução de criação de um parque de estacionamento subterrâneo naquela praça.
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Para os TUG aprenderem

Uma grande ideia em Vila Real. Não terá Guimarães escala superior à cidade transmontana para justificar também linhas nocturnas dos seus transportes públicos?

Ver também: Dossiê Colina Sagrada - Modernizar os TUG.
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A Santa Aliança, Pilatos e um descalabro

Descontando a defesa que faz de Pimenta Machado, Luís Cirilo é sempre uma voz lúcida a analisar a realidade do Vitória. O artigo que hoje publica no Depois Falamos é uma excelente análise à pior direcção da história do clube. Ainda por cima descomprometida, o que é dificil de encontrar numa cidade em Santa Aliança entre poder político, oposição e poder económico, todos co-responsáveis pela derrocada do clube.

Outra coisa que Cirilo nota e que me continua a fazer confusão foi a campanha mediática levada a cabo por alguma imprensa local para promover Victor Magalhães e que foi, em grande parte, responsável pela anomia dos vitorianos no início da crise. A mesma imprensa que hoje faz a corte a Emílio Macedo e tem a distinta lata de fazer capa com os valores do descalabro financeiro da anterior direcção, lavando as mãos, como Pilatos, das responsabilidade que teve no descalabro.
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Fundação Martins Sarmento oficializada

Estututos finalmente publicados em Diário da República.

Dou nota desta boa notícia com algum atraso, mas ainda assim com menos atraso do que aquele com que o governo publicou a oficialização de um acordo que foi assinado em Novembro e acertado cerca de meio ano antes. Prioridade à cultura, estou certo.
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Coerências

Há três semanas, os vereadores do PS na câmara de Guimarães rejeitaram uma proposta da CDU para a inclusão dos resultados das análises à qualidade da água na factura da mesma. Esta semana, o mesmo PS, mas na Assembleia da República, quer "tornar obrigatória a inclusão das análises realizadas ou em falta à qualidade da água e respectivos resultados na factura, bem como a sua disponibilização na Internet".
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Louvor?

Porquê? Por desbaratar dois jogadores valiosos? O futebol é mesmo uma indústria mágica: basta o clube estar em terceiro lugar que toda a gente tapa os olhos à terrível gestão de activos da direcção do Vitória.
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Wraygunn no São Mamede



Uma grande banda nacional, autores de dois discos excelentes. Wraygunn: para ouvri no São Mamede, esta noite.
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CEC2012: Cultura e cidadania

A idiossincrasia vimaranense tem traços únicos. Um deles é o jeito apaixonado, determinado e generoso com que as suas gentes assumem causas, projectos e desafios colectivos. A nossa memória e o nosso imaginário estão povoados de momentos, envolvimento e participação da comunidade: a fundação da nacionalidade, lá nos confins dos séculos, a resistência aos invasores, em diferentes momentos de crise, a rebelião contra os franceses, há precisamente dois séculos, a primeira Exposição Industrial, em 1884, a luta pela dignidade concelhia em 1885 e 1886, a reconstrução da praça de touros em 1947, alguns momentos relacionados com feitos futebolísticos, a reivindicação da Universidade para Guimarães, a requalificação do Centro Histórico. Agora mesmo, a enérgica discussão pública sobre a intervenção que se planeia para o coração da cidade entronca nesta tradição.

A Capital Europeia da Cultura, que nos chega à porta mais depressa do que o que pode parecer, tem tudo para ser um desses momentos de participação cívica que marcam a história de Guimarães. Para lá do acumulado de espectáculos luzentes e memoráveis que integrarão o seu programa ou dos novos equipamentos culturais de que a cidade passará a usufruir, a CEC2012 terá que ser assumida como um grande empreendimento colectivo, no qual os cidadãos se revejam como sendo obra sua. O sucesso daquele acontecimento passará, necessariamente, por ganhar os vimaranenses para a empresa. Porque é assim que se fazem as coisas em Guimarães.

«Para tanto não bastará que a programação do acontecimento se resuma ao recurso a
cardápios de pronto-a-servir, porventura com muito impacto e ressonância, mas
que não ultrapassam o estreito limiar do acontecimento efémero. Para que valha a
pena o esforço que temos pela frente, é preciso que o trabalho desenvolvido
consolide raízes e abra caminhos que se projectem em direcção ao futuro.»


O desafio de 2012 apresenta-se como uma oportunidade única para que Guimarães se afirme como uma nova centralidade cultural de dimensão nacional e regional. Para que seja uma aposta ganha, é preciso trabalhar para que Guimarães se projecte para fora de portas como oferta cultural relevante e ganhe massa crítica no âmbito das práticas de criação, organização, divulgação e fruição de cultura. Para tanto não bastará que a programação do acontecimento se resuma ao recurso a cardápios de pronto-a-servir, porventura com muito impacto e ressonância, mas que não ultrapassam o estreito limiar do acontecimento efémero. Para que valha a pena o esforço que temos pela frente, é preciso que o trabalho desenvolvido consolide raízes e abra caminhos que se projectem em direcção ao futuro. Para que, em chegando a 1 de Janeiro de 2013, no momento de desmontar a tenda, não se diga que a festa foi bonita, mas acabou.

Não estou seguro, bem pelo contrário, de que Guimarães tenha hoje “músculo” bastante para enfrentar um desafio com a dimensão e as exigências daquele que se lhe apresenta pela frente. Terá que o adquirir, potenciando os recursos existentes, incluindo os das associações culturais, criando e treinando rotinas, adquirindo competências organizativas, aperfeiçoando o saber-fazer já existente, estimulando a emergência de novos projectos, enraizando hábitos, estimulando gostos, formando públicos. O desafio é complexo, mas estimulante. E será ganho porque, se ainda falta estrutura e dimensão, não falta o talento.

Se atentarmos no que tem sido dito e escrito entre nós sobre a cultura, a que se faz e a que se terá que fazer tendo em vista 2012, notaremos que, em regra, quase se reduzem as questões culturais às manifestações das artes performativas. Ora, sendo embora incontornáveis essas manifestações, que preencherão boa parte do programa da CEC, o acto cultural não se resume ao espectáculo. Há que ir um pouco além do efémero, apostando na produção de conhecimento, seja ele literário, seja ele científico. Acontecendo em Guimarães, será inevitável a associação da CEC2012 à identidade histórica, à procura das raízes, à valorização da memória, à revitalização da cultural tradicional, tanto na dimensão material, como na imaterial.
«Em regra, quase se reduzem as questões culturais às
manifestações das artes performativas. Ora, sendo embora incontornáveis essas
manifestações, que preencherão boa parte do programa da CEC, o acto cultural não
se resume ao espectáculo. Há que ir um pouco além do efémero, apostando na
produção de conhecimento, seja ele literário, seja ele científico.»

Com 2012 no horizonte, Guimarães tudo terá a ganhar se se for afirmando, paulatinamente, como um centro de produção e de divulgação de cultura, lançando, desde já, projectos de investigação, de reflexão e de divulgação que se debrucem sobre diferentes temáticas de raiz cultural, da antropologia à arqueologia, da história à literatura, da filosofia às artes, da fotografia ao cinema, do teatro à dança, etc.

Vejo Guimarães em 2012, à imagem de outras Capitais Europeias da Cultura, como uma cidade que programará cultura com os olhos postos na Europa, centrada nos seus cidadãos, principais obreiros e destinatários dessa programação, prosseguindo uma ideia muito antiga entre nós, a da elevação das gentes através da cultura e do conhecimento. Para aí chegar, ainda há muito caminho a percorrer, muito trabalho a fazer, muitas dificuldades a vencer, na certeza de que, como em tantos outros empreendimentos, os vimaranenses saberão dar boa conta do recado.
António Amaro das Neves
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CEC 2012: Faltam quatro anos

Tal como tinha anunciado, o Colina Sagrada convidou uma série de personalidades da cultura vimaranense para darem a sua visão sobre a Capital Europeia da Cultura em 2012. Entendendo que, a quatro anos da data, pouco tem sido discutido publicamente, e com a apresentação pública do projecto de caidatura à porta, ainda vamos a tempo de perceber o que Guimarães, os vimaranenses e as suas instituições querem para a Capital da Cultura.

A primeira colaboração será hoje publicada, à qual se seguirão outras assinadas por algumas das mais importantes associações de Guimarães e personalidades locais da área da cultura. A ideia é conhecer as mais diversas opiniões pessoais e institucionais. A ligação possível com as associações vimaranenses e os projectos que os vimaranenses gostavam de ver implementados na cidade em 2012.
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Kalasjnikov!



A 1 de Março há um grande concerto no CCVF. Goran Bregovic, o homem por detrás da genial banda sonora da obra-prima de Emir Kusturica

Na música passam também os
Micro Áudio Waves, o Projecto Fuga e Joana Amendoeira. E dois jovens nomes das artes performativas, que chegam via CCB, “Lá e Cá” e “Dos joelhos para baixo”.

Para já, não me arrependo do
voto de confiança.

post scriptum – Casimiro Silva
escreve hoje sobre o tema que mais discussão provoca na blogosfera vimaranense, a politica cultural local.

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E a política de juventude?

Por muito que a Câmara se esforce em defender que tem uma política de juventude, os factos não mentem. A autarquia vai organizar, esta tarde, uma festa de Carnaval para a 3ª idade, o Carnaval Sénior (que se juntam a eventos como um almoço de Reis e um par de passeios). Nada contra.
A questão central é que, para os jovens, que são parte importante (não só em número) da população do concelho, continuam a escassear as iniciativas. E não há uma política coerente que seja capaz de inverter a tendência.
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Parque do Toural comprometido?

Segundo a guimaraesdigital sim. É o prórpio presidente da Câmara quem ademite rever o projecto e recuar na intenção de construir um parque subterrâneo. Aguardemos...
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Gabinete de Imprensa entrega prémios de jornalismo escolar

O Gabinete de Imprensa – Associação de Profissionais e Colaboradores da Comunicação entrega, na próxima sexta-feira, na sua sede, na Praça de S. Tiago, em Guimarães, os prémios do III Concurso de Jornalismo Escolar GI.

O 1º Prémio será entregue aos jornais Preto no Branco (Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso) e Trigal (Escola Secundária das Caldas das Taipas), exaequo. O 2º Prémio vai para o Encontro (Escola Secundária Francisco de Holanda) e o 3º Prémio para o Camilo Informa (Escola Secundária Camilo Castelo Branco).

O artigo “As dificuldades de ingresso no mercado de trabalho”, publicado no Trigal, por Ana Rita e Cristina Fernandes, recebe o galardão para melhor texto jornalístico. A deliberação do júri pode ser consultada
aqui.
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Toalha ao chão

Se dúvidas havia, a saída de Targino para o penúltimo classificado do campeonato turco, confirma apenas uma coisa: O apuramento para a Liga dos Campeões nunca passou pela cabeça da direcção do Vitória. A falta de ambição costuma pagar-se caro, em Guimarães. Mas, para já, a boa época da equipa pode valer mais uns meses de "estado de graça".
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Provocação

É difícil criar paixão por um clube com autógrafos do Dani Mallo.
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Cultura com novo Ministro

Sem comentar a decisão de Sócrates, a mini-remodelação de hoje, coloca-me uma questão: Que impacto terá a saída de Pires de Lima do Ministério da Cultura na CEC 2012?