Cultura com novo Ministro
Sem comentar a decisão de Sócrates, a mini-remodelação de hoje, coloca-me uma questão: Que impacto terá a saída de Pires de Lima do Ministério da Cultura na CEC 2012?
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5 Projectos: Decisão só em Março
Não é novidade para os mais atentos, mas é mais uma vez uma boa notícia para todos aqueles que, como eu, não estou convencidos da necessidade de algumas opções do projecto de romodelação do Toural e Alameda.
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O CCVF teve razão
"Ópera Das Märchen de Emmanuel Nunes encheu (e esvaziou) teatros por todo o país""Reportagens realizadas pela Lusa e por jornais como o Diário de Notícias e Jornal de Notícias na estreia deram conta do esvaziamento precoce de várias plateias onde a ópera estava a chegar via satélite. Por exemplo, em Beja, no Teatro Pax Júlia, das 83 pessoas que começaram a ver o espectáculo, só metade chegou ao fim; e no Teatro Bernardino Ribeiro, em Estremoz, só resistiram cinco dos 40 espectadores iniciais. Em Lisboa, o crítico do PÚBLICO registou que metade da assistência abandonou o São Carlos ao intervalo de um espectáculo que duraria mais de quatro horas. Ou seja, indicadores de uma recepção (ou de uma decepção?) que não estaria nas contas dos responsáveis. Terá valido a pena a aposta?"
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Tratamento menor
Para a FPF, a grandeza do Vitória a paixão que os vitorianos nutrem pelo futebol ainda não merecem um jogo da Selecção principal. Mesmo que tenha sido em Guimarães que a Selecção selou a sua maior vitória da história.
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Sobre os blogs
"Os blogs vão formando um espaço
cada vez mais vasto e importante onde são diariamente discutidos, em público e
em pormenor, os problemas decisivos do país".José Gil, Visão, 26/01/08
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Para além do Toural
Temos andado entretidos a discutir (e bem) o projecto para o Toural e Alameda de São Dâmaso. Mas convém lembrar que a Câmara apresentou quatro outros projectos que merecem a nossa atenção. A Muralha alinha por este ponto de vista e agendou para as duas últimas quintas-feiras de Fevereiro, dois debates sobre os outros quatro projectos, no São Mamede.
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Ainda algumas notas sobre o jogo
- Sem conhecer Roberto, critiquei a sua contratação. Sem perder razão na questão essencial (a direcção do Vitória mostrou que não está a pensar na Champions ao contratar um jogador de II Liga para a fase final da época numa lamentável demonstração de falta de ambição), a verdade é que pelo que vi de Roberto me parece um jogador de boa qualidade, que pode vir a ser muito útil ao Vitória.
- Parabéns ao Porto que já é campeão. Aquela equipa medíocre que ontem ganhou em Guimarães com uma exibição mais ridícula do que a do Nacional, não é uma ameaça à liderança do Dragão.
- Um adepto vitoriano esfaqueado e seis tochas atiradas para o relvado depois do primeiro golo do Benfica são motivos mais do que suficientes para condenar os adeptos benfiquistas (os mesmos que já mataram um pessoa numa final da Taça). Mas hoje ninguém dá eco disso. Como se não se tivesse passado. Fosse ao contrário…
- A cidade do país em que a transmissão do jogo de ontem teve mais share foi provavelmente Braga. Os três golos do Benfica foram duplamente festejados, não só pelos tradicionais benfiquista, mas também pelos braguistas, que não suportariam a ideia de ver o Vitória na Champions. Mas lá continuam no 6º lugar, ainda que com um orçamento 25% superior ao do Vitória.
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O sonho estrelado está mais longe
O sonho estrelado pode estar mais longe, mas nada apaga a fantástica época que o Vitória está a fazer. O jogo de ontem contra o Benfica foi uma repetição de história velhas. Nada que não estivesse à espera.
Nos jogos entre os grandes ganha tradicionalmente o que joga pior nessa fase da época; A diferença entre as duas equipas vê-se também nos orçamentos – Cardozo custou o triplo do orçamento do Vitória para toda a época (o do Benfica multiplica por dez o dos vimaranenses). E é, também por isso, que o Vitória está mais longe do sonho da Champions.
João Ferreira é um grande amigo do Benfica. E não é de agora. Há uns anos, como 4º árbitro, expulsou Romeu, do Vitória, com recurso (irregular) a imagens televisivas.
No jogo de ontem, foi, uma vez mais, o melhor em campo para o Benfica. Controlou o jogo com faltas a meio-campo, marcou faltas ofensivas ao Vitória em lances em que os jogadores vitorianos eram carregados e teve interferência directa no resultado. Não assinalou um penalti claro e escandaloso por puxão de Edcarlos a Miljan, a 10 minutos do fim (dava o empate a 2).
E os três golos do Benfica são precedidos de irregularidade. No primeiro, não há falta sobre Rui Costa (de cada vez que o maestro falava, o árbitro tremia em reverência ao ídolo); no segundo golo, Di Maria joga a bola fora do terreno (eu estava mais próximo do que qualquer um dos árbitros), antes de fazer gato-sapato de Andrezinho; no terceiro golo, paralisação cerebral de Nilson à parte, Cardozo domina a bola com a mão, acabando com o jogo.
Mas nem a ardilosa exibição da equipa de arbitragem apaga os erros próprios do Vitória. Que Cajuda não é um especialista em questões tácticas já se tinha percebido. Mas Camacho não lhe fica atrás. Até ontem: O espanhol do Benfica montou uma estrutura preenchida a meio-campo e coarctou todos os movimentos ofensivos do Vitória. Ganhou o jogo aí.
Cajuda falhou também naquilo que é normalmente o seu ponto forte: As questões psicológicas e de motivação. Os jogadores do Vitória entraram nervosos, acusando a pressão do jogo. E isso foi “a morte do artista” nos primeiros 20 minutos de jogo.
Foram quase 15 dias de ininterruptas notícias sobre o assunto. Algumas bem lamentáveis, como o artigo de ontem que colocava Geromel a caminho… do Benfica. O Vitória precisa de rever a sua politica de comunicação. A começar pelo seu próprio treinador, que passou a semana a falar em demasia.
Nos jogos entre os grandes ganha tradicionalmente o que joga pior nessa fase da época; A diferença entre as duas equipas vê-se também nos orçamentos – Cardozo custou o triplo do orçamento do Vitória para toda a época (o do Benfica multiplica por dez o dos vimaranenses). E é, também por isso, que o Vitória está mais longe do sonho da Champions.
João Ferreira é um grande amigo do Benfica. E não é de agora. Há uns anos, como 4º árbitro, expulsou Romeu, do Vitória, com recurso (irregular) a imagens televisivas.
E os três golos do Benfica são precedidos de irregularidade. No primeiro, não há falta sobre Rui Costa (de cada vez que o maestro falava, o árbitro tremia em reverência ao ídolo); no segundo golo, Di Maria joga a bola fora do terreno (eu estava mais próximo do que qualquer um dos árbitros), antes de fazer gato-sapato de Andrezinho; no terceiro golo, paralisação cerebral de Nilson à parte, Cardozo domina a bola com a mão, acabando com o jogo.
Mas nem a ardilosa exibição da equipa de arbitragem apaga os erros próprios do Vitória. Que Cajuda não é um especialista em questões tácticas já se tinha percebido. Mas Camacho não lhe fica atrás. Até ontem: O espanhol do Benfica montou uma estrutura preenchida a meio-campo e coarctou todos os movimentos ofensivos do Vitória. Ganhou o jogo aí.
Cajuda falhou também naquilo que é normalmente o seu ponto forte: As questões psicológicas e de motivação. Os jogadores do Vitória entraram nervosos, acusando a pressão do jogo. E isso foi “a morte do artista” nos primeiros 20 minutos de jogo.
Foram quase 15 dias de ininterruptas notícias sobre o assunto. Algumas bem lamentáveis, como o artigo de ontem que colocava Geromel a caminho… do Benfica. O Vitória precisa de rever a sua politica de comunicação. A começar pelo seu próprio treinador, que passou a semana a falar em demasia.
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Alguém explica...
...porque é que o Vila Flor é o único centro cultural do Minho que passa em directo a estreia mundial de Das Märchen, a ópera de Emmanuel Nunes, e não encontramos nenhuma referência a isso nos sítios da Oficina e da Câmara?
Eu fiquei a saber pelo Público. E resolvi partilhar convosco.
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Homenagem justa
O Monumento ao Nicolino é hoje inaugurado, às 17h30. Depois de 10 anos de avanços e recuos, a escultura em que José de Guimarães homenageia os estudantes vimaranenses e as suas festas é finalmente uma realidade.
Uma homenagem justa à grandeza das Nicolinas e o lugar justo (finalmente!) de José de Guimarães na sua própria cidade.
Gosto da escultura. Uma obra contemporânea como Guimarães não tem, esteticamente bonita e bem enquadrada. E com simbolismo, se a lermos do ponto de vista do autor.
Mas preocupa-me a forma como a cidade tem recebido o monumento. O inquérito aos leitores (esse instrumento obtuso do jornalismo) feito pelo Comércio de Guimarães dá conta dessas críticas, que já me tinham chegado de pessoas mais ou menos próximas das festas.
Arrisco dizer que Guimarães não está preparada para o vanguardismo do seu maior artista. Imaginem se a obra tem avançado há dez anos...
Uma homenagem justa à grandeza das Nicolinas e o lugar justo (finalmente!) de José de Guimarães na sua própria cidade.
Gosto da escultura. Uma obra contemporânea como Guimarães não tem, esteticamente bonita e bem enquadrada. E com simbolismo, se a lermos do ponto de vista do autor.
Mas preocupa-me a forma como a cidade tem recebido o monumento. O inquérito aos leitores (esse instrumento obtuso do jornalismo) feito pelo Comércio de Guimarães dá conta dessas críticas, que já me tinham chegado de pessoas mais ou menos próximas das festas.
Arrisco dizer que Guimarães não está preparada para o vanguardismo do seu maior artista. Imaginem se a obra tem avançado há dez anos...
O monumento: o processo e as demoras (S. Nicolau)
O monumento: memória descritiva (S. Nicolau)
Reportagem da GMRTV
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Decisões no Voleibol
Depois de uma semana em que a loucura parece instalada em Guimarães face à possibilidade de o Vitória conquistar amanhã o segundo lugar na Liga, a segunda modalidade do clube vive também um momento de decisões.O voleibol, actual líder do campeonato, tem uma jornada decisiva neste fim-de-semana. Amanhã recebe o frágil Machico e no domingo vai a Espinho, defrontar o campeão Nacional.
É o dia D para a época vitoriana. Vencendo, praticamente fica garantido o primeiro lugar na fase regular e a vantagem caseira no playoff. E, pela experiência do passado, esse pode ser meio caminho andando para chegarmos ao título.
Via: Paixão Vitoriana
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Braga ao Porto em 40 minutos
Em Braga surgiu um movimento que exige à CP soluções mais rápidas para a deslocação para o Porto. As críticas dos bracarenses já deram origem a um blog e a uma petição online em que se exigem comboios rápidos entre as duas cidades, reduzindo o número de paragens para apenas sete. O assunto também já chegou à imprensa.
Sobre o mau funcionamento do serviço público da CP já tínhamos discutido aqui. Na altura lancei um desafio aos leitores do Colina Sagrada para que sugerissem a melhor forma de mantermos a pressão sobre a CP para a necessária melhoria do serviço na linha de Guimarães.
Renovo esse pedido, parecendo-me a solução de uma petição uma possibilidade forte neste momento.
Sobre o mau funcionamento do serviço público da CP já tínhamos discutido aqui. Na altura lancei um desafio aos leitores do Colina Sagrada para que sugerissem a melhor forma de mantermos a pressão sobre a CP para a necessária melhoria do serviço na linha de Guimarães.
Renovo esse pedido, parecendo-me a solução de uma petição uma possibilidade forte neste momento.
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Em continuidade do que escrevi ontem, Animal Collective passam por Braga em Maio (grande concerto!) e os Melhores Sketches dos Monthy Pyton passam pelo Circo e pela Casa das Artes na tour nacional que começa no próximo mês. Apesar de passarem por 23 cidades nacionais, Guimarães não está no mapa...
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Cultura em Fevereiro: Mês cheio no Minho
Depois de um mês de Janeiro a meio gás, Fevereiro vai ser cheio de cultura nas casas de artes do Minho. É bom sinal. E a verdade é que a região se assume como o segundo pólo cultural do país, depois de Lisboa.
Ainda assim, os minhotos não parecem satisfeitos com o que têm. Tenho sido crítico da política cultural local, especialmente a vimaranense. E, ainda que o panorama o CCVF, tenha melhorado muito, a verdade é que há por onde optimizar a casa de cultura de Guimarães.
Outras vozes críticas podem, por exemplo, ouvir aqui (podcast da Praça do Município na RUM, em relação ao Theatro Crico) ou ler aqui e aqui (Tiago Laranjeiro critica as opções do CCVF).
A verdade é que Fevereiro vem cheio nas quatro grandes casas de cultura do Minho. Embora haja casas que trabalham melhor que outras. E nessa “batalha” parece-me que o Theatro Circo continua a levar a dianteira em relação ao Vila Flor.
Quanto os “outsiders”, apraz registar o caminho seguro que o São Mamede tem vindo a fazer. Em Fevereiro passam pela Centro de Artes e Espectáculos de Guimarães os portugueses Wraygunn e Lydia Lunch, que sendo um nome pouco conhecido é uma espécie de lenda da cena alternativa.
Já a Casa das Artes, parece-me desorientada. Recebeu o inenarrável João Seabra há pouco tempo e terá O Clube das Divorciadas em Fevereiro. Mas há espaço para boa cultura em Famalicão, nomeadamente o concerto (único em Portugal) de Little Annie e
Melissa Walker. Fora da música, há duas peças de teatro, “Fábrica do nada” e particularmente “Stabat Mater” com a enorme Maria João Luís.
Promessa forte é o concerto de John Cale, ex-Velvet Underground, na Casa das Artes.
Entre os “dois grandes”, o Circo continua a levar vantagem. Tem mais espectáculos, maior diversidade, e tem qualidade acima da média, especialmente na música. Por Braga passam os Raveonettes, Pluraman & Julee Cruise (a voz do tema de Twin Peaks), Ebony Bones (garantem-me: um dos nomes grandes da música mundial em 2008) e o português David Fonseca. Também haverá Samba da Rainha e Balanescu Quartet, numa inclusão pela World Musica, o território até aqui quase exclusivo do CCVF. E a Ópera do Vagabundo.
O Circo vai ter Collen em Março. E só é pena ter deixado escapar Patrick Watson e Feist.
Outra área até aqui inexplorada em Braga foi a programação infantil. E este mês há dois musicais para as crianças. E há Teatro, muito teatro, com a comédia, “A Separação”, “Turismo Infinito” pelo Teatro Nacional São João e as novidades da CTB.
Em Guimarães, além da “Dúvida” a que já dei destaque, há dois espectáculos de Dança, “Respira”, de Alda Bizarro, “Scope”, de Rui Horta, e o Novo Circo da companhia Último Momento. Há pouca música, mas continua a boa aposta no Café Jazz.
A tendência geral dos últimos meses mantém-se. O Circo à frente, Vila Flor a dar passos seguros, agora que tem um caminho e a Casa das Artes fora de forma mas com um ou outro espectáculo de destaque. O São Mamede é um player novo, que pode mudar as contas. A parte boa é ter tanta e tão boa oferta a um máximo de 30 quilómetros de casa.
Ainda assim, os minhotos não parecem satisfeitos com o que têm. Tenho sido crítico da política cultural local, especialmente a vimaranense. E, ainda que o panorama o CCVF, tenha melhorado muito, a verdade é que há por onde optimizar a casa de cultura de Guimarães.
Outras vozes críticas podem, por exemplo, ouvir aqui (podcast da Praça do Município na RUM, em relação ao Theatro Crico) ou ler aqui e aqui (Tiago Laranjeiro critica as opções do CCVF).
A verdade é que Fevereiro vem cheio nas quatro grandes casas de cultura do Minho. Embora haja casas que trabalham melhor que outras. E nessa “batalha” parece-me que o Theatro Circo continua a levar a dianteira em relação ao Vila Flor.
Quanto os “outsiders”, apraz registar o caminho seguro que o São Mamede tem vindo a fazer. Em Fevereiro passam pela Centro de Artes e Espectáculos de Guimarães os portugueses Wraygunn e Lydia Lunch, que sendo um nome pouco conhecido é uma espécie de lenda da cena alternativa.
Já a Casa das Artes, parece-me desorientada. Recebeu o inenarrável João Seabra há pouco tempo e terá O Clube das Divorciadas em Fevereiro. Mas há espaço para boa cultura em Famalicão, nomeadamente o concerto (único em Portugal) de Little Annie e
Melissa Walker. Fora da música, há duas peças de teatro, “Fábrica do nada” e particularmente “Stabat Mater” com a enorme Maria João Luís.
Promessa forte é o concerto de John Cale, ex-Velvet Underground, na Casa das Artes.
Entre os “dois grandes”, o Circo continua a levar vantagem. Tem mais espectáculos, maior diversidade, e tem qualidade acima da média, especialmente na música. Por Braga passam os Raveonettes, Pluraman & Julee Cruise (a voz do tema de Twin Peaks), Ebony Bones (garantem-me: um dos nomes grandes da música mundial em 2008) e o português David Fonseca. Também haverá Samba da Rainha e Balanescu Quartet, numa inclusão pela World Musica, o território até aqui quase exclusivo do CCVF. E a Ópera do Vagabundo.
O Circo vai ter Collen em Março. E só é pena ter deixado escapar Patrick Watson e Feist.
Outra área até aqui inexplorada em Braga foi a programação infantil. E este mês há dois musicais para as crianças. E há Teatro, muito teatro, com a comédia, “A Separação”, “Turismo Infinito” pelo Teatro Nacional São João e as novidades da CTB.
Em Guimarães, além da “Dúvida” a que já dei destaque, há dois espectáculos de Dança, “Respira”, de Alda Bizarro, “Scope”, de Rui Horta, e o Novo Circo da companhia Último Momento. Há pouca música, mas continua a boa aposta no Café Jazz.
A tendência geral dos últimos meses mantém-se. O Circo à frente, Vila Flor a dar passos seguros, agora que tem um caminho e a Casa das Artes fora de forma mas com um ou outro espectáculo de destaque. O São Mamede é um player novo, que pode mudar as contas. A parte boa é ter tanta e tão boa oferta a um máximo de 30 quilómetros de casa.
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Ambição?
O Vitória pode chegar à Liga dos Campeões e o mínimo exigível é que a direcção mostre ambição de alcançar esse objectivo. Os adeptos andam "nas nuvens" com a possibilidade e querem ver o mesmo tipo de atitude do lado de quem manda.
O plantel tem feito milagres, pela mão de Manuel Cajuda. A verdade é que quem acompanha normalmene o Vitória sabe que a equipa tem muitas limitações e só por circunstâncias excepcionais está neste momento em terceiro lugar.
E o que se exigia à direcção era que tivesse ambição de trazer para o clube neste mercado de Inverno reforços que o fosse verdadeiramente. Mas o que é que Emílio Macedo da Silva e os seus pares reservaram aos vitorianos? Um brasileiro de 30 anos que nunca jogou na 1ª Divisão e que nunca chega à dezena de golos.
É barato e está adaptado a Portugal. Mas estará à altura do desafio? Temo bem que não, embora espero que Roberto me corrija.
De resto, esta situação só prova a inabilidade da direcção para os negócios. Patente de forma grosseira nas transferências de Rabiola e Pelé (com culpas repartidas com Cajuda neste caso). E na forma como foram geridos os dossiês de Jorginho e mais recentemente de Bruno Morais.
O plantel tem feito milagres, pela mão de Manuel Cajuda. A verdade é que quem acompanha normalmene o Vitória sabe que a equipa tem muitas limitações e só por circunstâncias excepcionais está neste momento em terceiro lugar.
E o que se exigia à direcção era que tivesse ambição de trazer para o clube neste mercado de Inverno reforços que o fosse verdadeiramente. Mas o que é que Emílio Macedo da Silva e os seus pares reservaram aos vitorianos? Um brasileiro de 30 anos que nunca jogou na 1ª Divisão e que nunca chega à dezena de golos.
É barato e está adaptado a Portugal. Mas estará à altura do desafio? Temo bem que não, embora espero que Roberto me corrija.
De resto, esta situação só prova a inabilidade da direcção para os negócios. Patente de forma grosseira nas transferências de Rabiola e Pelé (com culpas repartidas com Cajuda neste caso). E na forma como foram geridos os dossiês de Jorginho e mais recentemente de Bruno Morais.
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Conversas Improváveis
Começam segunda-feira as Conversas Improváveis no Café Blogue, uma iniciativa promovida pelos blogues Avenida Central, Colina Sagrada, Disputa, Fontes do Ídolo, Mal Maior e Mesa da Ciência.
Porque a discussão virtual não tem a alma da conversa viva em que o pulsar das ideias se sente no vigor das palavras entoadas e dos argumentos cruzados, os blogues minhotos descem à cidade (de Braga) para Conversas Improváveis em que se propõem conjugar temas tantas vezes desencontrados. Ao longo de seis meses, sempre na última Segunda-Feira de cada mês, pelas 21.30, três bloggers conversam com duas personalidades de áreas (mais ou) menos interligadas no quotidiano dos dias.
As Conversas Improváveis do Café Blogue alternarão entre a Velha a Branca e o Espaço Pedro Remy.
A primeira Conversa Improvável terá lugar no próximo dia 28 de Janeiro, pelas 21.30, no Estaleiro Cultural Velha-a-Branca, com um diálogo entre o Urbanismo e a Saúde Mental. Os convidados são Miguel Bandeira, Professor de Geografia do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, e João Bessa, Médico Interno de Psiquiatria e docente da Escola de Ciências da Saúde da mesma universidade.
Porque a discussão virtual não tem a alma da conversa viva em que o pulsar das ideias se sente no vigor das palavras entoadas e dos argumentos cruzados, os blogues minhotos descem à cidade (de Braga) para Conversas Improváveis em que se propõem conjugar temas tantas vezes desencontrados. Ao longo de seis meses, sempre na última Segunda-Feira de cada mês, pelas 21.30, três bloggers conversam com duas personalidades de áreas (mais ou) menos interligadas no quotidiano dos dias.
As Conversas Improváveis do Café Blogue alternarão entre a Velha a Branca e o Espaço Pedro Remy.
A primeira Conversa Improvável terá lugar no próximo dia 28 de Janeiro, pelas 21.30, no Estaleiro Cultural Velha-a-Branca, com um diálogo entre o Urbanismo e a Saúde Mental. Os convidados são Miguel Bandeira, Professor de Geografia do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, e João Bessa, Médico Interno de Psiquiatria e docente da Escola de Ciências da Saúde da mesma universidade.
Para receber todas as informações sobre o Café Blogue no seu e-mail, envie uma mensagem com o assunto "subscrever" para cafeblogue@gmail.com. Poderá consultar todas as informações adicionais em http://cafeblogue.blogspot.com.
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Este gajo é bom!
«No site de El País surge hoje, com chamada na página principal, a peça “Para saber los nominados, mejor la estadística que el talento“. Refere: “Una investigación concluye que las probabilidades de ser nominado no dependen tanto del talento como del género de la película”. Além do interesse jornalístico do assunto, o interesse doméstico decorrente do facto de o autor ser um estagiário do mestrado de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho, de seu nome Victor Ferreira.»
Via Jornalismo & Comunicação
O camarada Victor Ferreira é daqueles que não engana: é um jornalista excelente. Se o estado da arte em Portugal fosse outro, ele estava num lugar de destaque de um grande órgão nacional. Mas não por isso que ele deixa de mostrar o que vale.
Via Jornalismo & Comunicação
O camarada Victor Ferreira é daqueles que não engana: é um jornalista excelente. Se o estado da arte em Portugal fosse outro, ele estava num lugar de destaque de um grande órgão nacional. Mas não por isso que ele deixa de mostrar o que vale.
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Diz que até nem é um mau blog
O Linha de Rumo, de Nuno Silva Leal, um dos pioneiros da blogosfera vimaranense (já lá vão três anos e meio) incluiu o Colina Sagrada entre os seus sete blogs de eleição. È sempre bom receber aplausos ao nosso esforço, e estes têm mais valor quando vêm de alguém como Nuno Silva Leal.A iniciativa “Diz que até nem é um mau blog” a que o Linha de Rumo se aliou o seguinte regulamento:
“1. Este prémio deve ser atribuído aos blogs que considerem serem bons, entende-se como bom os blogs que costuma visitar regularmente e onde deixa comentários.
2. Só e somente se recebeu o “Diz que até não é um mau blog”, deve escrever um post:- Indicando a pessoa que lhe deu o prémio com um link para o respectivo blog;- A tag do prémio;- As regras;- E a indicação de outros 7 blogs para receberem o prémio.
3. Deve exibir orgulhosamente a tag do prémio no seu blog, de preferência com um link para o post em que fala dele.
4. (Opcional) Se quiser fazer publicidade ao blogger que teve a ideia de inventar este prémio, ou seja – Skynet - pode fazê-lo no post.”
Os meus blogs ficam já a seguir:
1 – Jornalismo & Comunicação
2 – Avenida Central
3 – Araduca
4 – Café Toural
5 – Há Vida em Markl
6 – Olhe que não
7 – Causa Nossa
Os meus blogs ficam já a seguir:
1 – Jornalismo & Comunicação
2 – Avenida Central
3 – Araduca
4 – Café Toural
5 – Há Vida em Markl
6 – Olhe que não
7 – Causa Nossa
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