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Sangue nas mãos

Andava pela Rede a chorar o fim do Minho juntamente com outros bloggers quando dou com esta notícia. Segundo a Rádio Fundação, uma das facadas espetadas na região tinha impressão digital vimaranense.

É que o Centro Histórico de Guimarães vai integrar a Rota do Património Mundial, juntamente com o Porto, o Douro, o Côa e Salamanca. Faz parte da história: Guimarães sempre esteve do lado do Porto quando a contenda caía para o bairrismo. Mas desta vez a estratégia pode revelar-se um fracasso, porque Guimarães fica apertada no meio da oferta portuense e espanhola.

Resta-nos aproveitar a oportunidade. E recordo o que escrevi
aqui em Outubro, quando sugeri que Guimarães fizesse força para ser a sede da nova região de Turismo do Norte. É a única forma de não nos apequenarmos.

Escrevi na altura: “Em Braga a sede não fica, porque
não a querem lá. Viana do Castelo já está a preparar terreno para a receber. Aliás, a acreditar nas últimas notícias, começa já a ganhar posição nesta corrida. Mas Rui Rio, promete não entregar de mão beijada uma estrutura a que acredita ser direito do Porto”.

E sublinho que esta era mais uma boa oportunidade para recuperar mais um imóvel marcante da cidade: a casa brasonada das Hortas, onde era suposto ter sido instalado um hotel em 2004.
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O que vale um galardão?

Faz hoje seis anos que a UNESCO declarou o Centro Histórico de Guimarães, Património Cultural da Humanidade. A autarquia celebra a data com dois concertos (Jazz do CCVF e Múscia Clássica na Igreja de S. Francisco) e incentiva a população da zona histórica a colocar velas na janela a partir das 17h00.


Vale a pena assinalar a data. Mas seis anos volvidos, faz ainda maior sentido perguntar aos vimaranenses: afinal o que significa ser Património Mundial?

É o desafio que deixo aos leitores do Colina Sagrada. O que é ser Património Mundial?
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Toural: História, Presente e Futuro

Para quem esteve presente e para quem não pode passar pela Sociedade Martins Sarmento, o resumo do que de mais importante foi dito no debate sobre o projecto de requalificação do Toural. Pela mão independente do Pedro Morgado, um bracarense que veio a Guimarães
perceber a vitalidade crítica da cidade. E não foi o único "estrangeiro" presente.

Guimarães por um Canudo (versão descritiva)
Guimarães por um Canudo (versão reflexiva)

Vale a pena ler o debate, pelos olhos de um vimaranense.

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E no entanto discute-se...

Convívio, Cineclube, Sociedade Musical e Sociedade Martins Sarmento reúnem cidadãos e especialistas para discutir o projecto para o Toural, apresentado em finais de Setembro.
A unir as quatro instituições há uma “vivência touralística”, nas palavras de Eduardo Brito, o que justifica a reunião desta noite.

Guimarães continua a discutir os projectos apresentados pela autarquia. O debate é óptimo e saúda-se. A colaboração entre as associações é excelente e só é pena que não aconteça mais vezes – nos momentos certos, diz-nos a História local, as instituições estiveram quase sempre unidas. E uma coisa começa a parecer clara : o projecto para o Toural, pelo menos esse, não vai passar incólume a todo o debate.


Amaro das Neves, historiador, Miguel Bandeira, professor de Geografia e Planeamento, Maria Manuel Oliveira, arquitecta e os autores do projecto Vítor Fernandes e Seara de Sá serão os oradores. A partir das 21h30, no Salão Nobre da sede da Sociedade Martins Sarmento.
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Vale a pena ler...

...a reflexão de Gisela Rodrigues sobre a oferta cultural no Minho. No meio de tanta fartura, há processos que necessitam de ser agilizados.
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Dois anos em ComUM

O jornal online dos estudantes da Universidade do Minho está hoje de Parabens! De um guardanapo a um jornal online respeitado e que dá, algumas vezes, lições de bem fazer jornalismo, a quem já faz disto profissão.
Além disso foi fiel à memória dos vários formatos por onde o Comum já tinha passado (como jornal e como revista) desde 1994.
Agora quer crescer. E vai aparecer em breve com novidades. E é desta capacidade de se renovar e reinventar que vem muita da vitalidade do jornal. Bom trabalho, camaradas!
a ler:
Da abengação (Editorial Comum)
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"Do riso e do esquecimento"

Chama-se assim a minha crónica quinzenal no ComUM. É sempre um prazer colaborar na casa que ajudei a contruir e continuar a ver crescer o projecto nas mãos de amigos como o Rui, o Pedro ou a Cláudia.

A primeira colaboração tem o título "A Academia pálida" e é uma reflexão sobre as eleições na Associação Académica da Universidade do Minho e o estado de anemia da Academia.

«Os 85 por cento de abstenção são preocupantes. A Academia virou as costas à sua estrutura de representação. Mas, pelo contrário, os estudantes minhotos não viraram costas à participação cívica no interior da Universidade. A prová-lo estão os excelentes trabalhos que têm sido feitos em boa parte dos núcleos de estudantes da UM.

Ou seja: o argumento do afastamento dos jovens da vida pública, manifestamente, não colhe. Os estudantes da Universidade do Minho estão afastados de facto, mas da AAUM. A imagem da auto-intitulada “melhor Academia do país” é pálida. E a direcção da Académica é a principal responsável pela anemia.»
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Eu sei quem precisa de vigilância

Quando Luciano Baltar fala é, no mais das vezes, para dizer barbaridades. Desta vez, o presidente da Associação Comercial e Industrial de Guimarães veio a público defender a instalação de videovigilância no Centro Histórico, assumindo-se como adepto “incondicional” da coisa.

Sou contra a instalação de câmaras de vigilância em espaços públicos. Provavelmente influenciado pela visão distópica orewliana. Mas a verdade é que a intrusão do Estado na vida de cada um é cada vez mais forte. Em Inglaterra instalou-se um sistema panóptico ao abrigo do fantasma do Terrorismo. Cabe aos cidadãos ser capazes de lhe dizer não.

Voltando a Baltar: Argumentos para justificar a opção? Nenhuns. Até porque, em Guimarães a protecção do património tem sido feita sem recurso a câmaras. E o argumento da segurança não faz sentido na cidade Berço.

No Porto mata-se e morre-se à lei da bala, num verdadeiro western em que a polícia não tem mão – ou tem mão a mais… Mas Guimarães é uma cidade tranquila. Os problemas de insegurança são concelhios, vivem-se nas vilas. E têm focos, causas e soluções bem identificadas. A cidade tem suficiente segurança, particularmente nos últimos anos. E tem taxas de criminalidade e criminalidade violenta baixíssimas.

Na baixa do Porto, os comerciantes não querem ter as lojas abertas até mais tarde, por causa da insegurança. Alguém viu os comerciantes da rua de Santo António a recusar a abertura de portas até às 20h00 na época de Natal? – iniciativa muito positiva, aliás.

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Dar o exemplo

“Treze jogadores do plantel do Vitória vão voltar à escola e aos estudos, no âmbito do programa Novas Oportunidades”. A notícia é da Rádio Fundação, segundo a qual Momha, Tiago Ronaldo, Nuno Santos, João Alves, Targino, Sereno, Carlitos, Andrezinho, Moreno, Rabiola, Ghilas, Luciano Amaral e Serginho vão voltar a estudar para obter um certificado do 9º ou 12º anos.

“A assinatura das respectivas inscrições decorrerá no próximo dia 14 de Dezembro, na Escola Secundária Francisco de Holanda, numa cerimónia que contará com a presença da ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues”, adianta ainda a rádio local.

Numa profissão que leva a que a formação pessoal fique na maioria das vezes posta em segundo plano, o Vitória dá um passo valioso para a formação dos seus jogadores. De parabéns está também a Francisco de Holanda por se associar à iniciativa – a que nem o Ministério vai faltar, pelos vistos.

Um projecto de grande valor, em que o Vitória dá o exemplo. Mais uma vez.

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Invasão!
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Ainda a entorse

Outra vez, Moisés.
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Boa ideia...

...a do Paulo Lopes.
Um festival amador de curtas-metragens em Guimarães tinha mercado, valor e capacidade de se afirmar.
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A nova vaga na cultura vimaranense



Anos 70 com roupas dos anos XX. Nouvelle Vague e também o novo São Mamede. Que promete também ser uma lufada de ar fresco para o panorama cultural minhoto.

Dentro de momentos, na ainda poeirenta sala do novo São Mamede.
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"Blogosfera em Guimarães"

Chama-se assim a nova coluna semanal do Povo de Guimarães. Promete trazer para as páginas do jornal o que de mais relevante passar pela blogosfera vimaranense a cada semana.
Sintomático. E de saudar.
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E no entanto discute-se

O projecto da Veiga de Creixomil vai ser hoje debatido pela população local conjuntamente com a Associação Vimaranense para a Ecologia e da Associação de Defesa dos Agricultores do Distrito de Braga.

Às 21h30, na Escola Primária do Alto da Bandeira.
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Serei o único a reparar...

...nas semelhanças entra esta questão e a carta aberta publicada num jornal local que foi discutida aqui?
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Prémio justo

Nem sempre concordo com as opções de Manuel Cajuda e perco muitas vezes a paciência com a previsibilidade do futebol do Vitória. Mas o mérito do "Manel" é incontornável e já por várias vezes demonstrei a minha admiração pelo homem que devolveu a dignidade ao Vitória.

Cajuda é a face do novo Vitória, um homem com o carácter e a personalidade e um fantástico condutor de homens.
Por isso é que a núncio da renovação de contrato do técnico vitoriano é uma boa notícia. Ainda que no futebol os contratos pouco valham, o Vitória dá pelo menos um sinal de estabilidade importante, para poder projectar o futuro próximo.
Entretanto, tem surgido na imprensa especializada a noticia de que dois juvenis do Vitória estarão a prestar provas no Chelsea, havendo mesmo a possibilidade de os dois clubes assinarem um acordo de colaboração.
O facto é um atestado de competência à "escola" vitoriana e um motivo de regozijo dos dirigentes. Mas pode significar também que o Vitória vai começar a vender cada vez mais cedo as suas jóias. Repetindo erros como os dos negócios de Rabiola e Pelé (titular na última vitória do Inter) – e anunciam-se outros como Geromel, Moreno e Targino. Vender cedo, de forma apressada e por valores baixos é condenar o clube a uma asfixia financeira e desportiva no médio prazo. E essa tem sido a mais forte crítica à direcção de Emílio Macedo da Silva.
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Bloggers de Guimarães discutiram cinco projectos para a cidade

Os bloggers de Guimarães reuniram-se no último sábado para discutir os “cinco projectos para a cidade” apresentado no final de Setembro pela autarquia. Na Casa Medieval da Praça de S. Tiago, sede do Gabinete de Imprensa de Guimarães – Associação de Profissionais e Colaboradores da Comunicação, instituição que se associou ao evento, reuniram-se representantes de 15 blogs de todo o concelho.

Os bloggers de Guimarães destacaram a importância que tem esta discussão em torno dos projectos que vão marcar as próximas décadas na cidade, numa condição particular que agrega a Capital Europeia da Cultura e o último Quadro Comunitário de Apoio. Além disso foi destacado que este tipo de discussão alargada não é vulgar e por isso saúda-se. A nova abordagem que se quer impor na organização do território foi sublinhada, significando uma alteração muito profunda na forma de pensar o território.

Os bloggers manifestaram a sua preocupação com a futura sustentabilidade de algumas destas intervenções, questionando também se Guimarães terá capacidade de manter tantos pólos de lazer e cultura em funcionamento além de 2012.

A discussão foi marcada pelas críticas de alguns bloggers ao facto de as propostas de intervenção se localizarem apenas na cidade, com acusações à autarquia de confundir o concelho com a cidade. As críticas incidiram ainda na falta de visão sobre a globalidade do concelho, tendo sido sugerido que se aposte numa estratégia de desenvolvimento concelhio que leve em consideração os pólos de ordem inferior à cidade

O projecto do Toural tem sido o mais mediático e discutido dos cinco apresentados em Setembro. Também no encontro de bloggers de Guimarães, o projecto da praça central da cidade foi um dos mais discutidos. Em causa está a retirada da calçada portuguesa e das árvores que marcam a praça. A perda de identidade do Toural pode vir a ser uma realidade, caso o projecto avance nos moldes em que foi apresentado, estando em causa também a referência que é aquele largo em termos turísticos.

Foi defendido que a retirada das árvores e do trânsito são incoerentes em termos ambientais, assim como pode sê-lo a existência do parque de estacionamento, pese embora alguns bloggers tenham defendido a existência do parque. Foi também defendido o regresso do chafariz do Carmo ao seu lugar histórico, no centro do Toural.

O parque de lazer de Creixomil é visto como pertinente e a criação do lago artificial foi descrito como importante. No entanto, urge despoluir o Rio de Couros, que é condição sine qua none para que este projecto possa avançar.

A temática dos transportes mereceu também especial relevo. Foi defendido que é fundamental definir uma estratégia de transportes, mais do que para a cidade, para toda a região. E nesse contexto o projecto de um metro interurbano no Minho tem que ser fortemente equacionado, daí que a proposta de um mini-metro contida no projecto de Creixomil/Silvares deva ser uma prioridade.
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Autarcas em concurso

António Magalhães é um dos nomeados na categoria "Autarca do Ano" dos Prémios Rádio Clube, organizados em parceria com o jornal Metro. Magalhães concorre com António Costa (Lisboa), Telmo Faria (Óbidos) e João Rocha (Serpa). A votação decorre aqui.

Sobre o presidente da Câmara de Guimarães, escreve o Clube, no seu site:

«António Magalhães Silva. 63 anos. Casado. Licenciado em História. Professor.
Entre 1976 e 1987 foi deputado da Assembleia da República. Dois anos depois, foi eleito pela primeira vez para Presidente da Câmara de Guimarães e aí se mantém desde há 18 anos. Para além disso, preside o Conselho de Administração da AMAVE - Associação de Municípios do Vale do Ave.
Durante o seu mandato, o Centro Histórico de Guimarães foi classificado Património Cultural da Humanidade pela UNESCO e foi uma das cidades anfitriãs do Euro 2004. Este ano, a Cidade de Guimarães é indicada pelo Governo para se candidatar a Capital Europeia da Cultura 2012.»

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“Insultos, gritaria e troca de acusações”.

O título do post é o início da notícia de hoje do Jornal de Notícias acerca da anulação do espectáculo da “Ópera dos Três Vinténs” no Theatro Circo.

Em Guimarães é costume olhar-se para a casa de espectáculos de Braga como um exemplo, na hora de fazer críticas à gestão do Centro Cultural de Vila Flor. No entanto, as críticas entre os bracarenses não são novas, estendem-se quase desde que o Circo reabriu, como aliás já sublinhava o
Pedro Morgado em Maio deste ano (e em Novembro de 2006).

A “peixeirada” da ópera dos Vinténs é só mais um exemplo do mal-estar que a gestão do Circo motiva. Ainda que seja para muitos vimaranenses o verdadeiro exemplo de bem fazer cultura.

Não sou dos que embarcam no endeusamento de Paulo Brandão, por oposição aos gestores do CCVF. Mas reconheço méritos inquestionáveis ao programador do Theatro de Braga. Visão, conhecimento e capacidade financeira fazem a programação do Circo e afirmam-no num mercado que vai de Aveiro à Galiza.

Um dos envolvidos na polémica da ópera diz que a programação do Theatro Circo é “carne picada, importada dos Estados Unidos, com que se fazem hambúrgueres culturais. O Theatro Circo é nesta altura o MacDonalds da cultura em Portugal". Com “chicha” como a de
ontem, hei-de passar mais vezes na sala de espectáculos bracarense.

post scriptum – O caso da “Ópera dos Três Vinténs” não é difícil de entender. O espectáculo era uma co-produção do Circo, Casa das Artes de Famalicão, Centro Cultural de Vila Flor e Teatro Aveirense. Já tinha passado por estas três cidades, com preços entre os 10 e os 15 euros. No Circo pagava-se 30 pela mesma peça. Não se estranha, por isso, os míseros 70 bilhetes vendidos.
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O que faz falta é estupidificar a malta! (II)

Assustador: 85 % de abstenção nas eleições para a Associação Académica da Universidade do Minho realizadas ontem.

Já tinha demonstrado a minha preocupação com o actual estado da Academia do Minho. Mas é ainda trágico ver os
verdadeiros responsáveis a sacudir a água do capote. Mais grave é embarcar na senilidade de Pedro Soares que diz que o facto de não ter havido participação se deve...à satisfação dos alunos.

No final da maratona eleitoral, há
acusações preocupantes de quem esteve por dentro.

post scriptum: O Comum, com a vitalidade que lhe reconhecemos, está a tentar perceber as causas destes números lamentáveis.

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Sandes?

Na última semana a TMN enviou um sms aos seus clientes da região de Guimarães em que dizia que no sentido de promover a qualidade do seu serviço tinha reforçado a cobertura nas freguesias de Sandes, Longo e Balasar.

Meus caros, eu sei que vocês aí em Lisboa estão alheados do que é o país. Mas Sandes, aqui no Berço, só se forem as de salpicão, no cada vez mais mítico Café Familiar...
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Adeus tristeza



daqui a pouco, eu e as meninas, em Braga.
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O que faz falta é estupidificar a malta!

A auto-intitulada “melhor Academia do país” é um fantasma bolorento. Da ideia de Universidade enquanto espaço de Cidadania, que estimula o espírito crítico e forma cidadãos responsáveis, restam pouco mais que esqueletos e aranhas. Cinzento, cinzento, cinzento.

A UM pode afirmar-se no domínio da produção do conhecimento. Mas entre os alunos passa um frio baço de quem não se identifica nem uma ponta com o que por lá se faz. E, ainda assim, poucos são os que agitam as escolas e institutos.

E a AAUM é a face mais visível e responsável da anomia que perpassa a Academia. A dinastia gizada por Vasco Leão – hoje director da Rádio Universitária do Minho e do jornal Académico – e seguida por Jorge Cristino – que calou o Académico para o entregou ao seu “pai de fé” – tem vindo a perder capacidade de intervenção. Ao mesmo tempo que reforça os mecanismos de perpetuação no poder.

Fechar jornais, rejeitar administrativamente candidaturas da oposição, arregimentar “tropas” por via da praxe académica, são modos de acção próximas das ditaduras. E vale tudo para manter o lugar entre o directório da Académica. O facto de Pedro Soares, o mais inerte presidente da AAUM em anos – esquecendo que Roque Teixeira alguma vez tenha existido – ir
sozinho às urnas nas eleições de hoje é ainda mais preocupante.

Para quem duvida deste retrato negro, um facto: De manhã tinham votado
150 alunos.

A ler: Moisés Martins – “
Associação Académica e Assembleia Estatutária


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Bolonha: cegueira e drama

«Se me tivessem deixado acabar o plano com que me acenaram na hora de escolher uma universidade, no quinto ano da licenciatura em Comunicação Social. Finalizei o quarto em quatro anos, todas as cadeiras feitas. De repente, dou por mim obrigado a concluir um segundo ciclo fantasma, a pagar uma propina do dobro – porquê?

Perdemos um semestre de aulas em nome de uma tese apressada que o não vai ser, dão-se meia dúzia de seminários, independentemente da qualidade, e está feito. outra vez: porquê? O meu ano perdeu valências, inequivocamente –, a requerer uma carta de curso no valor de 140 euros para me poder inscrever, a perder o abono de família porque simplesmente ainda não me permitiram a inscrição e a ver o meu processo de bolsa congelado porque há uma falha, um atraso, aparelho burocrático, ou boa vontade que não basta para a torrente de documentos que se gerou, qualquer coisa, algures entre a direcção de curso, Instituto de Ciências Sociais, Serviços Académicos, Serviços de Acção Social e Reitoria.

Não sei onde – não me importa. E não devia estar preocupado com isto: sou estudante, devo estudar. Se alguém é bolseiro – imaginem lá! – precisa do dinheiro para estudar. É para isso que servem aquelas verbas.»

O que o Hugo Torres descreve hoje no Comum é a situação em alguns casos dramática que os meus colegas de curso vivem. Culpa da transição para Bolonha, da cegueira dos serviços de acção social e de uma Universidade onde os cifrões atropelam a qualidade.
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Ainda a linha de Guimarães

Depois das várias respostas que recebi das entidades que contactei a propósito dos problemas sentidos na linha de caminho-de-ferro de Guimarães, reuni ontem com o deputado na AR Miguel Laranjeiro, a propósito deste assunto.

Expus-lhe as críticas que tenho vindo a fazer no blog e nas várias cartas que enviei nas últimas semanas e algumas das propostas que também fui avançando no Colina Sagrada.

Miguel Laranjeiro, também ele habitual utente da linha, manifestou-me a sua compreensão face aos problemas que levanto, nomeadamente a ausência de ligações rápidas e a questão dos horários nocturnos, fazendo notar a atenção que vem dando ao tema.
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Fibra!

Entre aquívocos de Cajuda e alguma tremideira, entre uma arbitragem mais contestada do que desacertada e a matreirice da Académica, o Vitória venceu e recuperou o 3º lugar na Liga.

A equipa nem sempre joga bem, mas tem o público sempre do seu lado. E mesmo a perder, mostrou fibra. E o discurso de Miljan, por muito que possa ser exagerado, transpira confiança. Venha o Dragão!

foto: maisfutebol
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Sobre a linha de Guimarães (II)

As cartas que enviei a várias entidades dando conta dos problemas existentes na ligação ferroviária de Guimarães têm merecido respostas, umas mais relevantes do que outras. Depois do presidente da Câmara de Guimarães foi a vez do deputado do PSD na Assembleia da República Emídio Guerreiro me ter respondido. Emídio Guerreiro informou-me que vai "questionar a CP pela fraca oferta nos horários de fim de dia e que fazem falta aos utentes".

Também o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações e a CP acusaram a recepção da missiva e o seu encaminhamento para os respectivos responsáveis.

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da página 161

Respondendo ao desafio do Pedro Romano e contornando a dificuldade de escolher entre os quatro livros com que me entretenho nos últimos tempos, fico-me pelo "Memorial do Convento", de José Saramago, porque é o que está de facto na cabeceira (a edição é demasiado boa para ter coragem de o levar para os transportes públicos). Reza assim:

"Sem falar que a Venus cantariam todos os galos do mundo se tivesse os olhos que Belimunda tem, veria facilmente nos corações amantes, em alguma coisa há-de um simples mortal prevalecer sobre as divindades."

Passo o desafio a Casimiro Silva, Cláudio Rodrigues, Paulo Dumas, António Larguesa e Hugo Monteiro.
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Lembrar e prevenir


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sugestão: Movimentos Urbanos no Convívio


DJ Ride é o convidado do segundo acto do Urban Movements: Cidades e Artistas Unidos, parceria entre a associação Convívio e a Rádio Universitária do Minho.
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Encontro de bloggers na blogosfera

Disputa

José Luís Araújo

Aproveita a oportunidade para renovar o convite a todos os bloggers de Guimarães (assumidos ou não) para que dêem um salto à Casa Medieval da Praça de S. Tiago onde, a partir das 21h30, os cinco projectos para a cidade vão ser discutidos.
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Encontro de bloggers nos media


ComUM
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Sobre a precariedade

No início do mês escrevi aqui sobre a precariedade no exercício da profissão de jornalista.
Entretanto recebi um email do jornalista(-precário) João Pacheco em que este me informa de que "ao contrário do que lá está escrito, o grupo Precários-Inflexíveis (P-I) não é um grupo de jornalistas precários, é um grupo informal anti-precariedade que tem a participação de precários, contratados e desempregados de várias áreas. Inclui jornalistas, isso é verdade". Fica feita a correção.

O João Pacheco informou-me também que além do P-I já há em Portugal vários outros grupos anti-precariedade como o Ferve, a Abic e a plataforma Intermitentes.

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Só peca por tardio

Não havia outra alternativa.
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Levantar o mastro

Está cortado. Vamos lá levantá-lo!
Daqui a uns minutos começa a mais longa noite do ano. Uma comunhão de vimaranensidade absoluta em todas as suas dimensões: companheirismo, tradição, história, boa comida, boa bebida e a certeza de que estas são as festas mais importantes à face da terra.
Caixas e bombos afinados, gargantas e estômagos preparados. Comece a festa!
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Pinheirinho

Foto Pedro Cunha (Guimarães Digital)
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As Nicolinas na Internet

Na blogosfera, mas também

na Wikipedia
no site da Câmara de Guimarães

e ainda em
Nicolinas.pt
Tertúlia Nicolina
AAELG – Velhos Nicolinos
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As Nicolinas nos blogs

Além de estarem aqui e aqui, as Nicolinas estão na blogosfera em artigos da Gisela Rodrigues (no Blog Minho) e do Spicka (no novo Disputa) e também nas mesas do Café Toural.

Para quem quiser saber mais sobre as festas os blogs vale a pena passar pelo
São Nicolau.
Nicolinas a Património Oral e Imaterial da Humanidade e ACFN são outros dois blogs dedicados às festas vimaranenses.
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As Nicolinas nas notícias

National Geographic (via S.Nicolau)

Farda nicolina a preceito para enterrar o madeiro (Jornal de Notícias)

Estudantes de Guimarães iniciam hoje festejos seculares (Diário do Minho)

Pregão tem novo autor (GMRTV)
A televisão online vimaranense também fala de Nicolinas
aqui e aqui
(RTP)
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No dia do Pinheiro...

...vale a pena ler o que Tiago Laranjeiro escreve sobre as festas Nicolinas.

Veja mais sobre as Nicolinas aqui.

Edição 14h35: Casimiro Silva também escreve hoje sobre a Festa Maior.
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Encontro de bloggers nos media (IV)

Diário de Vizela
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Encontro de bloggers nos media tradicionais (III)

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Encontro de bloggers nos media tradicionais (II)

Reflexodigital
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Encontro de bloggers nos media tradicionais

«No próximo sábado, dia 1 de Dezembro, às 21h30, a Casa Medieval da Praça de S. Tiago, sede do Gabinete de Imprensa de Guimarães, recebe um encontro para discutir os cinco projectos para a cidade apresentados pela autarquia vimaranense. Esta reunião tem a particularidade de ser promovida pela comunidade blogger local. (…)
O debate surge na sequência da troca de ideias que tem acontecido na blogosfera sobre os projectos para Guimarães e concretiza, certamente, a vontade de “crescimento e fortalecimento da influência da blogosfera minhota, do seu espaço de acção, do seu alcance político” manifestada em Julho no 1º Encontro de Bloggers e Leitores de Blogues do Minho.
Os blogues assumem-se, assim, como elementos importantes no debate acerca da polis, mostrando que nem todos são registos diários de futilidades ou repositórios de poemas de má qualidade apenas actualizados ao sabor do fluxo da inspiração.»

Luísa Teresa Ribeiro, Diário do Minho (27.11.07)

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Fundação Martins Sarmento aprovada hoje

Finalmente o reconhecimento nacional justo: A Fundação Martins Sarmento será aprovada amanhã em Conselho de Ministros.

A mais prestigiada instituição vimaranense, tantas vezes esquecida, ganha bases para o futuro e dá um passo importante para solidifcar os seus mecanismos de acção. O protocolo assinado com o Estado prevê uma dotação financeira fixa que vai permitir manter o seu extenso e nem sempre reconhecido trabalho. Do espólio da biblioteca e do mueseu, à Citânia de Briteiros e a mais de um dezena de sítios arqueológicos nacionais, bem como a Histórica Revista de Guimarães.

Mérito da actual equipa, especialmente de Amaro das Neves e Armindo Cachada, que souberam dar seguimento ao históricos líderes da casa.
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Está tudo doido!

Os publiitários portugueses enlouqeceram. Depois disto, surge isto. A criatividade tem o bom gosto como limite. E num e noutro caso a fronteira foi largamente ultrpassada.
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Nicolinas à porta

Em Fevereiro deste ano publiquei um vídeo, realizado com a minha colega e amiga Susana Oliveira para a cadeira de Jornalismo no curso de Comunicação Social da UM, em que as Nicolinas eram o tema.

Na semana em que se iniciam os festejos estudantis vimaranenses vale a pena recordar o que era dito na reportagem. O
vídeo tem claras limitações técnicas, mas vale sobretudo pelos depoimentos de Rui Macedo, presidente (entretanto reeleito) da Comissão de Festas Nicolinas, F. Capela Miguel, Velho Nicolino, e Amaro das Neves, Presidente da Sociedade Martins Sarmento e historiador.

Vale a pena também recordar a discussão que foi suscitada, na altura, na blogosfera vimaranense. Atentem particularmente nas caixas de comentários.



As Nicolinas e a candidatura a Património Mundial (Colina Sagrada)
Nicolinas, caminhadas por entre as pedras e carapaças (Um Certo Olhar)
A semana de (11) (Um Certo Olhar)
Meia dúzia de verdades sobre as Nicolinas (Torre dos Cães)
Os pilares da vimaranensidade: (15) As Nicolinas (Torre dos Cães)

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Sobre a linha de Guimarães

Recebi ontem uma carta da Câmara de Guimarães que responde a uma missiva que enviei às Câmaras do Vale do Ave e à AMAVE a propósito das críticas à gestão da linha de caminho-de-ferro de Guimarães que tenho deixado aqui no Colina Sagrada. Uma carta idêntica foi enviada para a CP, Ministério dos Transportes e, mais recentemente, para os deputados eleitos por Guimarães.

Na carta – que tomo a liberdade de tornar pública – o presidente da autarquia informa que já enviou à CP “uma solicitação no sentido de saber das possibilidades de criação de uma nova ligação nesse horário [19h15-22h15], que apoiei”.

Ler mais:
Vão de Carro!
Vão de Carro! (II)
Algumas soluções
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Provocação

Um dos meus músicos favoritos e dos meus jogadores de futebol de eleição almoçaram juntos. Conversaram e a coisa deu um livro. Sem tecer considerações sobre a recente inundação das livrarias com coisas deste género, salta-me à vista uma frase de Sérgio Godinho, em tom de provocação à minha vizinhança:

«Dizer que aquela cena do Braga é uma coisa maravilhosa – sem desprimor para o Souto Moura – acho que é sobrevalorizá-lo. Fazes uma ola no Estádio do Braga? Não fazes.»

Brincadeira à parte: boa sorte ao Braga e a Manuel Machado no jogo de quinta-feira com o Bayern.
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No centenário de Alberto Sampaio

Guimarães e Famalicão vão comemorar conjuntamente o Centenário da morte de Alberto Sampaio. É o merecido destaque a um dos homens maiores do seu tempo. E parece mais do que a habitual carta de intenções que se apresenta na altura das efemérides. É que às autarquias e à família do historiador, juntam-se as Universidades do Porto e do Minho, e acima de tudo, duas das mais importantes instituições de Guimarães: O museu Alberto Sampaio e a Sociedade Martins Sarmento.

As comemorações começam no próximo dia 1 de Dezembro, em
Guimarães. E estendem-se até ao primeiro dia do último mês do ano de 2008, em Famalicão. A organização lançou entretanto um blog dedicado a Alberto Sampaio.

Ler mais:
Biografia de Alberto Sampaio

Post scriptum: Famalicão vai receber as bibliotecas pessoais de Mário Cesariny e
Eduardo Prado Coelho. É bom saber que as letras que fizeram parte da vida de dois dos mais ilustres portugueses do seu tempo fiquem perto de casa. Não tão perto como gostaria. Mas ainda assim perto.
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à porta


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Português Suave faz dois anos

Sou um fã da Rádio Universitária do Minho. Da música que por lá passa e particularmente do esforço que faz para promover boa música e especialmente aquela que se faz em Portugal. E nesta campo há um programa que marca realmente a diferença: o Português Suave.


O Português Suave faz dois anos, comemorados durante este fim-de-semana. E Guimarães está no mapa das comemorações, com um concerto dos lisboetas Dapunksportif no Bar N101, em Sande S. Martinho.


Já tenho ouvido falar do bar taipense e dos concertos que por lá passam. Ainda não o conheço, mas esta pode ser uma boa oportunidade. Pelo menos os seus dinamizadores são arrojados. "Situado na Nacional 101 à saída das Caldas das Taipas, compromete-se a revolucionar o panorama estático e apático, e afirmar-se como um local de referência a nível do circuito alternativo de bares concertos da zona norte", afirmam no blog oficial.
foto: N101
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O meta-protagonista (II)

O meta-protagonista está sozinho. A direcção de Emílio Macedo da Silva mostra a sua força e a porta da rua está aberta. Talvez nunca devesse ter sido aberta à tal personagem.
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O meta-protagonista

Elogiei ontem a capacidade que a direcção do Vitória tem tido de deixar o palco mediático e logo um dos vice-presidentes do clube se apressou a desmentir-me. A contestação pública de Luciano Baltar à decisão da direcção de que faz parte em fazer uma auditoria às contas do clube é um "tiro no pé".
Uma atitude que só pode ser interpretada como uma procura de protagonismo de um vice que não tem relevância na direcção do Vitória. À volta há Paulo Pereira, que não larga a equipa; o "homem de bastidores" - mas quase sempre presente no dia-a-dia da equipa de futebol -, Manuel Almeida; e Alberto Oliveira. A Luciano Baltar falta palco. E isso preocupa-o.
Vir a público colocar em causa uma decisão legítima da direcção a que pertence é deselegante, pouco inteligente e podia ter consequências nefastas para a saúde da direcção. Emílio Macedo regressou a Portugal e viu o clube à beira da primeira crise do mandato. Pôs água na fervura. Espera-se que vá a tempo.
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Assumir erros

«Em Portugal somos muito bons a fazer planeamento estratégico, mas quando chega a hora da execução, metemos os planos na gaveta e nunca mais nos lembramos deles.»

A frase podia ser um qualquer analista habitualmente crítico da governação do Centrão em Portugal. Mas não. Foi proferida ontem por Rui Nuno Baleira, secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, na apresentação do QREN que decorreu em Guimarães. É que até o Estado assume o falhanço rotundo que foram 20 anos de aplicação de fundos comunitários em Portgal. Sintomático.
Esperemos que aprendam para que em 2013 não seja feita a mesma análise.
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Portugal sofrível apura-se para o Europeu

Custou. Custou demasiado. Mas Portugal apurou-se para o Europeu de futebol. E as dificuldades experimentada pela Selecção Nacional têm um protagonista principal: Scolari.
Não sou dos que embarca nas críticas fáceis ao seleccionador e tenho defendido o treinador várias vezes. Mas a fase de apuramento, num grupo equilibrado mas com equipas que não têm nem de longe a valia de Portugal, foi sofrida e sofrível.
As exibições de Portugal chegaram a ser medíocres e a Selecção só se apurou porque as restantes equipa foram roubando pontos umas às outras, às vezes de forma inesperada. Scolari errou na abordagem aos jogos fora de casa, facilitou dentro de portas e ainda borrou a pintura com a agressão a Dragutinovic no jogo com a Sérvia.Mas no final, felizmente, o apuramento teve as cores nacionais.

Agora é tempo de preparar o Euro. Portugal vem em crescendo. Quartos-de-final em 96, meias em 2000, final em 2004. Agora é tempo de ganhar. Mas para isso será preciso sorte, é claro. Menos lesões. E contornar os erros que marcaram a qualificação.
Scolari vai convocar 23 jogadores para a Áustria e a Suiça. E no apuramento já passaram pelos estágios da equipa nacional quase 40.
Ainda que núcleo duro neste momento se reduza a 26 ou 27 jogadores, mais uma ou outra surpresa que possam surgir esta época, uma coisa é certa: Vão ficar bons jogadores de fora.
E um deles pode muito bem ser Fernando Meira. O que será uma injustiça. Primeiro porque Meira fez um fabuloso Mundial em 2006 e é um grande jogador. Está em forma como provou ontem, a jogar a trinco – aquele passe para Caneira foi “à Redondo”. Mas falta-lhe lobby.
Meira não entra nas lógicas de promoção habituais. Só jogou no Benfica um ano e não é, por isso, um jogador identificado com o clube. De resto fez toda a sua carreira na Alemanha, que sendo um grande campeonato não tem grande exposição em Portugal. A isso juntam-se as recentes convocatórias de Pepe e Bruno Alves. Que parecem intocáveis. E o vimaranense pode ser vítima.
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"Mais vale um treinador coxo que um cego"

Manuel Cajuda assume-se, a cada dia, como a face do novo Vitória. É a equipa da Emílio Macedo da Silva quem tem o mérito essencial da gestão: Construiu o plantel, está a modernizar o clube, e
fez a aposta acertada de manter Cajuda e reforçar-lhe os poderes. Mas é Cajuda quem simboliza o novo rumo do clube.
A direcção do clube fez algo que os líderes anteriores do clube não souberam fazer, com as consequências trágicas que conhecemos: o palco mediático é do treinador e, por via disso, da equipa de futebol. E é disso mesmo que se trata o jogo: dos seus verdadeiros protagonistas.
E esta aposta resulta ainda melhor quando o treinador do Vitória é um homem com o carácter e a personalidade de Cajuda. Um psicólogo do futebol, que até pode errar na táctica - e fâ-lo várias vezes - mas é uma fantástico condutor de homens. E é por isso que, meia dúzia de meses volvidos desde o pesadelo, o Vitória voltou a impôr respeito.
O caso da lesão de ontem, num choque acidental com Moreno, só vem acentuar o carisma de Cajuda. E reforçar a sua força como líder indiscutível de um grupo unido. Se não o fosse, o acidente podia ter dado lugar a turbulências. A sabedoria de Cajuda soube ultrapssar isso.

ler mais: O líder, O Jogo
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5 Projectos – O outro lado

Aquando da apresentação dos 5 projectos para o Município de Guimarães, tendo em visto a data de 2012, em que Guimarães será Capital Europeia da Cultura, foram destacadas as importantes obras do mercado, de Silvares, CampUrbis, Toural, Alameda e Veiga.

São sem dúvidas mexidas importantes na organização urbanística e económica da cidade. E tudo isto aproveitando inteligentemente a combinação de uma série de situações favoráveis ao investimento. Tal como referido no documento da câmara “A associação entre a Capital Europeia da Cultura e o arranque e implementação do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) 2007/2013, coloca-nos perante uma oportunidade irrepetível”.

«Guimarães está em posição de investir e de melhorar. E aqui entram as verdadeiras alterações de fundo no funcionamento da cidade. Com medidas “low profile”, aquelas que em termos de importância prática serão as grandes diferenças para o comum cidadão.»

Guimarães está em posição de investir e de melhorar. E aqui entram as verdadeiras alterações de fundo no funcionamento da cidade. Como medidas “low profile” aparecem aquelas que em termos de importância prática serão as grandes diferenças para o comum cidadão de Guimarães. Na educação teremos “investimentos na qualificação, reconversão em jardins-de-infância, ampliação ou construção de edifícios escolares”, na cultura destacar-se-á o aparecimento do espaço do actual Mercado, o Centro de Arte Contemporânea e a Casa da Memória de Guimarães.

«As apostas estratégicas são mais importante do que a remodelação – até bem bonita – de Toural e Alameda, do exagerado lago artificial de Creixomil a Silvares, da inteligente integração de um novo espaço do campus da Universidade do Minho na malha urbana histórica, através do CampUrbis, e do mais do que urgente metro.»

Ambientalmente estaremos na presença da recuperação do rio de Couros – requalificação ambiental da Veiga de Creixomil –, criação de novos parques e jardins e arranque ou propulsão significativa do Plano Municipal do Ambiente – Agenda 21 Local – , entre outros. Abrirão piscinas, ringues desportivos, e serão entregues subsídios as associações e clubes desportivos da região. Ainda e para finalizar, uma grande aposta no incremento do número de estradas e acessos, e o melhoramento dos já existentes.

«Mais do que apostar num grande ano para 2012, aposta-se nesta terra, neste momento, num futuro diferente e à altura das verdadeiras Capitais Europeias.»

Parece-me, que como conclusão destas apostas estratégicas, que mais importante do que a remodelação – até bem bonita – de Toural e Alameda, do exagerado lago artificial de Creixomil a Silvares, da inteligente integração de um novo espaço do campus da Universidade do Minho na malha urbana histórica, através do CampUrbis, e do mais do que urgente metro, que poderá na melhor das hipóteses – apesar de não estar integrado no projecto, mas sim na minha vontade – chegar até Braga, serão todas aquelas pequenas alterações que vão realmente mudar o dia-a-dia de cada cidadão de Guimarães. Mais do que apostar num grande ano para 2012, aposta-se nesta terra, neste momento, num futuro diferente e à altura das verdadeiras Capitais Europeias.


Paulo Lopes: http://abertamentefalando.blogspot.com/

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Vale a pena ler

Óscar Jõrdão Pires, Para trás mija a burra, Comério de Guimarães
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Vão de carro! (IV) – Soluções políticas

A linha de Guimarães, entre a Trofa e a cidade Berço, atravessa cinco concelhos. É quase todo o Vale do Ave que é servido de forma directa ou indirecta pela ligação ferroviária que termina no Porto.

A CP serve deste modo uma cidade de 60.000 habitantes e outras duas sedes de concelho (Vizela e Santo Tirso) que têm uma ligação histórica – e real – à linha. A estas juntam-se vilas de dimensão populacional e industrial assinalável como Aves, Lordelo e Moreira de Cónegos. Ao todo são mais de 200.000 pessoas que são potenciais utentes da linha.

A AMAVE – se é que existe – devia ter uma posição forte na definição de um modelo de transportes públicos. E, porque a linha de Guimarães é antes de mais a linha do Ave, servindo quase todos os concelhos que constituem a associação de municípios, a AMAVE devia exercer a sua influencia para dar à linha de Guimarães a dignidade que esta merece.

A autarquia vimaranense também tem uma palavra a dizer. Deve pressionar a CP para que os horários sirvam convenientemente as populações do concelho. E não ter medo de levantar a voz contra a empresa pública de transportes ferroviários. É isso que fazem outras localidades, com resultados positivos em boa parte dos casos. E Guimarães não pode merecer menos.

Eu fiz a minha parte: enviei a reclamação por escrito – por carta e correio electrónico – , à CP e ao Ministério das Obras Públicas e Transportes. A mesma missiva seguiu para a Câmara de Guimarães e Associação de Municípios do Vale do Ave.
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O novo publico.pt


Este é o aspecto da nova homepage do Público. Visualmente mais apelativo do que o anterior - especialmente por causa da alteração das fonts e da nova arrumação gráfica - e a fugir um pouco para o que se faz - e muito bem! - do outro lado da fronteira.

Há agora mais e melhores motivso para visitar o site do Público, agora sim a fazer ciberjornalismo. Há videos e fotogalerias, podcasts, e a promessa de uma maior aposta em infografias e uma diversificação de aborgdagens da actualidade. Como já tenho escrito, jornalismo online tem que ser feito com uma grande componente multimedia. O Público percebeu isso e há finalmente concorrência ao Expresso no jornalismo que se faz em Rede.

O novo publico.pt promete. Mas abrem-se novos desafios. Antes de mais cumprir aquilo a que se propõe. Trazer novas abordagens das notícias, em suportes diversificados. E isso aguça uma necessidade bem clara no jornalismo online nacional: ao serviço Última Hora pede-se que fuja cada vez mais ao limitado copy&paste da Lusa.
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Vão de carro! (III) – Algumas soluções

Face às críticas que tenho feito à gestão que a CP faz da linha de Guimarães ponto algumas propostas para ultrapassar os problemas que tenho levantado e que muitos vimaranenses, vizelenses e tirsenses vêm sentido.

  • As linhas de Braga e Aveiro têm serviços expresso de comboios urbanos. Estas composições chegam ao Porto em praticamente metade do tempo da ligação regular. A solução é simples: o comboio não pára em apeadeiros.
    Parece pois urgente que a linha de Guimarães beneficie de igual tratamento. Deste modo a viagem até ao Porto seria mais rápida, mantendo os utentes dos apeadeiros os serviços regulares, ou optando por se deslocar às estações principais – se o tempo ganho for compensado. Guimarães, Vizela, Vila das Aves, Sto. Tirso e Trofa seriam as paragens deste serviço rápido, parando o comboio. Até porque não faz muito sentido que se demore 1h25 percorrer pouco mais de 50 quilómetros. Daí para a frente, nas estações e apeadeiros do Grande Porto, como parece ser aposta essencial da CP.

  • Reforço dos horários: É incompreensível que a CP faça ligações Porto-Guimarães às 20h15 e 21h15 aos fins-de-semana e feriados e não o faça nos dias de trabalho. A criação destes horário, para responder à necessidade dos utentes desta área alargada servida pela ligação ao Berço é urgente.
  • A ligação de Braga faz transbordo de passageiros em Lousado para uma composição que marcha em direcção a Guimarães. Isto acontece em vários horários, mas incompreensivelmente não é feito entre as 20 e as 22 horas, altura em que em boa parte dos sectores de actividade é hora de saída dos empregos. Tomar igual solução noutros períodos do dia, especialmente nos de regresso a casa, pode ajudar a contornar a falta de ligações nocturnas no período durante a semana, à falta de melhor solução.

  • Às 20h41 parte de Campanha, rumo a Guimarães, um comboio Intercidades. Mas custa nove euros e não é, por isso, uma solução para todos quantos querem ruma ao Vale do Ave. Bem sei que podia ser uma precedente grave para a CP, mas podia funcionar como uma solução alternativa às exigências de todos quantos usam a linha de Guimarães se os portadores do passe CP pudessem viajar no Intercidades.
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Todos lá dentro



Estas são as capas da Visão e da Focus desta semana.








Ambas propõem visitas guiadas ao dia-a-dia de duas das figuras públicas mais mediáticas do país. Na essência fazem uma e a mesma coisa: as newsmagazines reciclam o voyeurismo, mas tratam-no como se de informação “de referência” se tratasse. E, uma vez mais, as fronteiras entre a esfera pública e privada esbatem-se.

Vale a pena notar, no entanto, a diferença de abordagem. Enquanto a Focus aposta numa reportagem-paparazzi, invadindo os momentos íntimos de José Mourinho, a Visão negociou com Sócrates as fronteiras da sua esfera privada.

É a diferença de prestígio de uma e outra publicação a fazer a diferença, mas também uma linha editorial que em tudo contribui para que a Visão possa fazer o que fez e a Focus se tenha de contentar com uma reportagem feita à socapa.

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Qualificação para o Mundial de andebol passa por Guimarães

O pavilhão do Francisco de Holanda vai receber o embate entre a selecção nacional de andebol e a sua congénere da Macedónia. A partida conta para a qualificação para o Mundial de 2009.
O "Xico" mostra mais uma vez a sua vitalidade, agora reconhecida pela Federação. Uma boa notícia a juntar à fabulosa prestação no Nacional deste ano e ao domínio quase absoluto nos campeonatos dos escalões de formação. A actual direcção vai, passo a passo, retirando o clube do poço de ruína financeira em que alguns o meteram não há muitos anos.
post scriptum: a notícia da Guimarães Digital para o qual deixo o link tem um pequeno ficheiro audio incorporado onde podemos ouvir as declarações de um dirigente do DFH. Parece que há algúem que, finalmente, entende que o jornalismo on-line só se faz se for multimédia.
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Quem precisa de um subsídio sou eu

O São Mamede vai, aos poucos, anunciando a programação para o mês de abertura. E não faltam coisas boas. Aos já anunciados Nouvelle Vague e David Fonseca, juntam-se Ana Moura, no espectáculo de abertura. E, soube-o hoje, o grande JP Simões.

Tenho um problema com esta oferta de qualidade: onde vou arranjar dinheiro para ver tanta e boa música na cidade? E esta é uma pergunta que devem fazer muitos vimaranenses, pensando que o
CCVF e o Multiusos também têm tido coisas boas e o Circo está aqui ao pé. Temo que tanta oferta vá acabar em comensalismo. E quem fica a precisar de um subsídio para a cultura sou eu.

Novidade assinalável na programação do S. Mamede é a actuação, no dia 26 de Dezembro – data arriscada – do quarteto vimaranense
4 Swing. As casas municipais de cultura têm virado costas ao que se faz dentro de portas e é, mais uma vez, um espaço de iniciativa privada a fazer o serviço público. Por lá passam ainda a brasileira Lilian Raquel, o gospel de The Black Heritage Singers, Fatucha Overacting Duo e os portuenses Ad Hoc Trio.
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A catedral em Braga

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5 projectos: marcha-atrás? (II)

O vereador municipal com a “pasta” das obras públicas, Júlio Mendes, foi ao Vips on-line do Cybercentro. Nas respostas às questões dos cibernautas, o autarca deixou novas pistas para analisarmos os 5 projectos para Guimarães.

Pessoalmente, destaco a marcha-atrás num dos projectos que mais me animavam, o do metro. Diz Júlio Mendes que “a linha de mini-metro é um "apontamento" de modernidade proposta pelo autor do estudo. Sinceramente, não me parece que possa ser uma realidade a curto ou médio prazo”. Lamento. Como já
escrevi uma linha de metro seria uma importante infra-estrutura para o concelho. E muito mais pertinente que 410 lugares de estacionamento ou um lago artificial.

Júlio Mendes prefere não avançar com números para os projectos. Os custos das obras dependem “da extensão das intervenções”. Reforçando que “nenhuma ideia foi recusada”, defendeu que o Toural deve ter um parque de estacionamento e que o CampUrbis “será o projecto que irá satisfazer mais os vimaranenses”.

“Queremos tornar a cidade de Guimarães mais atractiva para quem aí vive e para ser capaz de atrair novos habitantes. Obviamente, todo o Concelho terá vantagem nisso”, destacou o vereador, embora recusa a ideia de que se tratem de projectos “arrojados”: “Uma cidade é viva e dinâmica. Não pode ser interpretado numa perspectiva museológica. As propostas apresentadas, na nossa opinião, respeitam a “carga" histórica da cidade”.

Segundo afirmou, a câmara já recebeu “várias dezenas” de contributos. As decisões acontecerão “logo que se perceba que começa a cessar a participação”, o que deve acontecer até ao final do ano. E abre o jogo: “Os projectos apresentados só serão realidade se obtivermos comparticipação do QREN. O orçamento municipal não chega”.
Nada de novo, portanto.

No final uma nota de bom-senso: “Julgo que a discussão acerca do Toural não se pode centrar na questão redutora das árvores. Isso é um pormenor que o projecto pode vir a resolver. Antes disso, devemos decidir se queremos intervir na praça, se precisamos de o fazer, considerando que a Capital Europeia da Cultura está aí à porta.”
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5 projectos: Bloggers encontram-se para debatê-los

Os bloggers de Guimarães vão encontrar-se para discutir os cinco projectos para a cidade apresentados em finais de Setembro pela autarquia. Entendemos que este debate deve ser tanto mais alargado quanto possível. E a blogosfera é um instrumento importante desse processo – pela facilidade de acesso e divulgação de informações e opiniões.

O encontro informal de bloggers tem lugar no próximo dia 1 de Dezembro, sábado, às 21h30, na Casa Medieval da Praça de S.Tiago, sede do Gabinete de Imprensa de Guimarães. Esta instituição vimaranense associou-se à iniciativa. O GI foi pioneiro na discussão da blogosfera, tendo realizado um debate sobre o tema, em 2003, contou com a presença de bloggers como João Paulo Meneses e Manuel Pinto.

Para o debate estão convidados todos todos quantos constituem a comunidade blogger vimaranense.

Mais informações nos blogues:
matermatuta.blogspot.com

colinasagrada.blogspot.com
zineocio.blogspot.com