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As Nicolinas na Internet

Na blogosfera, mas também

na Wikipedia
no site da Câmara de Guimarães

e ainda em
Nicolinas.pt
Tertúlia Nicolina
AAELG – Velhos Nicolinos
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As Nicolinas nos blogs

Além de estarem aqui e aqui, as Nicolinas estão na blogosfera em artigos da Gisela Rodrigues (no Blog Minho) e do Spicka (no novo Disputa) e também nas mesas do Café Toural.

Para quem quiser saber mais sobre as festas os blogs vale a pena passar pelo
São Nicolau.
Nicolinas a Património Oral e Imaterial da Humanidade e ACFN são outros dois blogs dedicados às festas vimaranenses.
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As Nicolinas nas notícias

National Geographic (via S.Nicolau)

Farda nicolina a preceito para enterrar o madeiro (Jornal de Notícias)

Estudantes de Guimarães iniciam hoje festejos seculares (Diário do Minho)

Pregão tem novo autor (GMRTV)
A televisão online vimaranense também fala de Nicolinas
aqui e aqui
(RTP)
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No dia do Pinheiro...

...vale a pena ler o que Tiago Laranjeiro escreve sobre as festas Nicolinas.

Veja mais sobre as Nicolinas aqui.

Edição 14h35: Casimiro Silva também escreve hoje sobre a Festa Maior.
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Encontro de bloggers nos media (IV)

Diário de Vizela
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Encontro de bloggers nos media tradicionais (III)

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Encontro de bloggers nos media tradicionais (II)

Reflexodigital
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Encontro de bloggers nos media tradicionais

«No próximo sábado, dia 1 de Dezembro, às 21h30, a Casa Medieval da Praça de S. Tiago, sede do Gabinete de Imprensa de Guimarães, recebe um encontro para discutir os cinco projectos para a cidade apresentados pela autarquia vimaranense. Esta reunião tem a particularidade de ser promovida pela comunidade blogger local. (…)
O debate surge na sequência da troca de ideias que tem acontecido na blogosfera sobre os projectos para Guimarães e concretiza, certamente, a vontade de “crescimento e fortalecimento da influência da blogosfera minhota, do seu espaço de acção, do seu alcance político” manifestada em Julho no 1º Encontro de Bloggers e Leitores de Blogues do Minho.
Os blogues assumem-se, assim, como elementos importantes no debate acerca da polis, mostrando que nem todos são registos diários de futilidades ou repositórios de poemas de má qualidade apenas actualizados ao sabor do fluxo da inspiração.»

Luísa Teresa Ribeiro, Diário do Minho (27.11.07)

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Fundação Martins Sarmento aprovada hoje

Finalmente o reconhecimento nacional justo: A Fundação Martins Sarmento será aprovada amanhã em Conselho de Ministros.

A mais prestigiada instituição vimaranense, tantas vezes esquecida, ganha bases para o futuro e dá um passo importante para solidifcar os seus mecanismos de acção. O protocolo assinado com o Estado prevê uma dotação financeira fixa que vai permitir manter o seu extenso e nem sempre reconhecido trabalho. Do espólio da biblioteca e do mueseu, à Citânia de Briteiros e a mais de um dezena de sítios arqueológicos nacionais, bem como a Histórica Revista de Guimarães.

Mérito da actual equipa, especialmente de Amaro das Neves e Armindo Cachada, que souberam dar seguimento ao históricos líderes da casa.
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Está tudo doido!

Os publiitários portugueses enlouqeceram. Depois disto, surge isto. A criatividade tem o bom gosto como limite. E num e noutro caso a fronteira foi largamente ultrpassada.
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Nicolinas à porta

Em Fevereiro deste ano publiquei um vídeo, realizado com a minha colega e amiga Susana Oliveira para a cadeira de Jornalismo no curso de Comunicação Social da UM, em que as Nicolinas eram o tema.

Na semana em que se iniciam os festejos estudantis vimaranenses vale a pena recordar o que era dito na reportagem. O
vídeo tem claras limitações técnicas, mas vale sobretudo pelos depoimentos de Rui Macedo, presidente (entretanto reeleito) da Comissão de Festas Nicolinas, F. Capela Miguel, Velho Nicolino, e Amaro das Neves, Presidente da Sociedade Martins Sarmento e historiador.

Vale a pena também recordar a discussão que foi suscitada, na altura, na blogosfera vimaranense. Atentem particularmente nas caixas de comentários.



As Nicolinas e a candidatura a Património Mundial (Colina Sagrada)
Nicolinas, caminhadas por entre as pedras e carapaças (Um Certo Olhar)
A semana de (11) (Um Certo Olhar)
Meia dúzia de verdades sobre as Nicolinas (Torre dos Cães)
Os pilares da vimaranensidade: (15) As Nicolinas (Torre dos Cães)

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Sobre a linha de Guimarães

Recebi ontem uma carta da Câmara de Guimarães que responde a uma missiva que enviei às Câmaras do Vale do Ave e à AMAVE a propósito das críticas à gestão da linha de caminho-de-ferro de Guimarães que tenho deixado aqui no Colina Sagrada. Uma carta idêntica foi enviada para a CP, Ministério dos Transportes e, mais recentemente, para os deputados eleitos por Guimarães.

Na carta – que tomo a liberdade de tornar pública – o presidente da autarquia informa que já enviou à CP “uma solicitação no sentido de saber das possibilidades de criação de uma nova ligação nesse horário [19h15-22h15], que apoiei”.

Ler mais:
Vão de Carro!
Vão de Carro! (II)
Algumas soluções
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Provocação

Um dos meus músicos favoritos e dos meus jogadores de futebol de eleição almoçaram juntos. Conversaram e a coisa deu um livro. Sem tecer considerações sobre a recente inundação das livrarias com coisas deste género, salta-me à vista uma frase de Sérgio Godinho, em tom de provocação à minha vizinhança:

«Dizer que aquela cena do Braga é uma coisa maravilhosa – sem desprimor para o Souto Moura – acho que é sobrevalorizá-lo. Fazes uma ola no Estádio do Braga? Não fazes.»

Brincadeira à parte: boa sorte ao Braga e a Manuel Machado no jogo de quinta-feira com o Bayern.
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No centenário de Alberto Sampaio

Guimarães e Famalicão vão comemorar conjuntamente o Centenário da morte de Alberto Sampaio. É o merecido destaque a um dos homens maiores do seu tempo. E parece mais do que a habitual carta de intenções que se apresenta na altura das efemérides. É que às autarquias e à família do historiador, juntam-se as Universidades do Porto e do Minho, e acima de tudo, duas das mais importantes instituições de Guimarães: O museu Alberto Sampaio e a Sociedade Martins Sarmento.

As comemorações começam no próximo dia 1 de Dezembro, em
Guimarães. E estendem-se até ao primeiro dia do último mês do ano de 2008, em Famalicão. A organização lançou entretanto um blog dedicado a Alberto Sampaio.

Ler mais:
Biografia de Alberto Sampaio

Post scriptum: Famalicão vai receber as bibliotecas pessoais de Mário Cesariny e
Eduardo Prado Coelho. É bom saber que as letras que fizeram parte da vida de dois dos mais ilustres portugueses do seu tempo fiquem perto de casa. Não tão perto como gostaria. Mas ainda assim perto.
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à porta


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Português Suave faz dois anos

Sou um fã da Rádio Universitária do Minho. Da música que por lá passa e particularmente do esforço que faz para promover boa música e especialmente aquela que se faz em Portugal. E nesta campo há um programa que marca realmente a diferença: o Português Suave.


O Português Suave faz dois anos, comemorados durante este fim-de-semana. E Guimarães está no mapa das comemorações, com um concerto dos lisboetas Dapunksportif no Bar N101, em Sande S. Martinho.


Já tenho ouvido falar do bar taipense e dos concertos que por lá passam. Ainda não o conheço, mas esta pode ser uma boa oportunidade. Pelo menos os seus dinamizadores são arrojados. "Situado na Nacional 101 à saída das Caldas das Taipas, compromete-se a revolucionar o panorama estático e apático, e afirmar-se como um local de referência a nível do circuito alternativo de bares concertos da zona norte", afirmam no blog oficial.
foto: N101
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O meta-protagonista (II)

O meta-protagonista está sozinho. A direcção de Emílio Macedo da Silva mostra a sua força e a porta da rua está aberta. Talvez nunca devesse ter sido aberta à tal personagem.
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O meta-protagonista

Elogiei ontem a capacidade que a direcção do Vitória tem tido de deixar o palco mediático e logo um dos vice-presidentes do clube se apressou a desmentir-me. A contestação pública de Luciano Baltar à decisão da direcção de que faz parte em fazer uma auditoria às contas do clube é um "tiro no pé".
Uma atitude que só pode ser interpretada como uma procura de protagonismo de um vice que não tem relevância na direcção do Vitória. À volta há Paulo Pereira, que não larga a equipa; o "homem de bastidores" - mas quase sempre presente no dia-a-dia da equipa de futebol -, Manuel Almeida; e Alberto Oliveira. A Luciano Baltar falta palco. E isso preocupa-o.
Vir a público colocar em causa uma decisão legítima da direcção a que pertence é deselegante, pouco inteligente e podia ter consequências nefastas para a saúde da direcção. Emílio Macedo regressou a Portugal e viu o clube à beira da primeira crise do mandato. Pôs água na fervura. Espera-se que vá a tempo.
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Assumir erros

«Em Portugal somos muito bons a fazer planeamento estratégico, mas quando chega a hora da execução, metemos os planos na gaveta e nunca mais nos lembramos deles.»

A frase podia ser um qualquer analista habitualmente crítico da governação do Centrão em Portugal. Mas não. Foi proferida ontem por Rui Nuno Baleira, secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, na apresentação do QREN que decorreu em Guimarães. É que até o Estado assume o falhanço rotundo que foram 20 anos de aplicação de fundos comunitários em Portgal. Sintomático.
Esperemos que aprendam para que em 2013 não seja feita a mesma análise.
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Portugal sofrível apura-se para o Europeu

Custou. Custou demasiado. Mas Portugal apurou-se para o Europeu de futebol. E as dificuldades experimentada pela Selecção Nacional têm um protagonista principal: Scolari.
Não sou dos que embarca nas críticas fáceis ao seleccionador e tenho defendido o treinador várias vezes. Mas a fase de apuramento, num grupo equilibrado mas com equipas que não têm nem de longe a valia de Portugal, foi sofrida e sofrível.
As exibições de Portugal chegaram a ser medíocres e a Selecção só se apurou porque as restantes equipa foram roubando pontos umas às outras, às vezes de forma inesperada. Scolari errou na abordagem aos jogos fora de casa, facilitou dentro de portas e ainda borrou a pintura com a agressão a Dragutinovic no jogo com a Sérvia.Mas no final, felizmente, o apuramento teve as cores nacionais.

Agora é tempo de preparar o Euro. Portugal vem em crescendo. Quartos-de-final em 96, meias em 2000, final em 2004. Agora é tempo de ganhar. Mas para isso será preciso sorte, é claro. Menos lesões. E contornar os erros que marcaram a qualificação.
Scolari vai convocar 23 jogadores para a Áustria e a Suiça. E no apuramento já passaram pelos estágios da equipa nacional quase 40.
Ainda que núcleo duro neste momento se reduza a 26 ou 27 jogadores, mais uma ou outra surpresa que possam surgir esta época, uma coisa é certa: Vão ficar bons jogadores de fora.
E um deles pode muito bem ser Fernando Meira. O que será uma injustiça. Primeiro porque Meira fez um fabuloso Mundial em 2006 e é um grande jogador. Está em forma como provou ontem, a jogar a trinco – aquele passe para Caneira foi “à Redondo”. Mas falta-lhe lobby.
Meira não entra nas lógicas de promoção habituais. Só jogou no Benfica um ano e não é, por isso, um jogador identificado com o clube. De resto fez toda a sua carreira na Alemanha, que sendo um grande campeonato não tem grande exposição em Portugal. A isso juntam-se as recentes convocatórias de Pepe e Bruno Alves. Que parecem intocáveis. E o vimaranense pode ser vítima.
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"Mais vale um treinador coxo que um cego"

Manuel Cajuda assume-se, a cada dia, como a face do novo Vitória. É a equipa da Emílio Macedo da Silva quem tem o mérito essencial da gestão: Construiu o plantel, está a modernizar o clube, e
fez a aposta acertada de manter Cajuda e reforçar-lhe os poderes. Mas é Cajuda quem simboliza o novo rumo do clube.
A direcção do clube fez algo que os líderes anteriores do clube não souberam fazer, com as consequências trágicas que conhecemos: o palco mediático é do treinador e, por via disso, da equipa de futebol. E é disso mesmo que se trata o jogo: dos seus verdadeiros protagonistas.
E esta aposta resulta ainda melhor quando o treinador do Vitória é um homem com o carácter e a personalidade de Cajuda. Um psicólogo do futebol, que até pode errar na táctica - e fâ-lo várias vezes - mas é uma fantástico condutor de homens. E é por isso que, meia dúzia de meses volvidos desde o pesadelo, o Vitória voltou a impôr respeito.
O caso da lesão de ontem, num choque acidental com Moreno, só vem acentuar o carisma de Cajuda. E reforçar a sua força como líder indiscutível de um grupo unido. Se não o fosse, o acidente podia ter dado lugar a turbulências. A sabedoria de Cajuda soube ultrapssar isso.

ler mais: O líder, O Jogo
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5 Projectos – O outro lado

Aquando da apresentação dos 5 projectos para o Município de Guimarães, tendo em visto a data de 2012, em que Guimarães será Capital Europeia da Cultura, foram destacadas as importantes obras do mercado, de Silvares, CampUrbis, Toural, Alameda e Veiga.

São sem dúvidas mexidas importantes na organização urbanística e económica da cidade. E tudo isto aproveitando inteligentemente a combinação de uma série de situações favoráveis ao investimento. Tal como referido no documento da câmara “A associação entre a Capital Europeia da Cultura e o arranque e implementação do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) 2007/2013, coloca-nos perante uma oportunidade irrepetível”.

«Guimarães está em posição de investir e de melhorar. E aqui entram as verdadeiras alterações de fundo no funcionamento da cidade. Com medidas “low profile”, aquelas que em termos de importância prática serão as grandes diferenças para o comum cidadão.»

Guimarães está em posição de investir e de melhorar. E aqui entram as verdadeiras alterações de fundo no funcionamento da cidade. Como medidas “low profile” aparecem aquelas que em termos de importância prática serão as grandes diferenças para o comum cidadão de Guimarães. Na educação teremos “investimentos na qualificação, reconversão em jardins-de-infância, ampliação ou construção de edifícios escolares”, na cultura destacar-se-á o aparecimento do espaço do actual Mercado, o Centro de Arte Contemporânea e a Casa da Memória de Guimarães.

«As apostas estratégicas são mais importante do que a remodelação – até bem bonita – de Toural e Alameda, do exagerado lago artificial de Creixomil a Silvares, da inteligente integração de um novo espaço do campus da Universidade do Minho na malha urbana histórica, através do CampUrbis, e do mais do que urgente metro.»

Ambientalmente estaremos na presença da recuperação do rio de Couros – requalificação ambiental da Veiga de Creixomil –, criação de novos parques e jardins e arranque ou propulsão significativa do Plano Municipal do Ambiente – Agenda 21 Local – , entre outros. Abrirão piscinas, ringues desportivos, e serão entregues subsídios as associações e clubes desportivos da região. Ainda e para finalizar, uma grande aposta no incremento do número de estradas e acessos, e o melhoramento dos já existentes.

«Mais do que apostar num grande ano para 2012, aposta-se nesta terra, neste momento, num futuro diferente e à altura das verdadeiras Capitais Europeias.»

Parece-me, que como conclusão destas apostas estratégicas, que mais importante do que a remodelação – até bem bonita – de Toural e Alameda, do exagerado lago artificial de Creixomil a Silvares, da inteligente integração de um novo espaço do campus da Universidade do Minho na malha urbana histórica, através do CampUrbis, e do mais do que urgente metro, que poderá na melhor das hipóteses – apesar de não estar integrado no projecto, mas sim na minha vontade – chegar até Braga, serão todas aquelas pequenas alterações que vão realmente mudar o dia-a-dia de cada cidadão de Guimarães. Mais do que apostar num grande ano para 2012, aposta-se nesta terra, neste momento, num futuro diferente e à altura das verdadeiras Capitais Europeias.


Paulo Lopes: http://abertamentefalando.blogspot.com/

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Vale a pena ler

Óscar Jõrdão Pires, Para trás mija a burra, Comério de Guimarães
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Vão de carro! (IV) – Soluções políticas

A linha de Guimarães, entre a Trofa e a cidade Berço, atravessa cinco concelhos. É quase todo o Vale do Ave que é servido de forma directa ou indirecta pela ligação ferroviária que termina no Porto.

A CP serve deste modo uma cidade de 60.000 habitantes e outras duas sedes de concelho (Vizela e Santo Tirso) que têm uma ligação histórica – e real – à linha. A estas juntam-se vilas de dimensão populacional e industrial assinalável como Aves, Lordelo e Moreira de Cónegos. Ao todo são mais de 200.000 pessoas que são potenciais utentes da linha.

A AMAVE – se é que existe – devia ter uma posição forte na definição de um modelo de transportes públicos. E, porque a linha de Guimarães é antes de mais a linha do Ave, servindo quase todos os concelhos que constituem a associação de municípios, a AMAVE devia exercer a sua influencia para dar à linha de Guimarães a dignidade que esta merece.

A autarquia vimaranense também tem uma palavra a dizer. Deve pressionar a CP para que os horários sirvam convenientemente as populações do concelho. E não ter medo de levantar a voz contra a empresa pública de transportes ferroviários. É isso que fazem outras localidades, com resultados positivos em boa parte dos casos. E Guimarães não pode merecer menos.

Eu fiz a minha parte: enviei a reclamação por escrito – por carta e correio electrónico – , à CP e ao Ministério das Obras Públicas e Transportes. A mesma missiva seguiu para a Câmara de Guimarães e Associação de Municípios do Vale do Ave.
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O novo publico.pt


Este é o aspecto da nova homepage do Público. Visualmente mais apelativo do que o anterior - especialmente por causa da alteração das fonts e da nova arrumação gráfica - e a fugir um pouco para o que se faz - e muito bem! - do outro lado da fronteira.

Há agora mais e melhores motivso para visitar o site do Público, agora sim a fazer ciberjornalismo. Há videos e fotogalerias, podcasts, e a promessa de uma maior aposta em infografias e uma diversificação de aborgdagens da actualidade. Como já tenho escrito, jornalismo online tem que ser feito com uma grande componente multimedia. O Público percebeu isso e há finalmente concorrência ao Expresso no jornalismo que se faz em Rede.

O novo publico.pt promete. Mas abrem-se novos desafios. Antes de mais cumprir aquilo a que se propõe. Trazer novas abordagens das notícias, em suportes diversificados. E isso aguça uma necessidade bem clara no jornalismo online nacional: ao serviço Última Hora pede-se que fuja cada vez mais ao limitado copy&paste da Lusa.
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Vão de carro! (III) – Algumas soluções

Face às críticas que tenho feito à gestão que a CP faz da linha de Guimarães ponto algumas propostas para ultrapassar os problemas que tenho levantado e que muitos vimaranenses, vizelenses e tirsenses vêm sentido.

  • As linhas de Braga e Aveiro têm serviços expresso de comboios urbanos. Estas composições chegam ao Porto em praticamente metade do tempo da ligação regular. A solução é simples: o comboio não pára em apeadeiros.
    Parece pois urgente que a linha de Guimarães beneficie de igual tratamento. Deste modo a viagem até ao Porto seria mais rápida, mantendo os utentes dos apeadeiros os serviços regulares, ou optando por se deslocar às estações principais – se o tempo ganho for compensado. Guimarães, Vizela, Vila das Aves, Sto. Tirso e Trofa seriam as paragens deste serviço rápido, parando o comboio. Até porque não faz muito sentido que se demore 1h25 percorrer pouco mais de 50 quilómetros. Daí para a frente, nas estações e apeadeiros do Grande Porto, como parece ser aposta essencial da CP.

  • Reforço dos horários: É incompreensível que a CP faça ligações Porto-Guimarães às 20h15 e 21h15 aos fins-de-semana e feriados e não o faça nos dias de trabalho. A criação destes horário, para responder à necessidade dos utentes desta área alargada servida pela ligação ao Berço é urgente.
  • A ligação de Braga faz transbordo de passageiros em Lousado para uma composição que marcha em direcção a Guimarães. Isto acontece em vários horários, mas incompreensivelmente não é feito entre as 20 e as 22 horas, altura em que em boa parte dos sectores de actividade é hora de saída dos empregos. Tomar igual solução noutros períodos do dia, especialmente nos de regresso a casa, pode ajudar a contornar a falta de ligações nocturnas no período durante a semana, à falta de melhor solução.

  • Às 20h41 parte de Campanha, rumo a Guimarães, um comboio Intercidades. Mas custa nove euros e não é, por isso, uma solução para todos quantos querem ruma ao Vale do Ave. Bem sei que podia ser uma precedente grave para a CP, mas podia funcionar como uma solução alternativa às exigências de todos quantos usam a linha de Guimarães se os portadores do passe CP pudessem viajar no Intercidades.
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Todos lá dentro



Estas são as capas da Visão e da Focus desta semana.








Ambas propõem visitas guiadas ao dia-a-dia de duas das figuras públicas mais mediáticas do país. Na essência fazem uma e a mesma coisa: as newsmagazines reciclam o voyeurismo, mas tratam-no como se de informação “de referência” se tratasse. E, uma vez mais, as fronteiras entre a esfera pública e privada esbatem-se.

Vale a pena notar, no entanto, a diferença de abordagem. Enquanto a Focus aposta numa reportagem-paparazzi, invadindo os momentos íntimos de José Mourinho, a Visão negociou com Sócrates as fronteiras da sua esfera privada.

É a diferença de prestígio de uma e outra publicação a fazer a diferença, mas também uma linha editorial que em tudo contribui para que a Visão possa fazer o que fez e a Focus se tenha de contentar com uma reportagem feita à socapa.

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Qualificação para o Mundial de andebol passa por Guimarães

O pavilhão do Francisco de Holanda vai receber o embate entre a selecção nacional de andebol e a sua congénere da Macedónia. A partida conta para a qualificação para o Mundial de 2009.
O "Xico" mostra mais uma vez a sua vitalidade, agora reconhecida pela Federação. Uma boa notícia a juntar à fabulosa prestação no Nacional deste ano e ao domínio quase absoluto nos campeonatos dos escalões de formação. A actual direcção vai, passo a passo, retirando o clube do poço de ruína financeira em que alguns o meteram não há muitos anos.
post scriptum: a notícia da Guimarães Digital para o qual deixo o link tem um pequeno ficheiro audio incorporado onde podemos ouvir as declarações de um dirigente do DFH. Parece que há algúem que, finalmente, entende que o jornalismo on-line só se faz se for multimédia.
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Quem precisa de um subsídio sou eu

O São Mamede vai, aos poucos, anunciando a programação para o mês de abertura. E não faltam coisas boas. Aos já anunciados Nouvelle Vague e David Fonseca, juntam-se Ana Moura, no espectáculo de abertura. E, soube-o hoje, o grande JP Simões.

Tenho um problema com esta oferta de qualidade: onde vou arranjar dinheiro para ver tanta e boa música na cidade? E esta é uma pergunta que devem fazer muitos vimaranenses, pensando que o
CCVF e o Multiusos também têm tido coisas boas e o Circo está aqui ao pé. Temo que tanta oferta vá acabar em comensalismo. E quem fica a precisar de um subsídio para a cultura sou eu.

Novidade assinalável na programação do S. Mamede é a actuação, no dia 26 de Dezembro – data arriscada – do quarteto vimaranense
4 Swing. As casas municipais de cultura têm virado costas ao que se faz dentro de portas e é, mais uma vez, um espaço de iniciativa privada a fazer o serviço público. Por lá passam ainda a brasileira Lilian Raquel, o gospel de The Black Heritage Singers, Fatucha Overacting Duo e os portuenses Ad Hoc Trio.
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A catedral em Braga

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5 projectos: marcha-atrás? (II)

O vereador municipal com a “pasta” das obras públicas, Júlio Mendes, foi ao Vips on-line do Cybercentro. Nas respostas às questões dos cibernautas, o autarca deixou novas pistas para analisarmos os 5 projectos para Guimarães.

Pessoalmente, destaco a marcha-atrás num dos projectos que mais me animavam, o do metro. Diz Júlio Mendes que “a linha de mini-metro é um "apontamento" de modernidade proposta pelo autor do estudo. Sinceramente, não me parece que possa ser uma realidade a curto ou médio prazo”. Lamento. Como já
escrevi uma linha de metro seria uma importante infra-estrutura para o concelho. E muito mais pertinente que 410 lugares de estacionamento ou um lago artificial.

Júlio Mendes prefere não avançar com números para os projectos. Os custos das obras dependem “da extensão das intervenções”. Reforçando que “nenhuma ideia foi recusada”, defendeu que o Toural deve ter um parque de estacionamento e que o CampUrbis “será o projecto que irá satisfazer mais os vimaranenses”.

“Queremos tornar a cidade de Guimarães mais atractiva para quem aí vive e para ser capaz de atrair novos habitantes. Obviamente, todo o Concelho terá vantagem nisso”, destacou o vereador, embora recusa a ideia de que se tratem de projectos “arrojados”: “Uma cidade é viva e dinâmica. Não pode ser interpretado numa perspectiva museológica. As propostas apresentadas, na nossa opinião, respeitam a “carga" histórica da cidade”.

Segundo afirmou, a câmara já recebeu “várias dezenas” de contributos. As decisões acontecerão “logo que se perceba que começa a cessar a participação”, o que deve acontecer até ao final do ano. E abre o jogo: “Os projectos apresentados só serão realidade se obtivermos comparticipação do QREN. O orçamento municipal não chega”.
Nada de novo, portanto.

No final uma nota de bom-senso: “Julgo que a discussão acerca do Toural não se pode centrar na questão redutora das árvores. Isso é um pormenor que o projecto pode vir a resolver. Antes disso, devemos decidir se queremos intervir na praça, se precisamos de o fazer, considerando que a Capital Europeia da Cultura está aí à porta.”
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5 projectos: Bloggers encontram-se para debatê-los

Os bloggers de Guimarães vão encontrar-se para discutir os cinco projectos para a cidade apresentados em finais de Setembro pela autarquia. Entendemos que este debate deve ser tanto mais alargado quanto possível. E a blogosfera é um instrumento importante desse processo – pela facilidade de acesso e divulgação de informações e opiniões.

O encontro informal de bloggers tem lugar no próximo dia 1 de Dezembro, sábado, às 21h30, na Casa Medieval da Praça de S.Tiago, sede do Gabinete de Imprensa de Guimarães. Esta instituição vimaranense associou-se à iniciativa. O GI foi pioneiro na discussão da blogosfera, tendo realizado um debate sobre o tema, em 2003, contou com a presença de bloggers como João Paulo Meneses e Manuel Pinto.

Para o debate estão convidados todos todos quantos constituem a comunidade blogger vimaranense.

Mais informações nos blogues:
matermatuta.blogspot.com

colinasagrada.blogspot.com
zineocio.blogspot.com
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Vão de carro! (II)

A linha de caminho-de-ferro de Guimarães foi inaugurada há 123 anos, em Abril de 1884. Desde então assumiu-se como um importante meio do desenvolvimento e afirmação de Guimarães. Renovada em 2004, a ligação ferroviária mantém, no entanto, problemas estruturais que a impedem de ser competitiva e uma solução válida para o transporte de passageiros – porque as mercadorias já lá vão – entre o Vale do Ave e o Porto.

As obras de beneficiação de que a linha foi alvo fizeram pouco mais do que electrificá-la. A via mantém grande parte das curvas que lhe deram um carácter pitoresco. Mas o serpentear sobre o Ave o Vizela já não são uma opção válida para fazer frente às exigências dos tempos.

A viagem total, entre Guimarães e o Porto, demora 1h25. O que não sendo, em situações normais, uma alternativa competitiva, acaba por valer a pena. Viajar de comboio poupa-nos ao infernal trânsito da Invicta. E vale especialmente ao nível do preço: mais baixo que o valor simples da portagem e do que o bilhete do expresso. Mas faltam ligações rápidas ao Porto.

Os horários matinais são bons e permitem chegar a tempo e horas aos empregos ou às aulas. Mas o problema está, como já disse, no regresso. Depois das 19h00 – que é a hora a que terminam boa parte dos empregos e as aulas nas faculdades – e até às 22h00 não existe um único serviço directo do Porto a Guimarães.

Na chegada a Guimarães há também situações cuja eficácia deve ser apurada, especialmente as ligações dos TUG à estação. Mas isso será tema para outro post, em breve.
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Minho XXI

Braga, Guimarães, Famalicão e Barcelos apresentam hoje a Rede de Cidades para a Competitividade e Inovação. A iniciativa conjunta das quatro cidades que compõe o chamado quadrilátero do Minho é o primeiro passo para tornar a região no pólo do conhecimento nacional. E finalmente catapultar o Minho para o patamar de excelência que lhe é devido.

O projecto integrado na política de cidades Polis XXI, no âmbito dos Programas Operacionais Regionais, conta com o da Universidade do Minho e da AIMinho. A “promoção e formulação de estratégias de cooperação e a constituição de redes com massa crítica suficiente para atrair e desenvolver novas funções urbanas e actividades inovadores, assim estimulando a cooperação urbana em rede” é o principal objectivo da iniciativa.

O Minho parece finalmente perceber que o caminho da sua afirmação se faz pela união. É isso que tenho vindo sistematicamente a defender e deixa-me particularmente feliz e expectante a sessão de hoje e as novidades que dela possam sair.

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Se não fosse para ganhar...

Que há poucos professores marcantes no nosso percurso escolar já se sabia. Em 12 anos de ensino aponto dois ou três Mestres - felizmente na universidade o panorama mudou para melhor.
O que não se sabia é que os professores nacionais têm tão pouca confiança nas suas capacidades. Só assim se compreende que tenham chegado ao Ministério da Educação apenas 65 candidaturas aos Prémios Nacionais de Professores, atribuídos anteontem pela primeira vez.
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5 projectos: marcha-atrás?

O vereador Júlio Mendes, responsável pelas obras municipais, foi o convidados de ontem do Vips on-line do Cybercentro. As respostas às questões dos cibernautas podem ser encontradas aqui e vão merecer uma análise mais atenta no Colina Sagrada.
Para já parece ficar uma ideia: tal como imaginava, o dinheiro não vai chegar para tudo e a câmara começa a estabelecer prioridades para os projectos. Infelizmente o metro parece estar no fundo dessa lista.
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Vão de carro!

A frase que dá título a este post bem podia ser o slogan da CP Porto para a linha de Guimarães. Tão mau é o serviço público prestado a quem utiliza a ligação que há 123 anos serve o Vale do Ave.

Isto porque quem estuda ou trabalha no Porto não tem praticamente nenhuma ligação que o leve de regresso a casa – desde que viva de Lousado para “cima”.

Os horários matinais para quem vai para o Porto são bons. Permitem chegar a tempo e horas aos empregos a quem trabalha na Invicta ou em alguma das localidades servida pela linha. O problema está, como disse, no regresso. Das 19h15 às 22h15 não há um único serviço directo do Porto a Guimarães.

Quem quer regressar a casa a essa hora – que até é de saída para boa parte dos sectores de actividade – tem uma única hipótese de o fazer de comboio: às 19h45 toma o comboio para Braga, que em Lousado faz transbordo para a linha de Guimarães. Depois disso tem duas horas e meia de espera ate novo comboio.

Ou então vai para Braga, para a Trofa ou para Famalicão. Ou esquece o comboio e vai de autocarro. Em último caso abandona os transportes públicos e usa o carro. Com as consequências que isso implica a nível ambiental e a violência que é gastar entre 200 a 300 euros por mês.

Com este modelo de exploração a linha de Guimarães mais parece integrar uma rede de transportes lúdicos. Para passear pode ser fantásticas. Mas a CP esqueceu-se de quem vai para o Porto, vai também – sobretudo! – para trabalhar ou para estudar. E precisa de regressar a casa no final do dia.
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A mama

Autocarro dos STCP, esta manhã:

- Eu sou funcionário das Carris.
- Então não precisa de pagar.

- Eu sou esposa deste senhor.
- Minha senhora, só posso facilitar o seu marido.
- Mas eu em Lisboa nunca pago.
- Pois. Mas aqui se aparecer a fiscalização eu posso ter problemas...

Indignada. Contrariada. A esposa do funcionário da empresa de transportes de Lisboa lá pagou o bilhete aos autocarros do Porto. Em Lisboa tem 10 milhões de pessoas a contribuir para o seu euro-e-meio-a-mais-na-carteira.
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“Está tudo calminho”

O trabalho de jornalista também tem destas coisas: rondas de polícia e bombeiros, para fazer o registo das ocorrências do dia. E isso normalmente é trabalho para os estagiários – que é o que eu sou.
Coube-me a mim, hoje, fazer o périplo telefónico pelas esquadras e quartéis do Norte, de Lamego e Vila Real, do Porto a Braga. A pergunta está mecanizada: “Bom dia, há alguma ocorrência a registar?”.
Quatro gabinetes diferentes – quatro. E a mesma resposta: “Está tudo calminho!”.
À primeira sorri. Sempre me divertiu o fenómeno “–inho”. O cafezinho que se toma de manhãzinha. E que nos deixa ficar mais quentinhos. Como o pãozinho: o pãozinho também se quer quentinho. Para passar a manteiga com jeitinho (que é bem capaz de ser o meu diminutivo favorito).
Mas a resposta repetiu-se, uma e outra e outra vez ainda. O diminutivo a ser usado numa conversa “oficial” com um órgão de comunicação social. Não é estranho, na verdade. Temos uma tendência estranha para miniaturizar tudo que fazemos ou sentimos. E assim se faz – patusca e deliciosa – a Língua Portuguesa.
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Curso de Photoshop no Gabinete de Imprensa


O Gabinete de Imprensa de Guimarães – Associação de Profissionais e Colaboradores da Comunicação realiza, entre 19 e 23 de Novembro, um Workshop de Photoshop. Realizado em horário pós-laboral, entre as 22h00 e as 24h00, o curso terá lugar na Sede do GI, na Casa Medieval da Praça de S. Tiago, em Guimarães.
Aproveitando a recente modernização da sua sede social e a instalação de um Espaço Internet, o GI sublinha o seu compromisso de formação, muito particularmente no que diz respeito às tecnologias. A formação está a cargo de Susana Sousa, licenciada em Artes Gráficas e professora nas escolas profssionais Cisave e Cenatex.
Reforçando o esforço de formação dos seus associados e dos profissionais e colaboradores da comunicação, o GI pretende reforçar os conhecimentos dos seus associados no âmbito da edição de fotografia, uma vez que entendemos a imagem um dos campos mais importantes de valorização da informação. Lembramos que há um ano o Gabinete de Imprensa realizou também um curso de Fotojornalismo, que contou com a presença de 30 formandos.
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E agora o senhor Fonseca

David Fonseca é um dos meus favoritos. Um dos poucos casos em que me considero fã, com toda a carga irracional que isso pode conter. E a 28 de Dezembro regressa a Guimarães.
O concerto tem lugar no renovado
São Mamede que ainda antes de abrir já me está a encher as medidas. Espero que mantenham a aposta forte.
Guimarães agradece.
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O poder dos media

O blog Causas Comuns, de Luís Soares, inicia este mês a discussão de vários temas para a qual promete convidar outros bloggers. Em Novembro o Causas Comuns lança o debate em torno do poder dos media.
O Colina Sagrada é um dos blogues que vai contribuir para esta discussão, com este artigo sobre o tema.
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Da família

O Público de hoje é um bocadinho privado.
O Público de hoje é nosso. Da "família" que foi crescendo nos corredores da Universidade do Minho ao longo de quatro anos. O meu primeiro artigo é hoje publicado (podem lê-lo aqui, onde foi citado). O Hugo - que também assinala o facto - e o Victor também assinam as primeiras "obras" do estágio e no P2 já há textos da Mariana.
No Sexta, outro grande amigo, o Hélder, faz a segunda capa em três edições e, lá dentro, um dos trabalhos que assina conta com declarações do Larguesa, "padrinho de praxe" e, tal como o Hélder, companheiro das longas noites de trabalho à frente do defundo Semanário Académico.
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GMRTV: Agora "a sério"

A GMRTV vai passar a ser uma televisão "a sério", ou sejan, no formato convencional de televisão vista no aparelho conhecido pelo mesmo nome. Uma novidade conhecida hoje e que é um marco importante na afirmação deste projecto.
O convite da Norte TV é o reconhecimento do trabalho que a televisão online vimaranense tem tido na cobertura da actulidade local . A inteligente aposta no acompanhamento do dia-a-dia do Vitória garantiu um êxito quase instantâneo à GMRTV. E ao longo do tempo o projecto tem sabido diversificar o âmbito de acção, alargando por isso os públicos.
A entrada no Cabo, via TVTEL, saúda-se, mas constituiu um desafio fortíssimo para a estrutura montada, a que a equipa vai ter que ser capaz de responder.
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De mãos dadas

"Fico Feliz por ver Guimarães e Braga de mãos dadas", escrevi eu há uns dias. Menos poético, mas mais veemente, o Pedro Morgado explica as vantagens de uma aposta concertada no desenvolvimento do eixo Braga-Guimarães:
Assino por baixo e destaco: Os 20 quilómetros entre as duas cidades têm um potencial a que nenhum dos outros centros urbanos nacionais de média dimensão pode aspirar.
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Nove anos perdidos (II)


Resultados do Referendo Nacional de 8 de Novembro de 1998, por distrito. Dados do Stape. (clique na imagem para aumentar)
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Negar o óbvio

Quando até já do outro lado da Falperra é óbvio o caso de plágio que passou pela blogosfera local e se instalou nas páginas de um jornal vimaranense, o autor da coisa continua a negá-lo. Além de deselegante, não ajuda a contrariar as acusações de falta de ética que lhe foram imputadas por este e este visados.
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Nove anos perdidos

Passam hoje nove anos sobre o Referendo da Regionalização. É quase uma década de modernidade a menos para o Estado português. Numa altura em que os dois maiores partidos nacionais parecem de acordo quanto à sua necessidade, são, no entanto, muitas as vozes discordantes quanto ao seu modelo.
Esta é uma data importante para fazer essa discussão.
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Ser comunista, hoje

“Faz sentido ser comunista porque os ideólogos ainda não inventaram uma coisa mais interessante”. A frase, da ensaísta Eduarda Dionísio, está em “O que é ser comunista”, um excelente trabalho publicado no P2, do Público de hoje.
Vale a pena ler.
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Precários de todo o mundo: uni-vos

A precariedade dos jornalistas é um fenómeno crescente e preocupante. Tenho para mim que é uma das situações que melhor ajuda a compreender a recente perda de qualidade da generalidade dos títulos nacionais.

Esta é uma realidade que me preocupa particularmente, uma vez que, em breve, serei com certeza um destes precários, se quiser mesmo fazer do jornalismo profissão. Mas a minha inquietação vai além desta lógica egoísta.

Como democrata empenhado, vejo com muita apreensão que os jornais se dispam de vínculos aos seus profissionais, deixando-os cada vez mais isolado na relação com as fontes e as pressões do dia-a-dia. E, por via disso, mais expostos.

Em Portugal nasceu já um movimento de jornalistas precários que se batem por melhores condições de emprego e protecção, os
Precários Inflexíveis. È um bom ponto de partida para trazer para a opinião pública questões essenciais que se arriscam a ficar de fora das agendas mediáticas por motivos óbvios.

Esta noite, o Clube de Jornalistas, na 2:, analisa o precariedade na classe jornalística em Portugal. O site do clube sumaria as principais questões que o fenómeno levanta:

Ninguém sabe, com rigor, quantos jornalistas precários há em Portugal. Sabe-se que são muitos, entre contratados a prazo, trabalhadores à peça, «free lancers» e outras modalidades criadas pela imaginação das administrações. A precariedade do emprego fragiliza o jornalista e o jornalismo e conduz à fragilização das empresas. No limite, traduz-se numa fragilização da liberdade, logo, da democracia. A inexistência de garantias de uma carreira profissional estável já levou muitos e bons jornalistas de todas as idades a abandonarem a profissão”.
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Estado, Igreja e História

Diário do Minho

Seria interessante ver realizado um estudo de igual alcance sobre a experiência da Igreja no momento da implantação do Fascismo. Duvido que a cúpula católica tivesse a mesma vontade de o publicitar com tanta pompa.
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Bolonha: “Isto é um assalto!”

Com o acerto a que nos vai habituando, o Victor Ferreira publica no obrigatório (quando actualizado...) Prometeu um texto que espelha bem a lamentável realidade que se tem revelado a transição para Bolonha nas universidades nacionais.

Diz o Victor : “O famigerado processo de Bolonha revela-se cada vez mais um subterfúgio para o Estado dar a golpada financeira no ensino superior público. A dimensão da fraude torna-se evidente, à medida que os cursos vão sendo reformulados.” A “escandaleira”, como lhe chama, está num “aumento desproporcionado e injustificado de propinas” (de 940 para 1375 euros, ou seja, um aumento de quase 50%).

Em Comunicação Social, no Minho – o meu curso e do Victor – a situação atinge contornos a roçar o ridículo, algo para que eu já alertava em Setembro, no post scriptum a este artigo. É que o curso devia terminar em Janeiro, havendo até lá três meses e meio mais de formação. Mas de repente estamos todos em estágio e os três meses e 5º ano foram substituídos por uma semana e meia de seminários – dos quais 50% foram uma espécie de brincadeira.

Façamos as contas: a diferença pelo “valor acrescentado” do “mestrado” é paga pelos 435 euros a mais de propinas pagos este ano. Dado que o “mestrado” se reduziu a seis sessões, dá uma média de 72,5 euros por aula. Um luxo!
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Fora da Rede, fora do Mundo

O fenómeno de alheamento da imprensa regional face à blogosfera, a que alude o Pedro Morgado neste artigo pertinente, é preocupante. Quando a imprensa não consegue sentir o pulsar das suas gentes está a falhar rotundamente no cumprimento de boa parte do seu papel.

E quando este fenómeno acontece na imprensa regional é ainda mais grave. Antes de mais pela proximidade que se exige face ao público. Além disso, são poucos os espaços de discussão pública nas cidades de média dimensão, e nesse campo, a blogosfera tem vindo a afirmar-se, como temos visto no caso específico do Minho.

A comunicação social nacional já há muito acordou para o fenómeno do blogosfera, como apontei, por exemplo,
aqui. Mas os jornais regionais pouco ou nada percebem sobre o alcance do fenómeno. Pelo contrário, diz-me a experiência que, muitas das vezes, associar determinada opinião a um blogue é factor de descredibilização da mesma nas mentes de quem dirige a imprensa local e regional.

Mas a situação explica-se facilmente. Na generalidade dos meios regionais impera uma lógica de pequena empresa, muitas das vezes de base quase completamente familiar (quando não unipessoal). Além do mais, os quadros dirigentes estão, ao contrário do que acontece na generalidade dos grandes títulos de âmbito nacional, envelhecidos. E poucos são os jovens formados recentemente nas faculdades de jornalismo e comunicação do país a abraçar uma carreira na imprensa regional.

Estes são factores que muito claramente contribuem para uma menor abertura para a novidade, a tecnologia, seja por factores de formação (ou falta dela) ou de pura falta de tempo. É que nem é preciso alegarmos que a imprensa regional não está atenta aos blogues, para perceber a sua incompreensível aversão à internet: basta espreitarmos os muito maus serviços que se prestam nas versões on-line de muitos destes jornais.

Não será, posto isto, difícil perceber que tenhamos uma imprensa regional fechada, tradicionalista e com cada vez menor qualidade. E que os leitores destes títulos sejam cada vez menos.

Antes que acusem: não ser jovem não significa necessariamente estar desatento às novidades tecnológicas. Só que há posturas e
posturas.
Post scriptum: já depois de ter escrito este artigo, deparei-me com uma notícia do
Público em que o presidente da Associação Portuguesa de Imprensa afirma que “talvez dois terços dos jornais tenham capacidade informática instalada para estarem on-line”. É, em 2007, manifestamente pouco. E mais um dado preocupante.
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Devolver às pessoas ou desertificar?

Miguel Sousa Tavares escreve no Expresso desta semana, a propósito da retirada dos carros do Terreiro do Paço aos domingos:

«Domingo passado, resolvi fazer a experiência e o que vi, que atesto por minha fé e que relato, encerra uma lição eloquente sobre os efeitos práticos da demagogia na política. Entrei a pé na praça, começando por constatar que havia três polícias municipais de serviço em cada rua de acesso, velando pelo cumprimento da ordem do senhor presidente da Câmara.

(...)

Um ciclista circulava à roda - um; três raparigas estavam sentadas no chão, junto ao D. José; um casal jogava pingue-pongue (ó, genial ideia!) numa mesa colocada nas arcadas; quatro turistas olhavam à volta, com um ar perdido; e, ao fundo, consegui distinguir duas crianças pelas mãos dos respectivos progenitores. E, depois, polícias e mais polícias: havia mais polícias a travar o trânsito automóvel do que transeuntes na praça. Nunca em dias da minha vida tinha visto o Terreiro do Paço tão deserto: até parecia que o Putin ia passar por ali.»

Por muito que nem sempre esteja de acordo com MST, a opinião parece-me pertinente. Numa altura em que Guimarães disctue o fim da circulação automóvel no Toural, o exemplo de Lisboa pode servir de aviso.
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Quando a blogosfera é notícia

Duelo na blogosfera entre Pacheco Pereira e Luís Marinho (JN)
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O que temos em ComUM

O Colina Sagrada torna-se hoje um dos blogues convidados do ComUM, conforme se pode ver pelo link icónico presente na barra de navegação do lado direito. Nesta primeira fase junto-me ao Avenida Central e ao Mesa da Ciência. Em breve devemos ter a companhia de mais alguns blogues minhotos.

É com prazer que associo o meu blogue a um dos projectos em que mais me empenhei ao longo da minha passagem pela Universidade do Minho. Um jornal online que provou que é possível fazer jornalismo com qualidade em contexto académico – como ainda recentemente se viu com o caso do estudo de mobilidade da câmara de Braga.

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Vamos lá socializar

Nos jornais de Guimarães há quem não saiba a importância de uma página ímpar na paginação de um jornal. E quem não entenda que, as páginas centrais, especialmente porque são publicadas a cores, devem ser claramente valorizadas.

O Povo de Guimarães – que “Sarkozy não quiz desmentir” (sic) – usa a página 11 da sua edição desta semana para publicar uma não-notícia, sobre um jantar de um juventude partidária, com direito a foto e a destaque colorido.

Sob o título «JS…”socializa”», o PG publica um texto claramente opinativo e faccioso, que termina com uma frase fantástica: “Ficou desta forma realizada mais uma actividade da JS, que ultimamente se tem mostrado muito activa!”.

O tom da afirmação não é digno de jornalismo sério e credível. Nem um RP excitado escreveria tal coisa. E o teor tem muito por onde se possa discutir. É que, nos últimos anos, actividade política na JS é pouco menos do que uma miragem…

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No reino do copy-paste

Já chamaram à blogosfera reino do copy-paste. Em certo sentido, é-o, mas diz o código mais ou menos informal que se vai estabelecendo entre os bloggers, que por muito que usemos opiniões de “colegas de ofício”, continuamos a cumprir as normas éticas. É como quem diz: atribuir aos autores o produto do seu trabalho.

Na blogosfera como noutras áreas da sociedade há quem tenha ética, valores e princípios. Há quem a olhe como um obstáculo a sua forma de agir. E há quem nunca tenha ouvido falar em tal coisa, pelo menos a julgar pelos seus actos.

Vai daí e não me espanta que tenha sucedido por cá aquilo que o Spicka e o Ergolas – que é como quem diz o Cláudio e o Tiago – apontam nos seus blogues. Não conheço a personagem em causa e eles até podem estar a ser injustos, mas há coincidências a mais nesta estória. Vista sobre a cidade até é capaz de haver por lá. Coluna é que já duvido.

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Diferenças de tratamento

Há pouco mais de um mês, Fábio Coentrão foi dispensado de um jogo da Selecção Nacional de sub-21 para poder representar o Benfica, clube com o qual tem contrato.
Amanhã, frente ao Marítimo, num jogo importante para a luta pelo 4º lugar na Liga nacional, o Vitória não pode contar com Rabiola. O jogador entrava nos planos de Cajuda e até resolveu a partida anterior dos vimaranenses. Mas o Afonso Henriques não tem o mesmo peso que a águia nas decisões da vergonhosa FPF.
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Perigo Público

A partir da próxima 3ª feira mudo de vida. É o início de um novo ciclo, agora que a licenciatura está terminada e o mestrado ficou quase completo, com a cortesia de Bolonha.

Na próxima semana a redacção do Público no Porto torna-se a minha nova casa. Durante os três meses de estágio curricular.

Além de partilhar as páginas do melhor jornal nacional com alguns dos nomes que aprendi a respeitar e, em muitos casos, a admirar profundamente, vou ter também como colegas de estágio três dos melhores amigos que fiz no curso e – amizade à parte – três dos melhores jornalistas que a UM formou na fornada que agora sai de Comunicação Social: a bela Mariana e o companheiro de inúmeras aventuras Victor, em Lisboa; e o polémico e profícuo Hugo, comigo na rua João de Barros.

Ao trabalho, pois.

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Ouvir o Trio

A edição do dia 30 de Outurbro do Trio de Bloggers do Rádio Clube Português passa hoje a estar disponível no Colina Sagrada.
Esta semana, o Vítor Pimenta do Mal Maior, o Pedro Morgado do Avenida Central e eu falamos de praxes académicas, de racismo, e de transportes na região .



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O trio no Clube

O Trio de Bloggers volta a reunir-se amanhã aos microfones do Clube Minho do Rádio Clube. A partir das 16h00, o Pedro e o Vítor são os companheiros de discussão sobre o Minho, nos 92.9 do Clube.
No programa de amanhã vamos falar de praxes académicas, a propósito do episódio de violência que marcou a visita do “Comboio do Caloiro” da Universidade do Porto à UM; de racismo, ainda com os acontecimentos recentes em Braga como pano de fundo; e de transportes na região. Numa altura em que Guimarães propõe um Metro, Braga discute um eléctrico, e o país paga a factura do desgoverno da capital.
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O metro de Guimarães

Chamou-me à atenção um amigo – obrigado Fernando – que as dúvidas que levanto acerca do projecto para a construção de um metro em Guimarães estão respondidas no próprio documento (página 3) que faz a apresentação da intervenção prevista para a Veiga. Erro de quem está pouco habituado a ler projectos na sua fase técnica, pelo qual me penitencio.

Sendo assim, e segundo a leitura do documento que ele fez, o metro de Guimarães teria três estações terminais: Parque da Cidade, Silvares e Pevidém, atravessando boa parte da malha urbana fundamental de Guimarães

Seria desde logo uma resposta também às questões que levanto de necessidade de reforço do transporte público colectivo, mas tenho dificuldades em perceber o real percurso do metro a partir de um mapa abstracto. Aliás, convido os entendidos na matéria a ajudarem-nos a descortinar o percurso do metro.

Parece-me, desde logo, que o projecto começa mal, se não fizer uma ligação à estação de caminhos-de-ferro. A articulação da ligação com o Vizela, Sto. Tirso, Trofa e Porto com uma ligação interna à cidade é primordial. Isto com a perspectiva de que a ligação de Silvares possa ser facilmente prolongada até ao Ave Park. E daí a Braga é um saltinho.

Mas a ideia é excelente e tem tudo para poder catapultar Guimarães para um outro nível de cidade. Não só porque o metro é uma infra-estrutura com uma capacidade de transporte excelente a todos os níveis – ambientais, velocidade, conforto relativo. E depois porque existência de um metro tem uma carga psicológica (simbólica?) forte: até agora é algo apenas existente em grandes cidades – o do Porto é uma coisa muito recente, por exemplo – e equiparar, pelo menos de um ponto de vista teórico, Guimarães a grandes médias cidades como Valência, por exemplo, é um catalisador de desenvolvimento sem precedentes. Isto, se o envelope financeiro chegar para todos estes projectos…