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o jogo

O estádio do Rei recebe esta noite o mais apaixonante de todos os 15 jogos da superliga que lá se jogam. O derby do Minho, entre Vitória e Braga, é um embate único. Estejam as duas equipas em que posição estiverem, o clássico – já o é – é uma partida daquelas que todos os atletas querem ganhar. Tanto mais que os adeptos assim o exigem.

E numa fase em que o Braga ganhou, por direito próprio, um lugar entre os maiores emblemas nacionais e o Vitória afirma que a breve treva já faz parte da história, o jogo tem certamente todos os ingredientes para ser um grande espectáculo.

O Vitória, mesmo sem jogar muito bem, está a fazer um bom início de época. E em caso de triunfo esta noite até ultrapassa os dois maiores clubes de Lisboa. Já o Braga está a decepcionar e Jorge Costa pode até jogar o seu futuro próximo na partida de logo.

A partir das 20h15 a bola começa a rolar. Depois, Fajardo resolve.

Dentro e fora das quatro linhas pede-se um espectáculo bonito, acima de tudo com fair-play. Especialmente numa altura em que o vitorianismo começa a atingir o limiar do fundamentalismo.
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Um trimestre que promete

Chego um pouco tarde à discussão, uma vez que a programação para o último trimestre do ano no Centro Cultural de Vila Flor já foi apresentada há uns dias. No entanto, não quero deixar passar em claro aquela que considero uma das melhores programações em dois anos de CCVF.

As críticas são ainda possíveis – nomeadamente porque Vila Flor continua a ser um espaço de mostra mais do que catalisador de produção –, mas a casa de espectáculos de Guimarães parece ter encontrado um rumo na sua programação. Falta ver-lhe a continuidade, em 2008.

O primeiro impacto aquando do contacto com a agenda do CCVF foi de grande excitação. Explico: o cartaz está recheado. E há qualidade e uma cada vez maior continuidade nas propostas – e é dessa coerência interna que se faz um cartaz de uma grande casa de espectáculos. E por cá vão passar nomes que me agradam particularmente.

Antes de mais, destaco o alargado âmbito das propostas. Desde as marionetas, ao teatro – e há uma nova produção da Oficina –, passando pelo regresso da ópera – a "Ópera dos Três Vinténs" é um marco da história – e do bailado. E claro, como Novembro está aí, vem com ele um dos grandes marcos da oferta cultural vimaranense, o Guimarães Jazz.

Fatia grande do cartaz faz-se de música. E há o fado de Aldina Duarte, os promissores 6PM, a estrela global Seu Jorge, além de dois dos nomes que andam normalmente pelo meu leitor de mp3: Paulo Praça e o enorme e sempre excelente Rodrigo Leão

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Boa ideia

A Zona de Turismo de Guimarães lançou um serviço de apoio aos visitantes da cidade que é, no mínimo, uma ideia com capacidade de triunfar: “uma visita ao Centro Histórico de Guimarães com um mapa onde estão sinalizados 12 pontos de relevante interesse turístico com conteúdos visuais, texto e áudio. Brevemente, estará também disponível o download gratuito da visita para formato PDA e Telemóvel”.

Depois dos audioguias – que pecam pelo excesso que é a caução a pagar pela sua utilização – a ZTG volta a inovar, com as tecnologias como suporte da sua estratégia.


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Cinco projectos para mudar Guimarães

A Câmara Municipal de Guimarães apresenta esta noite, em sessão pública, no CCVF, "cinco projectos que prometem mudar a cidade".

Parque urbano em Creixomil, Casa da Memória, parque de estacionamento no Toural, Campurbis e nova Feira Semanal serão hoje dados a conhecer, numa iniciativa de inquestionável valor. Este tipo de transparência na forma de gerir a coisa pública é assinalável e inédita - pelo menos entre nós.

O Presidente da Câmara afirma que a autarquia "pretende partilhar decisões com a comunidade", o que me parece um óptimo sinal para os dias conturbados que a democracia local vive por Portugal fora.

Sobre os projectos, prometo falar mais tarde, quando souber um pouco mais sobre eles. À partida, o Campurbis parece-me uma inteligente aposta na competência e prestígio da UM, ao mesmo tempo que se revitaliza uma zona degradada da malha urbana. Tenho, no entanto, as minhas dúvidas, quanto opção do parque de estacionamento no Toural.
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Repensar o turismo no Minho

O anunciado fim das regiões de Turismo do Minho e a sua integração numa única zona de Turismo para o Norte é mais uma machadada na afirmação nacional e europeia da região.

A estratégia da CCDRN condena a “marca Minho” a desaparecer no médio e longo prazos. A prioridade será assumidamente o Douro. E Guimarães, Braga, Ponte de Lima ou Viana não podem contentar-se com o papel de meros apêndices que suportem uma estratégia portocêntrica.

Mas o Minho é também vítima de si próprio. Uma região pequena espartilhada por três zonas de turismo e sem uma estratégia concertada e coerente para se promover num mercado competitivo como o europeu. E fê-lo ao ritmo de vontades tacanhas, estratégias de paróquia e falta de visão.

Braga, Viana e Guimarães não valem por si enquanto destino turístico, mas agindo como um todo coerente – que o são – têm todo o potencial para se afirmarem. E o Minho tem muito para promover, da história – onde Guimarães será indiscutivelmente a sua bandeira –, à gastronomia, arquitectura e mesmo o turismo religioso.

À Zona de Turismo de Guimarães ainda não lhe conheço posição sobre o tema. Mas habituado que estou a vê-la olhar mais depressa para o Porto do que para Braga ou Viana no que toca a parcerias de promoção, não estranharia que aplaudissem a decisão. O que seria um erro.

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A Taça da Liga já morreu

A forma como os ditos grandes olharam para a Taça da Liga como uma competição para fazervdescansar jogadores, condena, à 3ª eliminatória, a competição ao fracasso.
Um "Porto C" eliminado em Fátima e um Benfica a quem só um penalti oferecido possibilitou o apuramento foram os expoentes de uma noite de não-feutebol. Só o Sporting pareceu respeitar o Vitória, mas mesmo assim, jogou entre o lento e o lentinho para não cansar muito. Se a isto juntarmos a vergonhosa arbitragem da Reboleira, percebemos o cúmulo de descrédito que a nova competição atinge no seu ano de arranque.

ps - sem querer meter foice em seara alheia: Jorge Costa passará de Domingo ao leme do Braga?
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No "Clube" a partir de quarta-feira

A partir da próxima quarta-feira vão poder ouvir-me semanalmente num novo programa do Rádio Clube do Minho. Três bloggers da região são os convidados para discutir a actualidade e o futuro do Minho, durante uma hora, aos microfones da rádio.

Vou partilhar a mesa com o Pedro Morgado, do
Avenida Central e o Vítor Pimenta, do Mal Maior. Podem acompanhar o programa semanalmente, entre as 16h00 e as 17h00, todas as quartas-feiras, nos 92.9 fm do Rádio Clube.

Além do prazer com que embarco nesta aventura – a rádio é uma paixão de miúdo que nunca experimentei a sério e fugir aos espartilhos do jornalismo, podendo expressar sem constrangimentos as minhas opiniões é um escape necessário –, há uma coisa que queria destacar. A primeira é a importância que os meios de comunicação social tradicionais dão cada vez mais à blogosfera. A segunda é a forma como esse impacto começa a ter repercussões na sociedade. Os blogues começam a ter peso na determinação de algumas agendas e essa revolução só está agora a começar.
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"Como é bela a deusa do meu céu"

Um dos mais excitantes projectos que a música portuguesa ofereceu no último ano está esta noite em Guimarães. Os Mundo Cão constroem-se nas ruínas de uma das minhas bandas nacionais favoritas, os Mão Morta, contando com Miguel Pedro e Vasco Vaz e a inspiração poética inconfundível de Adolfo Luxúria Canibal nas suas letras. A eles juntam-se Gonçalo Budda dos também bracarenses Mundo Mau e Big Fat Mamma, e Pedro Laginha, actor, que colaborou com os Mão Morta em Nus – e o homem tem um carisma que promete dar que falar.

Vi-os em Paredes de Coura e recomendo vivamente que passem hoje pelo Centro Cultural de Vila Flor. Entretanto, fica aqui um aperitivo.

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Cortés no Multiusos

Finalmente não é um dos membros do clã Carreira a aparecer como cabeça-de-cartaz da programação do Multiusos de Guimarães para os próximos tempos. A Tempo Livre anunciou o espectáculo Mi Soledad de Joaquin Cortés para o dia 15 de Dezembro. É um (esperado e saudado) regresso dos grandes nomes ao Multiusos, depois de um ano de apagamento quase completo.

Cortés está para o bailado como Pavarotti estava para a ópera. O espanhol de Córdoba tornou pop a dança cigana e, goste-se ou não, é o nome mais mediático da área. E isso é, por si só, capaz de arrastar multidões e captar atenções sobre o espectáulo de Guimarães.

Pela negativa destaco o preço dos bilhetes. É que isto da cultura não pode ser para todos. E, no mínimo, quem quiser assitir ao espetáculo, vai pagar 25 euros, e vai vê-lo a pé, na galeria.
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D&B no túnel

São coisas destas que me enchem de esperança. A cultura em Guimarães não se faz apenas de iniciativas municipais ou subsidiadas. Há gente com arrojo para fazer festivais de música como o RiT ou o BRF. E com ideias fantásticas como a de fazer uma festa Drum & Bass num túnel rodoviário.

A Efeito Borboleta é quem está por trás do evento, e tem sido responsável por outras iniciativas do género – no cinema de S. Mamede e na antiga estação da CP.

Confesso que, além das realizações, não conheço mais nada sobre a EB, nem mesmo os seus membros, mas assisto com um misto de curiosidade e satisfação à sua capacidade empreendedora.

A iniciativa vai, salvo erro, na sua quarta edição, e tem vindo a conquistar os amantes da música electrónica da região. No próximo sábado, debaixo da variante que liga a saída das auto-estradas ao centro da cidade de Guimarães haverá gente a dançar. Eu, que nem sou fã do género musical, prometo dar lá um salto.

A verdade é que parece crescer uma nova geração de vimaranenses disposta a realizar em Guimarães eventos modernos e arrojados. E isso merece ser aqui destacado. Arrojado é também o cartaz da festa que aqui reproduzo. Até é capaz de não cair muito bem em mentes mais conservadoras, mas eu gosto destas subversões artríticas da história.

Sintomático é que nos jornais vimaranenses não haja uma única referencia à iniciativa.

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Contra o isolamento, telemóveis

A paixão do actual governo pela tecnologia começa a cheirar a obsessão. Ou então é mesmo sintoma da mais pura falta de ideias. A última e disparatada ideia do executivo é distribuir 4500 telemóveis a idosos do distrito de Braga, com chamadas a custo zero, “com o objectivo de combater o isolamento através de um meio de contacto imprescindível em caso de emergência”.

Contra o isolamento a que anos sucessivos de esvaziamento de capacidade de decisão e de iniciativas que potenciem o investimento – que são, na realidade, as causas do isolamento a que muitos destes idosos foram deixados –, o Estado responde com…telemóveis.

Se não fosse grave, podia ser uma boa piada.

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"No Brasil hospedeira é aeromoça, matrecos é pebolim e fair-play é boxe"

Sugestão do dia: despedimento com justa causa.
Poupavam-se uns trocos, dávamos o exemplo e ainda podíamos ir ao Europeu.

A genial frase do meu amigo Rui.
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A UM morre. O Minho assiste

No mesmo dia em que se sabe que a Universidade do Minho é considerada pela Comissão de Avaliação Externa da European University Association, uma "referência de elevada qualidade, não apenas para as universidades portuguesas mas também para as europeias", o reitor da instituição lança o alerta: "A Universidade do Minho está a morrer".

A instituição necessita de sete milhões de euros para não paralisar por falta de dinheiro, no próximo ano. A UM responsabiliza "o Ministério da Ciência e do Ensino Superior" e o "factor de coesão" que transforma os 5,5 milhões de euros que a UM devia receber a mais no próximo ano, em pouco mais de um milhão e meio.

O problema não é novo, mas a cada ano que passa acentua-se, e o futuro da instituição mais importante da região está em causa. Se os responsáveis são facilmente identificáveis, torna-se menos claro o caminho a seguir para fazer face ao problema.

Num Minho cada vez mais província de um país de umbigo único, este é apenas mais um alerta que a região devia acolher com especial preocupação. E começar a agir.

post scriptum: não deixa de me provocar um sorriso irónico que a UM seja considerada um exemplo na transição para Bolonha. Depois daquilo a que assisti no ano passado em algumas licenciaturas e a confusão de que tenho sido vítima no meu prórprio curso neste ano, se este é o exemplo, imagino a ribaldaria que se vive por essa Europa fora.
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Eu não nasci numa cidade evoluída

Se há prazer que tenho na vida é o de ir ao cinema. Apaixonado pela Sétima Arte e cada vez mais cinéfilo – muito por influência do excelente trabalho do Cineclube de Guimarães a quem não nego vénias continuadas –, raramente perco uma oportunidade de ver um bom filme.

Desde miúdo que me habituei a aproveitar o Verão para desfrutar desse prazer na mais bela praça do país. E já lá vão 19 anos de Cinema em Noites de Verão, com uma programação mais forte e eclética a cada ano que passa.

Entre os filmes a que este ano assisti, re-re-revi Little Miss Sunshine e, ainda ontem, Por Àgua Abaixo (fã de animação me confesso…), entre outros belíssimas películas.

E foi ao assistir a esses filmes que observei dois fenómenos que atestam como

Guimarães está a léguas de ser a cidade evoluída, aberta e liberal que alguns de nós vão idealizando.

Uma das (brilhantes) personagens de Little Misse Sunshine é um deprimido professor homossexual. Assim que esta condição é desvendada num dos diálogos iniciais do filme, uma boa parte da assistência levantou-se e abandonou o Largo da Oliveira.

Uma semana depois, ainda antes da sessão, um casal jovem, de estilo alternativo – algo entre hippie e punk – cruzou a Oliveira e um coro de (ridículo) riso correu a praça, com a mesma velocidade que me enchia de envergonhada raiva.

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Gooooooolllooooo!

Capa do magazine J, do jornal O Jogo.
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A minha doença é pior que a tua

Numa entrevista à Visão desta semana, Nuno Delerue dá a cara por um grupo de médicos e empresários que querem instalar em Portugal um sistema de Casas de Saúde, "uma espécie de shoppings com uma longa lista de especialidades médicas, análises, radiologia, farmácia e até restaurantes, cabeleireiros ou lavandaria". Sem discutir o teor ideológico da proposta e a abertura do governo socialista à mesma, não deixo de anotar um resposta de Delerue:

"Quando o Estado não puder pagar os serviços públicos, como arranjará dinheiro para os privados?
É um problema sem resposta fácil. Terá de haver um debate que levantará problemas sociais e morais. Por exemplo, o Estado deverá ter a mesma sensibilidade com as doenças dos fumadores do que com outras? E com os acidentes causados por alcoolismo? (...)"

O critério moral passaria, portanto, a justificar doenças de primeira e de segunda, como se fosse competência do Estado avaliar o comportamento moral daqueles que o legistimam para lhe garantir os direitos universais que constitucionalmente tem obrigação de garantir.
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Alguém é capaz de explicar ao Sr. Scolari que o Nélson Évora nasceu em Portugal e só era cabo-verdiano porque o nosso país continua a ter uma absurda lei da Nacionalidade? Como o campeão do mundo explicou no final do salto imortal de Osaka: Cabo Verde "é um paí onde nunca" esteve. Ao contrário de Pepe. Mas essa é outra discussão.

EDIT (05.34) : Ao contrário do que tinha escrito, Nélson Évora não nasceu em Portugal, mas na Costa do Marfim. Filho de cabo-verdiano, chegou a Portugal com seis anos. Mas ao contrário dos futebolistas, Évora só obeteve a nacionalidade portuguesa aos 18, depois de uma dúzia de anos no país.
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O que é preciso é gente com coragem!

O título panfletário encerra a minha sincera admiração pela postura corajosa que o Movimento Artístico das Taipas assumiu no lançamento da edição 2007 do Barco Rock Fest.

No press release de apresentação do evento, a organização afirma que o objectivo é “fazer crescer o festival de forma sustentada até ao ano 2012”, data em que Guimarães será Capital Europeia da Cultura. Mais: o MAT quer fazer do festival de Barco “um evento à escala de festivais de referência como Paredes de Coura e Vilar de Mouros”.

Demonstrar este tipo de coragem é, por si só, positivo. Boas ideias e capacidade empreendedora é coisa que não abunda na cultura local. Agora há que ser consequente. E conseguir atrair os (merecidos) apoios para tornar realidade a arrojado meta.

O cartaz deste ano já contempla concertos de dois nomes que passaram pelo palco secundário de Paredes de Coura – Sizo e the next big thing Slimmy. Além disso o festival não se faz só de música, e o BRF tem um programa paralelo bastante interessante. E os preços são convidativos: 5 euros para os dois dias de música.

Houvesse mais gente com ideias destas e capacidade de risco que o MAT apresenta e o deprimente panorama cultural vimaranense podia ser mais colorido.
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Regresso ao activo

Primeiro houve um regresso a casa e a necessidade de refazer rotinas. E de rever amigos e lugares. E houve férias preenchidas com marcantes passagens pelo Curtas de Vila do Conde – onde respondi afirmativamente ao desafio de um bom amigo para participar no VideoRun – e por Paredes de Coura.

Apesar de ter ficado de fora das crónicas sobre o festival mais mítico do actual calendário festivaleiro nacional, o concerto de Devotchka, no dia de abertura do 15º festival de Coura foi pessoalmente marcante.

Os senhores são os responsáveis pela bela banda sonora do excelente Little Miss Sunshine, o melhor filme de 2006, na minha opinião. How it ends é uma das minhas favoritas.

Serve para emoldurar a promessa de regresso ao activo do Colina Sagrada.