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23!

Em pulgas por ver este filme.
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Primeira Página

Guimarães tem um novo jornal online. O Primeira Página apresenta-se com "um compromisso entre um projecto jornalistico e a comunidade vimaranense", para "servir Guimarães e a região através de um serviço noticioso sério, isento e de manifesta utilidade pública".

A ideia é boa, uma vez que Guimarães tem espaço para projectos onine de qualidade - embora pouca gente o tenha ainda percebido. E alegra-me ver alguma vitalidade na Comunicação Social local, tão "morta" nos últimos tempos.

Supreende-me o naipe de cronistas, quase todos ligados ao futebol, quase todos reconhecidos, mas quase todos distantes da realidade de Guimarães - afinal que tipo de discussão podem suscitar opinion makers destes na cidade?

E há qualquer coisa ali que me faz confusão - além das más opções estéticas do site em si. Não sei se é a equipa, ou a ideia que fica de que o projecto não é tão inocentemente jornalístico como se apresenta...
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“Meca da mediocridade”

Jóia da coroa da Cidade Desportiva vimaranense e uma das “meninas dos olhos” do executivo autárquico, o Multiusos de Guimarães converteu-se nos últimos dois anos numa espécie de “Meca da mediocridade”.

Concertos de baixo nível – é quase a segunda casa da família Carreira, além de acolher amiúde aquela demonstração de mau gosto musical português que são as bandas saídas de telenovelas –, musicais deprimentes e uma total ausência de eventos desportivos de grande envergadura, tornam o Multiusos de hoje uma sombra da vitalidade com que deu os primeiros passos.

Nos primeiros anos, o Multiusos foi uma aposta ganha. Atraiu grandes eventos desportivos – é a sua função primordial, não estivesse incluído na Cidade Desportiva –, como o Mundial de andebol, a Liga dos Campeões de hóquei em patins e Liga Mundial de voleibol; foi palco de excelentes concertos e tornou-se o espaço que faltava para feiras e eventos do género na região.

Por isso, o balanço dos primeiros cinco anos do Multiusos é positivo. Mas a verdade é que espaço multifuncional vimaranense parece ter entrado nos últimos dois anos num período de definhamento preocupante.

O espaço mantém – e bem – a programação habitual de feiras sectoriais, continua a acolher eventos com o excelente nível da Feira de Artesanato. Mas falta algo mais. Primeiro que tudo falta inovação. O Multiusos parece confortável na posição que realmente ocupa, mas este sinal de acomodamento nunca é bom num espaço que se quer vivo.

Depois, falta capacidade para voltar a atrair grandes eventos. E falta qualidade ao que por lá se passa. Há quanto tempo o Multiusos não recebe um concerto de música a sério? – excepção feita à Recepção ao Caloiro da UM. E há quanto tempo não passam por lá grandes desportistas? È que de há uns tempos a esta parte, eventos desportivos de grande nível é uma miragem por estas bandas…

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Afinal há gente que quer mesmo que isto seja real

Em vez de discutir a paternidade da coisa, a Tertúlia Nicolina meteu mãos à obra e vai discutir o potencial turístico das Nicolinas e as possibilidades da sua candidatura a Património Mundial.

A discussão das Nicolinas não pode ser feita quando Novembro chega. Se queremos fazer das festas dos estudantes de Guimarães, festas do Mundo, temos que as colocar na agenda durante todo o ano.

A Tertúlia percebeu isso e prova, com a iniciativa, que está realmente empenhada em que a candidatura seja bem sucedida. Estivesse toda a cidade com a mesma convicção...

O debate "As Tradições Culturais Enquanto Elemento Turístico e de Desenvolvimento" conta com a presença de Lino Moreira da Silva, professor da Universidade do Minho, e Florentino Cardoso, empresário e tem lugar na sala de conferências do Multiusos de Guimarães, amanhã.

dica do spicka.
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I Encontro dos Bloggers e Leitores de Blogues do Minho

"O I Encontro dos Bloggers e Leitores de Blogues do Minho está marcado para Sábado, 30 de Junho de 2007. Para já, além do dia, sabe-se que será um jantar, ou seja, o local ainda não está definido, mas será apresentado em breve."

Infelizmente ainda não estarei em Portugal nessa data. Mas acho excelente que um movimento destes surja na blogosfera minhota. Parabens aos mentores da ideia.
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Diz que elas são únicas

Ser vimaranense é ter uma costela anárquica. Mas há quem leve a coisa demasiado longe.
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Um comboio para o Minho

Vamos lá fazer com que isto aconteça. Sigam esta dica.

E esta também. (update às 17h39)
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Sobre isto, mas agora mais a sério.

Se quiserem perceber do que se trata a reunião de membros, passem aqui. Está bom o trabalho do JN -oba!, tem um link e tudo, que evoluídos... –, embora peque por ser longo.

É com projectos como este que a Globalização faz sentido. As duas regiões – que ainda por cima têm tanto em comum na sua matriz cultural e em termos geográficos – devem trabalhar em conjunto para se afirmarem no contexto de uma Europa cada vez mais alargada. Defendo para o Noroeste da Península, mais ou menos o mesmo que em relação ao Minho: cooperação, sinergias, planeamento a médio prazo.

E os projectos para fazer do Eixo Douro-Minho-Galiza uma região competitiva e em afirmação são, a meu ver acertados: o mar, o turismo, a promoção das PME e do I&D – com ligação às excelentes universidades que neste eixo existem – e uma maior integração em serviços públicos como a saúde – para responder à falência do Estado nestas matérias, especialmente o português...

Como complemento tem que haver uma aposta muito clara nas infra-estruturas de comunicação. E uma ligação ferroviária verdadeiramente competitiva entre as grandes cidades da grande região é absolutamente necessária – se tem que ser por TGV já é outra discussão...

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Lobying

O presidente da câmara de Guimarães já começou a fazer a sua parte. Braga tem agora de seguir o mesmo caminho. E o passo segunte cabe aos nossos representantes na AR.

Este tem mesmo de ser um objectivo estratégico para o Minho XXI.
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Paço dos Duques acolhe reunião de membros da Galiza e Norte de Portugal: No encontro participam um antebraço de Vigo, uma coxa do Porto e várias pernas da La Coruña, Braga, Guimarães e Compostela.
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Saia mais uma decisão acertada para os lados de Santa Clara. Falta encontrar uma solução boa.
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100!

Este é o post 100 no Colina Sagrada. Queria assinalá-lo, embora o número não valha nada. Mas é um número redondo. Daqueles que se assinalam. É isso!

Aderi ao fantástico Radio Blog Club. E assim este blog passa a ter música. A primeira é de uma banda que marcou a minha adolescência. E a tua. E a minha relação com a língua portuguesa. E a música nacional. E nós.

Ornatos Violeta, Coisas. A primeira faixa a rodar no Colina Sagrada.

"Quando alguém deixar de viver aqui, espera que ao voltar seja para ti"
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O JN publica hoje um trabalho em que utiliza as escutas telefónicas relativas ao processo do "Apito Dourado" e a outros a ele ligados para expor aquilo que considera uma "teia de favores entre major, políticos e autarcas".
O major, claro está, é Valentim Loureiro, um homem em desgraça nos últimos tempos. Na "teia" a que o JN alude estão incluídos ainda José Luís Arnaut - que até lidera um estrutura europeia contra a corrupção no futebol... -, Miguel Relvas ou Hermínio Loureiro - sim, o suessor de Valentim na Liga.

Mas o que mais me interessou no artigo do JN foi a citação de um conversa entre Valentim e o antigo presidente do Vitória Pimenta Machado, relativa às obras no Afonso Henriques para Euro 2004. Sem comentários, reproduzo-o:

"Valentim discutiu com o líder do Guimarães, Pimenta Machado, sobre a forma como aquele clube conseguiu nada gastar nas obras do estádio no Euro-2004. Na altura, a polémica teve a ver com o facto de o estádio ter sido vendido ao clube mas estar registado em nome da autarquia. "O que a Câmara fez, na pureza das coisas, é uma burla, isso é uma burla, é indiscutível! Agora vou ser eu, que fui o beneficiado, a denunciar isso?", perguntou ao major."
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Agora o título

O Vitória derrotou ontem, em Guimarães, o Benfica, no jogo decisivo da meia-final do Nacional A1 de voleibol. Com este triunfo, os vimaranenses apuram-se para a final da prova pelo segundo ano consecutivo, onde terão pela frente o actual campeão nacional, o Sporting de Espinho.

Marco Queiroga e a sua equipa técnica, os jogadores e a direcção da secção estão de parabens. O voleibol sempre foi um "clube" dentro do clube. Com um projecto a sério, capacidade de atrair grandes jogadores e a certeza de que, na modalidade, o Vitória será sempre um dos grandes.

Falta, no entanto, um título. O projecto do voleibol merece-o. Os adeptos vitorianos também. E acredito que este ano o Vitória pode mesmo ganhar.

No ano passado estive na triste finalíssima de Espinho. Este ano, à distância, tenho esperança em poder festejar o triunfo.

Força, rapazes!

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Cyber v2.0

O Cybercentro de Guimarães abriu, na segunda-feira, renovado. 50 novos computadores - ainda por cima bonitos -, que alargam a oferta na sala internet para 20 postos. Também as outras salas - destinadas a formação - do centro multimedia do complexo multifuncional de Couros têm novos equipamentos.

Uma ideia boa, mal gerida, pode ser assassinada. Uma ideia boa, com gente capaz a liderá-la, torna-se numa caso de sucesso. Enorme neste caso. O Cybercentro de Guimarães cumpre na perfeição o seu papel de divulgador das novas tecnologias, abrindo-as a grande parte da população do concelho - particularmente a da cidade. Mas faz mais do que isso. O Cyber tornou-se num pólo de dinamização de uma certa cultura vimaranense - com cinema, exposições, apresentações de livros -, sabe marcar a agenda - com iniciaitvas como o vips online - e tem dado algumas vezes a "pedrada no charco" de que a cidade necessita - como aconteceu recentemente com a apresentação da GMR TV.

Tem um horário a sério - fecha às 02 da manhã durante a semana -, só faltando mesmo estar aberto aos domingos e feriados. E é, por tudo isto, um caso de boa aposta muninipal no serviço público. Bem feito!

ps - É de louvar ainda que a operação de renovação da "frota" do Cyber GMR tenha sido feita durante a noite, não interrompendo o normal funcionamento daquele espaço. The show must go on!
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Torga pela Pide. E por ele mesmo.

O P(úblico) traz hoje, no P2, um trabalho sobre o ficheiro de Adolfo Rocha (o homem por detrás do génio de Miguel Torga) nos arquivos da PIDE. Além de ajudar a ilucidar algmas mentas confusas sobre a verdadeira dimensão da ditadura liderada por Salazar, recorda alguns momentos marcantes da preenchida vida de Torga, e as suas opiniões sobre as mudanças do país e do mundo, expressas nos seus Diários.

Destaco especialmente esta, sobre o 25 de Abril: "Golpe militar. Assim eu acreditasse nos militares. Foram eles que, durante os últimos macerados cinquenta anos pátrios, nos prenderam, nos censuraram, nos apreenderam e asseguraram com as baionetas o poder à tirania. Quem poderá esquecê-lo? Mas pronto: de qualquer maneira é um passo. Oxalá não seja duradoiramente de parada".

No site da Torre do Tombo o ficheiro é o documento do mês.
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Boa nova

Além de um belíssima programação para o segundo semestre de 2007, o CCVF tem também outra boa notícia: o café concerto vai passar a receber Jazz às sextas-feiras.

Boa aposta!

via 4800 GMR
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O comboio em Portugal - Guimarães

Dario Silva, um amigo e responsável por um dos projectos mais entusiasmantes com que colaborei, inaugura hoje, na biblioteca interactiva da Universidade do Minho, em Azurém, uma exposição fotográfica sobre o comboio em Portugal.
Além das imagens que fazem habituamente parte da exposição de Dario Silva, a 22ª edição de "O comboio em Portugal" conta ainda com algumas fotografias originais na linha de Guimarães.

Respondendo ao desafio do Dario, eu e o meu pai escrevemos o prefácio da exposição, que estará patente até 13 de Abril, véspera do dia em que se assinala o 123º aniversário da chegada do primeiro comboio a Guimarães.

O prefácio pode ser lido e baixado, na íntegra, aqui. Mas reproduzo neste post parte do mesmo:

"O comboio foi, na viragem do século XIX para o século XX, um motor de conhecimento. Com a maior facilidade com que agora se podia viajar, as novidades circulavam muito mais rapidamente. Esse facto marcou um avanço significativo para a cultura e a ciência europeias.

Hoje, o conhecimento tem o seu motor nas Universidades e, muito particularmente, na forma como estas se conjugam com os diferentes sectores da sociedade. Nesse aspecto, a cidade de Guimarães pode estar satisfeita. Acolhe um dos pólos da Universidade do Minho. E tem as suas empresas e a sua autarquia a trabalharem fortemente com a universidade.

Esta é uma realidade que não termina em Guimarães. Estende-se a Braga e ao outro pólo da Universidade do Minho. Juntos, os campi de Azurém e Gualtar fazem da UM umas das instituições de ensino mais prestigiadas do país.

Juntas, Guimarães e Braga podem assumir-se como o terceiro grande pólo metropolitano nacional. E o comboio pode – e deve! – fazer parte desta dinâmica. Ligando os dois pólos da Universidade UM e, dessa forma, reforçando a comunicação entre as duas principais cidades minhotas.

O que nem sequer seria uma grande novidade. Aliás, logo em 1865, apenas um ano depois da primeira ligação em caminho-de-ferro em Portugal ser concluída, António Alves Carneiro, presidente da câmara de Guimarães, já tinha começado os seus esforços para a concretização da linha entre a cidade do Porto, Guimarães e Braga (...)

Outros projectos se seguiram, propondo uma ligação ferroviária entre as duas cidades. Com traçados diferentes e dinamizadores distintos, a verdade é que, desde os primórdios do caminho-de-ferro, as duas cidades quiseram estar unidas por comboio. Por um motivo ou por outro, as ligações sempre fracassaram. Mas ainda vamos a tempo de emendar a mão.

Ligar a Universidade do Minho por ferrovia, mais do que fazer todo o sentido, é uma forma de ganhar o futuro enaltecendo quem, no passado, soube projectar a ligação entre Guimarães e Braga. Tanto mais que, no caminho entre os dois pólos, se situarão dentro de muito pouco tempo duas instituições de Inovação & Desenvolvimento de excelência e nível internacional como são o Ave Park e o Instituto Ibérico de I&D".

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Dia Nacional do Estudante

O Dia Nacional do Estudante comemorou-se no último sábado. Um pouco por todo o país, as associações de estudantes assinalaram a data.
Mas no Minho não há uma Associação Académica. Só assim se compreende que a dita se limite a assinalar a efeméride com este miserável texto no seu sítio.

Se o Dia não pode ficar impune, é metê-lo na cadeia, pá!
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Um Estaline dentro de Cavaco

Apagar a História nunca foi um bom princípio. Neste caso é ainda mais grave.
Um PR que não percebe a importância histórica dos antigos representantes do Estado, é um PR vazio. Um PR que põe as suas frustrações pessoais à frente do mais que justo reconhecimento pessoal, é um PR desiquilibrado.