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Agora o título

O Vitória derrotou ontem, em Guimarães, o Benfica, no jogo decisivo da meia-final do Nacional A1 de voleibol. Com este triunfo, os vimaranenses apuram-se para a final da prova pelo segundo ano consecutivo, onde terão pela frente o actual campeão nacional, o Sporting de Espinho.

Marco Queiroga e a sua equipa técnica, os jogadores e a direcção da secção estão de parabens. O voleibol sempre foi um "clube" dentro do clube. Com um projecto a sério, capacidade de atrair grandes jogadores e a certeza de que, na modalidade, o Vitória será sempre um dos grandes.

Falta, no entanto, um título. O projecto do voleibol merece-o. Os adeptos vitorianos também. E acredito que este ano o Vitória pode mesmo ganhar.

No ano passado estive na triste finalíssima de Espinho. Este ano, à distância, tenho esperança em poder festejar o triunfo.

Força, rapazes!

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Cyber v2.0

O Cybercentro de Guimarães abriu, na segunda-feira, renovado. 50 novos computadores - ainda por cima bonitos -, que alargam a oferta na sala internet para 20 postos. Também as outras salas - destinadas a formação - do centro multimedia do complexo multifuncional de Couros têm novos equipamentos.

Uma ideia boa, mal gerida, pode ser assassinada. Uma ideia boa, com gente capaz a liderá-la, torna-se numa caso de sucesso. Enorme neste caso. O Cybercentro de Guimarães cumpre na perfeição o seu papel de divulgador das novas tecnologias, abrindo-as a grande parte da população do concelho - particularmente a da cidade. Mas faz mais do que isso. O Cyber tornou-se num pólo de dinamização de uma certa cultura vimaranense - com cinema, exposições, apresentações de livros -, sabe marcar a agenda - com iniciaitvas como o vips online - e tem dado algumas vezes a "pedrada no charco" de que a cidade necessita - como aconteceu recentemente com a apresentação da GMR TV.

Tem um horário a sério - fecha às 02 da manhã durante a semana -, só faltando mesmo estar aberto aos domingos e feriados. E é, por tudo isto, um caso de boa aposta muninipal no serviço público. Bem feito!

ps - É de louvar ainda que a operação de renovação da "frota" do Cyber GMR tenha sido feita durante a noite, não interrompendo o normal funcionamento daquele espaço. The show must go on!
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Torga pela Pide. E por ele mesmo.

O P(úblico) traz hoje, no P2, um trabalho sobre o ficheiro de Adolfo Rocha (o homem por detrás do génio de Miguel Torga) nos arquivos da PIDE. Além de ajudar a ilucidar algmas mentas confusas sobre a verdadeira dimensão da ditadura liderada por Salazar, recorda alguns momentos marcantes da preenchida vida de Torga, e as suas opiniões sobre as mudanças do país e do mundo, expressas nos seus Diários.

Destaco especialmente esta, sobre o 25 de Abril: "Golpe militar. Assim eu acreditasse nos militares. Foram eles que, durante os últimos macerados cinquenta anos pátrios, nos prenderam, nos censuraram, nos apreenderam e asseguraram com as baionetas o poder à tirania. Quem poderá esquecê-lo? Mas pronto: de qualquer maneira é um passo. Oxalá não seja duradoiramente de parada".

No site da Torre do Tombo o ficheiro é o documento do mês.
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Boa nova

Além de um belíssima programação para o segundo semestre de 2007, o CCVF tem também outra boa notícia: o café concerto vai passar a receber Jazz às sextas-feiras.

Boa aposta!

via 4800 GMR
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O comboio em Portugal - Guimarães

Dario Silva, um amigo e responsável por um dos projectos mais entusiasmantes com que colaborei, inaugura hoje, na biblioteca interactiva da Universidade do Minho, em Azurém, uma exposição fotográfica sobre o comboio em Portugal.
Além das imagens que fazem habituamente parte da exposição de Dario Silva, a 22ª edição de "O comboio em Portugal" conta ainda com algumas fotografias originais na linha de Guimarães.

Respondendo ao desafio do Dario, eu e o meu pai escrevemos o prefácio da exposição, que estará patente até 13 de Abril, véspera do dia em que se assinala o 123º aniversário da chegada do primeiro comboio a Guimarães.

O prefácio pode ser lido e baixado, na íntegra, aqui. Mas reproduzo neste post parte do mesmo:

"O comboio foi, na viragem do século XIX para o século XX, um motor de conhecimento. Com a maior facilidade com que agora se podia viajar, as novidades circulavam muito mais rapidamente. Esse facto marcou um avanço significativo para a cultura e a ciência europeias.

Hoje, o conhecimento tem o seu motor nas Universidades e, muito particularmente, na forma como estas se conjugam com os diferentes sectores da sociedade. Nesse aspecto, a cidade de Guimarães pode estar satisfeita. Acolhe um dos pólos da Universidade do Minho. E tem as suas empresas e a sua autarquia a trabalharem fortemente com a universidade.

Esta é uma realidade que não termina em Guimarães. Estende-se a Braga e ao outro pólo da Universidade do Minho. Juntos, os campi de Azurém e Gualtar fazem da UM umas das instituições de ensino mais prestigiadas do país.

Juntas, Guimarães e Braga podem assumir-se como o terceiro grande pólo metropolitano nacional. E o comboio pode – e deve! – fazer parte desta dinâmica. Ligando os dois pólos da Universidade UM e, dessa forma, reforçando a comunicação entre as duas principais cidades minhotas.

O que nem sequer seria uma grande novidade. Aliás, logo em 1865, apenas um ano depois da primeira ligação em caminho-de-ferro em Portugal ser concluída, António Alves Carneiro, presidente da câmara de Guimarães, já tinha começado os seus esforços para a concretização da linha entre a cidade do Porto, Guimarães e Braga (...)

Outros projectos se seguiram, propondo uma ligação ferroviária entre as duas cidades. Com traçados diferentes e dinamizadores distintos, a verdade é que, desde os primórdios do caminho-de-ferro, as duas cidades quiseram estar unidas por comboio. Por um motivo ou por outro, as ligações sempre fracassaram. Mas ainda vamos a tempo de emendar a mão.

Ligar a Universidade do Minho por ferrovia, mais do que fazer todo o sentido, é uma forma de ganhar o futuro enaltecendo quem, no passado, soube projectar a ligação entre Guimarães e Braga. Tanto mais que, no caminho entre os dois pólos, se situarão dentro de muito pouco tempo duas instituições de Inovação & Desenvolvimento de excelência e nível internacional como são o Ave Park e o Instituto Ibérico de I&D".

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Dia Nacional do Estudante

O Dia Nacional do Estudante comemorou-se no último sábado. Um pouco por todo o país, as associações de estudantes assinalaram a data.
Mas no Minho não há uma Associação Académica. Só assim se compreende que a dita se limite a assinalar a efeméride com este miserável texto no seu sítio.

Se o Dia não pode ficar impune, é metê-lo na cadeia, pá!
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Um Estaline dentro de Cavaco

Apagar a História nunca foi um bom princípio. Neste caso é ainda mais grave.
Um PR que não percebe a importância histórica dos antigos representantes do Estado, é um PR vazio. Um PR que põe as suas frustrações pessoais à frente do mais que justo reconhecimento pessoal, é um PR desiquilibrado.
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Santos Silva escolhe aniversário do Gabinete de Imprensa para anunciar decisão do Porte Pago

O ministro dos Assuntos Parlamentares anunciou, em Guimarães, que o Estado vai reduzir para metade, até 2009, o pagamento de parte dos custos da distribuição de jornais regionais pelo correio (Porte Pago).

Augusto Santos Silva, que tem a tutela da Comunicação Social, disse que, este ano, a comparticipação financeira estatal na expedição de jornais regionais no país e para o estrangeiro descerá dos actuais 90 para 60 por cento, o que corresponderá a um apoio total de 10 milhões de euros.

Em 2008, o Porte Pago à imprensa regional descerá para 50 por cento (7,7 milhões de contos) e, em 2009, para 40 por cento (6,2 milhões de euros), acrescentou o governante.

Santos Silva falava durante as comemorações dos 31 anos de actividade do Gabinete de Imprensa de Guimarães, uma associação de jornalistas da região do Vale do Ave.

Assim começa a notícia da Lusa – reproduzida em grande parte da imprensa online nacional – que anuncia, em primeira mão, a decisão final do governo relativamente à alteração no financiamento do porte pago.

Além de ser uma boa notícia – porque, deste modo, alguns títulos a quem já augurava uma morte agoniante vão conseguir sobreviver –, é o reflexo de algo a que Guimarães não tem dado a devida atenção.

O ministro com a tutela da Comunicação Social foi a Guimarães anunciar a novidade. E fê-lo no aniversário de uma instituição vimaranense. Nem por isso os jornais e rádios de Guimarães estiveram lá todos – alguém viu a notícia aqui?

Não só porque um membro do governo estava em Guimarães, não só porque se tratava do aniversário de uma instituição vimaranense, não só porque o debate ia andar à volta de um tema que lhes diz directamente respeito, os jornais vimaranenses deviam ter lá estado… Mas adiante.

Este anúncio é o sinal do reconhecimento do governo do trabalho do Gabinete de Imprensa de Guimarães. Escolher o aniversário desta instituição para anunciar algo de tão relevante para o futuro próximo da imprensa só pode ter este significado.

É que, depois de um período de apagamento no início da década, o GI voltou a afirmar-se como uma voz forte na comunicação social nacional. E isso com o mérito acrescido de o fazer estando fora dos centros de decisão – leia-se: não sendo de Lisboa.

A associação vimaranense voltou a tomar posição na defesa dos seus associados e da classe de que também é representante. E mesmo que tenha sido uma voz incómoda – por exemplo, a tomada de posição quanto ao Porte Pago foi bastante agressiva em relação ao executivo – o governo reconhece-lhe o mérito e a capacidade de se fazer ouvir.

Está, pois, duplamente de parabéns o GI.




Saiba mais:



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Eu pensava que a incompetência tem limites. Mas afinal enganei-me.
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Cajuda fica

Manuel Machado renovou com a Académica para a próxima época. Manuel Cajuda pode assim dormir descansado. O bom trabalho que vem realizando está mais próximo de ser justamente reconhecido.
Um dos obstáculos já caiu. Falta agora a resposta desportiva.
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Vale a pena ler

David Borges escreve hoje no Sportugal sobre as alegadas agressões a jornalistas por parte de responsáveis da selecção belga de futebol.
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Vamos jogar?

Hoje enquanto passeava pelo youtube - a melhor invenção desde a roda - dei de caras com dois vídeos que me irritaram. Vai daí e pensei que, se pudesse, os mandava retirar hoje mesmo da Rede.

O meu desafio é simples: se pudessem (admitamos que somos o governo chinês, por exemplo...), qual o vídeo que mandavam tirar do youtbe?

Eu avanço dois. Os mesmos que me fizeram ter esta ideia. Os tristes exemplares são este e este.
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Há um novo Vitória

Duas semanas depois de ser eleita, a nova direcção do Vitória está apostada em dar uma nova dinâmica ao clube. Nada que me surpreenda, mas que me apraz registar. Gosto de ver o clube a acordar de um longo pesadelo e a dar passos seguros que permitam colocar o Vitória no lugar que é, por direito, o seu: o de 4ª potência do futebol nacional.

As primeiras decisões da nova direcção do Vitória parecem-me bem acertadas. Anunciar um prémio de subida significativo é um tónico extra para a moral do plantel. A verdade é que, sem deslumbrar, o Vitória consegue solidificar a recuperação encetada nos últimos dias do consolado de Vítor Magalhães – uma espécie de elogio da anarquia, com a equipa a começar a ganhar assim que o presidente “saltou do barco”.

Por outro lado, o fecho do bingo é uma inevitabilidade. Este jogo deixou, há muito, de ser atractivo. Muito menos é uma fonte de receitas para o clube (pelo contrário, dá um prejuízo anual de mais de 150 mil euros, segundo os dirigentes vitorianos).

Já o anúncio da renovação de contrato do júnior Raviola é, antes de mais, de uma força simbólica que só demonstra inteligência. Primeiro que tudo, não é habitual que a renovação de um júnior tenha direito a conferência de imprensa e apresentação formal, como aconteceu ontem. Ainda para mais com a presença do presidente do clube e do vice-presidente para a área do futebol.

Deste modo deu visibilidade a um acto que prova que o Emílio Macedo passa das palavras aos actos em muito pouco tempo. Prometeu apostar na formação e, desde logo, dá um sinal claro disso. Há quanto tempo não víamos um júnior do Vitória ser promovido a profissional? Targino é caso raro nos últimos cinco anos. E pelo meio, o Vitória perdeu pérolas como Vitinha ou Cascavel.

Além disso, era público há uns tempos – especialmente desde que Raviola jogou e marcou com a camisola da Selecção – a perseguição de alguns grandes emblemas, nacionais e estrangeiros. E segurar a jovem promessa é um sinal de força da direcção vitoriana ao mercado e a alguns interesses do mundo futebolístico. De resto, as declarações do “empresário” de Raviola – que nem sequer é reconhecido pela FIFA – só confirmam isto mesmo.

Já este texto estava terminado e leio que o Vitória tem, desde o início do mandato da nova direcção, um novo director-desportivo.

Aqui já “a porca torce o rabo” … Vasco Santos tinha sido indicado na campanha como empresário de futebol com ligações privilegiadas ao Vitória.

Sem conhecer o percurso de Santos, nem sequer conseguir confirmar as acusações que lhe foram feitas, não me deixa nada confortável ver confirmada a sua relação privilegiada com o presidente do Vitória. Quanto mais não seja porque da razão a Manuel Rodrigues. E já tinha aqui dito que tinha receio que algumas das coisas que o candidato derrotado nas últimas eleições estivesse a falar verdade, e não apenas a fazer uma manobra eleitoral.

Além do mais, o Vitória parece alinhar numa nova era do futebol em que cada clube se “vende” a um determinado empresário, evitando assim o “transtorno” que é fazer o seu próprio recrutamento de jogadores. E isso não me agrada. Mas vai assim o negócio da bola, não é?

post scriptum - anda tudo a dormir em Guimarães, ou é impressão minha? O Vasco Santos está em funções há duas semanas e só agora alguém descobriu...?

UPDATE - 23/03 - 17.23: Mais sobre o novo assessor do Vitória aqui..

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No aniversário do PG

"Durante seis anos o Povo de Guimarães abriu-me as portas do jornalismo, ajudando-me também a crescer. Estou, por isso, grato ao PG, a melhor escola de jornalismo que Guimarães tem, como o passado tem confirmado.

Nesta casa sabe-se abrir as portas à gente nova e deixá-la desenvolver-se aqui. Assim, também o jornal se valoriza. Por isso este é um projecto diferente, com uma matriz própria, capaz de conjugar o seu dever de informar, com o facto de ser um espaço aberto à colaboração de todos quantos querem fazer da Comunicação, de uma forma ou de outra, um pedaço da sua vida.

É com prazer que me associo aos festejos de mais um aniversário do Povo, esperando que o “meu” jornal saiba interpretar os sinais que surgem na Comunicação Social a tempo de lhes responder e se modernizar. Para que volte a ser uma referência num concelho em que falta uma voz activa nos media, sem deixar de ser uma escola de bons jornalistas e comunicadores."

A edição de hoje do Povo de Guimarães celebra o aniversário do jornal. O pequeno texto que aqui reproduzo é o meu contributo, respondendo deste modo ao desafio do director do jornal para que me associasse aos festejos.

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Ia jurar que quem escreveu isto foi quem plantou o eucalipto.
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Por que é que isto não me supreende?

conheça a menina aqui
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Parados no tempo

Cheguei a casa depois de um cansativo passeio no Park Güel. Há mais de uma hora que o Vitória terminou a sua partida contra o Gil Vicente e há mais de duas horas que não falo noutra coisa. A família hoje esqueceu-se das mensagens a avisar do resultado e assim que entro no quarto ligo o computador à procura do resultado do jogo.

Corro os jornais digitais vimaranense e nada... Mais de uma hora depois do jogo ter terminado não há uma única referência ao resultado do encontro que o Vitória tinha disputado. Incompetência pura num suporte em que estar "em cima do acontecimento" é o mais importante.

A Comunicação Social vimaranense está parada no tempo. Ainda não percebeu que tem que entrar na Rede e receber os seus ensinamentos para se poder modernizar e resisitr. E os que já lá estão não entendem as exigências do suporte e limitam-se a fazer um copy-paste manhoso dos conteúdos produzidos para outros suportes. E além de mal, fazem-no tarde.

Valeu que tinha o meu irmão online no messenger e não demorei muito mais tempo até saber do triunfo do Vitória. E do recorde de 23 mil pessoas no estádio. Só a gente vitoriana é capaz disto.
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Manipulações

Descubra as diferenças entre esta, esta e esta notícias...
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"Um misto de Zandinga e Gabriel Alves"

Houve um tempo em que alguém disse isto sobre um ex-amigo que depois voltou a sê-lo. Mas não é de política que quero falar. Antes de futebol.
Depois do que se passou hoje em Leiria - não vi, mas ouvi o relato, li as notícias que já estão online e "aturei" alguns amigos sportinguistas via messenger -, lanço as minhas apostas para o que falta jogar da época. Armado em Zandinga e em Gabriel Alves, portanto.
O Porto A será Campeão mais uma vez. O Porto C ficará com um dos lugares europeus do Campeonato e o Porto B vai vencer a Taça de Portugal.

No dia 27 de Maio acerto contas.

O que vale é que o Vitória agora vai alinhar pelo "sistema"...
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Novo Vitória?

Emílio Mecedo da Silva é o novo presidente do Vitória. O antigo vice-presidente de Vítor Magalhães foi eleito por 16% dos sócios do Vitória e dirigirá o clube nos próximos três anos.
Espero que este seja, de facto, o início de uma nova era para o maior clube do Minho. Para já, Macedo da Silva começou por revelar inteligência com um discurso pacificador e comedido. Não é mesmo alltura para festas, porque a crise do VSC ainda não está perto do final. Milo sabe-o e tem consigo gente com capacidade para dar a volta à situação.
Ainda que o projecto seja vazio de novidades, o importante, neste momento, é renovar o Vitória, devolvê-lo à Liga principal e encontrar as bases para um futuro sustentado. E esse caminho é bem capaz de durar os três anos que o mandato terá.
Resta saber por quanto tempo o cimento aguenta o edifício que é a actual direcção do Vitória. É que com Vítor Magalhães também havia uma direcção de gente capaz, de diferentes quadrantes políticos e sociais, mas durou pouco tempo essa união de circunstância...
Com Emilio Macedo Silva as coisas são diferentes. Não é a vontade de destruir o passado que o move. E quererá provar que consegue melhor que Magalhães. Mas - não me perguntem por quê -continuo com medo do "remake".