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Sobre o que escrevi aqui, mais algumas achegas. Aqui e aqui ambas pela mão de Luís Santos.
Afinal parece que a opção estética do Público - que é bonita, sim senhor, mas esquece a identidade do jornal, com a qual eu estava tão idetificado - não passa de uma cópia de alguns títulos europeus, como o Guardian e os meus novos viznhos da Marca.
De algum modo o Público ficou mais lisboeta. Afinal, na capital, os senhores já têm um Afonso Henriques, uma ponte suspensa e um Cristo-Rei "inspirados" em contruções existentes noutras cidades. Que mal faz que o diário de referência naci0nal use identidades gráficas que não são originais?
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Ontem cheguei a casa e a mulher com que vivo há mais de dez anos estava mudada. Agora é uma loira cheia de rimel e baton. Não sei se gosto dela assim.

Ainda vou pedir o divórcio...
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Mais um reforço...

Capucho regressa ao Vitória.


Bem me parecia que as alas vitorianas necessitavam de mais um reforço. É pena que já esteja "entradote"...
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Cá está ela, a notícia esperada. "Vitória 3-0 Espinho (25/22, 25/20, 25/13)".
Obrigado pelas mensagens.
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Ele está vivo...

Pimenta Machado quebrou o silêncio. O homem que durante 24 anos liderou o Vitória dá hoje uma entrevista ao Correio da Manhã onde se defende de algumas acusações pelas quais foi investigado. O timing é perfeito...

Pimenta defende-se das acusações dizendo que fez tudo em favor do Vitória. Dou o benefício da dúvida a alguém que deu 25 anos da sua vida ao clube. O ex-presidente afirma que abriu contas na Suiça e em offshores para comprar jogadores para o Vitória, porque o clube estava inibido de o fazer. Mas a responsabilidade dessa situação é claramente sua, já que, como também assume na entrevista, era ele quem "geria e inventava as soluções".

Pimenta assume que o clube tinha uma conta em seu nome – e de “mais três ou quatro pessoas” – e que endossou, para uma conta pessoal, cheques relativos à venda de Pedro Barbosa e Pedro Martins, porque o Vitória lhe devia dinheiro. A acreditar mais uma vez em Pimenta Machado, esse facto - legal fosse ele... - não atesta a sua competência de gestão. Um clube a sério não deve necessitar do dinheiro do seu presidente para sobreviver. E o que, nos anos 80, podia fazer algum sentido, deixou de ser muitos anos antes de Pimenta o ter percebido – se é que alguma vez o percebeu. E Pimenta assume-o como se esse fosse o modelo certo: “andei a sustentar o Vitória durante anos”.

Pimenta surpreendeu ainda quando se diz vítima de uma cabala. Mas os dados apresentados pelo antigo líder vitoriano fazem pensar. “Os inimigos externos souberam aproveitar a investida da PJ e a minha fragilidade para, de uma vez por todas, se verem livres de mim. Fui uma voz muito incómoda no futebol, e isso paga-se”, diz. E acrescenta: “o Vitória foi grande vítima do sistema, porque lutava pelas posições do Benfica, do FC Porto e do Sporting, para já não dizer do Boavista. Fiz muitas participações para o Conselho de Justiça contra arbitragens que foram sempre arquivadas. Aconteceu isso em 2003/04. Curiosamente, fazia parte do Conselho de Justiça da altura o procurador que me mandou deter”.

O procurador em causa é João Ramos, “que recentemente esteve disponível para fazer parte das actuais listas da FPF, conjuntamente com arguidos do ‘Apito Dourado’. “Dantes faziam-se autênticos roubos e o Conselho de Justiça, do qual fazia parte o sr. João Ramos, arquivava os processos. Em boa hora a PJ entrou no futebol”, termina

Retenho ainda algumas frases: "Quando saí a dívida ascendia, no máximo, a 2 774 699,57 euros. Mas deixei activos em jogadores suficentes para pagar essa dívida. O Nuno Assis, por exemplo, e outros, de quem se desfizeram a custo zero, como aconteceu com o Abel."

"Geri o Vitória com eficácia e a melhor resposta está na gestão desta direcção”.

Muito dificilmente” voltava a presidir o Vitória.

Assisto com tristeza à actual situação do clube. Mas já estava à espera de algo parecido, porque quem me sucedeu não tinha um projecto desportivo. Tinha apenas um projecto contra mim, motivado por vingança e ódio e destinado a destruir a minha imagem. Por isso, mais cedo ou mais tarde, o clube tinha de ceder. No campo desportivo, patrimonial e até moral, porque de clube respeitado e até temido o Vitória passou a dócil, submisso e domesticado”.

Nunca pensei vir a estar de acordo com o homem que representou, para mim e para a maioria dos vitorianos da minha geração, alguém que não soube onde acabava a sua época – apesar do inegável mérito que teve na projecção do Vitória e que fazem de Pimenta, queira-se ou não, o melhor presidente que o clube já teve. Mas a última das frases que reproduzo é a leitura mais lúcida e mordaz que alguém já fez do pesadelo que termina a 3 de Março.

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Força Rapazes

Amanhã à noite, frente ao Espinho, o Vitória joga uma cartada importante na luta pelo título nacional de voleibol que há uns anos busca. Mesmo longe, torço por eles.
Esta é a modalidade que mais me apaixona no Vitória, a única que me leva a fazer quilómetros para assistir aos jogos. Talvez porque acompanhei de perto o projecto desde o seu início. Ou então porque o voleibol é um exmplo de como a marca "Vitória" deve ser gerida e trabalhada, fazendo-o quase de maneira antagónica às duas últimas direcções do clube.

Amanhã às 23h30 quero um SMS a dizer: Vitória 3-0 Espinho. ;)
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A viagem por terras ibéricas segue aqui .
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Se duvidas houvesse sobre o que tinha escrito aqui, a actual direcção do Vitória fez questão de as desfazer. Este comunicado é delirante. E a nota final surreal.

O problema financeiro que esta direcção tornou insustentável tem a desculpa de ter sido "herdado". Apenas os associados que se candidatam à direcção têm direito a conhecer o real estado das contas do Vitória. Os outros 23 mil têm que se contentar com as maquilhagens feitas para as AG's.

E o que dizer da nota final? O conceito de notícia persupõe informação. Ou estou errado? Ou as restantes notícias do site são opinitivas?

Bem, já só faltam três semanas...
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As Nicolinas e a candidatura a Património Mundial



Este vídeo é uma parte de uma reportagem multimédia realizada por mim e pela Susana Oliveira no último semestre no âmbito do módulo de Ciberjornalismo do 4º ano da licenciatura em Comunicação Social da Universidade do Minho.
Tem claras limitações técnicas. Mas parece-me ser interessante como ponto de partida para a discussão da candidatura das Nicolinas a Patrmónio Oral e Imateria da Humanidade.
Não só no tempo das festas se deve discutí-las. E fiquei com clara percepção de que o caminho até à distinção é longo e muito trabalhoso.
O vídeo tem 4 minutos e 57 segundos. Declarações de Rui Macedo, presidente da Comissão de Festas Nicolinas 2006, F. Capela Miguel, Velho Nicolino, e Amaro das Neves, Presidente da Sociedade Martins Sarmento e historiador.
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O descontrolo...

Vítor Magalhães perdeu a cabeça. Desde que foi eleito presidente do Vitória – e especialmente desde que cedeu a pressões várias e abriu as portas da saída a Manuel Machado, o verdadeiro responsável pelo “fenómeno Moreirense” – os erros de Magalhães têm sido mais do que muitos.

Não vale a pena enumerá-los todos (a lista seria bem grande…), mas lembro-me constantemente de exemplos gritantes de incompetência nunca explicados: Tiero, Gallardo e agora Lucas.

Mas os últimos tempos têm tido contornos de loucura. Primeiro veio a declaração de que saía do Vitória de “consciência tranquila”. Esta semana fui surpreendido com a suspensão de Targino, Pelé e Ghillas. Motivo: uma saída nocturna contrária ao regulamento interno do clube. Estranho a decisão.

As saídas nocturnas dos futebolistas não são fenómeno local. E, mesmo assim, as saídas dos jogadores do Vitória têm sido mais do que discutidas entre os vitorianos. Porquê castigar apenas agora?

Mais: os três jogadores foram utilizados no domingo, contra o Varzim, e apenas na segunda-feira castigados. Por outro lado, certamente que Targino, Pele e Ghilas não são os únicos vitorianos na “noite”. Porquê estes três?

Esta demonstração de força por parte da direcção chega um pouco tarde. O Vitória está ingovernável há muito e essa instabilidade já se estendeu ao balneário há tempo suficiente para ser facilmente notado. Castigar agora parece uma espécie de maquilhagem de três anos de mão governo do clube e de responsabilidade por uma crise que, mais do que financeira, é de identidade, no maior clube do Minho.

Além disso, Targino e Pele são apenas os “bodes expiatórios” desta desvairada estratégia. São os mais novos do plantel e, por isso, os mais facilmente castigáveis. Ainda para mais “põem-se a jeito” – a bem da verdade –, pelo que para o comum vitoriano facilmente se coloca os “miúdos” no lugar de culpados.

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Olá a todos.
Estou a escrever desde Barcelona. Cheguei à cidade há uma semana e por cá vou ficar cerca de meio ano ao abrigo do programa Erasmus. Depois de um início complicado, as coisas estão a começar a correr num ritmo que me vai permitir manter actualizado o contacto com Guimarães. Por isso, o Colina Sagrada não vai parar. E esta experiência na capital Catalã até pode servir de ponto de partida para algumas discussões sobre Guimarães.

Continuem a passar por aqui...
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Ó senhores do CCVF, tomem lá a dica. Mas tragam-nos cá só depois de Julho que eu até lá estou para fora...
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Sobre a cultura

Escrevi isto aqui. Decidi dar-lhe destaque em espaço prórprio e amplificar a discussão necessária. Afinal, se vamos ser a Capital da Europa na Cultura temos que começar por nos afirmar na Região.
"Também tenho sido algo crítico do CCVF e da sua política de programação. Acho que lhe falta um sentir mais jovem capaz de "atacar" a população universitária da Região e torna-la fiel à casa. Falta-lhe também definir uma clara área priveligiada (O Circo fê-lo desde logo, seguindo a dinâmica que o Paulo Brandão trazia da Casa das Artes).

No entanto, não posso concordar que o CCVF perca em todos os campos em relação aos "concorrentes" de Famalicão em Braga. Desde logo porque o Vila Flor e a Oficina souberam abri-se a Guimarães, acolhendo por exmplo o Cinceclube local (haverá cartaz de cinema com melhor qualidade na Região?). Além do mais o CCVF ganhou a aposta do serviço educativo e lançou o Cartão CCVF que, aposto, vai ser um modelo a seguir em breve pelas outras casa de espectáculos do país.

Permitam-me também que conteste duas afirmações. Tanto quanto sei a programação do Café Concerto é da responsabilidade da Oficina. Do mesmo modo, e apesar do mérito indiscutível do Convívio, Guimarães não teria o melhor festival de Jazz do país se não houvesse uma "máquina" bem oleada como é o casa da Oficina.

Ah! Mais uma coisa... Também eu tenho inveja (uma inveja salutar...) do programa do Circo para o 1º Trimestre e tenho pena que não vá estar por perto para ver Brad Mehldau, Micah Hinson ou mesmo Rodrigo Leão. O mesmo não direi do progrma da Casa das Artes (excepção feita, talvez, a Jene Loves Jezebel, embora confesse não ter especial predilecção) ainda a viver uma crise de indentidade.
E a programação do CCVF está também ela bem apelativa. Nomeadamente nos espectáculos do Café Concerto (Nuno Prata, Garoto ou Vicious Five) e ainda as fabulosas Susheela Raman e Mayra Andrade (que ainda por cima tem aquela fotogenia toda para os cartazes que inudaram a cidade)."
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É ela...

Acabei de ler isto. Dei um salto aqui. E lembrei-me desta discussão.
Quem nota as semelhanças? Estou à espera do cheque, amigos... :)

Mais a sério: gosto da ideia, como sabem. Louvo quem a vai pôr em prática - e conheco-lhe a competência. Guimarães só tem a ganhar.

Post scriptum - causa algum arrepio que um projecto jornalístico seja comandado pela câmara municipal. Se há coisa que eu gosto na área é da separação de águas. O bom senso e a qualidade das pessoas envolvidas impedirá por certo que o meu receio "ideológico" não passe disso.
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(tentativa de graçola com a desgraça do Vitória)

Norton já foi embora. Parece que vem aí o Cajuda.
Mas o problema do Vitória é que ainda fica aí o C'atrapalha.
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Tenho andado desaparecido das lides bloguísticas. Com alguns motivos. Muito trabalho na Universidade e no Comum. A última "odisseia" foi a produção de um debate entre os candidatos à direcção da Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM) que pode ser visto aqui.

Passem por lá...
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José de Guimarães lidera sondagem


A sondagem de opinião on-line que o Colina Sagrada promoveu desde 15 de Outubro demonstrou um apoio claro dos vimaranenses ao nome de José de Guimarães como rosto da equipa que vai liderar a organização da Capital Europeia da Cultura 2012.
Entre os leitores do blog que responderam ao desafio de indicar um nome para comissário da CEC, 32% escolheram o artista plástico vimaranense. Outros 32% de leitores e votantes indicaram preferir um nome alternativo às quatro propostas do Colina Sagrada, sem que, no entanto, tivessem surgido sugestões na caixa de comentários do blog.
Atrás de José de Guimarães surge Jorge Sampaio. O ex-presidente da República, com ligações familiares a Guimarães, recolheu 26% dos votos. Atrás de Jorge Sampaio aparece outro nome da política, Diogo Freitas do Amaral, com 10% dos votos. A outra sugestão do blog para comissário da CEC, Elisabete Matos, não teve nenhum voto.
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Na última sexta-feira, o Theatro Circo, em Braga, recebeu um dos únicos quatro concertos de Antony and The Johnsons na Europa. Por lá vão estar, por exmplo, Moonchild, em Dezembro.
Há umas semanas, na Casa das Artes, em Famalicão, houve Final Fantasy, e por lá passará, em Março, Yann Tiersen.

Pergunta: O que terão estes espaços e estas cidades a mais do que Guimarães e o CCVF para justificarem concertos de tamanha qualidade?
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Gabinete de Imprensa promove curso de fotojornalismo

O Gabinete de Imprensa de Guimarães (GI) – Associação de Jornalistas e Profissionais da Comunicação - organiza, de 20 a 25 deste mês, um Curso Intensivo de Fotojornalismo, em horário pós-laboral.
Esta iniciativa visa aprofundar os conhecimentos ao nível da imagem e fotografia, contando com a orientação de Marques Valentim – conceituado fotojornalista que já representou vários jornais, entre os quais “Correio da Manhã” e “Comércio do Porto”, tendo recebido o Prémio Gandula (Revelação), de Wilson Brasil.
O GI desenvolveu, e desenvolve, uma importante acção no âmbito da formação de profissionais e colaboradores da Imprensa, tendo sido pioneiro nesta área. Nas muitas actividades desenvolvidas pelo GI incluem-se tertúlias sobre temáticas relacionadas com o jornalismo, colóquios, seminários, exposições, lançamento de livros, a edição de um Boletim Informativo.
O Curso está aberto a todos os interessados e realizar-se-à em Braga e Guimarães. As inscrições custam 40 euros para os associados do GI e estudantes, e 60 euros para não-sócios e podem ser feitas por email
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Uma avaria no computador e duas semanas de intenso trabalho afastaram-me do Colina Sagrada. Estou de regresso a partir de hoje.