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CEC 2012: Que comissário?

O Colina Sagrada lança, a partir de hoje, um novo desafio aos leitores. O inquérito on-line que habitualmente é promovido pelo blog centra-se, desta feita, no nome do comissário para a Guimarães 2012.
Quem deve liderar o projecto? Na barra de menu do lado direito do blog está o inquérito e alguns nomes são sugeridos. Mas não hesite em sugerir outras personalidades que estejam em condições de liderar a equipa que vai coordenar a CEC 2012.
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Leitores avaliam postivamente primeiro ano de Vila Flor


Os leitores do Colina Sagrada avaliam de forma globalmente positiva a programação do primeiro ano do Centro Cultural de Vila Flor.
72% dos votantes no inquéirto on-line levado a cabo pelo weblog no último mês, afirmam que a programação do CCVF foi "Boa" (36%) ou "Fantástica!" (36%). No entanto, há 21% de leitores que consideram a programação do CCVF do último ano "Muito má".
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CEC 2012: Contributo para um projecto

Pensar um projecto para a CEC 2012 deve ser tarefa de todos os vimaranenses. Há pouco tempo para fazer propostas, mas as novas tecnologias podem dar uma ajuda – e esta até foi uma semana fértil neste aspecto ao nível da ainda pequena comunidade blogger vimaranense.

Ao nível das infra-estruturas, defendo que Guimarães deve suprir uma grande falha existente ao nível da sua oferta cultural e criar um espaço que possa servir como a grande galeria de artes plásticas que falta à cidade.

A Avenida D. Afonso Henriques deve ser o centro nevrálgico do 2012. Já lá está o Centro Cultural de Vila Flor. Não muito longe está o Zona de Couros – onde nascerá o Campurbis –, a estação ferroviária, os principais hotéis da cidade e logo abaixo o Toural – que segundo o presidente da câmara vai aproveitar a “boleia” do 2012 e da mudança de local do Mercado Municipal para “lavar a cara”.

Mesmo em frente ao CCVF está a fábrica do Cavalinho. Há muito encerrada e votada ao abandono, dá mau aspecto à Centenária Avenida. Defendo que a antiga unidade fabril deve ser integrada no projecto da CEC 2012. Aí poderia ficar instalada a Galeria de Arte de que falava. E ainda sobrava espaço para construir uma espécie de Estaleiro Cultural.

A Capital Europeia da Cultura pode também ser a oportunidade definitiva para construir um metro ligeiro de superfície que faça a ligação, em primeiro lugar, ao Avepark – que deve ser inaugurado no primeiro trimestre de 2007 – e a Braga. Até porque a cidade vizinha deverá vir a ter uma estação da futura ligação rápida à Galiza e Guimarães não pode ficar fora dessa rota – especialmente se não quiser cometer o erro de virar as costas aos galegos na programação da CEC.

Mas não só de infra-estruturas deve viver o projecto para 2012. Guimarães deve lançar eventos de âmbito internacional – festivais de música ou cinema, por exemplo – que possam tornar-se um habitué cultural europeu. Defendo, aliás, uma aposta muito forte no cinema. Guimarães é uma cidade de cinéfilos, mas nunca conseguiu ser uma cidade de cinema. É esta a oportunidade de mudar isso.
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CEC 2012: Que projecto?

Uma semana após o anúncio de Guimarães como Capital Europeia da Cultura em 2012, há já bons sinais por parte dos responsáveis locais para a elaboração de um projecto que dignifique a cidade e o concelho aos olhos da Europa.

O presidente da autarquia local, António Magalhães, já anunciou que quer usar 2012 como uma “oportunidade para lançar a ponte para o futuro”, com uma clara aposta na Ciência e Tecnologia e incluindo mesmo o programa Campurbis no projecto mais abrangente da CEC.

Hoje, em entrevista a uma rádio local, prometeu a construção de “um novo edifício, que represente a ligação entre o passado histórico da cidade de Guimarães” para marcar a data. Embora vaga e ainda frágil, é pelo menos uma ideia com boa intenção.

Belíssima ideia foi a que o director da Oficina, José Bastos, adiantou esta semana: usar a CEC 2012 para lançar uma escola artística de âmbito nacional “em sintonia com a Rede Nacional de Programação de Novo Circo”.

São reflexões que fazem total sentido e que, para já, me deixam numa expectativa positiva em relação ao projecto a apresentar dentro de um mês em Bruxelas.

Porque é importante que se aposte em alguma coisa que fique para o futuro. Para que o 2012 não se esgote num ano de festa na cidade. E não falo só em infra-estruturas, mas em eventos de âmbito europeu que permitam a Guimarães ser Capital na Europa além de 2012.
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Consequências I

A confirmar-se, o Guimarães 2012, Capital Europeia da Cultura, trará ao Berço uma série de consequências que mudarão - espera-se! - a face da cidade.
A primeira, e mais imediata, é que António Magalhães vai voltar com a palavra atrás e o mandato em curso não será, afinal, o último do socialista. Magalhães não vai deixar o 2012 nas mãos de outrém. Muito menos se correr o risco de esse alguém ser de outro partido - ou de ontra facção do seu.
Ou seja, em 2009 teremos novamente Magalhães a correr para a reeleição. E o mesmo líder na autarquia até 2014.
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Se o ridículo matasse

Se o ridículo matasse, os Paços do Concelho da cidade de Braga estariam neste momento a ser palco de uma mortandade digna das pestes da Idade Média. Bairrismo? Atentem nesta notícia...

Gosto especialmente desta frase: "Aceitando a decisão, o município de Braga adianta que estará disponível para trabalhar em conjunto com a cidade de Guimarães, “através da cedência de equipamentos culturais que possam ser considerados úteis” para a iniciativa."

Se não os podes vencer, junta-te a eles. Está claro.
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Que comissário para o 2012

O Guimarães 2012 está em marcha. O presidente da câmara, António Magalhães, já adiantou que vai ser criada uma estrutura que coordene o processo, liderada por uma personalidade local ligada à cultura: “Teremos alguém que se responsabilize quer pelos projectos culturais, quer pelas obras em infra-estruturas e de recuperação urbana que forem necessárias”.

Não sei se Magalhães – e o Governo – estão a pensar em alguém com um perfil mais técnico ou numa figura de inegável projecção cultural que seja capaz de transmitir o seu prestígio ao evento. Mas penso que que faria mais sentido alguém com o segundo perfil. Nesse caso, José de Guimarães seria o nome certo para comissário do Guimarães 2012. Vimaranense, artista de relevo internacional, é o homem indicado para o lugar.

Bem sei que as relações entre o poder autárquico e José de Guimarães não são as melhores - tanto mais que a oposição local insiste em fazer gincana política com o nome do artista plástico –, mas a ocasião exige que se atirem estas “guerras” para trás das costas.

Se não for José de Guimarães, quem mais pode ser o comissário do CEC 2012? Façam as vossas apostas…
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Presente envenado?

Temo que o apoio governamental à candidatura de Guimarães a Capital Europeia da Cultura seja um presente envenenado.
O Tribunal da Relação tem os dias contados e Centro Ibérico de Investigação&Desenvolvimento vai para Braga.

Espero que o meu pessimismo me traia e este cenário não se confirme, mas receio que venha a ter razão.
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Reagi, há pouco, com expectativa, ao anúncio da candidatura de Guimarães a Capital Europeia da Cultura (CEC). Tenho agora mais algumas informações que me permitem olhar com redobrada alegria para a notícia.

1. As Capitais Europeia da Cultura em 2012 serão indicadas por Portugal e Eslovénia, por decisão da União Europeia, que tornou rotativa entre os países a indicação das cidades anfitrãs da iniciativa.

2. A ratificação da decisão final será tomada em reunião de Conselho de Ministros da União Europeia, já nos próximos dias 12 e 13 de Novembro. Ou seja, resta pouco tempo para a reunião, e assim pouco espaço para que possiveis manobras de bastidores de última hora desviem Guimarães da rota da CEC.

3. Este é, inequivocamente, uma triunfo em toda a linha para Guimarães. Pela distinção em si. Mas também por ter ganho a corrida, numa primeria fase, a Coimbra, e, mais recentemente, a Braga. Sem querer entrar pelos bairrismos bacocos, é saboroso derrotar assim a petulância bracarense no que a este tema concerne.
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Batam palmas... De pé!

A Ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, acaba de anunciar, em conferência de imprensa, que Guimarães será candidata a Capital Europeia da Cultura em 2012. Uma grande notícia!
Apesar de ainda não estar confirmada a escolha, o simples facto de Guimarães ser a candidata nacional escolhida pelo Governo é nota de destaque. Tanto mais que a Ministra da Cultura foi a primeria a enumerar as virtudes da cidade Berço na corrida a 2012: "um centro histórico exmplarmente recuperado, o Centro Cultural de Vila Flor, o excelente pavilhão Multiusos e boas acessibilidades".
É a oprtunidade de ouro para Guimarães se afirmar em definitivo. Com as consequências que podem daí advir no nosso panorama cultural, turístico e de infra-estruturas.
Nos próximos dias vou voltar ao tema.
Um fim-de-semana de triunfo para a autarquia. Além de ter o governo em peso a preparar a presidência europeia portuguesa do próximo ano no Vila Flor, Guimarães ainda sai com este presente do Executivo nacional. Duplo triunfo para Magalhães. E para nós, vimaranenses!
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GMR TV

Dei, este fim-de-semana, de caras com as primeiras emissões do Porto Canal. Apesar do nome, o novo canal quer ser a TV de todo o Norte. O que é basicamente o mesmo que dizer que o “lisboacentrismo” se combate com um “portocentrismo”. O que não deixa de ser incoerente.

Quanto a mim, Guimarães devia ter o seu próprio canal de TV. Quanto mais não fosse emitido on-line. O Colina Sagrada lança aqui um desafio aos seus leitores: sugiram programas para 24 horas de emissão da GMR TV. E já agora, quem seriam os seus apresentadores?

Lanço a primeira acha: Zeca Paulo a apresentar o programa da manhã, num misto de Você na TV e Monty Python.
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No início da época ouvia-se à boca pequena - mesmo em Guimarães - que o Vitória seria uma espécia de "Benfica da II Liga", capaz de arrastar multidões, gerar receitas extraordinárias e motivar os adversários para os confrontos da temporada.
Escusado era levar a coisa tão a peito...
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Vergonha na cara...

Costumo passar por aqui para ler a fantástica prosa humorística dos senhores. Desta vez - a primeira? - escrevem mesmo a sério.
O artigo é assinado pelo Zé Diogo Quintela e é uma das mais desprendidas e perspicazes ensaboadelas que o jornalismo (???) desportivo nacional levou nos últimos anos.

Para levar a sério. E ganhar vergonha na cara.

É por estas e por outras que a profissão está como está. Haverá quem lhes queira seguir as pisadas?

(Entretanto, encontrei aqui outra crítica bem esgalhada ao mesmo título. Assertivo!)
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Um ano de CCVF

O Centro Cultural de Vila Flor comemora hoje um ano de actividade e este costuma ser um tempo de balanço. E o balanço a fazer de um ano de CCVF não deixa de ser positivo, embora fique alguma sensação de desilusão.
A programação inicial do CCVF prometeu. Madredeus a abrir, “Batalha de arroz num ringue para dois” não muito depois. Kimmo Pohjonen, David Fonseca – e haveria Nicola Conte não fosse o concerto ter dado em fiasco, que passou despercebido nos media locais… – , teatro, cinema… O primeiro trimestre do Vila Flor teve programação em qualidade e quantidade.

O problema foi o CCVF não ter conseguido cumprir as expectativas. O primeiro semestre de 2006 foi muito pouco conseguido em termos de programação. Um ou outro espectáculo de maior qualidade… E pouco mais! Além disso, o Vila Flor ainda não se definiu. Não decidiu se quer ser uma casa de artes elitista ou popular. Por isso é capaz de levar ao mesmo espaço Santos & Pecadores e Fingertips, Linda Martini e Dead Combo, Bernardo Sassetti e a orquestra metropolitana de Lisboa.

Olhando pela positiva, o CCVF conseguiu finalmente dar a Guimarães uma casa de espectáculos com condições para atrair grandes nomes. E ao nível do que a cidade – e a exigência de qualidade dos vimaranenses frequentadores deste género de espaços – exigem.

Há ainda a salientar a constante dinamização de um dos mais bonitos espaços que a cidade, agoram, possui: os jardins do Centro Cultural, com exposições e instalações – e os concerto no Verão – que valem a pena. Por ouro lado, o teatro Oficina tem finalmente uma casa digna para estrear as suas produções e fazer crescer os seus padrões de qualidade.

Um dos grandes beneficiados com a abertura da nova casa de espectáculos foi o Cineclube. A boa programação que o Cine vimaranenses já oferecia, teve agora maior exposição e ofereceu melhores condições aos associados. Resultado: um enorme crescimento do número de sócios. Mas o Cineclube de Guimarães não se ficou por aqui e aproveitou o novo espaço para organizar ciclos de cinema e trazer a Guimarães um extensão do INDIELisboa. De resto, o Cineclube tornou-se mesmo num dos principais dinamizadores dos Auditórios do CCVF.

Quanto ao programa de aniversário: está giro. Isso mesmo: giro. Acho giro que se ofereça o pequeno-almoço nos jardins e que se promovam visitas aos bastidores do Vila Flor. Acho giros os ateliers para crianças e famílias e acho gira a exposição da fotógrafa oficial da casa. Mas falta sal à data, que nem o concerto de Elisabete Matos – finalmente Guimarães acordou para o talento da cantora lírica vimaranenses – parece trazer.

Post scriptum – Fora da cultura, há um rábula a marcar o primeiro ano do Vila Flor. O espaço que foi “vendido” aos eleitores como futura casa da Assembleia-municipal, mas acabou por apenas receber um par de sessões daquele órgão autárquico. Os vimaranenses nem deram por isso. E a oposição assobiou para o lado… outro valores mais altos se levantaram!
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Gualterianas com programa pobre


Segundo o inquérito promovido pelo Colina Sagrada, a maioria dos vimaranenses considerou o programa do Centenário das Festas da Cidade e Gualterianas "pobre".
50% dos votantes foram dessa opinião, ao passo que 20% consideraram o programa "muito bom". A mesma percentagem de votantes considerou o cartaz "igual" ao de anos anteirores. Apenas 10% dos votantes consideraram o programa das Gualterianas 2006 "pior" do que o habitual.

A partir de hoje estará on-line nova votação. Desta feita, proponho um balanço de um ano de actividade do Centro Cultural de Vila Flor.
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Se fosse ao contrário…

Os vitorianos são apaixonados no apoio ao clube. No último domingo, na Póvoa de Varzim, foram quase 4 mil a assistir a um jogo que teve transmissão televisiva e se realizou às 11 da manhã. Saúda-se esta entrega ao Vitória – ainda que dentro de campo teimem em esquecê-la.
Mas a ideia de realizar em pleno Passeio Alegre uma Marcha Branca é perfeitamente despropositada. Aquela invasão tem um significado simbólico. Atravessar a principal artéria de um cidade que não a nossa daquela forma é provocação. Uma espécie de complexo colonialista sobre a Póvoa perfeitamente escusado.
Que fariam os vitorianos se Braga, Benfica ou Porto fizessem uma “Marcha Vermelha” ou uma “Marcha Azul” na cidade berço? Não iam gostar, suponho…

Post scriptum – Segundo o Desportivo de Guimarães, os vitorianos “percorreram, em cânticos, a distância que separa o Casino da Póvoa do estádio do Varzim”. Os vitorianos já inventaram de tudo. Desta vez foi um meio de transporte. Se aquilo gastar pouco, vou começar a ir de cântico para a universidade.
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Mesada

Agosto correu rápido. E sem grandes motivos de interesse em Guimarães. Mesmo assim, vale a pena fazer um resumo do que por cá aconteceu

(+)18 anos de “Cinema em Noites de Verão” – O Cineclube de Guimarães já nos habituou a ser uma das poucas associações que passa ao lado da letargia cultural vimaranense. Desde as sessões regulares aos ciclos temáticos, passando pelo incontornável momento que são as sessões de cinema ao ar livre realizados durante o verão no Largo da Oliveira.
Uma iniciava plena de vigor e a caminho dos 20 anos. Os vimaranenses aderiram e o cartaz foi de boa qualidade – capaz de integrar clássicos, sucessos norte-americanos e bom cinema europeu.
E há vontade de crescer, como se depreende das palavras do presidente da associação Carlos Mesquita ao Povo de Guimarães, que espera poder, dentro de dois anos, fazer as sessões em ecrã scope.

(=)Jornais vimaranenses – Toda a gente merece férias, mas o mundo não pára em Agosto. A irritante mania dos jornais vimaranenses em fazer férias durante este mês é mais um sintoma da falta de profissionalismo e visão empresarial que marca o jornalismo regional – e o vimaranense com curiosa intensidade.
As receitas baixam, porque não há publicidade, e é preciso pagar os salários aos jornalistas e demais funcionários – bem como o subsídio de férias. O resultado só pode ser um claro desequilíbrio financeiro. Além de que as vendas em banca, com a presença dos emigrantes, podiam ser uma boa fonte de receita no Verão. Houvesse visão e coragem.
Depois estranham a crise…

(-)E mandá-los embora? – O Hospital de Guimarães andou nas bocas do mundo.
Primeiro foi a criança que entrou nas Urgências com “queimaduras de cigarros”, que afinal não passavam de uma infecção por uma bactéria. Depois os carros de luxo que a administração comprou, e que levaram Correia de Campos a perder aquela postura seráfica que o caracteriza.
O caso da menina atendida pelo serviço de urgência é de uma irresponsabilidade a toda a prova. Em primeiro lugar, do clínico – ou clínicos – que fizeram um mau diagnostico. Depois, da Administração dos Hospital – e do seu departamento de Comunicação, se o houver – que deixou sair a notícia para o tablóide da região e, mais tarde, se escusou a pedir desculpa à família ou a assumir o erro. Pelo meio, a menina foi entregue a uma tia pela Comissão de Protecção de Menores, que culpou sem provas a mãe da criança – também um claro caso de incompetência.
Como se não bastasse, a Administração do Hospital Senhora da Oliveira comprou três viaturas de luxo, o que levou o Ministro a emitir um despacho em que proibia os conselhos de administração dos hospitais de realizarem qualquer compra “não directamente relacionados com o objecto do estabelecimento de saúde”.
Dois claros sinais de incompetência que, se houvesse seriedade, davam direito a reprimenda. Ou então a guia de marcha…
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Back in business

As férias terminaram ontem: aqui. Com estes enormes senhores.
Compromissos profissionais absorvem-me por completo até amanhã. Prometo voltar depois disso. Para continuar a acompanhar o presente de Guimarães.

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Pausa para respirar

Vou parar para respirar. O blog não vem comigo. Durante duas semanas é pouco provável que por aqui esteja. Volto na recta final de Agosto. Com novidades saborosas para comentar, espero.

Boas Férias!